"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 22 de julho de 2017

O PINGUÇO LADRÃO SEMPRE FOI DA CASA GRANDE

DELTAN DALLAGNOL, PROCURADOR DA LAVA JATO, IRONIZA E ARRASA FALA DE TEMER

LULA ACABOU! BLOQUEIO DE CONTA MILIONÁRIA REVELA A MAIOR FARSA DA HISTÓRIA DO BRASIL

Lula acabou! Bloqueio de conta milionária revela a maior farsa da história do Brasil

PT E PCDOB ASSINAM APOIO À DITADURA DE NICOLÁS MADURO E IGNORAM O PRO VENEZUELANO

GLEISI HOFFMANN É ESCULACHADA, APÓS DESCER EM AEROPORTO

Urgente! Gleisi Hoffmann é esculachada apos descer em aeroporto.


22 de julho de 2017
postado por m.americo

GENERAIS ESTÃO PRONTOS PARA ASSUMIR O COMANDO DO PAÍS

GENERAIS ESTÃO PRONTOS PARA ASSUMIR O COMANDO DO BRASIL

  • 13 horas atrás
  • 25.914 visualizações

22 de julho de 2017
postado por m.americo

URGENTE: É O FIM DE NICOLAS MADURO

URGENTE! É O FIM DE NICOLÁS MADURO

  • 15 horas atrás
  • 15.139 visualizações
DÊ UM LIKE NO VÍDEO E SE INSCREVA NO CANAL
..
22 de julho de 2017
postado por m.americo

'NÃO FUI FORTE PARA DIZER NÃO' - CACIQUE DO PMDB SÃO ENTREGUES DE BANDEJA AO JUIZ SÉRGIO MORO

HÃ?? LULA HOSTILIZADO EM ATO PRÓ-LULA???

TINHA 9 MILHÕES? ENFIM CAIU A MÁSCARA!

VOTAÇÃO DO PROCESSO DE TEMER SERÁ NOMINAL, IGUAL AO IMPEACHMENT DE DILMA

Resultado de imagem para em nome de minha família charges
Charge do Son Salvador (Charge Online)
A Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara definiu, nesta terça-feira, dia 18, o rito da votação em plenário da denúncia contra o presidente Michel Temer. Como na sessão do dia 17 de abril de 2016, quando a Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, os parlamentares serão chamados nominalmente ao microfone. Pelas regras da Mesa, os deputados serão chamados em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa. Os parlamentares terão de responder “Sim”, “Não” ou “Abstenção” ao parecer. Ao final, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamará novamente os ausentes.
Como os deputados entraram em recesso, a leitura do parecer ficou para 1º de agosto, quando voltam para Brasília. A previsão de votação da denúncia é 2 de agosto. No fim de junho, deputados da oposição se encontraram com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir que rito fosse igual ao do impeachment
QUORUM -Se não for atingindo o número de 342 votantes, outra sessão será convocada para a votação da denúncia. Marcada para o dia 2 de agosto, a sessão deliberativa extraordinária começará às 9h, desde que haja o quórum mínimo de 51 parlamentares presentes.
Pelo rito divulgado nesta terça, será exigida a presença de 52 parlamentares para o início da Ordem do Dia (momento em que começam os trâmites de votação). O primeiro a discursar na abertura da Ordem do Dia será o relator do parecer aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).
O tucano terá a palavra por até 25 minutos, mesmo tempo que será concedido à defesa do presidente Michel Temer. O tempo da defesa poderá ser dividido entre o advogado e o próprio presidente da República, se ele quiser fazer pessoalmente sua defesa no plenário da Casa.
DISCURSOS – Após relator e defesa se manifestarem, cada orador poderá falar na sessão por até 5 minutos, alternando entre votos contra e favor ao parecer. Ao final de quatro discursos, poderá ser apresentado um requerimento de encerramento de discussão, desde que neste momento haja pelo menos 257 parlamentares na sessão.
Logo que for encerrada a fase de discussão, o presidente da Câmara poderá iniciar a votação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), desde que haja 342 parlamentares presentes. Para aprovar a denúncia, são necessários 342 votos a favor. A orientação de voto será feita por quatro parlamentares, dois à favor e dois contra a denúncia
Serão concedidos cinco minutos de discurso para cada um. Líderes de bancada poderão falar por até um minuto na fase de orientação dos votos da bancada. Essa fase será a última antes da chamada nominal de parlamentares. Se mais de 342 deputados votarem na sessão, o presidente da Câmara poderá proclamar o resultado final.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como diz o experiente deputado Rubens Bueno (PPS-PR), vai ser muito difícil alcançar o quorum. E o presidente da Câmara reagiu, avisando que vai manter o tema em pauta, de forma permanente. Pode ser que, na pressão, os deputados compareçam para cumprir a obrigação. Afinal, são pagos para isso. (C.N.)

22 de julho de 2017
Deu no Estadão

ANTES TARDE DO QUE NUNCA. VALÉRIO FECHA ACORDO DE DELAÇÃO COM A POLÍCIA FEDERAL


Valério vai conseguir a redução da pena
Depois de ter sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG), o operador do mensalão Marcos Valério Fernandes fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF) em Minas Gerais. Por citar políticos com foro privilegiado, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Valério cumpria pena de prisão pela ação penal do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na última segunda-feira para uma unidade da Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da Polícia Federal.
COLABORAÇÃO – A transferência para a unidade — que propõe atendimento humanizado para a reintegração social de presos e tem vagas limitadas — era solicitada desde o ano passado pelos seus advogados. No entanto, não havia vagas disponíveis.
Na decisão que autorizou a transferência, datada da última segunda-feira, o juiz da Comarca de Contagem Wagner de Oliveira Cavalieri escreveu que a medida teve como objetivo “concluir procedimento de colaboração premiada sob análise do Supremo Tribunal Federal”.
Ele destacou que Valério “é presumidamente possuidor de inúmeras informações de interesse da Justiça e da sociedade brasileiras”, motivo pelo qual seria “inegável o interesse público em suas declarações sobre fatos ilícitos diversos que envolvem a República”.
INTERESSE PÚBLICO – Segundo o despacho, “em que pese a existência de formalidades e fila para a transferência de presos para o sistema Apac”, no caso de Valério “o interesse público se sobrepõe aos interesses individuais e, portanto, a medida deve ser deferida conforme solicitada, ou seja, independentemente de ordem cronológica ou outros requisitos”.
No início da tarde desta quarta-feira, a Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais confirmou a assinatura do acordo com Valério, submetido ao STF. “Devido a cláusula de confidencialidade constante do acordo, não há outras informações a serem prestadas”, informou o órgão.
A primeira versão da colaboração de Valério tinha 60 anexos e foi entregue em fevereiro deste ano à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte que informou em nota oficial, na época, não haver interesse em aceitar a delação. Na negociação com a PF, Valério apresentou mais detalhes sobre desvios operados sob sua influência. Seus depoimentos foram gravados.
CAIXA PARALELO – Nos documentos levados ao MP de Minas, Valério relatava detalhes do caixa paralelo montado por suas agências de publicidade para operar desvios em contratos assinados durante o governo Fernando Henrique (1994-2002), e nos primeiros anos de Lula no Planalto (2003-2005) e Aécio Neves no governo de Minas (2003-2005).
Valério apresentou informações sobre desvios em contratos com os Correios durante o governo Lula e no Banco do Brasil no período em que a DNA Propaganda era agência de publicidade da estatal, durante o governo FH.
Também fala sobre caixa 2 operacionalizado por ele para campanhas tucanas em Minas, desvios em Furnas e pagamentos feitos por empresas como Usiminas e Andrade Gutierrez em benefício de políticos sob sua influência.
MENSALÃO TUCANO – Valério relata, ainda, bastidores de uma operação para abafar a relação do Banco Rural com políticos tucanos em Minas, durante a CPMI dos Correios.
A assessoria de Aécio Neves divulgou nota em que informa que “desconhece o teor de declarações atribuídas a Marcos Valério” e diz que o senador “jamais participou de qualquer ato ilícito praticado por Valério”. “É preciso que acusações feitas por delatores sejam sustentadas por provas verdadeiras, sob o risco de servirem, unicamente, para que réus confessos obtenham a impunidade penal”, diz a nota.
O operador do mensalão foi condenado em 2012 a uma pena de 37 anos, 5 meses e seis dias de reclusão por peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Para o publicitário Marcos Valério, é muito duro cumprir pena e ver em liberdade os dois chefes da quadrilha do PT, Lula e José Dirceu. Aliás, são chefe de quadrilha “informal”, porque no julgamento decisivo, com votos  de Celso de Mello e de Rosa Weber, o Supremo inocentou Dirceu da denúncia de formação de quadrilha. Foi a primeira vez, na História da Criminalidade Mundial, que se organizou uma quadrilha sem chefe. Parecia Piada do Ano, mas era julgamento de verdade. (C.N.)

22 de julho de 2017
Thiago Herdy
O Globo

PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE LULA NA URNA DEFINIRÁ O PERFIL DA ELEIÇÃO EM 2018

Diadema SP Brasil 15 07 2017 No sindicato dos metalurgicos o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva fala no encontro com trabalhadores .PODER . Jorge Araujo Folhapress 703 ORG XMIT: XXX
Se disputar a eleição, Lula vai estar no segundo turno
A condenação em primeira instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou status de definidora de cenários para a eleição do ano que vem, praticamente empatando com o impacto da Lava Jato nas conversas com líderes políticos. É consenso que a permanência ou não de Lula na urna eletrônica irá determinar que tipo de pleito ocorrerá e qual o perfil de seus candidatos, independentemente do fato de que a viabilidade de o petista ser eleito ser bastante remota no cenário atual.
O ex-presidente no páreo obrigará a construção de uma candidatura mais forte no campo conservador/governista, com retórica antipetista afiada. É isso ou arriscar ver o ex-presidente rumar ao segundo turno contra o nosso equivalente ao clã Le Pen francês, Jair Bolsonaro, com amplas chances de uma hoje improvável vitória lulista.
ALTERNATIVA DORIA – O tucano João Doria é hoje quem se coloca melhor nesse papel. O prefeito paulistano, contudo, joga no time do governador Geraldo Alckmin, que vem costurando sua candidatura com solidez e tem preferência na fila. Isso se conseguir unir o partido, cada dia mais fragmentado.
A questão é saber o óbvio: se o governador irá livrar-se das acusações na Lava Jato, se consegue decolar em pesquisas, se logra ser minimamente conhecido no Nordeste e, por fim, se tem a chama do antipetismo necessário.
Um aliado do tucano lembra seu desempenho na reeleição de 2014, quando São Paulo deu uma vitória esmagadora ao PSDB no pleito nacional, e o fato de que um Doria candidato a governador poderia manter esse palanque mais agressivo no maior colégio eleitoral do país -enquanto Alckmin buscaria vender outra imagem fora de suas fronteiras. Não soa fácil.
DISPUTA COMPLEXA – Sem Lula, contudo, o cenário é totalmente diverso. Primeiro pela lacuna à esquerda, embora a pecha de perseguido que o ex-presidente irá trombetear se impedido deverá funcionar como excelente cabo eleitoral. Mas a disputa fica mais complexa mesmo ao centro.
Sem a necessidade de uma estridência antipetista, Alckmin ganha densidade. Mas também é previsível que a antiga terceira via representada pela ex-senadora Marina Silva (com ou sem o “punch” de um Joaquim Barbosa) irá emergir com mais força, assim como talvez um outro nome no condomínio governista.
Temer, se estiver no cargo como a conjunção astral da semana parece indicar, será invariavelmente um peso para qualquer postulante – daí o balé de Alckmin para defender desembarque do PSDB após reformas, seja lá o que for isso. Mas se houver algo que se assemelhe a uma recuperação econômica mais visível, o que parece improvável, uma vaga se abre.
UMA BARAFUNDA – Esse cenário é o que mais reproduz, de saída, a barafunda do pleito de 1989. Quaisquer 15% de intenção de voto viram perspectiva de segundo turno. Os mais otimistas, como o filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca, acreditam que o debate seria estimulado e o ambiente, arejado. Eu tendo a duvidar da possibilidade de discussões reais em campanhas eleitorais, mas ser pessimista é “default” nessas terras.
Seja como for, tudo isso apenas comprova que Lula segue sendo o ator político mais importante do Brasil. Desgraçadamente para o país, já que esse tipo de dependência apenas prova a infância institucional da pátria, para não entrar em considerações pessoais ou morais.
O pior é esperar o rosário de recursos que deverá atrasar a decisão de segunda instância que pode ou não tirar Lula de cena. Tudo gira em torno disso, salvo mais piruetas no roteiro da crise nossa de cada dia. Não gostaria de estar na pele dos magistrados do TRF-4 em Porto Alegre

22 de julho de 2017
Igor Gielow
Folha