"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 1 de julho de 2017

DEPOIS DE BLINDAR TEMER, CÂMARA PODE LIVRAR DEPUTADOS ENROLADOS

IMUNIDADE PARLAMENTAR
REJEIÇÃO À DENÚNCIA PODE ABRIR CAMINHO PARA IMUNIDADE GERAL

CÂMARA PODE USAR ARQUIVAMENTO DA DENÚNCIA CONTRA TEMER PARA SUSTAR AÇÕES CONTRA TODOS OS DEPUTADOS


A eventual recusa de autorização da Câmara para o Supremo Tribunal Federal (STF) processar o presidente Michel Temer, poderá abrir caminho a outra decisão em gestação há semanas, e já revelada nesta coluna: o plenário avalia usar o artigo 53 da Constituição para sustar todas as ações penais abertas no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República contra deputados enrolados na Lava Jato e outros casos.

O parágrafo 3º do art. 53, introduzido pela emenda nº 35, prevê que o plenário da Câmara pode sustar ação penal no STF contra deputado.


Para suspender ações penais, basta o plenário da Câmara aprovar por maioria dos membros representação apresentada por qualquer partido.

Negando autorização ao STF para processar Temer, a Câmara se sentirá encorajada a estender a blindagem a deputados da Lava Jato.

A ideia era começar por blindar Jair Bolsonaro (PSC-RJ) de duas ações no STF por “incitar o estupro”. Mas o caso Temer é bem mais robusto.


01 de julho de 2017
diário do poder

NOTA AO PÉ DO TEXTO

PARÁGRAFO 3o. DO ARTIGO 53: PASSAPORTE PARA O FUTURO...
m.americo

JANOT CONTINUA CALADO SOBRE AS ACUSAÇÕES DO TEMER

Brasília - O brasileiro é tido como um cara que esquece tudo muito rapidamente. Fala-se que ele tem memória curta, diria curtíssima. Não sei se isso é uma virtude ou um defeito de fábrica. Sabe-se lá. A forma de perdoar seus algozes, um vizinho ruim, um governo imprestável, um político corrupto ou um inimigo ocasional é própria da generosidade do brasileiro, uma gente honesta, bondosa e solidária. Veja um exemplo recente que envolve duas personalidades tão em evidencia nos últimos dias: o Temer insinuou que Janot, o procurador-geral da República, estaria envolvido na caixinha dos donos da JBS, que tiveram a defendê-los nos processos de leniência o procurador Marcelo Miller, braço direito de Janot e até então seu ajudante na apuração dos crimes da Lava Jato.

Menos de 48 depois, silêncio sepulcral. Ninguém fala mais nisso: o procurador envolvido, o Janot, o próprio Temer e a imprensa que não viu nessas acusações nenhuma anomalia do procurador, acusado frontalmente por um presidente da república de envolvimento com o dinheiro ilegal dos Batista. É certamente por isso que o Brasil está enxovalhado, desacreditado e expurgado do convívio das nações emergentes. Não foi à toa que a primeira ministra da Noruega, Erna Solberg, cujo país devasta a Amazônia com a exploração de bauxita, deu um puxão de orelha no Temer que botou o rabinho entre as pernas e voltou humilhado da viagem.

Pois é, não se conhece na história do país um caso de acusação tão grave de um presidente a um procurador-geral da República, que continua administrando o órgão como se nada tivesse acontecido. Trocando em miúdos, o que Temer disse sobre o Janot foi o seguinte: ele facilitou a saída do seu amigo Marcelo Miller da procuradoria para que ele integrasse um escritório de advocacia que administrou o processo de leniência da JBS dos irmãos Batista, quando coincidentemente os dois Joesley e Wesley entregavam seus cúmplices na maior roubalheira aos bancos estatais do país.

Pois bem, você pode achar que até aí nada existe de muito grave. E quando o presidente da república, em pronunciamento oficial à nação, insinua que os milhões de reais dos honorários da JBS não chegaram apenas aos bolsos do Miller? Aí a coisa muda de figura. Temer faz uma acusação grave que merece um esclarecimento mais severo ainda de Janot para evitar que o órgão se contamine por acusações que seriam levianas caso não haja prova do que ele disse.

Janot, muitas vezes tão falante, entrou em silêncio, em letargia. A nota oficial que distribuiu à imprensa não convence, não limpa a lama que foi jogada sobre a toga. E os seus auxiliares na procuradoria-geral não vão reagir? E as associações que protegem esses senhores vão ficar mudas diante de acusação tão grave? Ora, a procuradoria precisa esclarecer à população porque de uma hora para outra alguns de seus honoráveis membros, tão respeitados e acima de qualquer suspeita, estão na berlinda. Um, Ângelo Goulart Villela, está preso acusado de ser o olheiro dos Batista dentro da própria procuradoria. O outro, Marcelo Miller é suspeito de facilitar a vida da JBS, depois que deixou a procuradoria e levou com ele os segredos da Lava Jato. Janot - que se encolheu diante das insinuações de Temer - tem uma filha, Letícia, que trabalha em um escritório que defende a OAS nos acordos de leniência.

Janot se embaralha quando tenta justificar o salvo-conduto que deu aos Batista. Depois que o STF decidiu que a revisão de delação premiada só em casos excepcionais, ele disse que as delações da JBS podem ser invalidades caso fique provado que os executivos do grupo eram líderes de organização criminosa. Mas ao mesmo tempo faz essa ressalva: "Agora, neste juízo inicial (nesse caso), o que se vê é que a liderança da organização criminosa aponta para o lado oposto. São agentes públicos que operaram sobre esta questão. E o dinheiro utilizado para a propina e para gerar todos esses ilícitos, é o dinheiro público. O privado, em princípio, não tem acesso ao comando de liberação de dinheiro público”.

A apresentadora Hebe Camargo, se viva, diria que Janot é uma gracinha, quando acha que os Batista não são os chefes do crime organizado e responsáveis pelos saques bilionários nos bancos estatais. Ora, doutor Janot, para existir o corrupto tem que existir o corruptor.

Essa delação colorida dos Batista ainda vai dar muitos panos pra manga.



01 de julho de 2017
jorge oliveira

MIMNIMI DE CARNIÇAS...

NO LIMITE DA PUTARIA


01 de julho de 2017
postado por m.americo

AÉCIO RINDO MUITO DA SUA CARA!!!

O RETRATO DA ARROGÂNCIA E DO AUTORITARISMO

OLAVO DE CARVALHO: O QUE FOI A ESCOLA DE FRANKFURT?

RENAN, O CANGACEIRO QUE SE FEZ CORONEL, CHEGA AO FUNDO DO POÇO

QUAL O LIMITE DA TOLERÂNCIA

Depois do dia de ontem, que ficou marcado pela impunidade promovida pela mais alta Corte do país, surge na rede muitos desabafos e comentário a respeito.

Veja o que diz o General de Divisão, Floriano Peixoto:

A difícil pergunta que fica no ar, sem resposta, para o caos de insegurança que se instalou no Brasil: qual é o limite da tolerância para que uma reação forte, firme, armada e eficaz seja dada pelo Poder Publico? 

Mortes, assaltos diários, invasões de sedes da administração pública, estouro de caixas eletrônicos bancários, sequestros, abate sistemático de policiais, tráfico de armas, poder paralelo de ORCRIM substituindo a presença oficial e suas agências, cooptação de autoridades... Falta o quê para o desfecho dessa situação? A explosão de um artefato nuclear tático na sequência de granadas e bombas?! 

Quem paga com isso, lamentavelmente, são as pessoas de bem, as quais se tornaram reféns dessa situação, e que não têm outra opção senão adotar uma postura de enorme passividade, porque não sabem para que lado correr. 

O Brasil está se deteriorando por conta de administrações incompetentes anteriores e continua muito bom de diagnóstico, e somente isso. 

Se não houver uma ação de grande impacto, podem-se abrir desde já as fronteiras, para que o condomínio do crime latino-americano seja de vez instalado, uma vez que, na prática, isso já ocorre. 

Já não se justificam mais as constatações da realidade global que contamina o Brasil, manchando-o com a insegurança generalizada. Cada país tem que reagir dentro de seu entorno, para cuidar da sua realidade e, principalmente, das gerações futuras. 
Ou será que foi eleita a opção e o estilo do quanto pior melhor?

GEN. DIV. R1 - Floriano Peixoto



01 de julho de 2017




GENERAL DIZ! AS AMEAÇAS DO CANALHA LULA E OS SEUS NÃO ASSUSTAM.

INTERVENÇÃO MILITAR JÁ, ALEXANDRE GARCIA

EXÉRCITO DÁ RECADO A LULA, STÉDILE, BOULOS E VÂNDALOS, CURITIBA, MORO, LULA, POLÍTICA

PAULO OKAMOTTO "ACABA" COM LULA REVELANDO SEGREDOS DO PT AO JUIZ SÉRGIO MORO

MALTA ZOMBA DE JUCÁ EM DISCURSO IRREVERENTE

COMANDANTE DO EXÉRCITO IRRITA BRASÍLIA AO SAUDAR PRESIDENTE MILITAR CASTELO BRANCO