"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

DOIS IMPACTOS NOVOS: A DELAÇÃO DA ODEBRECHT E A ELEIÇÃO NA POLÍCIA FEDERAL


Desta vez, Marcelo Odebrecht vai contar tudo o que sabe









Não há dúvida de que ocorreram dois impactos extraordinariamente fortes na sequência da Operação Lava-Jato: a delação que Marcelo Odebrecht agora se revela disposto a fazer e a surpreendente e repentina eleição realizada pelos delegados de Polícia Federal para escolha do sucessor de Leandro Daielo na direção geral. Duas reportagens destacam os temas: a de Renato Onofre e Cleide Carvalho, no Globo; e a de Júlia Affonso, Fausto Macedo, Mateus Coutinho e Ricardo Brandt, no Estado de São Paulo. Ambas nas edições de quarta-feira.
Vamos por etapas. Marcelo Odebrecht não está sozinho na iniciativa. Pelo contrário. Com base na reportagem de O Globo, estará acompanhado por Leo Pinheiro, da OAS. Duas bombas arrasadoras. Principalmente aquela a ser destinada pelo ex-presidente da Odebrecht, de altíssimo teor explosivo. Suas revelações têm alcance para atingir nada menos que 300 políticos, empresários e administradores públicos, além dos intermediários de sempre. Basta lembrar que a Odebrecht criou até um departamento para administrar a difícil contabilidade da propina produzida na fonte de uma corrupção gigantesca.
TRÍPLEX E SÍTIO
O potencial da OAS pode, naturalmente, ser menor, mas com capacidade suficiente para balançar os alicerces de certo apartamento no Guarujá e de um sítio em Atibaia. A convergência das revelações de Marcelo e Leo Pinheiro vai conduzir a um cenário ainda mais oculto do que as camadas do pré-sal. O elenco a ser iluminado deverá proporcionar tanto confirmações quanto revelações.
Aliás, a cada episódio da Operação Lava-Jato fatos e mais fatos saem das sombras e são expostos à luz do sol. Assim deve-se esperar das delações de Marcelo e Léo.
Mas, enquanto se aguarda, o que nós, leitores, vamos conferir o que podemos interpretar das eleições repentinas na Polícia Federal.
SURPRESA NA PF
Saímos de O Globo e ingressamos na matéria de O Estado de São Paulo. O jornal revela até o resultado do pleito através do qual formou-se uma lista tríplice para que o presidente Michel Temer escolha o substituto de Leandro Daielo na direção da Polícia Federal. Não se sabia nem da convocação às urnas, tampouco do processo de substituição. Uma completa surpresa. Sobretudo porque, como lembram Júlia Affonso, Fausto Macedo, Mateus Coutinho e Ricardo Brandt, logo no início do governo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou taxativamente que Leandro Daielo seria mantido no cargo. O trabalho de Daielo construiu a mais sólida base da Operação Lava-Jato. Mas não só houve eleição, como O Estado de São Paulo já divulgou os resultados.
Na lista tríplice, à frente, com 1.065 votos, a delegada Erika Mialik Marena, integrante da PF de Curitiba. Em segundo, Rodrigo de Melo Teixeira, 924 votos. Em terceiro Marcelo Eduardo Frites, 685 sufrágios. O Estado de São Paulo assinala que a escolha do diretor geral à base de uma lista tríplice constitui antiga reivindicação dos delegados. Surpresa? Claro. Mas ela não termina neste ponto.
É UMA INOVAÇÃO?
Por qual motivo Leandro Daielo não foi incluído entre os elegíveis? Ou ele não desejou concorrer e, assim, pelo silêncio, condenar a repetida fórmula para escolher quem vai substituí-lo?  O fato é que tal processo repentino não se encontra na prática em vigor. Até porque se estivesse, o ministro Alexandre de Moraes não poderia ter assegurado a Leandro Daielo sua permanência à frente da Polícia Federal.
Alguém resolveu substituir Daielo. Quem? Pelo visto, a impressão predominante é de que o autor pode ter sido o próprio presidente Michel Temer.
Para decifrar o enigma e responder objetivamente à pergunta, ninguém melhor do que o ministro Alexandre de Moraes. A opinião pública espera um esclarecimento. Tem direito legítimo a isso.
02 de junho de 2016
Pedro do Coutto

BOLSA FAMÍLIA É SÓ PARA QUEM PRECISA. SERÁ MESMO?

RONALD REAGAN: O COMUNISMO É UMA PIADA!

Ronald Reagan - O Comunismo é uma Piada! (Legendado ... - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=NBnC_sFX6ZQ
5 de jun de 2013 - Vídeo enviado por Israel Filho
Ronald Reagan - O Comunismo é uma Piada! (Legendado em Português). Israel Filho .... Olavo de ...

02 de junho de 2016
postado por m.americo

60 VOTOS PELO IMPEACHMENT

Andréia Sadi disse que Romero Jucá voltou ao Senado e reassumiu a tarefa de arregimentar votos pelo impeachment.
"Ontem, Jucá fazia contas no Senado. Estima ter cerca de 60 votos pelo impeachment de Dilma. São necessários 54 para confirmar o processo".
O Antagonista confia nas contas de Romero Jucá


02 de junho de 2016
in libertatum

PESQUISA MOSTRA O PT PERDENDO MAIS DE 90% DE SUAS PREFEITURAS EM 2016

No Nordeste, onde é mais forte, candidatos do partido só têm alguma chance em 8% das disputas

E nem há como reclamar, pois se trata de um levantamento encomendado pelo próprio partido para consumo interno. Contudo, a Coluna do Estadão teve acesso ao resultado e, caso se confirme, o fim do PT estará mais próximo que imaginam seus opositores – e temem seus seguidores.

Em 2012, o Partido dos Trabalhadores conquistou 619 municípios. A atual crise política já fez esse número cair para algo próximo de 500. E o pleito marcado para outubro deve fazer estragos ainda maiores. De acordo com a pesquisa, os representantes petistas só têm chances de reeleição
em 7% do Sul e Sudeste, e 8% do Nordeste.

O Antagonista vê nesta informação o motivo para o PT estar tão desesperado por novas eleições presidenciais, ainda que chances de vitórias soem remotas. Com mais exposição na TV, poderiam conseguir reverter alguns votos.

Faz sentido.



02 de junho de 2016
implicante

DECISÃO PROVISÓRIA: TOFFOLI SUSPENDE EXONERAÇÃO DE RICARDO MELO DA PRESIDÊNCIA DA EBC

DECISÃO É PROVISÓRIA ATÉ QUE O PLENÁRIO DO STF SE PRONUNCIE SOBRE O CASO

TOFFOLI GARANTIU EXERCÍCIO DO MANDATO CONFERIDO POR DILMA A RICARDO MELO. FOTO: EBC


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli suspendeu provisoriamente nesta quinta-feira, 2, a exoneração do jornalista Ricardo Melo ao cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na decisão, o ministro garantiu a ele o exercício do mandato para o qual foi nomeado pela presidente afastada Dilma Rousseff.

A decisão de Toffoli vale até que o STF tome uma decisão final sobre o assunto. Melo foi nomeado poucos dias antes da votação do Senado pelo afastamento provisório de Dilma do governo. A exoneração do jornalista foi assinada pelo presidente interino Michel Temer, que nomeou o jornalista Laerte de Lima Rimoli para o cargo, revelando a disputa política entre os governos peemedebista e petista dentro da EBC.

Exonerado, Melo entrou com um mandado de segurança no STF alegando que a decisão de Temer foi um "ato arbitrário, abusivo e ilegal". A defesa do jornalista argumenta que EBC é uma empresa pública, não estatal, e que por isso o mandato do presidente da instituição é fixado em quatro anos, independentemente de quem assuma o governo.

"É nesse sistema público que a EBC busca atuar. E, por tal razão, a sua atuação deve ser desvinculada de governos, garantindo que as missões estabelecidas pela legislação de regência sejam buscadas com independência daqueles que estiverem na chefia do Poder Executivo", diz a peça.

A diretoria executiva da EBC se manifestou contra a exoneração de Melo e afirmou, em nota, que o mandato de quatro anos do diretor-presidente era garantido em lei. O Conselho Curador da EBC também se posicionou a favor da garantia do mandato do diretor-presidente da empresa por quatro anos.

Para o governo de Temer, a TV pública vinha sendo usada em benefício de um partido, o PT, e era preciso "despolitizar" a programação. Outra justificativa é orçamentária. A EBC seria deficitária e a antiga direção estaria resistindo a enxugar custos.




02 de junho de 2016
diário do poder

COM O FIM DA BOQUINHA, PETISTAS AGORA RECLAMAM DO DESEMPREGO

Brasília - A histeria coletiva dos petistas tem nome: desemprego. Milhares deles vão se juntar agora aos milhões de brasileiros desempregados pelo governo da Dilma. Sentirão na pele, sem as tetas do estado, o que é ficar na rua da amargura e sem perspectivas em um país que já ultrapassou a casa dos 11 milhões de desempregados. O pior de tudo é que seguramente mais de 90% desses militantes despedidos não têm qualificação para disputar o concorrido mercado de trabalho porque se acostumaram às boquinhas da fábrica Brasil, a maior indústria pública de ociosidade do país.

O sonho de se perpetuar no poder acabou. Para aqueles que achavam que o Brasil iria repetir o México, onde o PRI – Partido Revolucionário Institucional – governou o país por 71 anos, infelizmente a casa caiu. A choradeira é geral. A troca de cadeiras também. Durante os últimos doze anos, os petistas invadiram os órgãos estatais, praticando todo tipo de vandalismo e atividade criminosa. Na Petrobrás, por exemplo, conseguiram derrubar os ativos da empresa de 340 bilhões de reais para minguados 35 bilhões. Criaram novas empresas públicas, aparelharam outras e dilapidaram o patrimônio dos brasileiros institucionalizando a corrupção, símbolo da administração petista.

Lula, o homem que chefiou a organização criminosa, vive hoje refém do seu próprio medo, na expectativa de não saber a hora ou o dia que a turma do Sérgio Moro vai bater à sua porta. Os filhos, que ele envolveu nas maracutaias, estão atormentados, mesmo com o caixa abarrotado de dinheiro, como é o caso de Luís Cláudio Lula da Silva que tem 10 milhões de reais nas contas descobertas pela Lava Jato. Seus auxiliares como o ex-ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, já prepara a trouxa que levará para Curitiba quando a Polícia Federal o escoltará a pedido de Moro para responder pelo dinheiro sujo que recebeu para a campanha da Dilma.

E a Dilma? Não perde por esperar. Marcelo Odebrecht começou a falar na delação premiada e pelo que se escuta em Brasília vai levá-la ao fundo do poço onde já estão os tesoureiros do PT e um bando de políticos e empresários que, com a sua cumplicidade, reeditaram a máfia siciliana no Brasil. Odebrecht, já condenado a 19 anos, foi instruído pelo pai a levar à sepultura todos do governo que o ajudaram a assaltar o estado. Não quer passar o resto da vida na cadeia por acobertar os refinados petistas que embolsaram os bilhões das empresas estatais.

Os brasileiros devem se acostumar a partir de agora com comícios e passeatas relâmpagos, posts depreciativos na internet e notícias falsas produzidas pelos blogueiros oficiais, que ainda mamam nas estatais, para transformar notícias em panfletos terroristas. Mas, à medida que o dinheiro deixa de pingar no caixa, o esforço “ideológico” desses escrevinhadores chapas brancas que divulgam a tese do golpe, derrete-se como geleira no verão.

Aos poucos, como era de se esperar, os movimentos de rua vão se escasseando por falta do dinheiro público que alimentava centenas deles por meios dos sindicatos e centrais sindicais. A própria Dilma, sozinha, perdeu seus auxiliares mais fieis depois que o Lula a culpou pela crise e se disse arrependido do seu nome para sucedê-lo. Contenta-se em reunir estudantes da UNE na UNB para repetir insistentemente a tese do golpe, como se as instituições brasileiras tivessem abaladas depois do seu impeachment. O tempo certamente vai deixá-la mais isolada. A Dilma não tem um histórico petista, suas raízes são brizolistas e seus métodos de enxergar o estado assemelham-se às teses do Leonel Brizola, responsável pela bancarrota do Rio de Janeiro, daí o desprezo da cúpula do PT por ela.

Com a abertura da caixa preta petista, sabe-se agora que por onde caminhou um petista ficou a pegada da corrupção. Descobre-se, por exemplo, um rombo do Bolsa Família de mais de 2 bilhões de reais, o principal programa do PT, que deixaram de chegar às famílias mais pobres. Cerca de 500 mil funcionários públicos estavam no cadastro do Bolsa Família engordando com a fome dos miseráveis. E ainda há quem alimente a lorota de que o governo petista fez uma revolução social no país. Uma mentira que de tanto ser propagada quase virou verdade.


É o fim da pirotecnia petista.

02 de junho de 2016
Jorge Oliveira

DILMA ROUSSEFF E O PT EM PLENO VENDAVAL

ARTIGOS - GOVERNO DO PT





Os treze anos do PT no poder terminam assim, com essa espetacular queda de Rousseff (e, portanto, de seu mentor Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva) e em uma perda enorme de adeptos.

O que se joga hoje no Brasil é de importância capital para a democracia representativa não só do Brasil, senão do continente americano e do mundo.

Dilma Rousseff não suporta a realidade de seu processo de destituição. Não admite que tenha sido suspensa de funções legitimamente pelo poder legislativo de seu país. 
Não concebe que esse poder lhe reprove haver cometido graves delitos. Não aceita outra condição diferente à de vítima inocente. 
Não agüenta que lhe provem que foi posta fora do jogo por falsificar as contas do Estado, em uma tentativa para fazer os brasileiros acreditarem que sua gestão econômica era impecável. 
Não tolera que lhe cobrem ter encoberto os déficits orçamentários de seu país e ter dissimulado a crise criada por seu falso “Estado de bem-estar” levando às arcas públicas, sem permissão do Congresso, dinheiros emprestados pelos bancos estatais.

Dilma Rousseff, de 68 anos, não admite que foi defenestrada (embora seja provisoriamente e por até 180 dias, enquanto é julgada definitivamente pela Câmara Alta), e que perdeu a confiança dos brasileiros, por ter também jogado provavelmente um papel central no tremendo caso da Petrobras, que a imprensa internacional descreve como “o maior escândalo de corrupção político-econômico da história da América Latina”. 

Trata-se, com efeito, de um affaire descoberto há dois anos. Seu montante poderia ser de mais de 2.000 milhões de dólares. Este processo dará muito o que falar pois, além disso, o Supremo Tribunal Federal acusa a presidente suspensa de obstrução da justiça por sua atitude ante o assunto. O índice atual de favorabilidade de Rousseff, segundo as pesquisas, é de apenas 10%.

Para esquivar a humilhação de se ver destituída por essas razões, por ter faltado com seu dever de chefe de Estado, Dilma Rousseff monta um show patético. 
Ameaça o país com seis meses de tumultos e violências de rua: “A população saberá dizer não ao golpe”. 
Ela acusa os outros, seus ex-aliados, e cospe sobre seu juiz natural, o poder legislativo. 
Diz que eles, o Senado e a Câmara dos Deputados, orquestraram “um golpe” [de Estado] contra ela, um “golpe moderno” e “inconstitucional” destinado, diz, a satisfazer os mais baixos instintos “da direita” e do “fascismo”, pois querem tirar ela e o Partido dos Trabalhadores do poder para matar o povo de fome: 
“O que está em jogo são as conquistas dos últimos 13 anos, os ganhos das pessoas mais pobres e da classe média”.

A responsável pela atual recessão econômica diz que os delinqüentes são os outros. Ela é inocente e as maiorias que a destituíram são vis “inimigos do povo”. E reitera: “O que está em jogo é o respeito às urnas, à vontade soberana do povo brasileiro e à Constituição”.
Dilma não quer aceitar que a esquerda que ela representa no continente pode cair na lama da grande desonestidade, que pode ser corrompida e corruptora e que pode ser ladra. 
Essa esquerda é, segundo ela, sempre límpida, honesta, pacífica e desinteressada. É o que quer que acreditemos. 
Na realidade, o que os congressistas brasileiros estão provando é que, pelo contrário, essa esquerda é lamentável, e pior, é depravada, sem coragem e sem valores. A credibilidade da esquerda latino-americana cai de novo pelo caso de Rousseff.

O processo de impeachment em curso prova que ter levado a presidência de um grande país uma ex-guerrilheira que nunca se arrependeu de seus crimes, não é jamais um ato banal, que pode acabar de forma satisfatória para as maiorias, para a economia e para as instituições democráticas. 
Essa é uma lição importante que deve ser aprendida sobretudo pelos colombianos, no momento em que desde a cúpula do governo se quer impor ao país, arbitrariamente, a impunidade e a liderança política de criminosos endurecidos, os chefes das FARC.

Certos analistas pró-PT sugerem que o processo de impeachment foi uma conspiração de uns poucos. Na verdade, foi o resultado de mobilizações populares de grande amplitude contra o governo. As maiorias respaldam de fato esse processo. 61% dos brasileiros é a favor do impeachment de Rousseff. Sem esse apoio massivo tal evolução não teria sido possível.

Os treze anos do PT no poder terminam assim, com essa espetacular queda de Rousseff (e, portanto, de seu mentor Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva) e em uma perda enorme de adeptos. 
Salvo um espetacular retorno à situação anterior, esse experimento termina com o fracasso do capítulo melhor obtido até agora na longa aventura da esquerda continental. O do PT foi muito mais importante do que a catástrofe violenta e depredadora do castrismo em Cuba, mais que o convulsivo governo de Salvador Allende, mais do que a dramática destruição da Venezuela, vítima de um Chávez que acabou com as liberdades e saqueou os recursos de seu próprio país para sustentar, por razões ideológicas, a ditadura agônica de Cuba.

Os governos de Lula e de Rousseff foram o máximo êxito da esquerda do hemisfério. Nunca antes essa corrente havia chegado tão longe. 
O de Cuba é apenas um avatar, sangrento e expansionista, mas de pouco valor estratégico por aparecer como um regime detestável e não viável. 
A chegada ao poder do lulo-petismo no Brasil, e sua permanência no Palácio do Planalto durante 13 anos, foi o autêntico triunfo, se tem-se em conta o grande peso demográfico, econômico e geo-político do Brasil.

A plataforma assim montada nesse país reforçou todos os grupos e projetos anti-liberais das diferentes frações de esquerdas do hemisfério, desde as mais moderadas até as mais violentas, como a das FARC na Colômbia. 
Não é por casualidade que a seita internacional subversiva mais perigosa do continente, o Foro de São Paulo, tenha sido fundada no Brasil por Lula e Fidel Castro.

Esses bandos, grupos e partidos foram nutridos pelas estruturas de corrupção do PT, onde se cruzam dinheiros opacos dos governos chavistas, junto com dinheiros mal havidos do PT. 
Tudo isso, no episódio da Lava Jato está sendo investigado. Para tratar de frear tal dinâmica, o PT acode aos organismos “amigos”, inventados pelo chavismo como UNASUL, MERCOSUL, PARLASUL e TELESUL. 
Todos estão iracundos e no plano de luta para salvar o que resta.

O que se joga hoje no Brasil é de importância capital para a democracia representativa não só do Brasil, senão do continente americano e do mundo. 
Em seis meses saberemos se o horrível pesadelo criado pelo castro-comunismo no continente perde realmente terreno em benefício da economia de mercado e das idéias democráticas tão atacadas hoje.


02 de junho de 2016
EDUARDO MACKENZIE
Tradução: Graça Salgueiro

HOMOFOBIA... VAMOS PENSAR UM POUCO?

É PRECISO DEVOLVER À FAMÍLIA A ALMA PENADA QUE TRANSFORMOU A RESIDÊNCIA PRESIDENCIAL EM CASA ASSOMBRADA

Os oportunistas que ensaiam o minueto dos indecisos logo estarão dançando conforme a música composta pelos milhões de brasileiros fartos de incompetência, cinismo e ladroagem



A presidente Dilma Rousseff foi despejada do Palácio do Planalto por exigência da ampla maioria dos brasileiros, cuja voz — encorpada pelas redes sociais — enfim se fez ouvir nas ruas de centenas de cidades engajadas na maior mobilização política registrada desde o Descobrimento. 
Os indignados, os descontentes e os arrependidos decidiram juntos, em 13 de março de 2016, que chegara a hora de afastar Dilma Rousseff do cargo que desonrou. 
O fim desse capítulo infeliz da nossa história foi decretado por esses milhões de brasileiros que vocalizaram ao ar livre a vontade da nação.

O processo de impeachment só foi aceito por Eduardo Cunha, endossado pela Câmara e está em julgamento no Senado porque o Congresso, como disse o deputado Ibsen Pinheiro em 1992, “sempre acaba querendo o que o povo quer”. Cumpre aos responsáveis pelo despejo da inquilina do Planalto concluir o serviço que começaram. 
É hora de manter o Senado sob estreita vigilância até que seja devolvida à família a alma penada que assombra o Palácio da Alvorada com uivos, lamentos, gemidos e, sempre que aparece alguma jornalista de confiança, palavrórios enunciados numa linguagem muito estranha e igualmente assustadora.

O minueto ensaiado pelos senadores arranchados no muro é apenas uma vigarice grisalha: o que os hesitantes de araque pretendem é aumentar o valor do voto. 
Logo estarão de volta à terra firme, dançando conforme a música tocada pela resistência democrática, entoando as palavras de ordem que identificam os alvos prioritários (“Fora Dilma!”, “Fora Lula!”, “Fora PT!”) e sussurrando o grito de guerra que passa ao largo de partidos ou líderes políticos para celebrar o juiz que simboliza a Lava Jato: “Viva Sérgio Moro!” 
Os gigolôs da indecisão sabem que vem aí outra eleição. E sabem também que o voto pune.

Compreensivelmente, ninguém deu vivas a Michel Temer. A vitoriosa oposição real ─ hoje hegemônica nas redes sociais, nas praças, nas avenidas, até no Datafolha ─ não votou no candidato a vice de Dilma Rousseff na chapa que revalidou o casamento do PT com o PMDB. Endossou a ascensão do presidente interino por respeitar a Constituição que os adoradores de Lula (e eleitores de Temer) sempre trataram a socos e pontapés. 
E torce sinceramente para que o novo governo tenha sucesso na missão de reconstruir o país arrasado pela era da canalhice. Quanto pior, melhor? Quem responde afirmativamente a tamanha maluquice tem tudo para virar sacristão de missa negra.

O balanço dos primeiros dias vai além das conversas gravadas por Sérgio Machado e do afastamento de dois ministros alistado na tropa que luta inutilmente para abortar a Lava Jato. 
O Brasil foi dispensado de envergonhar-se com a política externa da cafajestagem. Vai tomando forma o plano concebido para enfrentar a crise econômica — e qualquer plano é melhor que nenhum. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem demonstrado que é o homem certo no lugar certo. 
Começou a dedetização dos porões da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), infestados de blogueiros sabujos, múmias subalternas, jovens crápulas e velhotes velhacos que vendem letras por quilo batucando em jurássicas máquinas de escrever.

Não é muito. Mas não é pouca coisa, atestam os aplausos que recepcionaram o pequeno lote de mudanças. Também por isso, repete-se com crescente insistência a pergunta sem resposta: o que espera Michel Temer para escancarar a colossal caixa preta que guarda a real herança maldita? 

O rombo de 170 bilhões nas contas de Dilma espantou até quem achava que já não se espantaria com nada ─ e esse é apenas um dos incontáveis rasgos no casco do Titanic lulopetista. É preciso expor urgentemente, em toda a sua apavorante inteireza, o acervo de estragos acumulado em 13 anos de sordidez ininterrupta. Os brasileiros têm de contemplar a terra devastada pela passagem dascavalgaduras do apocalipse.

O falatório gravado por Sérgio Machado reafirma que meliantes do PMDB e do PP agiram em parceria com larápios do PT no assalto aos cofres da Petrobras. 
E avisa que só cretinos fundamentais conseguem enxergar um país em que se confrontam esquerdistas generosos e direitistas brutais. 
O Brasil redesenhado pela Lava Jato está dividido em duas partes assimétricas e antagônicas. Uma é habitada por gente que apoia sem ressalvas o prosseguimento da operação que desmantelou o maior esquema corrupto surgido desde a chegada das caravelas. 
A outra é reservada aos que sonham com a transformação da República de Curitiba numa versão brasileira de Hiroshima. É nesse lado escuro que se amontoam dirceus e jucás, dilmas e renans, mercadantes e machados.

A montanha de provas contundentes berra que o Petrolão é o filho mais abjeto de Lula. O ex-deputado Pedro Corrêa, no depoimento à Justiça divulgado na mais recente edição de VEJA, revelou que o então presidente comandou pessoalmente, em 2004, os trabalhos de parto da quadrilha que saqueou a Petrobras. 
Até 2010 ─ apoiado pela companheirada do PT, pela banda podre dos partidos da base alugada, por empreiteiros de estimação e por diretores da Petrobras que ele próprio escolheu ─, o Pai dos Pobres acompanhou com cuidados de Mãe dos Ricos a evolução da criatura que Dilma acolheu com afagos de avó extremosa. O resto é o resto.

Tudo somado, os pais da pátria terão de escolher entre dois caminhos. Michel Temer decidiu percorrer a trilha à beira do penhasco. 
É perigosa, mas costuma levar a portos seguros. Dilma Rousseff optou desde sempre por descer a ladeira que desemboca no abismo. 
Milhões de brasileiros cansados de engolir desaforo mantêm sob estreita vigilância todos os senadores, sobretudo os fantasiados de indecisos. 
A oposição real deve voltar às ruas para reiterar a advertência: na hora de votar, é bom que tenham juízo.

02 de junho de 2016
Augusto Nunes, Veja

NETA DE PAVAROTTI INTERPRETA CARUSO COM BELÍSSIMA E POTENTE VOZ...

Neta de Pavarotti interpreta Caruso com belíssima e potente voz ...

https://www.youtube.com/watch?v=_vg_y_c6I3w
29 de jun de 2014 - Vídeo enviado por José Alison
Maria Cristina Craciun é neta do grande tenor Luciano Pavarotti. Com umabelíssima voz de enorme ..

02 de junho de 2016
postado por m.americo

A JUVENTUDE DESTRUÍDA PELO MARXISMO NO BRASIL

CONHEÇA UMA NOVA PROFISSÃO: GREVISTA DE ALUGUEL

CONHEÇA UMA NOVA PROFISSÃO - GREVISTA DE ALUGUEL

  • 4 horas atrás
  • 792 visualizações
É impressionante o que se fez nesse país. Viramos uma república sindical. Assista o vídeo e 

02 de junho de 2016
postado por m.americo

A LÓGICA ESQUERDISTA


A lógica esquerdista
de Paula Marisa

02 de junho de 2016
postado por m.americo