"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

UMA ESTIMATIVA SOBRE A CONJUNTURA DO BRASIL EM 2015


 

Sem a veleidade de considerar axioma a minha estimativa, este Artigo consubstancia apenas a minha verdade, resultante da análise acurada da realidade, escabrosa e vergonhosa da atual situação nacional.

Inicio a análise, restrita ao âmbito nacional, pelo Parlamento. Vejo-o pouco expressivo, sem brilho, desgastado pela ausência de lideranças notórias no passado pelo espírito republicano demonstrado. Hoje, foi fatiado num número absurdo de Partidos, todos  gravitando em torno do Poder,e ávidos em obter  recompensa, quando da divisão dos cargos existentes nos diferentes escalões da Administração federal.  Repetir-se-á , provavelmente, o cinismo afrontoso  do”é dando que se recebe”.

Na análise sobre o Executivo federal, não encontro lógica, nem racionalidade em acalentar esperança de um melhor futuro, tendo os eleitores renovado o mandato da Presidente da República, pois ela já demonstrou, no exercício do Poder, ser totalmente despreparada  para o desempenho  do cargo.
Faltaram-lhe equilíbrio, cultura, discernimento e conhecimento, na mesma proporção em que lhe sobraram prepotência,autoritarismo,parcialidade, incompetência e miopia administrativa. Se a análise incluir o tema Petrobrás, se me afigura evidente a sua culpa  na desastrada e perniciosa compra da  Refinaria de PASADENA ,lesiva aos interesses da Empresa e do Brasil.

A Operação Lava Jato, comandada com patriotismo, seriedade e eficiência pelo Juiz Sérgio Moro, que atingiu em cheio a Petrobrás, revelando para o Brasil o maior roubo já descoberto no mundo, praticado em conjunto por ladrões integrantes de um enorme esquema, envolvendo políticos  do PT, PP e PMDB, dirigentes das principais Empreiteiras existentes no País e Diretores da Petrobrás, os quais, segundo a mídia,  por diferentes formas, todas lesivas, já roubaram B I L H Õ E S de reais da Empresa, subtraindo e lavando 2% a 3% de cada contrato feito pela Petrobrás.  Evidentemente, sem a participação e aquiescência dos membros da Empresa, não teria havido o dolo.

Impressionante é que tanto a Presidente da Estatal, quanto a Presidente Dilma, falam no assunto como se nada tivessem com o problema.  Como se à primeira não coubesse dirigir a Petrobrás e à segunda o Brasil. Quem Comanda, Chefia ou Preside é direta ou indiretamente responsável por tudo que ocorra ou deixe de ocorrer no âmbito do seu Comando, Chefia ou Presidência.   Segundo a minha ótica, ambas foram descuidadas e omissas no cumprimento do exercício dos cargos. A Presidente, quando presidia o Conselho da Estatal, e a Graças Foster, quando alertada por uma elevada funcionária da Empresa que lhe participou sobre a existência de dolo e irregularidades na Estatal, se omitiu, não tomando providências em relação às denúncias formuladas.

Um País onde a Presidente da República permitiu que o PT, seu Partido político, aparelhasse a Administração Federal, tornando-a exemplo vívido de desorganização, incompetência e protecionismo; onde a cúpula dirigente prestigia e atende conselhos e orientações  emanados de um corrupto do calibre de José Dirceu, já condenado pelo STF, é realmente uma Nação órfã de moralidade.

Um país onde o Exército, decorrido mais de um ano da condenação  de José Genoino  pelo STF, preferiu  omitir-se  em  cumprir a legislação, do que exigir a restituição da comenda  por ele recebida, é verdadeiramente uma Nação,onde o dever se subordina aos interesses e o protecionismo se sobrepõe à seriedade.

Um País estiolado, com a economia em franca marcha para a estagnação, com um PIB  que não responde às necessidades da Nação, hoje já sufocada por uma inflação crescente, ainda que de maneira lenta; com a juventude carente de uma educação eficiente e aberta para os avanços tecnológicos; com uma sociedade acovardada ante o tráfico e a violência ; com brasileiros que aspiram por oportunidades de bons empregos para ascenderem na escala social; com pais atemorizados pela falta de políticas públicas eficientes, confiando que o destino livre os seus filhos das garras do tóxico, é realmente  um absurdo que revolta e uma vergonha que humilha.

Face ao contexto, lógico é concluir ser o Brasil uma Nação portentosa pela sua potencialidade, mas, infeliz, pois nesses últimos quatro anos, contrariando a sua vocação de progresso, foi impedida de trilhar a rota do desenvolvimento, pela demagogia e incompetência do Governo Dilma, que ampliou no país o clima de corrupção e fracasso.

Como a Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi também um dos fracassos do Governo Dilma, não podia ficar fora do tema, face ao mentiroso, pífio, ofensivo, desacreditado e incompetente RELATÓRIO conclusivo apresentado.

Que pensar de um país onde as três Forças Armadas, num silêncio ofensivo por ser aético, mudas, aceitaram as mentiras e exageros constantes do Relatório conclusivo, pleno de parcialidade, da indigna CNV?

Como acreditar numa Comissão designada por uma Presidente da República, ex-terrorista, seguidora das decisões emanadas do Foro de São Paulo, Órgão que congrega representantes da elite das entidades comunistas das Américas?
  
Essa CNV designada para reescrever a História, invertendo os fatos e a atuação dos litigantes, de modo a transformar bandidos, assassinos, seqüestradores, ladrões de armas dos Quartéis e assaltantes de Bancos, os quais, a cada ato criminoso espalhavam panfletos de exortação ao comunismo, em heróis da luta pela Democracia, enquanto os militares, seus vencedores, que com patriotismo e sacrifício garantiram que sobre o horizonte da Pátria continuasse a soprar a brisa da liberdade e da democracia, através de ações mentirosas orquestradas, passassem à condição de criminosos.

O silêncio é abusivo, pois houve desrespeito a figuras honoráveis de falecidos e destacados  Comandantes militares que encaneceram a serviço da Pátria, sempre pautando as suas atitudes e ações pela trilha  do patriotismo, do dever  e da ética.

Os membros da CNV, pela torpeza  e fraqueza moral  demonstradas, ao tentar reescrever a História,  transformando em heróis  bisonhos terroristas, enquanto descreveram os militares como torturadores e  criminosos,na verdade transformaram, apenas, o que deveria ser CNV,  na Máfia da Mentira.

Um país governado com incompetência, sem líderes e sem exemplos de patriotismo, de trabalho e de honestidade, retrata uma Nação carente e moralmente enferma!  Um país onde o caráter, a honestidade e o dever são procrastinados como valores, se comparados à arte de bajular dos cretinos, ao afã de enriquecimento ilícito dos desonestos e à irresponsabilidade dos que elegem incompetentes, faz-me concluir não haver motivos para acalentar esperança de que a conjuntura seja melhor ou menos sofrida em 2015.
                                    
22 de janeiro de 2015
Márcio Matos Viana Pereira é Coronel reformado do EB.

TRATO FEITO

Youssef delata corruptos e devolve bens em troca de no máximo 5 anos em regime fechado.


 
(Folha) Por fornecer nomes e detalhes da participação de políticos e empresários no escândalo da Petrobras e devolver vários bens e dinheiro à União, o doleiro Alberto Youssef receberá do Judiciário uma pena máxima de cinco anos de prisão em regime fechado. Ele tem 47 anos de idade. Os termos dessa troca estão no acordo de delação premiada fechado entre o doleiro e o Ministério Público Federal na Operação Lava Jato, documento já homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. 

Assinado em 24 de setembro passado entre Youssef e sete representantes do Ministério Público Federal, os detalhes do acordo foram divulgados nesta quarta-feira (21) por determinação do juiz federal de Curitiba, Sergio Moro, o responsável pela Operação Lava Jato. 

Pelo acordo, Youssef aceitou reverter em benefício da União R$ 1,8 milhão em espécie, além de todos os recursos que possam ser encontrados em contas pessoais e de suas empresas. Ele também perde um hotel no município de Aparecida (SP), parte de um hotel em Salvador, seis apartamentos de um hotel em Londrina (PR), um terço de um hotel em Jaú (SP), um imóvel em Camaçari (BA) e parte de outro em Lauro de Freitas (BA). Com exceção do último imóvel, avaliado em R$ 5,3 milhões (50% dele foi devolvido pelo doleiro), não há valores associados às propriedades listadas no documento judicial. 

Youssef também aceitou reverter à União um automóvel Volvo CX60 blindado, ano 2011; um Mercedes Benz CLS 500, ano 2006; e um Tiguan 2.0 blindado, ano 2013/2014. As filhas do doleiro poderão usar os carros blindados no período em que Youssef estiver preso. Mas logo após o fim do cumprimento da pena, os veículos deverão ser leiloados em favor da União. O doleiro também conseguiu o apoio judicial para reverter um imóvel no bairro Vila Nova Conceição, em São Paulo, em benefício de sua ex-mulher. 

Segundo o acordo, Youssef passará no máximo cinco anos preso e, no mínimo, três. Após o cumprimento da pena, seguirá direto para o regime aberto, "mesmo que sem o preenchimento dos requisitos legais". Mas poderá perder o benefício caso se comporte em desacordo com a lei. Não é possível saber quanto tempo ele ficaria preso caso não tivesse feito acordo de delação e fosse condenado pelos crimes em que é acusado. 

POLÍTICOS
 
No documento, o ministro Teori Zavascki escreveu que, "dos documentos juntados com o pedido [de delação] é possível constatar que, efetivamente, há elementos indicativos, a partir dos termos do depoimento de possível envolvimento de várias autoridades detentoras de prerrogativa de foro perante tribunais superiores, inclusive de parlamentares federais". 

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Cosa, que também fez acordo de delação premiada na Lava Jato, estimou que entre 35 a 40 parlamentares tenham sido mencionados em seus depoimentos. Ainda não foi divulgado quantos parlamentares foram mencionados por Alberto Youssef em sua delação, que corre em segredo de Justiça no Supremo. 

Segundo o acordo de delação, Youssef tinha que entregar os nomes de todos os outros participantes do esquema, detalhar o máximo possível o modo de operação dos crimes de que participou e fornecer o maior número de documentos que comprovem as informações que repassou ao Judiciário. 

Nos anos 2000, após ser flagrado no escândalo do Banestado (banco estadual do Paraná, depois privatizado), o doleiro também assinou um acordo de delação premiada. Ao voltar a cometer crimes financeiros no caso Petrobras, Youssef havia perdido os benefícios daquele seu primeiro acerto. O novo acordo zera as pendências da primeira delação.

22 de janeiro de 2015
Folha
in coroneLeaks

PETROBRAS TENTOU IMPEDIR TCU DE COLABORAR COM AS INVESTIGAÇÕES DA FORÇA-TAREFA DA OPERAÇÃO LAVA JATO


 
 A Petrobras tentou impedir o Tribunal de Contas da União (TCU) de enviar informações de um de seus projetos, suspeito de irregularidades, à força-tarefa responsável pela Operação Lava Jato. A estatal recorreu contra despacho do ministro André Luís de Carvalho, que determinou a remessa, à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, de processo que apura superfaturamento na construção da rede de gasodutos Gasene. O julgamento do pedido está previsto para esta quarta-feira, 21, em sessão sigilosa.

A decisão de enviar os dados foi tomada no início de dezembro, como medida urgente. Na ocasião, o ministro, que é relator do caso no tribunal, pediu autorização do plenário para o encaminhamento de todas as peças que integram a auditoria, em curso desde 2008 no tribunal, aos dois órgãos de investigação. O argumento é que cabe à força-tarefa apurar se os recursos empenhados nas obras alimentaram o esquema de corrupção na estatal. O TCU não tem competência para investigar crimes.

Além da remessa das informações à PF e ao MPF, o despacho determina que a Petrobras envie ao tribunal documentação completa sobre o projeto. Também instituiu um processo para acompanhar as medidas que estão sendo tomadas pela força-tarefa, a Justiça Federal e a própria estatal para identificar eventuais desvios de recursos nas obras e adotar medidas corretivas.

A estatal apresentou recurso no último dia 2 de janeiro, pedindo que o TCU anule o despacho ou, alternativamente, suste todas as determinações dele que ainda não foram cumpridas. O ex-presidente da companhia José Sérgio Gabrielli também recorreu, com os mesmos pedidos. O Estado apurou que as informações já foram enviadas à força-tarefa.

Embora previstos nas normas do TCU, os recursos foram vistos com estranheza na corte. "O que me causou espanto é que o envio das informações só vai contribuir para apurar ilícitos na Petrobrás. Tudo o que pode ocorrer a partir desse e dos demais pedidos é positivo para ela", comenta uma fonte do tribunal. A Petrobras tem reiterado, em comunicados públicos, que é vítima das irregularidades investigadas na Operação Lava Jato. Recentemente, criou uma Diretoria de Governança, Risco e Conformidade, como parte de um esforço para evitar fraudes e casos de corrupção. 

No recurso, entre outros argumentos, os advogados da estatal sustentam que as informações só poderiam ser enviadas após o TCU decidir se tem competência para investigar o projeto Gasene. Além disso, sustenta a estatal, o ministro André Luís teria extrapolado suas funções de relator ao despachar a respeito, pois o julgamento do processo foi suspenso em 9 de dezembro por um pedido de vista. A estatal argumenta também que não haveria urgência nas medidas, pois as obras do Gasene já acabaram.

Procurada, a Petrobras não se pronunciou. A construção da rede de gasodutos é investigada pelo TCU desde 2008. O tribunal constatou que, em um dos trechos, houve sobrepreço de 1.800% nas obras. Os auditores também apuram se empresas privadas criadas para executá-las seriam de "fachada" e teriam atuado como meras prepostas da Petrobras.

22 de janeiro de 2015
Estadão
in coroneLeaks

PASSADENA: CERCO SE FECHA E GABRIELLI ACUSA DILMA EM FRAUDE DE R$ 2,1 BILHÕES


Dilma e Gabrielli nos bons tempos, quando ninguém discutia quem assinava o quê.
 
 Em defesa apresentada ao Tribunal de Contas da União, o ex-presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli pede para ser excluído, junto com outros dez ex-integrantes da Diretoria Executiva da estatal, do processo que determinou que o bloqueio de bens dos executivos responsáveis pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Caso o pedido não seja aceito, solicita que o Conselho de Administração que autorizou o negócio em 2006 seja responsabilizado pelo prejuízo da compra e tenha o mesmo tratamento dos ex-diretores: todos precisam ser ouvidos no processo e ter o patrimônio congelado. 

Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da estatal à época. O argumento da hoje presidente da República para ter aprovado o negócio é que o conselho se baseou em um resumo técnico “falho” e “incompleto” a respeito do negócio. 

Em decisão preliminar de julho do ano passado, o tribunal isentou o Conselho de Administração. Na segunda, em resposta ao Estado, o TCU não descartou a possibilidade de arrolar Dilma e os demais ex-conselheiros no processo sobre a compra da refinaria (mais informações abaixo). Segundo concluiu o tribunal, o prejuízo da Petrobrás com o negócio foi de US$ 792 milhões. A defesa de Gabrielli argumenta que o Conselho de Administração teve tanta ou mais responsabilidade do que a Diretoria Executiva na compra da refinaria. 

Justificativa. No texto de 64 páginas, entregue no dia 5 de dezembro, Gabrielli diz que não se sustenta a justificativa de Dilma de que o relatório de Néstor Cerveró – então diretor de Internacional – era falho por omitir que o contrato tinha as cláusulas Marlim (que garantia rentabilidade mínima de 6,9% à Astra Oil, parceira da Petrobrás na refinaria) e Put Option (que obrigava a Petrobrás a comprar a parte da sócia se houvesse divergência de gestão).

De acordo com a defesa de Gabrielli, o Conselho tinha “obrigação de fazer uma avaliação criteriosa” de todos elementos do contrato antes de autorizar a compra, e contava com “os mesmos elementos fornecidos pelas mesmas pessoas” com os quais a Diretoria tomou a decisão. 
 

Diferença. Conforme o documento assinado pelo advogado Antonio Perilo Teixeira, ao contrário de outras empresas nas quais as funções dos conselhos se limitam a planejamento e estratégia, o estatuto da Petrobrás confere ao Conselho de Administração poderes executivos. “Esse fato é demonstrado na própria aquisição de Pasadena, tendo visto que a Diretoria havia aprovado sugestão de Cerveró de adquirir a segunda metade da Astra mas essa posição foi rejeitada pelo Conselho”, diz o texto.

É com base no estatuto que Gabrielli pede que os integrantes do Conselho também sejam responsabilizados. “Caso este tribunal entenda que não é possível afastar a responsabilidade dos integrantes da Diretoria Executiva, que sejam então chamados para manifestar-se todos integrantes envolvidos na aprovação dos contratos, incluindo os membros do Conselho de Administração.” 

Ao final, a defesa de Gabrielli sustenta que caso o TCU se negue a excluir a Diretoria Executiva do processo, “que os integrantes do Conselho de Administração sejam citados para integrar a lide, tendo seus bens bloqueados em igualdade de condições com os atuais requeridos". No documento, a defesa cita Dilma explicitamente ao lembrar da primeira conclusão do TCU. “Essa posição (de que os conselheiros são responsáveis), que implicaria a oitiva da Presidenta da República e de outras altas autoridades do atual governo, recém reeleito, foi descartada.”  

Além de Dilma, faziam parte do Conselho o atual ministro da Defesa, Jaques Wagner, o ex-presidente do PT e da Petrobrás José Eduardo Dutra, o ex-ministro Antonio Palocci, o atual presidente da Abril Mídia, Fábio Barbosa; o economista Cláudio Haddad, presidente do Insper, os empresários Jorge Gerdau e Arthur Sendas (falecido) e o ex-comandante do Exército Gleuber Viana.

Em julho do ano passado, logo após o TCU dar sua decisão preliminar, Cerveró e Ildo Sauer, ex-diretor da área de Gás e Energia, também tentaram responsabilizar o Conselho. Cerveró encontra-se atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele é acusado pela Operação Lava Jato de receber propina em contratos da Petrobrás.

‘Erro médico’. No documento de sua defesa, Gabrielli aproveita para defender a compra de Pasadena. Diz que os lucros já cobriram os gastos, contesta os critérios e números apontados pelo TCU e diz que em momento algum foi demonstrado dolo ou culpa da direção da Petrobrás. Para fins legais, o ex-presidente da estatal compara o negócio a um erro médico, “no qual a relação com o paciente é de meio e não de fim”. Para Gabrielli, a compra de Pasadena “não foi, certamente. a maior barganha realizada pela Petrobrás, mas tampouco foi a maior venda da Astra”. Gabrielli aproveita para provocar a desafeta Graça Foster, atual presidente da estatal, dizendo que a Petrobrás não forneceu uma série de documentos que poderia ajudá-lo na defesa.

22 de janeiro de 2015
Estadão
in coroneLeaks

PETROLÃO: DILMA À BEIRA DO ABISMO


 
O jornal O Estado de São Paulo publica, hoje, um editorial claro, cristalino, transparente, sem rodeios sobre a participação de Dilma Rousseff, como responsável, nos escândalos da Petrobras.
O titulo é " Dilma sob fogo amigo".
Leiam e divulguem.

Reportagem do Estado revela que, em defesa apresentada ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre sua participação no episódio da compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, o ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli procura se eximir, e à Diretoria Executiva que comandava, de qualquer responsabilidade pelos azares da transação e argumenta que o Conselho de Administração da estatal, então presidido pela ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, que autorizou a aquisição em 2006, deve ser responsabilizado pelos prejuízos decorrentes do contrato.
 
Gabrielli sugere ainda que todos os integrantes do Conselho em 2006 sejam ouvidos no processo e, a exemplo do que já ocorre com os membros da Diretoria Executiva, tenham seus patrimônios congelados. Trocando em miúdos, o ex-presidente da Petrobrás entende que Dilma Rousseff, na posição que então ocupava, foi a principal responsável pela compra sobrefaturada e pelo prejuízo de quase R$ 1 bilhão sofrido pela estatal apenas nessa ocasião.
 
Esse novo episódio do escândalo da Petrobrás é apenas mais um da intensa troca de fogo amigo dentro do lulopetismo, desde que se tornou inevitável que, a exemplo do que ocorreu com o mensalão, as investigações sobre a corrupção na maior estatal brasileira levem à barra dos tribunais, e certamente às grades, novo e seleto time de figurões do partido de Lula. Começou, portanto, a fase do salve-se quem puder.
 
O envolvimento da presidente da República no rumoroso escândalo da Petrobrás é mais do que provável. Não significa que Dilma Rousseff tenha entrado na partilha que beneficiou os sócios do enorme esquema de corrupção que a Operação Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF), com apoio da Polícia Federal (PF), vem desvendando desde março do ano passado. A chefe do governo, infelizmente mais por palavras do que por atos, tem demonstrado repulsa pela ação de delinquentes travestidos de homens públicos que se dedicam à rapinagem do erário. Jamais seguiu o exemplo de seu antecessor e criador no tratamento complacente de notórios larápios, inclusive alguns investigados e presos pela Lava Jato.
 
Mas o fato é que a participação de Dilma na gestão da Petrobrás, pelo menos desde sua investidura no Ministério de Minas e Energia, nos primeiros dois anos e meio da era Lula, e depois na chefia da Casa Civil e na concomitante presidência do Conselho de Administração da estatal, até assumir seu primeiro mandato presidencial - toda essa experiência junto ao comando da petroleira, principalmente para uma "gerentona" considerada centralizadora, exigente e detalhista -, torna evidente duas coisas. A primeira é que é inconcebível que Dilma Rousseff não tivesse alguma noção do amplo, geral e irrestrito esquema de corrupção que atuava com desassombrado desembaraço nas entranhas da empresa tomada de assalto pelo PT e aliados. A segunda é que Dilma Rousseff, à luz fria da lei, é responsável pelos atos praticados sob sua gestão e supervisão.
 
É por isso que Dilma está envolvida no escândalo. Para fugir dessa evidência só lhe restaria o recurso - que a lei não acataria, por ser ela responsável por seus atos - de admitir publicamente que, como ministra, presidente do Conselho de Administração e presidente da República, jamais teve contato com a administração da maior estatal brasileira.
 
Não é apenas a chefe do governo que gostaria de ser acometida de miopia seletiva. Uma comissão interna de apuração da Petrobrás que se dedicou a investigar o episódio da suspeitíssima compra da Refinaria de Pasadena apresentou relatório, em março do ano passado (na mesma época em que a Lava Jato iniciava suas investigações), divulgado agora pela revista Veja, no qual apresenta uma lista de ações que resultaram em prejuízo para a empresa, mas limita-se a apontar "falhas" de gestão, sem jamais se referir a "irregularidades". São mencionados no relatório os diretores hoje presos no curso das investigações da Lava Jato, como Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró, mas em momento algum os auditores internos levantam qualquer suspeita sobre a motivação das "falhas". É munição para o fogo amigo.

22 de janeiro de 2014
O Estado de São Paulo

AÉCIO AGORA: "ONDE ESTÁ A PRESIDENTE?"



Onde está a presidente?
O Brasil está assustado com o tamanho da herança maldita que o primeiro governo Dilma deixou para o país. Apagão, racionamento de energia, aumento de impostos, cortes de direitos trabalhistas já preocupam e demonstram como milhões de brasileiros foram enganados durante a campanha eleitoral.
 
Os erros do governo do PT não podem mais ser "escondidos embaixo do tapete". E a conta de todos esses erros será, injustamente, paga pela população.
Em meio a tudo isso, o país se pergunta: onde está a presidente?
 
Duas características são essenciais a um governante: responsabilidade e coragem.
Durante a campanha eleitoral faltou responsabilidade à presidente. Focada apenas em vencer as eleições, a candidata adiou medidas necessárias que agora, diante de um quadro agravado, vão custar ainda mais caro à população.
 
Hoje, falta à presidente coragem para olhar nos olhos dos brasileiros e reconhecer que está fazendo tudo o que se comprometeu a não fazer.
 
Ao se omitir no momento do anúncio de medidas que afetarão gravemente a vida do nosso povo, a presidente parece querer terceirizar responsabilidades que são essencialmente dela.
A pergunta que milhões de brasileiros se fazem hoje é: Onde está a presidente? 

Aécio Neves

22 de janeiro de 2015
in coroneLeaks

DOAÇÃO AO TESOURO NACIONAL


 

“À Pátria tudo se deve dar,
sem nada exigir em troca,
nem mesmo compreensão.”
Tenente Siqueira Campos
 (18 do Forte – 1922)

Carta enviada em 15 de janeiro ao chefe da SIP-11:

1.   Antecedentes

O ano de 2014 terminou de forma melancólica, com o Poder Executivo da República devendo uma fábula de dinheiro. O Caixa não fechou.

Como não lhe falta astúcia, com malabarismos e jogo de cintura, conseguiu “$” convencer “$” o Congresso Nacional, em uma madrugada de triste memória, a aprovar uma lei que transformou a Lei de Responsabilidade Fiscal em letra morta e postergar a obrigatoriedade de terminar o mandato sem dívidas.

2.   Minha decisão

Unicamente com o intuito de ajudar, resolvi doar ao Tesouro Nacional parte do meu salário.

Sei que é pouco, mas é de coração.

No meu contracheque, aparece o Código B-17: Salário Família, no valor de R$ 0,16 (Dezesseis centavos) que eu estou doando integralmente ao Tesouro Nacional, por prazo indeterminado, até que essa importância seja modificada.

3.   Solicito as providências administrativas decorrentes.
 
 22 de janeiro de 2015
Cícero Novo Fornari é Coronel do Exército na reserva.

MANIFESTO AOS BRASILEIROS


 

Sociedade Civil, apartidária, criada há 22 anos em São Paulo, com a denominação de Grupo das Bandeiras, a União Nacionalista Democrática - UND, por seus associados, tem apoiado a cidadania e a nacionalidade, em defesa, permanente, dos interesses do Brasil.

Após 22 anos de lutas para desmistificar conceitos equivocados e esclarecer a sociedade a respeito dos “vícios do poder”, que a escravizam; a UND resolve promover o debate público, para impor a legitimidade ao trato da coisa pública, em todos os níveis e nos três Poderes da República, objetivando o aprimoramento institucional, garantidor da verdadeira democracia.

Para defender a LEGITIMIDADE, que é o fato gerador da legalidade, é imprescindível uma tribuna, que será o lançamento de candidatura independente à Presidência da República, que servirá, inclusive, como proposta para a necessária Reforma Político-institucional.

Nosso candidato independente será lançado com o objetivo de debater e não de concorrer, o que seria inviável pelo sistema partidário.

Desatrelado de interesses político-partidários, econômicos ou ideológicos, o nosso candidato independente debaterá de forma soberana, todos os temas de interesse público, durante esses próximos 4 anos, porque o debate em campanha de 3 meses, é superficial e inadequado, tangenciando o essencial, em detrimento da liberdade de escolha do eleitor.

No estrito interesse do Brasil, em breve, lançaremos o Candidato Independente à Presidência da República.

BRASIL ACIMA DE TUDO!!!

De São Paulo, para o Brasil, 15 de janeiro de 2015

22 de janeiro de 2015
Luiz Carlos Berlinck de Almeida Prado, presidente da UND, é Produtor rural. Otto Barby Colominas, vice-presidente, é Empresário.

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Empresários paulistas lançam candidato independente à Presidência da República, fora dos partidos

 
Membros de um grupo de estudos paulista decidiram partir para uma forma institucionalmente criativa de forçar o sistema a uma discussão séria sobre a urgência de um aprimoramento institucional. Resolveram lançar um candidato independente à Presidência da República em 2018. A novidade é que o "presidenciável" não pretende concorrer por nenhum partido político. Sua intenção é debater, nas redes sociais e em eventos públicos, temas que sirvam de base para uma reforma geral do modelo político-institucional brasileiro.

O plano da União Nacionalista Democrática, no Manifesto aos Brasileiros, que o Alerta Total publica abaixo, consiste em utilizar uma tribuna livre para debates essenciais sobre questões relevantes - coisa que sequer acontece nas tradicionais campanhas eleitorais, a cada quatro anos. O texto assinado pelos empresários Luiz Carlos de Almeida Prado e Otto Colominas explica o objetivo da UND:

"Nosso candidato independente será lançado com o objetivo de debater e não de concorrer, o que seria inviável pelo sistema partidário. Desatrelado de interesses político-partidários, econômicos ou ideológicos, o nosso candidato independente debaterá de forma soberana, todos os temas de interesse público, durante esses próximos quatro anos, porque o debate em campanha de três meses, é superficial e inadequado, tangenciando o essencial, em detrimento da liberdade de escolha do eleitor".

A UND antecipa que o nome do "presidenciável" será definido e anunciado em breve, junto com os temas que serão debatidos diariamente. A iniciativa pode incentivar outros grupos e pessoas a também lançarem nomes independentes, sobretudo para questionar o dogma da representação política exclusivamente tendo os partidos como intermediários. O que impede que candidatos independentes possam disputar qualquer cargo? Nada - a não ser o corrupto cartorialismo partidário no Brasil...

Debater, seriamente, ideias para o aprimoramento institucional é tudo que a classe política tupiniquim não deseja neste momento de combinação explosiva entre crise econômica e risco de prisão de parlamentares corruptos no tsunami da Lava Jato. No momento em que a Dilma fica sem energia e moral para governar, debater soluções é mais necessário que nunca...

Varas Anticorrupção

Hoje temos 245 processos contra políticos no STF.

Uma boa saída seria a criação de varas anticorrupção.

A proposta vem sendo articulada por magistrados brasileiros que desejam acabar com a farra do boi...

Leia, abaixo, o artigo do desembargador Carlos Henrique Abrão: 

Foro Privilegiado e o Modelo Político Federativo falido

Autofagia


Criada em 1996 pelo PT para promover estudos e debates, recebendo pelo menos 20% dos recursos do Fundo Partidário destinados ao PT, de acordo com a Lei dos Partidos Políticos, a Fundação Perseu Abramo acaba de deixar Dilma pt da vida...

A FPA divulgou um boletim com análise de conjuntura na qual afirma que a presidente Dilma Rousseff, no início deste segundo mandato, adota estratégia “bastante conservadora e ortodoxa na política econômica”:

“O problema é que, diante da continuidade de um mundo em crise e da desaceleração abrupta do mercado interno (último motor de crescimento da economia nacional que ainda funcionava), a possibilidade desses ajustes aprofundarem as tendências recessivas da economia nacional não é desprezível”.

Ameaça fantasma?

O texto crítico do Boletim Diário de Conjuntura 236 não tem assinatura de nenhum petista.

Mas quem costuma escrever seus artigos é o economista Guilherme Mello, doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas - a Unicamp.

Como esse fogo amigo autofágico contra si, a Dilma não precisa de inimigos e nem de oposição...

A meta é 13...



Apagão

De Miriam Leitão, em o Globo, resumindo o caos gerado pela incompetência governamental no setor elétrico:

"O quadro é este: obras atrasadas na Amazônia, pontos de geração sem linhas de transmissão, parques eólicos mal aproveitados, intervenções indevidas no sistema de preços, geradoras com graves desequilíbrios financeiros e distribuidoras endividadas. Nada disso é culpa do clima. A falta de chuva agravou tudo o que já tinha sido feito errado pelos que garantirão ao ministro que o sistema elétrico é sólido e que cada apagão é apenas um evento fortuito".

Libera o cartão da Rose

Sugestão do leitor Eduardo:

"O STF autorizou a divulgação dos gastos do cartão corporativo da Rosemary Noronha mas cabe recurso. Por que você não inicia um abaixo assinado nacional para divulgação desses dados? Tenho certeza que se o sigilo for quebrado a casa do PT cai de vez".

A gente vai ter que fazer antes um abaixo assinado para que se crie uma lei obrigando as autoridades a cumprirem a lei e as decisões judiciais no Brasil, caro Eduardo...

Rei da sucata


Cadeia de Comando

 
                           
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

22 de janeiro de 2015
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

WOLINSKI SOU EU. ALGUM PROBLEMA?

Braulio Tavares, colunista do Jornal da Paraíba publicou no seu blog Mundo Fantasmo e eu fui lá longe para surrupiar o excelente texto, para gáudio de nossos DGs. 

Vejam se não valeu a pena:

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E os extremistas mataram Wolinski, o único cartunista francês cujo nome e cujo traço eu sabia de cor. Conheci a obra dele lá por 1980, em Olinda, quando eu me asilava na casa de Paulo Santos de Oliveira, perto do Alto da Sé. Paulo era cartunista (hoje é romancista: A Noiva da Revolução) e junto à sua prancheta havia uma estante cheia de álbuns trazidos das andanças européias. Wolinski tinha aquele traço minimalista e acelerado que Henfil, entre nós, levou aos píncaros mais delirantes. Seu personagem típico era um cara careca de nariz batatudo, queixo noel-rosa, sempre cercado por sereias vulcânicas que ou se recusavam ao sexo com ele ou se ofereciam sem que ele percebesse. A sacanagem de Wolinski nada tinha da nossa sacanagem moreno-tropical, era o mundo daqueles magrelos e branquelos franceses, discutindo Godard ou Sartre mas pensando o tempo todo naquilo. Me identifiquei no ato.

Depois saíram álbuns dele aqui, pela Editora Três, se não me engano. Foi um alívio, porque o francês daqueles baluns era um dialeto críptico muito diferente do francês do “Cahiers do Cinéma”, que eu conseguia decifrar às apalpadelas. O humor era escrachado, e, pro meu temperamento cauteloso, ousado demais. Nem a turma do Pasquim pegava tão pesado quanto o daquelas publicações, o Charlie Hebdo, o Canard Enchainé, o Echo des Savanes, outros nomes que agora me vêm brotando na memória, por entre a fuzilaria.

Quando o sujeito passa 50 anos satirizando Deus e o Mundo, um destes dois acaba reagindo. Em geral não é Deus. Vi uma piada ótima na esteira do massacre, um twitter em inglês dizendo: “Eu sou Deus Todo Poderoso, sou Onisciente e Onipresente, o criador dos Tempos e dos Espaços, e posso muito bem aguentar uma porra duma piada”. Já o Mundo, infelizmente, não tem o mesmo senso de humor do Pai Eterno. Não sei ainda (alguém chegará um dia a saber?) se os assassinos são fanáticos ressentidos ou se são paus-mandados para apimentar uma crise geopolítica. Ou uma terceira coisa, ainda pior que estas duas. Mas é no meu artista que penso, o artista cujo rosto só vi, pela primeira vez, nos necrológios.

Disseram os sobreviventes que os Ninja-do-Mal entraram de rifles em punho na redação e “fizeram a chamada”, mandando que todos se identificassem para serem abatidos. Nas linhas que a tinta da História deixa em branco, todo mundo é capaz de rabiscar a lápis a lenda que mais lhe agrada.

Criei para mim a fantasia consolatória de que ao ouvir seu nome, pronunciado com ódio pelos enviados do ódio, Wolinski, 80 anos, uma vida plena, uma vida ganha, ligou o “foda-se”, ficou de pé e disse: “Wolinski sou eu. Algum problema?”

22 de janeiro de 2015
Anhangüera

REFINO TRATO...

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22 DE JANEIRO DE 2015

WAFA SULTAN: ALERTA !!!

Wafa Sultan é uma psiquiatra estadunidense nascida na Síria, conhecida pela sua visão contundentemente crítica à respeito do Islamismo. Neste vídeo, com um muçulmano do outro lado, ela usa argumentos quase irrespondíveis.
Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=ilrV–_4nAI

E se acharem que não é suficiente, este outro vídeo, legendado em espanhol, mas compreensível, bem explicado por um muslin (um clérigo), deixa tudo muito claro. Eles se acham superiores, e não vão mudar…
Isso é o Islam. Tirem suas conclusões!

https://www.youtube.com/watch?v=f41EODpYnaw

22 de janeiro de 2015
Manoel José, A.Raad e Magu    

SENSOR DE RÉ PARA CARROS COM "DMA" *

*Data de Montagem Antiga

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in julio sanmartini
22 de janeiro de 2015
malafa

MORREU DE MEDO...

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Estes dias, realiza-se o Fórum Econômico Mundial, simpósio que, ano após ano, congrega os grandes deste mundo durante alguns dias em Davos, Suíça. Em seus tempos de esplendor, nosso guia fazia questão de comparecer e aparecer.
 
Este ano, quarenta chefes de Estado fizeram questão de estar presentes, assim como 1500 dirigentes de multinacionais – um total de 2900 participantes.
 
É possível que a Mongólia não tenha enviado representante. É também provável que nenhum responsável do Haiti ou do Butão esteja presente.
Pelo ordenamento constitucional brasileiro, os cargos de chefe de Estado e de chefe do governo são exercidos pela mesma pessoa. Atualmente, dona Dilma Rousseff encarna esse superpersonagem.
 
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Pois dona Dilma, mostrando que sua autoestima anda mais baixa do que se imagina, fez saber que preferia desdenhar a Suíça e prestigiar a reentronização de seu ídolo Evo Morales.
 
A escolha há de ser fruto de um daqueles ataques de voluntarismo de que nossa presidente é vezeira. Recuso-me a acreditar que seus assessores, posto que sejam tacanhos, lhe tenham aconselhado trocar Davos por La Paz.
 
A ausência da figura maior da nação brasileira no fórum assinala marcha à ré na política de projeção mundial entabulada por nosso guia doze anos atrás. Põe a perder o esforço – às vezes atabalhoado, mas sincero – de alçar o nome do Brasil entre as potências planetárias.
 
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Não acredito em escolhas ideológicas. Se dona Dilma faltou à reunião, foi por orgulho. Fugiu para escapar às críticas e à reprovação a seu modo de gerir a coisa pública. O mundo sabe, hoje, que a gestão de seu primeiro quadriênio foi calamitosa. Todos sabem também que nada de auspicioso se apresenta para o futuro próximo.
 
Resultado: como em reuniões familiares, fala-se mal dos ausentes. O economista-chefe do IHS – instituto americano de análise econômica e tecnológica – chegou a qualificar de «moribundo» o estado de saúde do Brasil. Enquanto isso, os Estados Unidos, a Índia e o México estão no foco da admiração. De fato, ninguém gosta de quem anda pra trás.
 
Suisse 5
 
Dona Dilma tem perdido apoio internamente. Sua renúncia a representar o país em reuniões importantes periga ser interpretada como renúncia do Brasil a participar do clube dos grandes deste mundo. Nosso guia há de estar desgostoso.
 
De criança, a gente cantava um refrãozinho de deboche que assenta bem na atual chefe do Estado brasileiro. Começa com «Morreu de medo…». E termina com «… no dedo».
 
22 de janeiro de 2015
José Horta Manzano