"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

LÁGRIMAS PELAS VÍTIMAS NOSSAS DE CADA DIA?! E A JUSTIÇA PELAS VÍTIMAS NOSSAS DE CADA DIA?

Dilma nunca derramou lágrimas pelos mais de 800 brasileiros assassinados ou desaparecidos de cada dia em nosso país.


 
Hoje a Comissão Nacional da Verdade entregou o relatório final para Dilma Rousseff.
A ex-guerrilheira, que pegou em armas junto com companheiros que mataram dezenas de inocentes, chorou de emoção.
Foram contabilizadas 434 mortes durante os 21 anos do regime militar.
Segundo o relatório da CNV, 191 pessoas foram assassinadas, 210 tidas como desaparecidas e 33 foram listadas como desaparecidas, mas depois seus corpos foram encontrados.
Se todos os desaparecidos forem considerados como assassinados pela "repressão", a média de mortes por ano de "ditadura" é de pouco mais de 20 vítimas.

A Comissão Nacional da Verdade, obviamente, não investigou o assassinato de 119 pessoas que morreram pelas mãos assassinas das organizações de esquerda. A primeira vítima foi Paulo Macena, morto na explosão de uma bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES.

O atentado terrorista aconteceu em 1964, no Cine Bruni, Flamengo, Rio de Janeiro, e além do morto deixou outros seis feridos graves. O último registro de assassinato cometido pela guerrilha foi o de Vagner Lúcio Vitorino da Silva, guarda de segurança, que foi morto pelo MR-8, durante assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais, no bairro de Ramos, Rio de Janeiro, em agosto de 1970. 

Nenhum brasileiro viu Dilma Rousseff chorar por números que aterrorizam muito mais o nosso país. Por ano, desaparecem 250 mil pessoas no Brasil. Destas, 45 mil são crianças. A cada 45 minutos, 22 pessoas desaparecem para desespero de amigos e familiares. O número de homicídios ultrapassa 52 mil por ano, sem que sejam tomadas medidas pela Presidente da República na área de segurança pública.

Além disso, segundo o IPEA, 130 mil assassinatos não foram contabilizados como tal, nos últimos 15 anos. O Brasil ocupa o sétimo lugar no mundo em número de assassinatos! Vamos fechar esta década com 500.000 assassinatos! Meio milhão de pessoas. Choro? Só dos familiares. Justiça? Apenas 8% destas mortes são punidas.

Ao fim e cabo do regime militar, a democracia venceu o comunismo e o preço pago pela sociedade brasileira foi de 554 mortos ou desaparecidos, computados na conta das varias facções terroristas e das organizações militares ou paramilitares.
Trinta anos depois, o assunto é revirado e remexido pela esquerda com um único motivo: manter a direita contra a parede, impedindo que ela se manifeste.
Há pouquíssimos pobres e miseráveis entre os mortos da esquerda. A maioria fazia parte de uma elite intelectual, com origem em classes abastadas.

Hoje seus descendentes, regiamente indenizados, ocupam altos postos no governo, nas organizações e movimentos sociais e na imprensa. A famosa Comissão da Anistia analisou mais de 40.000 pedidos de indenizações.

Os valores pagos ultrapassam R$ 3,4 bilhões. Mesmo assim, os indenizados da esquerda (as vítimas dos terroristas não receberam um mísero tostão) preferem a revanche pessoal, fechando os olhos secos para os mais de 800 brasileiros assassinados ou desaparecidos por dia no Brasil.

12 de dezembro de 2014
in coroneLeaks

REAÇÃO MILITAR

GENERAL DA ATIVA QUALIFICA DE "LEVIANA" ACUSAÇÃO DA COMISSÃO DA VERDADE DO PT CONTRA O PAI, EM NOTA ASSINADA PELA FAMÍLIA.



O general de Exército da ativa, Sérgio Etchegoyen (FOTO), chefe do Departamento Geral do Pessoal, assina nota, em conjunto com a sua família, repudiando o relatório divulgado nessa quarta-feira, 10, pela Comissão Nacional da Verdade e classificando seu trabalho como "leviano".

No documento, a Comissão responsabilizou o pai do atual chefe do DGP, o general Leo Guedes Etchegoyen, e outros 376 civis e militares, por violações de diretos humanos durante o governo militar, sem apontar os fatos que teriam levado às acusações.
 
"Ao apresentar seu nome, acompanhado de apenas três das muitas funções que desempenhou a serviço do Brasil, sem qualquer vinculação a fatos ou vítimas, os integrantes da CNV deixaram clara a natureza leviana de suas investigações e explicitaram o propósito de seu trabalho, qual seja o de puramente denegrir", diz a nota.

"Ao investirem contra um cidadão já falecido, sem qualquer possibilidade de defesa, instituíram a covardia como norma e a perversidade como técnica acusatória", prossegue a nota, acrescentando que, "no seu patético esforço para reescrever a história, a CNV apontou um culpado para um crime que não identifica, sem qualquer respeito aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa".

A família estuda formas de entrar na Justiça contra o relatório da comissão.
 
Esta é a primeira manifestação de um general da ativa, que integra ao Alto Comando do Exército, a condenar a conduta da Comissão Nacional da Verdade. O Comandante do Exército, general Enzo Peri, foi comunicado pelo general Etchegoyen da decisão da família de responder às acusações.

Oficiais da ativa não costumam se pronunciar em relação a questões políticas, por conta de restrições impostas pelo Regulamento Disciplinar do Exército, deixando este papel, normalmente para os militares da reserva. 
 
Desta vez, no entanto, o repúdio, do general veio em forma de uma nota de desabafo, de uma família que se considera atingida pela comissão, o que é, no mínimo, inédito.
Oficiais consultados pelo Estado consideraram "legítima" a forma usada pelo general Etchegoyen e há preocupação de que outras manifestações aconteçam.
 
O general Etchegoyen já esteve envolvido em outro episódio em defesa do pai, que lhe custou 15 dias de prisão, em outubro de 1983, quando era capitão subcomandante do 3º Esquadrão de Cavalaria Mecanizada, localizado em Brasília.
O então capitão de 31 anos reagiu às acusações à época comandante Militar do Planalto, general Newton Cruz, que convocou uma reunião com todos os cerca de 200 oficiais da área para atacar o funcionamento do Congresso e classificar como "incompetente", "frustrado" e "mau caráter" quem comparecesse às Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Câmara ou do Senado para prestar de depoimentos. 
 
Na época, o Congresso noticiara que convocaria o então general da reserva Leo Etchegoyen, pai do hoje chefe do DGP, para depor sobre a possibilidade de serem devassadas contas bancárias sigilosas de brasileiros em bancos da Suíça, que Leo Etchegoyen, quando era adido militar na Suíça, constatou que era possível, desde que o governo brasileiro solicitasse a providência. Só que o pedido nunca chegou. 
 
Diante das críticas indiretas ao seu pai, o então capitão Etchegoyen, interrompeu a palestra do todo poderoso general Newton Cruz, avisando que entre os que iriam depor estava seu pai. O general Newton Cruz disse que não sabia e foi contestado mais uma vez pelo capitão que lembrou que não tinha como ele não saber porque aquilo estava sendo amplamente noticiado e afirmou que não admitia que a honra e a dignidade de seu pai fossem atacadas. Recebeu voz de prisão de oito dias, ampliada em mais sete, depois, por ter recorrido contra a punição.

(Do Blog do Coronel)
 
A íntegra da carta da família Etchegoyen, contra a Comissão Nacional da Verdade:

A comissão nacional da verdade (CNV) divulgou ontem seu relatório final, onde relaciona 377 nomes sob a qualificação de "autores de graves violações de direitos humanos". Nela consta o nome de Leo Guedes Etchegoyen. 

Sobre o fato, nós, viúva e filhos, manifestamos a nossa opinião. 

Jamais fomos contatados por qualquer integrante ou representante daquela comissão, nem o Exército recebeu qualquer solicitação de informações ou documentos acerca de Leo G. Etchegoyen.
Ao apresentar seu nome, acompanhado de apenas três das muitas funções que desempenhou a serviço do Brasil, sem qualquer vinculação a fatos ou vítimas, os integrantes da CNV deixaram clara a natureza leviana de suas investigações e explicitaram o propósito de seu trabalho, qual seja o de puramente denegrir. 
 
Ao investirem contra um cidadão já falecido, sem qualquer possibilidade de defesa, instituíram a covardia como norma e a perversidade como técnica acusatória. No seu patético esforço para reescrever a história, a CNV apontou um culpado para um crime que não identifica, sem qualquer respeito aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa. 
 
Leo Guedes Etchegoyen representa a segunda geração de uma família de generais que serve o Brasil, com retidão e patriotismo, há 96 anos. Seguiremos defendendo sua honrada memória e responsabilizando os levianos que a atacarem. 
 
Porto Alegre, RS , 11 de dezembro de 2014 

Lucia Westphalen Etchegoyen, viúva
Sergio Westphalen Etchegoyen, filho
Maria Lucia Westphalen Etchegoyen, filha
Alcides Luiz Westphalen Etchegoyen, filho
Marcos Westphalen Etchegoyen, filho
Roberto Westphalen Etchegoyen, filho

JÁ É CONTRA A LEI EXIGIR JUSTIÇA

               

a2
 
O ministro Teori Zsavaski, do STF, mandou soltar o “diretor de serviços” da Petrobras, Renato Duque, aquele indicado por José Dirceu que roubava para o PT e cujo gerente, veja bem, ge-ren-te, Pedro Barusco, concordou em devolver US$ 100 milhões (ou R$ 250 milhões, ou seja, ¼ de bilhão de reais) das “porcentagens” do que roubou para terceiros que depositou em contas pessoais no exterior no acordo de delação premiada que fez com a justiça federal do Paraná.
 
Duque foi preso em 14 de novembro junto com 22 outros executivos e funcionários de empreiteiras investigados na Operação Lava Jato. No dia 18 o juiz Sérgio Moro converteu a prisão dele de temporária (5 dias + 5) em preventiva (sem prazo), afirmando que Duque “detém uma verdadeira fortuna no exterior que mantém oculta em contas secretas, sendo evidente que não pretende se submeter à sanção penal em caso de condenação criminal”, havendo portanto alto “risco de fuga”.
 
a6
 
No dia 20 de novembro o Tribunal Regional Federal de Porto Alegre negou habeas corpus a Duque pelas razões acima. Mas o ministro Zavaski discorda. Acha que “não ha razão nenhuma para que a prisão seja mantida”, bastando reter o passaporte de Duque, o mecenas dos gerentes, que volta para o aconchego do lar.
 
Teori Zavascki compôs, ao lado de Roberto Barroso, a dupla de ministros do Supremo que abriu caminho para anular as condenações de José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino por formação de quadrilha no escândalo do mensalão.
 
a3
 
Em 19 de maio passado ele ordenou que fossem soltos todos os 12 elementos até então presos na Operação Lava Jato e suspensos todos os inquéritos e ações penais até então abertos, sob a alegação de que o juiz Sérgio Moro “estava usurpando competência da suprema corte”. Sua alegação baseava-se no surgimento de ligações telefônicas grampeadas com ordem judicial em que Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef conversavam com os deputados Andre Vargas e Cândido Vaccarezza, do PT, ambos com direito a foro privilegiado, a respeito de outras falcatruas envolvendo o ministério da Saude quando era comandado pelo candidato Alexandre Padilha, do PT, ao governo de São Paulo.
 
a4
 
A ordem provocou escândalo na opinião pública e o juiz Moro argumentou que tratava-se apenas de “encontro fortuito de provas” e que, por via de qualquer dúvida, já tinha desmembrado o processo reservando as informações e depoimentos envolvendo políticos para o STF e tratando de levar adiante apenas e tão somente as que apontavam para os seus “operadores” e subordinados no esquema criminoso de saque à Petrobras.
O ministro Zsavaski não teve alternativa senão, tres dias depois da ordem de soltura, voltar atras dizendo que tudo não passara de “um malentendido”, e todos foram novamente presos, exceção feita ao próprio Paulo Roberto Costa, cuja delação premiada é o pivô de todo o escândalo do “petrolão”, que passou para prisão domiciliar embora não tenha direito a foro privilegiado, é só um ladrão comum.
 
a5
 
Por muito pouco, portanto, não ficou firmada jurisprudência do STF de que não são só os políticos com mandato flagrados roubando que têm direito a foro especial no STF, mas todo e qualquer ladrão que esteja roubando para eles, com eles ou envolvido em diferentes falcatruas desde que pelo menos uma delas envolva um ladrão com mandato.
De lá para cá o ministro Barroso, colega de Teori no STF, negou ordem ao Congresso Nacional para que a CPI da Petrobras tivesse acesso às delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, o que simplesmente esvaziou essa frente de oferecimento de justiça.
 
a6
 
Agora Teori volta à carga e lá se vai o mais alto dos meliantes até aqui alcançados pela lei comum - exceção feita ao tesoureiro Nacional do PT João Vaccari Neto que nenhum jurista sabe dizer porque continua solto. E é ele, junto com Barroso e mais sete ministros nomeados pelo PT (o substituto de Joaquim Barbosa está para ser indicado por Dilma) num total de 11 ministros do supremo que vai decidir se, como, quando e de que maneira serão investigados e processados os mandantes da Operação Lava Jato com direito a foro especial, ou seja, os “pelo menos 70 deputados e senadores” cujos nomes já foram apontados pelos delatores.
 
a3
 
O dramático nisso tudo, é que, dado o sistema de nomeação de ministros do STF e as garantias de que eles desfrutam, o país fica constrangido a noticiar e discutir fatos da limpidez de significado destes como se tudo não passasse de uma questão técnica: quem tem e quem não tem direito a foro especial e como se fatia uma investigação e um processo sobre uma quadrilha onde ha quem tenha e quem não tenha foro privilegiado, segundo os múltiplos aleijões institucionais sujeitos aos quais está o Brasil, para que justiça possa ser feita.
 
a4
 
Pode-se, até segunda ordem, noticiar cada passo desse roteiro, mas já não se pode discutir o seu significado no contexto do processo que corre ha 12 anos para fazer do Judiciário brasileiro isto em que está se transformando sem que quem ousar fazê-lo corra sério risco de incorrer nas penas da lei. E isso explica esse estranho ambiente surrealista em que todos os jornalistas, especialmente nas televisões, se obrigam a se mostrar impassíveis diante de toda e qualquer monstruosidade institucional com que se deparem.
O Brasil já ultrapassou o estágio de subversão das instituições a partir do qual passa a ser contra a lei exigir justiça.
 
a6
12 de dezembro de 2014
vespeiro

EMPRESAS E 'CELEBRIDADES BRASILEIRAS' ENROLADAS NO PETROLÃO... ISSO NÃO ACABA NUNCA!!!

PF APREENDE MANUSCRITOS EM EMPRESAS ENROLADAS NO PETROLÃO COM LISTA DE NOMES DO PT INCLUINDO A EX-MINISTRA MARIA DO ROSÁRIO
Ex-ministra Maria do Rosário
A Polícia Federal apreendeu documentos nas sedes de duas empresas enroladas no esquema do Petrolão, Queiroz Galvão e Engevix, e encontrou dois manuscritos com nomes, no mínimo, curiosos.
 
Outros nomes chamam atenção como “R. Jucá”, mas como o senador Romero Jucá (PMDB-RR) está no meio do mandato, as suspeitas recaem sobre seu filho, Rodrigo Jucá, vice na chapa de Francisco Rodrigues (PSB) ao governo de Roraima.
 
Na Engevix, a PF encontrou uma outra lista com o nome da ex-ministra dos Direitos Humanos, deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) e de outros deputados e candidatos petistas.

Do site Diário do Poder

12 de dezembro de 2014
in aluizio amorim

RESISTA! NÃO DEIXE QUE O TRANSFORMEM NUM IDIOTA!

O DOSSIÊ CONTRA A CIA E A ENGENHARIA SOCIAL DO COMUNISMO DO SÉCULO XXI.

O Madame Feinstein e o dossiê fajuto contra a CIA
Quando você visita os sites noticiosos dos grandes veículos de mídia do Brasil e do resto do mundo vai encontrar, de cara, um monte de matérias, artigos e comentários da respeito de um relatório da Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos, espinafrando a Agência Central de Inteligência, conhecida pela sigla CIA (Central Inteligence Agency) que é um órgão governamental americano que se ocupa da segurança dos cidadãos americanos.

Notem que esse relatório, um calhamaço de mais de 6 mil páginas, não foi feito anteontem, é claro. Mas foi divulgado justamente num momento em que o Partido Democrata de Obama despenca de forma vertiginosa.

Nas eleições legislativas recentes, os Republicanos detonaram os democratas fazendo a maioria no Senado e na Câmara de Representantes (deputados). As eleições americanas não utilizam máquinas eletrônicas de votar, muito menos se sujeitam a normas e palpites de entidades estrangeiras. Jamais contratariam uma Smartmatic para administrar as eleições. Por isso o processo pode ser até mesmo mais demorado que nas republiquetas cucarachas, incluindo, evidentemente, o Brasil, mormente sob o tacão dos comunistas do Foro de São Paulo.
 
Na semana passada o último estado que encerrou a apuração do votos deu vitória a mais um Senador do Partido Republicano. Infelizmente não estou achando o nome do dito cujo e nem o respectivo Estado.
Entretanto, no calor do resultado adverso para os “liberals”, como são denominados os esquerdistas americanos do Partido Democrata, surge o relatório que da Comissão de Inteligência do Senado.
Não sei qual o número de integrantes dessa comissão.

Mas como na legislatura que se finda os democratas são a maioria, tudo indica que a indigitada comissão deve, obviamente, pender para o lado dos interesses eleitoreiros dos democratas que, guardadas as devidas proporções, compõem uma espécie de PT americano, isto é, afinados com o tal “socialismo do século XXI”.
Tanto é que chefia a tal comissão a senadora Dianne Feinstein, veterana democrata do Senado, e que continua por lá desde 1992, estando agora com 81 anos de idade. E, como não poderia deixar de ser, é da Califórnia, o Estado onde possivelmente haja o maior número de idiotas politicamente corretos do planeta.
 
Está claro que o objetivo desse relatório é responsabilizar os republicanos por terem, por meio da CIA, torturado os ‘bondosos’ islâmicos que detonaram as torres gêmeas. A intenção é denegrir a imagem dos republicanos e mais uma vez o ex-presidente George W. Bush volta para o noticiário, já que foi ele quem peitou os terroristas e evitou um segundo atentado contra a população americana. 
 
E onde anda George W. Bush? Pelo que sei depois que deixou a presidência retornou à vida privada. O que pesa objetivamente contra Bush? O que se sabe é que não há nada contra o ex-presidente, justo ele que teve o azar de como presidente enfrentar o maior atentado terrorista contra seu país. 
Os comunistas, estejam onde estiverem, agem da mesma forma. Se Bush não fizesse nada o acusariam de frouxo e de expor os cidadãos americanos à sanha do terrorismo. Como determinou à CIA descer o cacete nos assassinos, uma comissão de sequazes de Obama no Senado usa Bush para desqualificar a vitória republicana nas eleições legislativas com vistas a enfraquecê-los tendo em mira  a campanha presidencial.
 

AÇÃO COMUNISTA GLOBAL

Acrescente-se a essa jogada do relatório que denuncia a CIA os recentes episódios de violência racialista que explodiram nos Estados Unidos. Como os bizarros Occupy Wall Street, levados a efeito pela esquerda recentemente não deram resultado, os comunistas descobriram que acender a ira das populações negra, hispânica e demais imigrantes contra a lei e a ordem seria mais eficiente do que montar barracas com maconheiros nos arredores de Wall Street. 
 
Agora o relatório de Madame Feinstein, procura sensibilizar os corações e mentes dos cidadãos menos avisados fazendo-os crer que a CIA é uma máquina de tortura.
Aliás, essa tradicional e eficiente agência que defende os americanos dos ataques da vagabundagem esquerdista agora aliada a um tal Estado Isâmico, é alvo há anos de todos os tipos de teorias conspiratórias que, com o advento da internet e das redes sociais, foram generosamente turbinadas pela escumalha esquerdista à soldo daquilo que já é conceituado como “nova ordem mundial”  sob a direção dos burocratas da ONU.

O objetivo dessa funesta empreitada é redesenhar a civilização ocidental com a finalidade de destruí-la para em seu lugar erigir uma espécie de governo mundial capaz de esfarelar a liberdade individual atomizando o sujeito num coletivismo que o transforma num andróide teleguiado por uma elite global.
Afinal, alguém estará no comando, pois a igualdade é impossível haja vista que se estaria retornando ao denominado “estado de natureza”, conceito caro à filosofia política, já que explica o aparecimento do Direito Racional e, consequentemente, do Estado Moderno, que modelaram a civilização ocidental. 
 
Se alguém pensa que essas ocorrências nos Estados Unidos correspondem apenas ao âmbito doméstico está completamente enganado. O relatório contra a CIA surge num momento em que se agiganta a invasão islâmica contra o mundo ocidental.
Aliás, o relatório de Madame Feinstein, açula o fanatismo da dita jihad. Por isso, mais do que depressa, o jornalismo esquerdista que domina toda a grande imprensa global já se dedicou imediatamente a entrevistar os líderes do terror islâmico veiculando à farta suas ameaças ao Ocidente.
Leia-se: Estados Unidos e Israel, porque representam os pilares que sustentam os valores que deram e dão vida à civilização ocidental.
 
A CONEXÃO BOLIVARIANA
 
Com afirmei acima, o ato de denegrir a CIA e, via de regra, todo o aparato de segurança dos Estados Unidos, tem repercussões amplas ultrapassando as fronteiras americanas. Além de abrir um perigoso flanco que expõe os cidadãos a eventuais ataques terroristas, impulsiona a articulação comunista levada a efeito sobretudo na América do Sul por meio do Foro de São Paulo que acaba de inaugurar a sede da UNASUL, organização multilateral bolivariana que persegue o objetivo de transformar todos os países sul-americanos em repúblicas comunistas de viés cubano. A palavra de ordem bolivariana é a criação da “Pátria Grande”, algo mais ou menos similar à ex-URSS.
 
Prova do que estou afirmando é que dentre as principais ações da UNASUL, que a grande mídia zelozamente escamoteia, estão a criação de uma Unidade Técnica de Coordenação Eleitoral e a criação da Escola Sul-Americana de Defesa, esta última voltada a envolver as Forças Armadas de todos os países sul-americanos.
Já a enigmática “Coordenação Eleitoral” sugere de forma evidente que esse organismo tende a interferir no futuro em todas as eleições dos países membros desse monstrengo cuja sede fica no Equador.
 
Junta-se a todos esses fatos a divulgação do relatório da tal “Comissão da Verdade”, entidade criada por Lula e seus sequazes do PT, voltada a denegrir moralmente as Forças Armadas brasileiras, fato que se desdobra num projeto de desmilitarização das Polícias Militares, instituições tradicionais e que se constituem em bastiões de garantia da segurança dos cidadãos em todos os Estados brasileiros.

Vale portanto lembrar que só no ano passado ocorreram no Brasil cerca de 60 mil homicídios, fato que coloca este país entre os mais violentos do mundo. A verdade é que esses 12 anos do PT no poder esfacelaram a segurança pública no Brasil.
E isso não é diferente na maioria dos países sul-americanos dominados pelo Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, destinada a comunizar todo as nações latino-americanas.
Historicamente, os comunistas sempre se valeram dos bandidos para atemorizar o povo e restringir seu direito de ir e vir.
 

Como se pode concluir, as ações levadas a cabo pelo esquerdismo nos Estados Unidos não constituem episódios internos daquele país, repito, mas integram um grande movimento internacional voltado ao desgaste das instituições democráticas pelo deletério vilipêndio à lei e à ordem, mormente face aos ataques que vêm sendo desferidos aos órgãos de inteligência e segurança, cujo exemplo é o relatório de Madame Feinstein.

GRANDE MÍDIA E ENGENHARIA SOCIAL

Basta que se passe os olhos nos sites da grande mídia e se abram os jornalões e se vejam as televisões nesta quinta-feira. De alto a baixo reportagens e artigos descendo o porrete nas instituições democráticas, denegrindo a CIA, pregando a desmilitarização das polícias militares.
A interligação de todos esses episódios são possíveis e factíveis porque o movimento comunista é um movimento internacional, articulado nos mínimos detalhes e não tem fronteiras.
 
Quando se houve alguém debochar afirmando que o comunismo não existe mais se está perante um comunista. Neste caso o interlocutor tem à sua frente  o seu futuro algoz que não hesitará em eliminá-lo, inclusive fisicamente, se assim for conveniente para a causa comunista.
 
Portanto, todas as pessoas que lêem a Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo, New York Times, The Guardian, Le Monde, El País e similares e assistem televisão aberta ou a cabo, nacional ou internacional, estão tendo seus cérebros abduzidos pela lavagem cerebral comunista.
 
Quanto mais tempo as pessoas lêem jornais da grande mídia e vêem televisão mais idiotas se tornam e logo começam a considerar que a bicicleta é o transporte ideal, que o ser humano pode impedir o aquecimento do planeta; que fumar maconha, cheirar cocaína e beber bebidas alcoólicas é menos prejudicial do que fumar cigarros de tabaco, ou ainda imaginar que existe fumante passivo. Acreditará piamente que fazer ginástica garantirá a sua imortalidade.

Também passará a crer que andar nu pelas ruas faz à bem à saúde e que o azar da humanidade são os próprios seres humanos! O epílogo desse mergulho na boçalidade oferecida pela grande mídia é que inevitavelmente o sujeito se tornará um rematado idiota, mas tão idiota que ficará consternado vendo aquela foto da Dilma chorando no ato de divulgação da “comissão da mistificação da verdade”. 
 
Como se vê, a eventual vítima já estará sofrendo os primeiros efeitos da engenharia social desencadeada pelo socialismo do século XXI. Portanto, resistir é preciso!

12 de dezembro de 2014
in aluizio amorim

ALOYSIO NUNES RESPONDE PARA LULA: NÃO HÁ PAPEL HIGIÊNICO SUFICIENTE NO MUNDO PARA LIMPAR A SUJEIRA DO PT


 
 
Os ataques a oposição feitos na noite de quarta-feira pelo ex-presidente Lula em discurso na abertura da segunda etapa do 5º Congresso do PT, foram rebatidos na tarde desta quinta-feira, na tribuna do Senado, pelo líder do PSDB , Aloysio Nunes Ferreira (SP). O tucano chamou as declarações de Lula de “pérolas” e disse que ele subestima o sentimento de indignação da grande maioria dos brasileiros do bem que não aceitam a corrupção e querem um Brasil decente.
 
— Não senhor ex-presidente! Não nos interessa saber a cor do papel higiênico que se usa nos palácios. Mas eu lhe digo que nem todo papel higiênico do mundo seria capaz de limpar a sujeira que fizeram na Petrobras nesses últimos 12 anos — respondeu Aloysio.
 
O líder admitiu que está pessimista diante da grande crise política e econômica que deve ser deflagrada quando os nomes dos envolvidos na operação Lava-Jato vierem a público. Lembrou que Lula exaltou a criação de instrumentos de controle como uma distinção dos governos do PT, três dias depois de o ex-ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage, ter se despedido do cargo dizendo que os sistemas de fiscalização das estatais são extremamente frouxos e deficientes.
Depois também de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter dito que a Petrobras - que tinha a presidente Dilma à frente do Conselho de Administração - teve uma administração desastrosa .
— E a base do governo continua agindo como se estivesse tudo bem: nada viu, nada acontece, está tudo normal. Aí vem Lula, na sua condição de totem dessa religião idólatra em que se transformou o PT, lançar suas bênçãos sobre a história recente do país — ironizou Aloysio Nunes Ferreira, completando: — Outra pérola de Lula em seu discurso foi dizer que a indignação contra a corrupção é coisa da direita. Como se fosse de esquerda roubar dinheiro público. 
 
Sobre a declaração de Lula de que “os tucanos arrecadam dinheiro como se fosse Criança Esperança. Não tem empresário”, o líder do PSDB disse que a legislação permitindo a doação de empresas privadas foi aprovada após a CPI que levou ao impeachment do ex-presidente Collor. Segundo o tucano, essa é a legislação em vigor, mas que o problema do PT é a corrupção política, que pratica a modalidade de sujar dinheiro limpo, e limpar dinheiro sujo. 
 
O problema, disse, não advém do financiamento de campanha, “se transformou numa modalidade de exercício do poder: compra de apoios através do mensalão e agora do petrolão”. — Em todas as formas de financiamento existem pessoas desonestas. Na análise das contas da presidente Dilma descobriram um pagamento de R$ 24 milhões a uma empresa de eventos que tinha como sócio um motorista que ganha R$ 2 mil e mora numa casa de subúrbio e tem entre os seus clientes os Correios e a Petrobras. O dono dessa empresa já tinha recebido dinheiro do celebérrimo Marcos Valério — criticou Aloysio Nunes.
 
( O Globo )

LAVA JATO: PGR JANOT ENDURECE O DISCURSO


 
 
Depois das reuniões secretas com empreiteiras e com o próprio governo, ao que tudo indica o procurador geral da República, Rodrigo Janot, finalmente entendeu que não há como fugir da sua responsabilidade, dada a competência dos seus jovens procuradores e do juiz Sérgio Moro na condução da Operação Lava Jato. Ontem, na coletiva em Curitiba, quando foi comunicado o indiciamento de 36 corruptos, Janot fez a sua fala mais firme e mais determinada desde o início das investigações, completando o que havia dito no dia anterior, na frente do ministro da Justiça, irritando Dilma Rousseff ao sugerir a demissão da diretoria da Petrobras. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.
 
O momento da apresentação das denúncias contra parte dos acusados na Operação Lava Jato, nesta quinta-feira (11), em Curitiba, foi usado pelo Ministério Público Federal para passar, principalmente, dois recados. Um deles é que instituição não está aberta a concessões às empresas envolvidas no caso. O outro, de que a cúpula da Procuradoria está unida com os membros da força-tarefa e dá apoio ao trabalho.
 
O fato que mais chamou a atenção foi a presença do chefe do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na entrevista coletiva em que foram apresentadas as denúncias contra os suspeitos. Janot afirmou que as cinco acusações formais apresentadas à Justiça são apenas "o começo de uma investigação", fazendo referência à complexidade dos fatos e sua dimensão, e que o Ministério Público Federal irá "até o final". 
 
Estão sob a responsabilidade do procurador-geral as delações premiadas de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e do doleiro Alberto Youssef. Ambos apontaram os políticos que teriam sido beneficiados pelo esquema na Petrobras, cujos nomes ainda são mantidos sob sigilo. Essas investigações, por envolverem ocupantes de cargos políticos que têm foro privilegiado, serão feitas pela Procuradoria-Geral da República, em Brasília, e julgadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal), numa próxima fase da Operação Lava Jato. 
 
Em nome dos nove integrantes da força-tarefa do Ministério Público, o procurador da República Deltan Dallagnol afirmou na entrevista que não há possibilidade de um "acordão" da instituição com as empreiteiras para que elas paguem indenizações em troca do arquivamento dos processos. "O Ministério Público Federal rejeita qualquer tentativa de blindagem coletiva das empresas. É ilegal e imoral", afirmou o procurador. 
 
Dallagnol também disse, logo no início do anúncio, que o grupo vê a imprensa como "aliada nessa guerra contra a impunidade e a corrupção".
 
12 de dezembro de 2014
in coroneLeaks

PEGA PRA CASSAR

 

Discussão 1
 
Já discorri, no artigo Voando baixo, sobre o constrangedor episódio protagonizado por dois eleitos do povo, um deputado e uma deputada, integrantes da Câmara Federal.
Os dois têm o que se costuma dizer ‘gênio forte’, próprio daqueles que não costumam levar desaforo pra casa. Ela provocou. Ele devolveu. Foi uma baixaria. Espetáculo deprimente.
 
Numa roda de amigos, numa conversa de boteco, na sala de visitas de sua própria casa, cada um tem o direito de se exceder, de dizer palavrão, de se exprimir como lhe apraz. As consequências – se houver – ficarão restritas ao círculo íntimo.
Quando se é figura pública, o feitio tem de ser diferente.
A partir do momento em que a dama e o cavalheiro se candidataram e foram eleitos, seus menores fatos e gestos passaram a extravasar do âmbito pessoal para adentrar o domínio público.
A dama e o cavalheiro não estão no Congresso – em princípio – defendendo seu mesquinho interesse pessoal. Funcionam ali como representantes do naco da população que os elegeu. Aureolados pela glória, nem sempre se dão conta. Mas assim é.
 
Deputado não é diarista nem recebe por hora. Está investido de sua função 24 horas por dia, esteja em plenário ou não. Se o distinto leitor e eu podemos cometer pequenas faltas, que ninguém é de ferro, a coisa se complica quando o autor do deslize é um eleito do povo.
 
Discussão 2
 
Voltando ao caso de suas excelências Maria do Rosário e Jair Bolsonaro, devo dizer que o comportamento escrachado de ambos mostrou que nenhum dos dois está apto a exercer as funções para as quais foi eleito. Degradam ambos, ainda mais, a imagem que o povo tem do parlamento. Além da ladroagem, da desonestidade e da incapacidade, suas excelências adicionam outra característica ao arsenal dos parlamentares: a descompostura.
 
Quando um funcionário não funciona, o que é que se faz? Manda-se para o olho da rua. Que se casse o mandato dos dois! E que se aproveite agora, que o voto deixou de ser secreto. Já que o povo nem sempre mostra discernimento ao eleger seus representantes, que o Congresso se encarregue de autoexpurgar-se.
 
12 de dezembro de 2014
José Horta Manzano

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

POLÍCIA FEDERAL QUER MAIS PRAZO PARA INVESTIGAR A CORRUPÇÃO



Procurador quer apressar a denúncia

O juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Fernando Moro, pediu pressa na conclusão do inquérito da sétima fase da Operação Lava-Jato, apelidada de Juízo Final, que terminou na prisão de ex-diretores da Petrobras e dos maiores empreiteiros do país.
A Polícia Federal quer um maior prazo para concluir os trabalhos; no entanto, o magistrado registrou que é necessário apertar o passo dos procedimentos. “Concedo prazo de mais 15 dias para a conclusão do inquérito”, afirmou o juiz, em despacho anexado ao inquérito. Porém, Moro espera que o tempo não exceda nada além disso.

“Alerto que não haverá nova prorrogação e é desejável que não seja utilizado todo o prazo”, concluiu.
O procurador da força-tarefa do Ministério Público Federal Carlos Fernando Lima já havia adiantado ao Correio que oferecerá a denúncia antes do Natal contra o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, as construtoras Camargo Corrêa, OAS, Mendes Júnior, Engevix e Galvão Engenharia e seus executivos.
Empreiteiras mencionadas, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, mencionadas por Paulo Roberto Costa como integrantes do mesmo cartel, negam as acusações. Outras, como a Mendes Júnior e a Galvão, confirmam o pagamento de propinas.
Entretanto, alegam que só fizeram por causa de extorsão feita pelo ex-diretor e pelo doleiro Alberto Youssef. O Ministério Público não aceita a justificativa. “Não há extorsão. Há corrupção. Havia um cartel”, comentou o procurador Carlos Fernando.

A PF solicitou mais prazo para poder analisar o material apreendido em 14 de novembro nas residências e em escritórios dos empreiteiros, dos operadores do esquema e de ex-funcionários da petroleira.
De acordo com Sérgio Moro, já existem “provas de materialidade de crimes e indícios de autoria em relação a vários dos investigados”. O inquérito deve ser concluído até 14 de dezembro. Atualmente, a Operação Lava-Jato é composta de dezenas de inquéritos e 10 ações penais em andamento.

11 de dezembro de 2014
João Valadares e Eduardo Militão
Correio Braziliense

PEQUENAS HISTÓRIAS

           


Neste final de ano sombrio, eivado de pessimismo, com a inflação em alta e o desenvolvimento em queda, vale contribuir para a melhoria do humor geral com algumas historinhas que, se o leitor estiver disposto, poderá tirar lições capazes de inflar seu ânimo. Além da oportunidade para cada um estabelecer paralelos com a realidade.

SINAL DOS TEMPOS
Houve tempo em que o Zezinho e o Juquinha costumavam pular o muro do quintal da dona Maria para roubar goiabas. Já tinham a desculpa preparada, caso fossem flagrados pela velha senhora: “falamos que foram os comunistas!”
O tempo passou, os menininhos cresceram e o comunismo saiu pelo ralo, mas como as goiabas continuam suculentas, a moda mudou.
A criançada agora começa a dizer que a culpa pelo roubo das goiabas é dos empreiteiros.

“E SE EXISTIR?”
Voltaire passou mais de oitenta anos em luta contra a Igreja, negando a existência de Deus. Perto de morrer um Padre entrou no seu quarto tentando convencê-lo a receber os últimos sacramentos. “Em nome de quem o senhor se apresenta?” “De Deus” – respondeu o abade, para ficar sem resposta ao ouvir a réplica: “mostre a procuração!”

Mesmo assim, nos seus últimos momentos, Voltaire admitiu reconciliar-se com o sacerdote, pedindo para se confessar. Seus amigos, os filósofos, espantaram-se e pediram uma explicação. Sem perder a malícia, atalhou: “Continuo não acreditando, mas se por hipótese Ele existir mesmo, melhor será garantir-me…”

“SOU O CHEFE DELE!”
Vencedor de El Alamein, conquistador da Alemanha, Bernard Montgomery era um poço de vaidade. Terminada a II Guerra, os jornalistas indagaram a causa de seu sucesso e ele respondeu:
“É porque eu não bebo, não fumo, não jogo e não prevarico!” Winston Churchill, ainda primeiro-ministro, irritou-se, convocou os repórteres e firmou: “Eu bebo, fumo, jogo, prevarico e sou o chefe dele…”

“AQUILO QUE NÃO ME PODES DAR”
Alexandre havia derrotado os gregos e instalara-se em Atenas para gozar sua popularidade e preparar-se para invadir a Ásia, de onde nunca mais voltou, apesar de havê-la conquistado. Sabendo que no porto do Pireu morava dentro de um barril o mais sábio dos cidadãos, quis conhecê-lo.
Espantado com a pobreza de Diógenes e entusiasmado com seus ensinamentos, postou-se diante dele e ofereceu riqueza, palácios, honrarias e poder. Resposta: “Majestade, não me tires aquilo que não me podes dar.”
Acontece que Alexandre estava entre Diógenes e o sol…

11 de dezembro de 2014
Carlos Chagas

COMO DESACELERAR UM GIGANTE EM MOVIMENTO, COMO A CHINA?

 


A mídia, volta e meia, propaga as mais grosseiras inferências sem a reflexão ou análise que a notícia merece. Graças a esse procedimento negligente, notícias de baixa qualidade atingem o leitor, podendo até causar o pânico aos menos avisados.
A última pérola, estampada em um website de mineração, sobre a China cita “não apenas uma desaceleração do crescimento, mas uma queda absoluta e substancial da demanda por commodities”.
Quem lê essa frase com certeza vai acreditar que o fim do mundo chegou e que a China, além de estar desacelerando mais rápido do que um Fórmula 1 na marca dos 100m, vai ter uma queda “absoluta e substancial” no consumo de commodities. Um leitor desavisado desta matéria com certeza vai acreditar que é o fim das empresas de commodities que vendem para a China.

COITADA DA VALE…

Já para nós do Portal do Geólogo que lidamos com essas notícias, dia após dia nos últimos 12 anos, tudo não passa de mais uma inferência grosseira entre as muitas que foram feitas nesta década.
Notícias sobre a desaceleração da economia chinesa e sobre o fim do mundo são mais comuns do que se possa crer. Esta é apenas mais uma delas.
Uma coisa que aprendemos na física, sobre as leis da inércia, é que é muito difícil desacelerar um gigante em disparada. Um corpo em movimento tende a permanecer em movimento (Newton).
A China é esse gigante que vem crescendo sistematicamente conforme o gráfico ao lado. Parar um crescimento desses, mesmo se desejado, nunca será assim tão fácil como querem os arautos do fim do mundo. Ainda mais quando estão sendo desenvolvidos inúmeros esforços no sentido contrário à desaceleração.

FIM DO MUNDO…

As notícias da desaceleração se tornaram mais comuns desde 2012, quando no terceiro trimestre a China cresceu “somente” 7,4%. Na época isso foi considerado o prenúncio do fim do mundo e várias notícias sensacionalistas como a de hoje, inundaram a mídia contaminando as decisões dos investidores.
No entanto, três meses depois, tudo mudou e a China voltou a crescer 7,9% e a média foi recomposta.
Agora o mesmo desespero volta à baila já que o crescimento chinês no terceiro trimestre foi de “apenas” 7,3%, o que prenuncia um crescimento médio para 2014 de “apenas” 7,4%. Será esse o fim do mundo que estão alardeando?

PONTOS FUNDAMENTAIS

É só observar alguns pontos fundamentais, divulgados por várias entidades governamentais, listados abaixo, que a tese do fim do mundo nos parece muito distante, puro sensacionalismo.
-As importações de minério de ferro em 2014 deverão atingir 940 milhões de toneladas, um crescimento de 14,7% em relação a 2013.
-Os preços do minério de ferro não cairão abaixo de US$60/t
-A Comissão Nacional do Desenvolvimento e Reforma aprovou um orçamento de US$114 bilhões para a construção de ferrovias e aeroportos. Isto deverá impactar as commodities. -As importações de minério de ferro em 2015 estão estimadas em 1 bilhão de toneladas, um crescimento de 6,4% em relação a 2014.
-A produção de aço doméstica deverá crescer em 2015.
-A demanda de aço também deve crescer em 2015 atingindo 720 milhões de toneladas.
– O setor da construção civil deverá crescer menos em 2015, mas espera-se que sejam usadas 395 milhões de toneladas de aço no setor, um crescimento de 1,28%
-A indústria de máquinas e equipamentos deverá consumir 144 milhões de toneladas de aço em 2015, um crescimento de 3% em relação a 2014.
-O setor de energia estará em crescimento com os investimentos nos gasodutos da Rússia e na produção do gás dos folhelhos. Estima-se que este setor consuma 33 milhões de toneladas de aço, um crescimento de 3%
-A indústria naval deverá consumir 3,8% mais aço.
-A China está fazendo o maior investimento do mundo, de US$400 bilhões na compra de gás da Rússia.
-A China está investindo até 2035 o montante de US$5,7 trilhões de dólares, o maior programa do mundo de energia o que vai mudar radicalmente o panorama econômico do gigante asiático com inúmeros desdobramentos em todas as áreas.
-Os preços do cobre subiram hoje melhorando o índice de desemprego nos Estados Unidos, graças a maior demanda da China, a maior consumidora do planeta.

CASO DAS COMMODITIES

Se quiséssemos poderíamos elencar vários pontos que desmentem categoricamente a premissa publicada de uma “queda absoluta” nas commodities.
É óbvio que em 2014 existe, realmente, uma desaceleração da máquina chinesa, que está passando de um crescimento de 7,5% em 2013 para 7,4% . Uma desaceleração de apenas 0,1% em uma locomotiva que está se tornando rapidamente na maior economia do mundo.
Se isso for o fim do mundo, o que pensar do PIB brasileiro que estava em 2013 previsto para crescer “apenas” 2% e que possivelmente vai emplacar um crescimento ínfimo de 0,19%… Será isso o fim do mundo?

(artigo enviado por Ricardo Sales)

23 de dezembro de 2014
Pedro Jacob

CONFIRMADO: DIRCEU INTERMEDIOU CONTRATO PARA CAMARGO CORREA



José Dirceu poderá ser condenado de novo

Uma empresa do petista José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, condenado por corrupção no escândalo do mensalão e político mais influente na Petrobras nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu R$ 886 mil da empreiteira Camargo Corrêa entre 2010 e 2011. Na época, ele já era réu no processo mensalão e exercia influência na Petrobras.

No mesmo mês em que assinou o contrato com a empresa de Dirceu, a Camargo obteve dois contratos com a Petrobras para prestar serviços na refinaria Abreu e Lima. Os contratos somam R$ 4,7 bilhões e, segundo os depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, foram fechados mediante pagamento de propina ao PT e ao PP.

Embora negue, foi Dirceu quem indicou Renato Duque, então diretor de Serviços da estatal e responsável pelos contratos da Camargo, acusado por Costa, Youssef e por um empreiteiro de cobrar propina para o PT.

As provas da relação secreta entre Dirceu e a Camargo foram descobertas pela PF há três semanas, durante buscas na sede da Camargo. No mesmo dia, apelidado pelos investigadores de “Juízo Final”, houve buscas em outras oito empreiteiras, nas casas de executivos dessas empresas e em escritórios de lobistas.
Na semana passada, ÉPOCA obteve acesso exclusivo à íntegra desses documentos. São milhares e milhares de páginas, que se somam às já dezenas de milhares de documentos apreendidos desde o começo da operação Lava Jato, em março.

Elas expõem a relação promíscua entre as grandes empreiteiras do país e os políticos que detêm influência em estatais como a Petrobras.
Reforçam, com fortes evidências, a acusação de que essas empreiteiras formavam um cartel para assegurar os maiores contratos da Petrobras. Apontam novos casos de corrupção em outros órgãos do governo – e até no exterior.
Nos próximos dias, fundamentados em larga medida nesses documentos apreendidos, os procuradores da força-tarefa da Lava Jato denunciarão à Justiça os empreiteiros acusados de montar o cartel.

PAGAMENTO RETROATIVO

O contrato entre a Camargo e a empresa de Dirceu, chamada JD Assessoria, foi assinado em 21 de fevereiro de 2010.
Não tinha um objeto claro. Previa apenas que Dirceu faria análise de “aspectos sociológicos e políticos do Brasil” e prestaria “assessoria na Integração dos países da América do Sul”.
Dirceu também deveria, de acordo com o contrato, divulgar o nome da Camargo na comunidade nacional e internacional, além de fazer palestras e seminários em assuntos de interesse dela.

O contrato é marcado como sigiloso. Dirceu deveria receber R$ 75 mil por mês. Durante dez meses, segundo os comprovantes encontrados, recebeu mesmo. Entre maio de 2010 e fevereiro de 2011, a JD faturou R$ 886.500 com base no contrato. O primeiro pagamento foi retroativo e abarcou três meses de “consultoria”.

TRÁFICO DE INFLUÊNCIA

Não se sabe por que um gigante como a Camargo precisava da capacidade de divulgação de Dirceu no Brasil e na América do Sul. Nem o valor de suas análises políticas e sociológicas. Sabe-se, porém, que Dirceu exercia forte influência na Petrobras, mesmo após deixar o governo Lula, no auge do mensalão, em 2005. Indicara Duque para a Diretoria de Serviços e mantinha petistas em cargos estratégicos da estatal.

Sabe-se, também, que, no mesmo mês em que Dirceu assinou o contrato com a Camargo, o Consórcio CNCC, de que a Camargo faz parte, ganhou dois contratos para fazer “serviços de implantação de unidade de coqueamento” na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Eles somam R$ 4,7 bilhões. Com base nas evidências documentais e nos depoimentos de testemunhas e delatores, os procuradores e a Polícia Federal suspeitam que os contratos da Abreu e Lima tenham sido superfaturados e fechados à base de propina.

Por meio de sua assessoria, a JD afirma que “prestou consultoria na área internacional à Camargo Corrêa, entre maio de 2010 e fevereiro de 2011. Por razões de confidencialidade contratual, a JDA não pode se manifestar sobre a natureza nem os resultados dos serviços prestados”, diz a assessoria da JD. A Camargo Corrêa confirmou a “existência do contrato”, mas não quis fazer comentário a respeito.

###

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG - Portanto, está confirmada a informação que demos em primeira mão aqui na Tribuna da Internet, com absoluta exclusividade, de que José Dirceu seria envolvido na corrupção da Petrobras e responderia a novo processo. Como dizia Ibrahim Sued, “sorry, periferia”. (C.N.)

11 de dezembro de 2014
Diego Escosteguy
Época