Em tempos de calamidades políticas, resta apenas reviver certas personalidades, que nos despertem para a realidade distorcida, fabricada por uma mídia insidiosa e associada aos diversos crimes praticados contra a nação.
Ninguém melhor do que Olavo de Carvalho, para libertar os que procuram a verdade, da ilusão instituída de que "tudo está bem"... no melhor dos mundos possíveis!
"Bem" para quem??
Uma pergunta simples, que a realidade observada dos fatos cotidianos, que entopem as manchetes, sempre capciosas, respondem ao observador incansável. Aquele brasileiro que continua preocupado com o seu país.
Abrir as notícias dos comentários feitos pela inteligência, cujo único espaço permitido, único espaço realmente democrático, a internet, aberto a todas as vozes inconformadas, (até quando?) e nos deparamos com um cardápio de crimes, denunciando os mais abjetos e variados, cuja intensidade e grau de violência, ofende a cidadania, colocada a margem da história e amordaçada, sem voz que a represente, fora do grande circo em que se transformou um país inteiro.
Nunca assisti um momento tão fragilizado dos poderes republicanos, encardidos por uma generalizada corrupção!
Por essa razão, escolhi artigos de Olavo de Carvalho, um observador independente do cenário escabroso da arena política, onde os interesses privados dominantes colidem frontalmente com os da nação.
Uma voz incompreendida e inalcansável pela grande massa de analfabetos funcionais, amantes do populismo descarado que emoldura os discursos eleitoreiros de políticos e partidos, que apenas ambicionam a proximidade com o cofre dos incautos pagadores de impostos.
Como é difícil e frustrante conviver com a inércia política, que a tudo assiste, cabisbaixa e silenciosamente cúmplice!
Pressinto um terremoto em andamento, percebido pelos tremores que começam abalar os alicerces do poder autoinstituído por uma organização político-criminosa, que na calada das "instituições adormecidas", gradualmente apropriou-se do vácuo de poder de um "desgoverno" sem metas ou programas.
Pressinto o início do caos, que já dá sinais de que a "elite" promotora da corrupção e do descaso com a governança do país, inicia seu périplo de decadência anunciada, pelos mares revoltos da indignação popular
Que os meus pressentimentos, configurados nesses sinais sísmicos, possam ser verdadeiros, e que realmente haja um movimento de esgotamento e de renovação política, em príncipios constitucionais verdadeiramente democráticos e republicanos, que confrontem os absconsos interesses da canalhice organizada.
06 de março de 2026
prof. mario moura
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