"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

RESPOSTAS AOS ENERGÚMENOS


RESPOSTAS AOS ENERGÚMENOS

23 de agosto de 2018

PEDOFILIA LEGALIZADA NA FRANÇA E ALEMANHA! BRASIL É O PRÓXIMO! (ASSISTA ATÉ O FINAL!)


PED0FILIA LEGALIZADA NA FRANÇA E ALEMANHA! BRASIL É O PRÓXIMO! (ASSISTA ATÉ O FINAL)!!!

23 de agosto de 2018

TV ACADEMIA: RAFAEL LEITÃO ENTREVISTA KRIKOR MEKHITARIAN

QUEM DEFENDE LULA, DILMA E PT PRECISA VER ESSE VÍDEO: ROMBO NO BNDES

O QUE SIGNIFICA SER UM ANARCOCAPITALISTA?




Os libertários que se opõem à anarquia (no sentido literal, i.e., ausência de estado) estão atacando um espantalho. A natureza de seus argumentos é normalmente utilitarista e se resume a "ah, mas a anarquia não funcionaria" ou "nós precisamos que o estado forneça pelo menos (preencha ao seu critério)". Mas esses ataques são, na melhor das hipóteses, confusos; na maioria das vezes, são falsos e hipócritas. Ser um anarquista não significa pensar que a anarquia vai "funcionar" (seja lá o que isso signifique); também não significa predizer que a anarquia irá ou "poderá" ser alcançada — afinal, é perfeitamente possível ser um anarquista pessimista. Ser um anarquista significa apenas acreditar que a agressão não é justificável, e que o estado necessariamente faz uso da agressão. E, portanto, o estado, e a agressão que ele utiliza, não são justificáveis. É algo bem simples, realmente. Trata-se de uma visão ética — por isso, não é surpresa que confunda os utilitaristas.

Consequentemente, qualquer um que não seja um anarquista deve argumentar duas coisas: (a) iniciar agressão é algo justificável e (b) os estados (em particular, os estados mínimos) não necessariamente empregam a agressão.

A proposição (b) é claramente falsa. Os estados sempre tributam seus cidadãos, o que é uma forma clara de agressão. Os estados sempre proíbem a concorrência de agências de defesa, garantindo para si o monopólio da segurança — o que também equivale a uma agressão. (Para não mencionar as inúmeras leis contra crimes sem vítimas que eles inevitavelmente, e sem uma única exceção na história, impõem à população. Que os minarquistas sigam acreditando que a minarquia é possível é algo no mínimo intrigante).

Quanto à proposição (a), bem, socialistas e criminosos também crêem que a agressão é justificável. Criminosos, socialistas e antianarquistas ainda precisam mostrar como a agressão — a iniciação de força contra vitimas inocentes — pode ser justificada. Porém, nem é preciso tentar; é impossívelmostrar isso. Mas se os criminosos não se sentem compelidos a justificar a agressão, por que então os defensores do estado deveriam?

As críticas dos conservadores e dos minarquistas-libertários ao anarquismo, baseando-se em argumentos como "não vai funcionar" ou "não é prático", são apenas confusas. Anarquistas não (necessariamente) predizem que a anarquia será implementada — eu, por exemplo, não acredito que será. Mas isso não significa que o estado seja justificável.

Considere uma analogia: Conservadores e libertários concordam que crimes cometidos por indivíduos (assassinato, roubo, estupro) são injustificáveis e não deveriam ocorrer. Entretanto, não importa o quão bondosos os homens se tornem, sempre haverá alguns elementos que recorrerão ao crime. O crime é algo que sempre estará conosco. E, ainda assim, continuamos condenando o crime e trabalhando para reduzi-lo.

É logicamente possível não haver qualquer tipo de crime? Claro que sim. Todas as pessoas poderiam voluntariamente escolher respeitar os direitos das outras. Assim, não haveria crime algum. É fácil imaginar. Porém, dada a nossa experiência com a natureza humana e suas interações, é seguro dizer que sempre haverá crimes. Contudo, mesmo em face da inevitabilidade de sua recorrência, ainda consideramos que o crime é algo maligno e injustificável. Portanto, à minha afirmação de que o crime é imoral seria estupidez e hipocrisia redarguir dizendo que "trata-se de uma visão impraticável" ou "mas isso não funcionaria," "uma vez que crimes sempre existirão". O fato de que sempre existirão crimes — que nem todos irão voluntariamente respeitar os direitos alheios — não significa que é algo impraticável se opor a eles; também não significa que o crime é justificável. Não há qualquer "falha" na proposição de que o crime é errado e imoral.

Da mesma maneira, à minha afirmação de que o estado e suas agressões são injustificáveis seria hipocrisia redarguir dizendo que "a anarquia não vai funcionar" ou que ela é "impraticável" ou que "é improvável que ela venha a ocorrer".[1] A idéia de que o estado é injustificável é uma posição normativa e ética. O fato de não serem muitas as pessoas que estão dispostas a respeitar o direito de seus vizinhos permitirem que a anarquia surja — ou seja, o fato de haver um grande número de pessoas que (erroneamente) apoiam a legitimidade do estado, permitindo que ele exista — não significa que o estado, e suas agressões, sejam justificáveis.[2]

Outras respostas utilitárias como "mas precisamos do estado" não refutam a afirmação de que o estado emprega agressões e que a agressão é algo injustificável. Essas respostas significam simplesmente que o defensor do estado não se importa com a iniciação de força contra vítimas inocentes — isto é, ele compartilha da mentalidade criminosa/socialista. O criminoso pensa que as suas necessidades são a única coisa que importa; ele está disposto a usar de violência para satisfazê-las; ele não dá a mínima para o certo e o errado. O defensor do estado crê que a sua opinião de que "nós" "precisamos" de certas coisas justifica os atos de violência contra indivíduos inocentes. A mentalidade é exatamente essa; tão simples quanto parece. Quaisquer que sejam seus argumentos, eles não são libertários. Eles não se opõem à agressão. Eles são a favor de qualquer outra coisa — garantir que certas "necessidades" públicas sejam satisfeitas, não importa o custo —, menos da paz e da cooperação. O criminoso, o gângster, o socialista, o estatista-assistencialista, e até mesmo o minarquista, todos compartilham da mesma visão: estão dispostos a tolerar a agressão nua e crua, desde que por algum motivo. Os detalhes variam, mas o resultado é o mesmo — vidas inocentes são subjugadas para que tal objetivo egoísta seja alcançado. Alguns têm estômago para isso; outros — os libertários — são mais civilizados e preferem a paz à violência dirigida contra inocentes.

Assim como existem criminosos e socialistas entre nós, não é surpresa alguma que exista um grau de propensão à criminalidade na maioria das pessoas. Afinal, o estado depende do consentimento tácito das massas, que erroneamente aceitaram a noção de que o estado é legítimo. Mas isso não significa que todos os empreendimentos criminosos tolerados pelas massas sejam justificáveis.

Aliás, o que mais surpreende é que muitos daqueles que alegam ser a favor da liberdade não aceitam a inevitável conclusão de suas próprias premissas: que o governo é ineficiente e opera através de meios agressivos. Se essas pessoas — os minarquistas em geral — alegam que o estado não deveria gerenciar a educação porque os resultados são monstruosos, então por que elas não aplicam o mesmo raciocínio para as outras funções que o estado cumpre, tais como a segurança, a defesa, a justiça e os tribunais? Elas se opõem à educação estatal, ao entretenimento estatal e a todas as outras atividades estatais, porém quando se trata da polícia, da justiça e das leis, muitas delas — muitas mesmo — dão seu consentimento e seu total apoio!

Parece-me que os libertários clássicos (os minarquistas) cometeram um erro terrível. Eles selecionaram a mais importante das instituições — a saber, a proteção dos nossos direitos — e deram-na ao monopolista. Creio que, se fosse possível, seria preferível ter um governo que cuidasse de coisas como entretenimento e banheiros ao invés de um governo que se ocupasse de funções "ligeiramente" mais importantes, como segurança e justiça.

Em última instância, o estado não pode ser reformado e nem é do interesse do sistema político fazer tal coisa. De fato, nada menos do que a abolição de todas as políticas estatistas — e do estado em si — é aceitável para o libertário radical. Se o governo não serve para ser meu zelador ou educador, ele também não serve para ser minha polícia, meu juiz, meu júri, presidente, promotor ou legislador.

É hora de os libertários tomarem uma posição. Você é a favor da agressão, ou contra?

Notas

[1] Um adendo: do meu ponto de vista, a possibilidade de atingirmos a minarquia é tão grande quanto a de atingirmos a anarquia — ou seja, remota. O que impressiona é que quase todas as críticas sobre a "impraticabilidade" da anarquia que os minarquistas lançam são também verdadeiras para a própria minarquia em si. Ambas são extremamente improváveis. Ambas requerem mudanças maciças na mentalidade de milhões de pessoas. Ambas se baseiam na suposição de que a maioria das pessoas simplesmente não dá a mínima para idéias políticas.

[2] Embora a defesa da anarquia não dependa de sua plausibilidade ou "exequibilidade", assim como a condenação de crimes privados em nada depende de já ter havido ou não atos criminosos, pode-se dizer que a anarquia é claramente possível. Existe anarquia na relação entre nações, por exemplo. Há também anarquia dentro da estrutura do governo, como mostrou o seminal e infelizmente negligenciado artigo de Alfred. G. Cuzán, publicado no Journal of Libertarian Studies, "Do We Ever Really Get Out of Anarchy?". Cuzán argumenta que até o próprio governo é em si uma anarquia, internamente — afinal, o presidente não obriga as outras pessoas do governo a obedecerem suas ordens; elas obedecem voluntariamente, devido à existência de uma estrutura reconhecidamente hierárquica. A anarquia (política) existente dentro de um governo não é uma boa anarquia, mas demonstra que a anarquia é possível — de fato, demonstra que nunca deixamos de viver em regime de anarquia. Por exemplo, como mostra esse perspicaz artigo, vivemos em "anarquia" com os nossos vizinhos. Se a maioria das pessoas não tivesse a natureza de respeitar voluntariamente a maioria dos direitos de seus vizinhos, a sociedade e a civilização seriam impossíveis. A maioria das pessoas é boa o suficiente para permitir que a civilização exista, apesar da ocorrência de crimes públicos e privados em grau variável. É concebível pensar que, no futuro, o grau de bondade possa aumentar — devido à educação ou a uma maior prosperidade econômica universal, digamos — o suficiente para fazer com que a legitimidade do estado se evapore. Mas tal advento é bastante improvável.

23 de agosto de 2018
Stephan Kinsella

POR QUE UM ESTADO MÍNIMO INEVITAVELMENTE LEVA A UM ESTADO MÁXIMO?



A minarquia é possível? Claro que é. É duradoura? Não e nem pode ser. O maior problema da minarquia é que ela sempre acaba gerando o pior dos monstros: um estado poderoso e totalitário.

A pergunta do título não apenas pode ser explicada em bases teóricas como também pode ser comprovada pela simples empiria.

Comecemos pelo melhor e mais patente exemplo de todos: o caso americano.

O experimento americano no século XVIII - isto é, a Revolução Americana e o consequente estabelecimento de uma República Constitucional soberana e independente - foi feito com a clara intenção de criar e manter o menor governo da história mundial.

Esse era o objetivo dos fundadores da república dos EUA. George Washington, John Adams, Thomas Jefferson, James Madison, Alexander Hamilton, Benjamin Franklin e John Jay, sob as influências pós-iluministas e com as ideias de estado mínimo pregadas por Adam Smith, se propuseram o objetivo específico de criar o menor governo da história mundial.

Muito bem. Agora, suponha que eu diga que descobri a cura para a AIDS, e que basta tomar esse remédio por mim inventado e você estará imune à infecção. Se todo mundo tomar do meu remédio e o resultado for a maior epidemia de infecção de HIV da história mundial, especificamente infligida sobre aqueles que tomaram meu remédio, então, nesse cenário, poderíamos dizer com certeza que meu remédio não apenas não está funcionando, mas está fazendo justamente o oposto: está infectando pessoas ao invés de curá-las. Essa seria a conclusão lógica do meu experimento. Meu remédio não é uma cura; ao contrário, ele produz a infecção.

Da mesma forma, passemos a analisar qual foi o resultado do experimento governamental minarquista americano, com estados praticamente autônomos e com um governo federal mínimo.

Primeiro, não há dúvidas de que o sistema minarquista foi clara e objetivamente adotado: não havia impostos de renda, o governo federal era minúsculo, não havia impostos estaduais - apenas uma ou duas tarifas sobre bens de consumo -, não havia um exército permanente, o governo não controlava a oferta monetária e não havia dívida interna. Havia uma Constituição que era tida como a lei suprema e havia um Congresso cuja única função era garantir que essa Constituição não fosse desrespeitada.

Sem dúvida alguma era um sistema maravilhosamente bem concebido. Não creio que você e tampouco eu poderíamos fazer melhor - afinal, as pessoas que criaram esse sistema eram extremamente inteligentes, como podemos notar em suas escritas.

Volto a enfatizar: o experimento americano foi especificamente concebido para criar o menor governo possível, sendo que havia várias ferramentas que possibilitavam manter um controle efetivo sobre o tamanho do governo. O objetivo máximo do experimento era suprimir o poder do governo, impedindo que ele se agigantasse e se tornasse um mero substituto do Rei George III, de quem os colonos haviam se declarado independentes.

E qual foi o resultado desse experimento?

Bem, o resultado da tentativa de criar e manter o menor governo da história mundial foi a criação do maior e mais poderoso governo que o mundo jamais viu.

Faça uma pausa agora para poder digerir por completo essa constatação, pois de fato é algo estarrecedor. O objetivo do experimento americano era criar o menor e mais enxuto governo que o mundo já viu, e o resultado foi a criação do maior, mais intruso e mais poderoso governo que o mundo jamais viu, dotado de armas de destruição em massa, mais de 700 bases militares ao redor do planeta e com a capacidade de exterminar toda a vida da terra. Trata-se de um governo que faria o Império Romano parecer uma agência local do DETRAN.

E isso é perfeitamente explicável. É algo tristemente natural e inevitável. Pois quanto menor é o estado, quanto mais você o restringe, mais produtivo torna-se o mercado. Quanto mais produtivo é o mercado, mais rápido a economia cresce e mais riqueza ela gera. E o livre mercado é tão produtivo que ele é capaz de aguentar por muito tempo um enorme crescimento da tributação e um grande agigantamento do poder estatal - até chegar a um ponto em que ele inevitavelmente irá ceder. (E este é exatamente o momento que os EUA estão vivendo agora).

Portanto, o que acontece é que, quando você minimiza o governo, paradoxalmente você faz com que a lucratividade de se aumentar posteriormente o tamanho do governo seja muito maior, pois haverá muito mais riqueza para tributar e mais recursos para se controlar - ambas as coisas que mais seduzem qualquer governo.

E como o governo adquire muito mais dinheiro e poder quando ele tributa uma economia que se desenvolveu e enriqueceu com um livre mercado, ele ganha a capacidade de fazer coisas terríveis, como desenvolver armas de destruição em massa, manter um incomparável estado belicista e assistencialista e comprar grandes seções da população, tornando-as permanentemente dependentes do estado.

É como se você fosse um fazendeiro e descobrisse um modo de fazer com que suas vacas produzissem dez vezes mais leite que o normal. Qual seria o resultado? Você estaria fazendo com que suas vacas passassem a ser muito mais valiosas sob a ótica dos outros fazendeiros, que passariam a fazer de tudo para tê-la. Da mesma forma, quando você tem um governo mínimo, cada indivíduo torna-se muito mais produtivo por causa da escassa interferência governamental. Qual será a consequência? Esse indivíduo tornar-se-á muito mais atraente para o estado, que sem dúvida irá querer comandá-lo no futuro.

Os menores governos sempre produzem os maiores governos. É completamente impossível que não seja assim. Nunca houve um contraexemplo na história e nem nunca haverá.

Peguemos a Inglaterra. O governo que surgiu como resultado da separação entre Igreja e estado, bem como do subjugo da aristocracia no final do século XVIII e início do século XIX, era de longe o menor governo da Europa. O que ele produziu? Ora, produziu o Império Britânico.

Os países escandinavos vivenciaram o mesmo processo. Estados enxutos até o final da Segunda Guerra - da qual eles não participaram, o que ajudou a preservar sua riqueza - geraram estados agigantados que controlam o cidadão do berço até o túmulo.

O exemplo mais recente talvez seja o da Irlanda. Um estado falido até o final dos anos 1980 encolheu e deu lugar a uma economia vibrante. Qual a situação atual? Um inchaço sem precedentes do setor público, um estado assistencialista como nunca visto na história do país, o empreendedorismo reprimido, um déficit gigante e um governo que passou a participar de setores-chave como transportes, mídia (rádio e televisão), e geração e transmissão de eletricidade. A educação primária, secundária e universitária tornou-se "gratuita", a saúde é "pública" e a previdência é controlada pelo estado. O orçamento do governo, obviamente, estourou.

Como disse, tudo isso não só é previsível como também é inevitável. Sempre que você minimiza o governo, você aumenta o valor de toda a economia - o que significa que o governo terá alimento para aumentar seu tamanho e poder para dimensões ainda maiores do que as atuais.

Portanto, se você sonha em diminuir seu estado para algum limite constitucionalmente imposto - e suponhamos que você de fato consiga isso -, o que irá acontecer é que todo o processo de agigantamento irá inevitavelmente recomeçar após algum tempo. Sim, você poderia desfrutar alguns anos de liberdade, mas sem dúvida seus filhos e netos seriam submetidos a um governo ainda mais totalitário do que aquele sob o qual você viveu.

No início minarquista, rapidamente percebi que as teorias de estado mínimo são insustentáveis, para não dizer contraditórias. Desde então concluí que, ou você aceita o estado como ele é, ou passa a defender o anarco-capitalismo.


23 de agosto de 2018
Stefan Molyneux

"O CAMINHO DA PROSPERIDADE" > O PLANO DE GOVERNO DO JAIR BOLSONARO

Hoje foi tornado público o documento "O Caminho da Prosperidade" que reflete o plano de governo do deputado Jair Bolsonaro. 

Você pode ler o documento completo aqui.

No documento, fica evidente a orientação conservadora nos costumes e liberal na economia do plano de governo. De maneira geral é bem fácil notar a tríade "vida-liberdade-propriedade" presente no texto.

Na economia o texto é direto: mais liberdade econômica e menos burocracia. 

Propostas econômicas presentes no texto:

1) Responsabilidade Fiscal
2) Privatizações e concessões
3) Abertura Econômica
4) Banco Central independente
5) Preocupação em manter a inflação sob controle e em patamares baixos
6) Reforma Tributária
7) Modernização da legislação trabalhista
8) Competição sindical e FIM do imposto sindical (sem margem para retorno)
9) Avaliação de políticas públicas
10) Desburocratização e estímulos a abertura de empresas
11) Imposto de Renda Negativo garantindo renda mínima a todos

E várias outras propostas de cunho liberal na economia estão presentes no texto. Sejamos claros: é bem pouco provável que qualquer outro candidato tenha uma pauta econômica mais liberal do que a apresentada no programa de governo do deputado Jair Bolsonaro.

Na parte de costumes você pode ler:

1) Reformular o estatuto do desarmamento para permitir o cidadão ter acesso a armas de fogo
2) Defesa da propriedade privada e combate a invasões
3) Redução da maioridade penal
4) Acabar com a progressão de penas e com as saídas temporárias
5) Fortalecer o ensino de matemática, português e ciências
6) Defender a vida
7) Liberdade de imprensa

E várias outras propostas de cunho conservador nos costumes. Todas baseadas no respeito ao indivíduo, o respeito a suas escolhas, e o seu inalienável direito de buscar sua própria felicidade. Tudo isso ressaltando sempre a importância da fraternidade, da tolerância e do respeito para com o próximo.

23 de agosto de 2018

SAIBA POR QUE BOLSONARO FAZ BEM EM NÃO COMPARECER A DEBATES ESPÚRIOS


Saiba por que Bolsonaro faz bem em não comparecer a debates espúrios

POLIBIO BRAGA
23 de agosto de 2018

URGENTE! BOLSONARO FORA DOS DEBATES!


URGENTE! Bolsonaro fora dos dos Debates!

23 de agosto de 2018

ELE SE INFILTROU NO MEIO DA PETEZADA E MOSTROU A REALIDADE DESSES ATOS DO PT


Ele se infiltrou no meio da Petezada e mostrou a REALIDADE desses atos do PT

23 de agosto de 2018

BOLSONARO FORA DE DEBATES? JOEL VÊ DISCURSO VAZIO COMO MOTIVO DA DECISÃO


Bolsonaro fora de debates? Joel vê discurso vazio como motivo da decisão

23 de agosto de 2018

COMO O ESTADO DESTRÓI A SAÚDE - SUS NÃO É A SOLUÇÃO!


Como o estado destrói a saúde - SUS não é solução!


23 de agosto de 2018

JOSÉ MONIR NASSER: BRASILEIROS SÃO CEGOS


José Monir Nasser - Brasileiros São Cegos


23 de agosto de 2018

JOSÉ MONIR NASSER: TEORIA DAS REMINISCÊNCIAS EM PLATÃO


José Monir Nasser - Teoria das reminiscências em Platão

23 de agosto de 2018

O ENSINO NO BRASIL É IRRECUPERÁVEL (JOSÉ MONIR NASSER)


O Ensino no Brasil é irrecuperável por José Monir Nasser


23 de agosto de 2018