"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 1 de outubro de 2017

CONTRA-ATAQUE FULMINANTE!! ONDA DE REVOLTA CONTRA A "ARTE" OBSCENA E ESQUERDISTA MOBILIZA O BRASIL

A DESTRUIÇÃO DA IGREJA, POR FORA E POR DENTRO



Ainda que muitos não olhem para os ataques aos templos cristãos e aos próprios cristãos que vem ocorrendo pelo mundo, este fato apresenta um dos grandes objetivos para muitos nos tempos atuais: a destruição da Igreja. Ocorre que esta situação não vem ocorrendo apenas com atentados terroristas, mas também sem o uso de nenhuma força física.

Houve um tempo em que as igrejas eram o grande ponto de referência nas cidades, pois além de ser a construção mais alta na localidade, tinham o toque do sino que lembrava a todos que Deus estava ali perto, chamando, cuidando de cada um. Este mesmo badalar era também uma forma de lembrar a todos que alguém estava rezando por eles e ao mesmo tempo convida-los a vir rezar também. O dobrar do sino era a voz do Bom Pastor chamando suas ovelhas, tanto que o poeta inglês John Donne escreveu: E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.

Hoje, com o passar do tempo, muitas igrejas já não são nem vistas, pois ficaram escondidas entre os grandes prédios, algo natural ao se ver a evolução da arquitetura e engenharia. O interessante é conseguir se fazer um paralelo entre este esconder (ainda que involuntário - ou não) os templos da vista de todos, com aqueles que tentam cada vez mais sumir o papel da religião na sociedade. A moda agora é assumir o discurso francês trazido por sua danosa revolução no sentido de que "religião é algo íntimo e pessoal, não deve influenciar a sociedade", em uma clara forma de restringir a religião a guetos, semelhante ao que os nazistas fizeram com os judeus.


Ainda, os mesmos sinos que muitas vezes já não são mais ouvidos diante de tanto barulho nas cidades, muitos tentam que sejam silenciados. Já aconteceu em Brasília, São Paulo, e tantas outras cidades no país e no mundo. Muitos não querem mais ouvir a voz do Bom Pastor chamando, ou até mesmo é uma forma de silenciar a Igreja, pois dizem que ela não se moderniza, não se adequa aos novos tempos, não muda seu discurso, não fala o que agrada aos ouvidos de uma sociedade cada vez mais egoísta, relativista e hedonista.

Esta é a Igreja sendo destruída por fora, seja com atentados terroristas ou atos menos explosivos e ao mesmo tempo impactantes. Os primeiros criam mártires, aqueles que morrem pela fé, os segundos vão minando a Igreja e até mesmo destruindo a fé de muitos.

Dentro de uma conceituação simples e rude, ter uma religião é crer na existência de um poder ou princípio superior, sobrenatural, do qual depende o destino do ser humano e ao qual se deve respeito e obediência. Religião é uma fé, uma devoção ao que é considerado sagrado, mas hoje muitos estão destruindo a Igreja Católica por dentro, deixando de lado o Sagrado.

A base do cristianismo é a ação de Deus junto ao homem, desde a sua criação até a sua morte, tanto em grupo quanto individualmente. A celebração da Missa traz todo o mistério desta obra divina, de Deus que se fez homem e veio resgatar a humanidade entregando-se à morte para a expiação dos pecados, para ao final mostrar seu poder na ressurreição. Revivemos em todas as Santas Missas o sacrifício de Deus por nós. Não é uma festa, não é apenas uma reunião para rezarmos juntos, é muito mais que isso. Ver tantos tratarem a celebração eucarística como algo banal, é a prova de que o Sagrado foi deixado de lado.

Quando vemos a CNBB defendendo usar as Missas para discurso político, se vê que o caminho que muitos pastores preferiram trilhar, esquecendo o que é importante na celebração. Quando se vê vários sacerdotes que tratam a liturgia como descartável, vemos o caminho que muitos resolveram trilhar, talvez com o incentivo de seus bispos. Quando observamos leigos fazendo o que querem nas paróquias ou capelas, com a autorização ou omissão dos párocos, pode-se chegar à conclusão de que temos um barco sem comando.

Papa Francisco

Papa Francisco insiste que a Igreja não é e nem pode se tornar uma ONG, mas parece que muita gente está fazendo uma força contrária. Há uma forte religiosidade, mas não uma vivência religiosa, uma verdadeira crença no intangível e no Sagrado. A forma mais simples de se constatar isso é a forma como muitos vão comungar.

Não faço considerações sobre a pessoa ter confessado e etc., isso entre ela e Deus, no entanto, tantas pessoas entram nas filas para a comunhão como se estivessem na fila da padaria, recebe a Eucaristia nas mãos como se tivesse pegando o pão no balcão da padaria e só coloca na boca depois de virar as costas ao sacerdote ou ao Ministro (que deveria ser) Extraordinário (mas é cada vez mais ordinário) da Comunhão Eucarística. Cadê o zelo ao Sagrado? Cadê a veneração ao Cristo que verdadeiramente se faz presente na Eucaristia? (Recomendo a leitura deste meu texto - O esvaziamento da Igreja Católica)

Outro equívoco que vejo são os sacerdotes que acreditam que a assembleia que assiste a Missa sabe o que ali acontece e conhece os mistérios das celebrações. Um exemplo prático: durante as celebrações do Tríduo Pascal, pergunte-se aos que se fizerem presentes o que realmente acontece ali. Quantos saberão explicar o mistério de amor de Cristo ao dar vida? Aliás, por que ele teve que dar a vida? Por que ele é chamado de Cordeiro de Deus? Por que quando Cristo morreu o véu do templo rasgou-se de cima a baixo? A princípio são coisas que todos deveriam aprender na catequese ... a principio, mas aprenderam? Se ouviram nas aulas, entenderam?

Não se pode ficar na impressão de que as pessoas saibam, tem que se falar, e repetir, repetir, repetir, ..., até que saibam, entendam e vivam estes mistérios. Infelizmente muitos sacerdotes não falam, nem mesmo nas catequeses muitos não falam, e se espera que as pessoas saibam. Como se formar um povo santo se ele não conhece os principais mistérios divinos?

Nem vou falar de lixos como a teologia da libertação, que só gerou danos à Igreja, hoje me preocupo mais com a formação de fé que tem se dado.

Nós católicos não podemos mais nos omitir e pressupor que as pessoas saibam, temos que anunciar antes de tudo o querigma (o cerne da fé cristã) e depois disso formar o povo. Na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, temos isso bem claro:
165. Não se deve pensar que, na catequese, o querigma é deixado de lado em favor duma formação supostamente mais «sólida». Nada há de mais sólido, mais profundo, mais seguro, mais consistente e mais sábio que esse anúncio. Toda a formação cristã é, primariamente, o aprofundamento do querigma que se vai, cada vez mais e melhor, fazendo carne, que nunca deixa de iluminar a tarefa catequética, e permite compreender adequadamente o sentido de qualquer tema que se desenvolve na catequese. É o anúncio que dá resposta ao anseio de infinito que existe em todo o coração humano.
Precisamos resgatar a nossa missão como católicos. A Igreja precisa de renovação, e não é na doutrina ou tradição, mas no povo e em especial nos que tem a obrigação de conduzi-lo: o clero. Eu me preocupo com esses sacerdotes ruins e fracos, porque temos o risco de se tornarem bispos, depois cardeais, depois Papas. Precisamos trabalhar para diminuir cada vez mais este risco, ajudando a formar um povo novo.

Alguns anos atrás tínhamos menos gente com a visão correta e menos sacerdotes piedosos e fiéis à Igreja, o que mudou um pouco com o trabalho que alguns resolveram fazer. Precisamos de mais gente empenhada nesta missão, de mais gente pensando antes de tudo no resgate de sua fé para depois auxiliar os demais, senão poderemos ter cegos guiando cegos.

Papa Bento XVI

Papa emérito Bento XVI, em entrevista ao Jornal Avvenire, explica bem o crise que sofremos:
Se é verdade que os grandes missionários do século XVI ainda estavam convencidos de que aqueles que não eram batizados estavam perdidos para sempre, e isso explica o seu empenho missionário, na Igreja Católica depois do Concílio Vaticano II, tal convicção foi definitivamente abandonada. Disso derivou uma dupla e profunda crise. Por um lado, isso parece remover toda motivação a um futuro empenho missionário. Por que se deveria tentar convencer as pessoas a aceitarem a fé cristã quando elas podem se salvar mesmo sem ela? Mas para os cristãos também emergiu uma questão: tornou-se incerta e problemática a obrigatoriedade da fé e da sua forma de vida.
Não podemos deixar esta crise crescer, algo tem que se mudado imediatamente. Que comece por mim e por você, crescendo na fé, vivendo na fé e testemunhando a fé.



01 de outubro de 2017
andré brandalise

DA IDEOLOGIA NA EDUCAÇÃO ATÉ BORDOADA NA TIA




Esta semana começou com as imagens de uma "professora" de Indaial - SC com a cara cheia de sangue e um dos olhos inchados pelos catiripapos que recebeu de um de seus alunos. Um jovem de 15 aninhos sentou a porrada na "tia".

Até então, o povo Tupiniquim já está acostumado em ver professores sendo agredidos por alunos sem noção, sem educação, drogados ou simplesmente bandidos. 

Mas, todos protegidos pelo ECA, pela esquerda do quanto pior melhor que desconstrói a sociedade à cada dia ou pelas bandeiras do politicamente correto que assola este país.
Teremos uma ou duas gerações de zumbis, inúteis, agressivos, desempregados, presos ou mortos.

O PT ficou 14 anos no poder e a juventude que cresceu na era PT está nas piores condições sociais que se tem conhecimento, são legiões de jovens basicamente burros que não estudam nem trabalham, que vivem nas esquinas dos bairros mais periféricos usando drogas, planejando pequenos crimes para garantir a grana do final de semana ou o tênis de marca. Quem sabe uma motocicleta de alta cilindrada para pagar de bonzão no baile funk da cumunidadje..

Infelizmente os anos de democracia e ainda mais nos quatro mandatos do PT a implosão da educação pública foi sistemática.

Passei minha vida de estudante até a universidade na época dos governos militares, as escolas públicas eram outras, a responsabilidade dos professores com o ensino e as cobranças da família nos faziam andar na linha. Certo que uma ou outra vez algum "apronto" na escola chegava a dar uma suspensão e uns cascudos mais doloridos dos pais. Mas nada que nos transformasse em monstros, o respeito estava intrínseco na vida de qualquer moleque da época. 
E se não tivesse um comportamento civilizado e educado, o pau comia na casa da Noca..

Usávamos uniforme, cantávamos o hino nacional com o hasteamento da bandeira TODAS as manhãs e acima de tudo, tínhamos professores comprometidos com a educação, nada dessa militontância vermelho modinha onde todo professor TEM que ser de esquerda e tem por obrigação doutrinar safadamente a molecada.

O que aconteceu com a professora de Santa Catarina é injustificável do ponto de vista de civilidade, porém no ponto de vista ideológico...Foi muito pouco tinha que ter fechado o outro olho também...

O que não dá é ver que a agredida que se vitimizou até umas horas é ferrenha defensora da esquerda, militante e doutrinadora. 

As postagens da madama no FACKEBOOK são de uma idiotia destrambelhada, apoiou a tele guiada que deu ovada no Bolsonaro, literalmente mandou todos que foram a favor do impeachment da Jumenta irem tomar no cu entre outras pérolas.

Deu entrevista em rádio e quando o repórter colocou um pouco de pressão na vermelhóide ela partiu para o que um esquerdista faz de melhor, desconversa e sai chamando de neo nazista.

Bem, o que é estranho é que a professora foi dar queixa de agressão numa delegacia de polícia fascista, opressora e truculenta, dá para acreditar? Pois é...

Espero que a polícia prenda o meliante mirim e Maria Louca do Rosário saia cacarejando em favor do jovenzinho vítima da sociedade repressora e elite burguesa dozóio azul. Ou será que não?

E expulsar o aluno da escola vai contra tudo que a esquerda prega, o feitiço vai fazendo sua parte na hora de cobrar os feiticeiros.

A agressão sobre a doutrinadora só prova que o monstro criado pela esquerda e por políticas afirmativas vai fazendo suas vítimas, umas diretamente no caso das porradas levadas na cara pela doutrinadora ou a médio e longo prazo pela sociedade que vai amargar umas duas gerações de idiotas completos vagando pelas cidades em busca do nada e porra nenhuma.

O que sei é que pela postura política e militonta da doutrinadora, o festival de catiripapos foi o mínimo que poderia acontecer.

O plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória.
E no mais


01 de outubro de 2017
o mascate

UM PAÍS ENGESSADO POR BOAS INTENÇÕES

A irracionalidade do Orçamento é conhecida há muito tempo e resulta em grande parte das boas intenções dos constituintes de 1988

Campeão da dívida pública entre os maiores emergentes, o Brasil caminha para o desastre, se o governo continuar sem meios legais e políticos para conter a degradação de suas contas. A dívida bruta do governo geral bateu em R$ 4,77 trilhões em agosto. Isso equivale a quase um quarto (73,7%) do produto interno bruto (PIB), o valor dos bens e serviços finais produzidos em um ano. Os brasileiros teriam de trabalhar quase nove meses, sem nada consumir, se fosse preciso pagar de uma vez o estoque de papagaios emitidos pelo setor público. A expressão governo geral indica as administrações da União, dos Estados e dos municípios, mas a maior parte do problema é do poder central. Na média, a dívida bruta dos governos, no mundo emergente, continua na vizinhança de 50% do PIB. No mundo rico há Tesouros muito mais endividados, mas sua classificação de risco é muito melhor que a do Brasil e a rolagem de seus compromissos é feita com juros muito baixos – até negativos, em alguns casos.

Conter o endividamento público é um dos objetivos centrais da estratégia econômica inaugurada em Brasília no ano passado. Mas o peso da dívida crescerá ainda por alguns anos, pelo menos até 2022, se o esforço de ajustes e reformas continuar mais ou menos de acordo com os planos. A recuperação da economia, iniciada neste ano, também ajudará, proporcionando maior arrecadação de impostos e contribuições. Isso já ocorre. Todos os tributos federais baseados em produção, consumo, importação e renda geraram em agosto receita maior que a de um ano antes, descontada a inflação. Reforçada também por alguns itens extraordinários, essa arrecadação superou por 17,7% a de agosto de 2016.

Mas seria imprudente depender apenas da arrecadação e do controle das chamadas despesas discricionárias para consertar as contas federais. O Orçamento é pouco flexível e tornou-se mais engessado com a expansão dos gastos obrigatórios, como a folha salarial dos servidores. A irracionalidade do Orçamento é conhecida há muito tempo e resulta em grande parte das boas intenções dos constituintes de 1988.

A essas boas intenções outras se acrescentaram nos anos seguintes, graças ao trabalho de legisladores pouco preocupados com a aritmética, com a limitação física de recursos e, afinal, com a eficácia das políticas públicas.

O excesso de vinculações é uma consequência dessa farra legislativa. Se vinculações funcionassem, educação e saúde seriam muito melhores, no Brasil, do que têm sido nos últimos anos. Mas verbas carimbadas normalmente produzem efeitos muito diferentes: dispensam os ministérios de produzir bons planos e projetos, facilitam a corrupção e resultam, com frequência, em ações improvisadas para o mero cumprimento, no fim de cada ano, da obrigação de gastar. Se é preciso fechar a conta, pintem-se muros de escola, mesmo sem necessidade, ou se comprem ambulâncias, talvez com a ajuda de um superfaturamento. Não são exemplos fictícios.

Vinculações impedem ou dificultam a revisão periódica de prioridades, desestimulam o bom planejamento e ocasionam enormes desperdícios. No limite, a boa administração dependeria de uma revisão frequente de todas as contas e de todas as linhas de ação, mas o orçamento de base zero tem sido, na prática, apenas um ideal. Sem poder alcançá-lo, as administrações deveriam pelo menos operar com flexibilidade suficiente para se adaptar a novos objetivos, enfrentar com eficiência problemas conjunturais e obter um alto retorno de cada real aplicado. Mas a rigidez orçamentária provém também de outras causas.

No Brasil, a maior parte dos gastos obrigatórios é formada por dois grandes itens, os benefícios previdenciários e a folha de salários e encargos. Neste ano, a despesa do governo central, a preços de agosto, chegou a R$ 819,20 bilhões. A soma daqueles dois itens correspondeu a R$ 536,58 bilhões, quase dois terços do total. A Previdência pagou R$ 349,71 bilhões e a folha de pessoal e encargos consumiu R$ 186,87 bilhões. Os demais gastos obrigatórios totalizaram R$ 131,86 bilhões.

Mesmo com a economia em crescimento, as despesas incontornáveis cresceram mais velozmente que a receita líquida até 2014, quando a relação entre as duas grandezas chegou a 85,4%. A situação piorou nos anos seguintes. Em 2016 aqueles gastos corresponderam a 101,3% da receita. Nos 12 meses até agosto deste ano a proporção atingiu 104%.

Mesmo com a recuperação econômica e uma expansão mais veloz dos negócios, o quadro deverá piorar nos próximos anos. O PIB deve aumentar 0,7% em 2017 e 2,6% em 2018, segundo as novas projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), pouco mais otimistas que as do mercado. As despesas obrigatórias, principalmente da Previdência, continuarão sufocando as finanças públicas e, como consequência, dificultando o avanço da produção e da criação de empregos.

Ao lado de um esforço continuado para ajustar o Orçamento, reformas serão indispensáveis para a reconstrução da economia nacional. A da Previdência é a mais urgente, como indicam as projeções de especialistas em finanças públicas – ignoradas ou menosprezadas por boa parte dos congressistas. Mas outras mudanças também serão necessárias tanto para a melhora das condições fiscais quanto para o aumento da eficiência econômica. É preciso cuidar de uma ampla revisão tributária e pensar na reestruturação do Orçamento.

Num país aberto a debates sérios e consequentes, esse conjunto de temas teria destaque na campanha eleitoral do próximo ano. Mas é difícil, neste momento, admitir essa possibilidade. Parece mais provável a predominância de candidatos prometendo gastança, protecionismo comercial, juros baixos e criação de empregos a partir do nada. Se o Brasil, em seguida, recair na crise, a culpa terá sido de quem tentou promover o ajuste.


01 de outubro de 2017
Rolf Kuntz, Estadão

A ESQUERDA QUER DESMORALIZAR A FAMÍLIA E A SOCIEDADE




O estrago que a mentalidade revolucionária causa na sociedade é imensurável e, muitas vezes, irreversível.
A cínica nota do MAM sobre o degradante incentivo à uma criança tocar um homem nu sob o pretexto de que a "perfomance" não tem nada de erótico é, já pelo título da mesma, desmontada imediatamente. " La Bête" é o título de um famoso filme erótico francês da década de 70 e tanto o curador do Museu quanto o autor daquela aberração devem, ou deveriam, saber disso.
Também sabem que estão usando de forma leviana a obra " Bicho", de Lygia Clarck, para justificarem o crime ( vou repetir pois é inacreditável ) de incentivarem uma criança a tocar um homem completamente nu.
Entre a obra de Clarck citada e bulir num humano pelado há um abismo de diferença que nem o maior esforço possível de relativização será capaz de desfazer. O fato do pelado estar segurando um origami não é o suficiente para dizer que é uma releitura da instalação do final da década de 60. Também sabem disso, repito.

Mas para a mente revolucionária nada disso importa.
Nem a lógica, nem os fatos e muito menos as consequências de seus atos.
Então, cabe a nós resistirmos à essa fúria impiedosa que avança, a passos largos, rumo à destruição da Civilização e de todos os seus valores.

A propósito, o Conselho Tutelar já notificou a mãe da criança e o Museu?
É urgente que o faça.
A degradação e o horror nadam de braçada.


01 de outubro de 2017
·Texto por Michele Prado

A ARTE QUE A ESQUERDA QUER DIFUNDIR: ATÉ QUANDO A SOCIEDADE PERMITIRÁ?





SEJAMOS HONESTOS: ISTO É ARTE???

Leiamos o texto de Adriano Soares da Costa :

A pedofilia começa com a naturalização de certas "expressões artísticas". E como há pais cretinos que se deixam intimidar pelo politicamente correto e querem, por autoafirmação, se mostrar "descolados", "cool"!!!! Veja aí o que é arte!!! A foto... a genitália do "artista" para que você... veja o ato libidinoso, porém as crianças podem ver o cara nu normalmente...
...
Isso aí: tudo é cultural, tudo pode ser ressignificado, tudo pode ser aceito...
A pedofilia será o próximo passo a ser naturalizado. Já começou. Daqui a pouco a Rede Globo lança uma propaganda com o nome "RESPEITO", mandando que você aceite a pedofilia como expressão do amor...


01 de outubro de 2017
in a direita brasileira em ação

RÚSSIA: UMA ECONOMIA "AFRICANA" QUE SONHA COM A URSS DEITADA SOBRE 7000 BOMBAS ATÔMICAS

Alimentação insuficiente e abuso de álcool diminuiu a expectativa de vida

Segundo avaliação do jornal espanhol“El Mundo”, a Rússia é uma superpotência militar com uma economia terceiro-mundista.
A Rússia está muito aquém da Espanha, pois tem o mesmo PIB (Produto Interior Bruto) e o triplo de população. Em outros termos, a renda per capita russa é um terço da espanhola.
Mais ainda, o PIB nominal per capita do Brasil – US$ 11.387 – está acima do russo: US$ 9.054. (Fonte: Brasil, Wikipedia; Rússia, Wikipedia).
Como as perspectivas econômicas russas são as piores, o jornal lhe aplica pejorativamente o carimbo de “país do Terceiro Mundo”.
Exporta petróleo, gás natural e mais algumas matérias-primas, mas tem que importar todo o resto, porque não produz quase nada. É o esquema de uma economia de país pobre, diz o jornal.
A exceção são as exportações de material militar, em grande parte destinadas a antigos clientes da União Soviética, cujos exércitos só conhecem o armamento russo.
Mas esses compradores são cada vez menos confiáveis e se interessam sempre menos pelas antigualhas russas malgrado as melhorias cosméticas.
A expectativa média de vida na Rússia (62-77 anos para os homens) é mais baixa que a da Bolívia (67-91 anos), com a diferença de que a população boliviana cresce dinamicamente, enquanto a russa diminui.
A perspectiva russa, segundo a ONU, é de 24 milhões de habitantes a menos em 2100, enquanto a perspectiva da população boliviana nessa data beira um aumento aproximado de 600%. Confira: World Population Prospects

Entrementes, não se entende por que a comunidade internacional ainda aceita a Rússia como uma grande potência econômica.
Só uma esclerosada visão da realidade russa poderia explicar essa crença, talvez influenciada por uma simpatia ideológica atávica ou alguma saudade do socialismo da URSS que continua sob Putin.
Se Moscou influencia hoje o mundo é por causa do fascínio psicológico do sonho da URSS.
Ele se perpetua no Ocidente, ainda governado por partidos socialistas e manipulado por uma mídia cujos grandes títulos vão se fechando um a um porque descolados das respectivas opiniões públicas.
Outro dos poucos índices de grandeza que a Rússia ainda exibe é o mastodôntico aparato de defesa, espionagem, repressão e segurança em que Vladimir Putin fez carreira, e sem o qual o dono do Kremlin não duraria muito.
Fora disso, praticamente nada, martela “El Mundo”. A economia está militarizada, as receitas do país são etéreas como o gás que exporta e se evaporaram com a queda da cotação internacional do petróleo.
Talvez fosse mais apropriado comparar os dados macroeconômicos russos com certas economias africanas em vias de desenvolvimento – embora a Rússia não forneça muitos sinais de crescimento –, armadas até os dentes, com um ditador ferozmente agarrado ao poder e em pé de beligerância contra os vizinhos de etnia (de ideologia, no caso russo) diferente.
O míssil Iskander (SS-26 para a NATO) de curto alcance pode levar cabeças nucleares.A Rússia gasta desproporcionalmente em armas

Eriçada de nacionalismo anticapitalista e antiocidental, amargurada pelo fracasso da utopia de domínio universal soviético e com uma economia humilhantemente depauperada, a Rússia – que detém 7.000 bombas atômicas – é claramente um perigo, observa “El Mundo”.
Esse é um coquetel de fatores, por certo nada atraente, que explicaria a crença na Rússia-potência: um efeito do medo.
O jeito certo seria reformar a economia para sair da decadência. Mas para o Kremlin isso equivale a reconhecer que não é grande potência.
Se Moscou adequar suas forças armadas às dimensões reais do país, a ideologia oficial e o modelo econômico ainda sovietizado não seriam mais sustentáveis.
Com a cornucópia petrolífera, Vladimir Putin tentou que a Rússia crescesse anualmente 4% a 6%.
Hiper-nacionalista, saudosista da URSS, admirador de Stalin,acuado pela crise econômica, Putin dispõe de 7.000 bombas atômicas.

A alta cotação internacional do petróleo engrossou as caixas do Estado e alimentou uma fabulosa corrupção em todos os níveis. O país vivia de importados até que a bolha furou.
O Estado distribuia indústrias em concessões e/ou monopólios para uma Nomenklatura de privilegiados oriundos unicamente do entorno de Vladimir Putin, que durarão em função de sua fidelidade ao líder e temerão sempre cair em desgraça.
Com os ingressos rareando, o presidente e sua Nomenklatura seguiram esbanjado para manter cidades e instalações pesadas antieconômicas da era soviética para alimentar altas percentagens de popularidade.
Mas agora a torneira fechou, o petroestado ficou com a roupa do corpo.
Os capitais de estrangeiros e de magnatas putinistas levantaram voo, a moeda nacional espatifou-se, a invasão da Ucrânia cerceou ainda mais as entradas e multiplicou as despesas.
Eis a Rússia, empobrecida, humilhada, acuada e agressiva.
No fim, só resta o nacionalismo saudosista da URSS e 7.000 bombas atômicas.
Para o Ocidente, que acreditou na “queda do comunismo”, sobrou um pesadelo ameaçador.
E ele é chefiado por um coronel formado na KGB, admirador de Stalin e disposto a tudo para restaurar a grandeza material do império dos sovietes.



01 de outubro de 2017
Luis Dufaur, Escritor, jornalista,conferencista depolítica internacional,do IPCO,webmaster de diversos blogs

REVELANDO A MÁQUINA INFERNAL DO ESTADO PROFUNDO EM CONLUIO COM A GRANDE MÍDIA PARA CONTINUAR ESPOLIANDO O POVO



A Operação Lava Jato mais do que flagrar e punir os envolvidos na maior teia de corrupção e roubalheiras que levou o Brasil ao fundo do poço tem ainda um mérito muito especial que é revelar a existência do pérfido "Estado paralelo" que nos Estados Unidos é conceituado como "deep state" ou "Estado profundo".

Trata-se da máquina burocrática que age nas sombras e da qual se valeu o PT logo após alçar o poder. Aliás, não apenas se utilizou deste esquema mas o ampliou enormemente por meio do "aparelhamento" de todas as instâncias estatais. Sintetizando: o "Estado paralelo" é constituído pelos membros do governo não eleitos.

É num caso de crise aguda como se vive agora no Brasil que se tem a oportunidade de verificar a ação deletéria desse "estado profundo". Seus agentes tratam de impedir o desmantelamento do esquema e a arma mais poderosa para evitar que isso aconteça é a "guerrilha midiática", ou seja, a manipulação da informação por meio dos veículos midiáticos, a denominada "grande mídia".

Quando as pessoas comentam que certas coisas que acontecem são inacreditáveis tem-se aí a prova de que os agentes do "Estado profundo" estão em ação no sentido de evitar que uma verdade "incômoda" venha à tona.

Os agentes desse "Estado profundo" estão em permanente articulação com os jornalistas da grande mídia e usam todos os poderes do Estado no sentido de manter incólumes seus interesses particulares ou, ainda, agem de forma a atender, face a mútuo interesse, seus amigos dos poderosos grupos políticos e econômicos.

Quanto mais surrealista pareça o noticiário da grande mídia mais se evidenciam as ações do "Estado profundo".

Feita esta rápida digressão passo a transcrever logo abaixo uma excelente matéria do site Epoch Times, assinada por Joshua Philipp sobre a ação do "Estado profundo", ou "deep state", como é designado esse fenômeno nos Estados Unidos. Aliás fruto de intenso debate após a posse do Presidente Donald Trump, já que o homem do topete louro chegou ao poder da Nação mais poderosa do mundo decidido a desmontar esse esquema diabólico que prejudica justamente as classes espremidas na base da pirâmide social.

Portanto, vale muito a pena ler esta matéria do Epoch Times, pois que ajuda a entender como funciona o "Estado profundo", mormente nos momentos de crise como se vive agora no Brasil. E, a exemplo dos Estados Unidos, o Brasil tem também seu "Estado profundo", constituído por uma miríade de burocratas que conspiram contra os interesses da Nação. Por isso esta matéria, embora referente aos Estados Unidos, serve muito bem para explicar esse "Estado paralelo", que, guardada as proporções, opera no Brasil e foi turbinado desde o primeiro dia em que Lula e seus sequazes chegaram ao poder. Chamo a atenção também ao fato do Brasil possuir, segundo reportagem do site Bloomberg, 151 empresas estatais que consomem anualmente R$ 1,2 trilhão dos cofres públicos, conforme postagem aqui no blog.

São matérias deste naipe que jamais são veiculadas pela grande mídia e isto constitui a prova cabal de que a própria dita "mainstream media" e seus jornalistas de aluguel, constituem a mais poderosa ferramenta para manter intacta essa teia infernal de interesses particulares revestidos de interesse público nacional. Leiam:




MÍDIA & ESTADO PARALELO

Um grupo de membros não eleitos em vários ramos do governo dos EUA faz uso de agências de inteligência, de funcionários públicos em cargos importantes e de uma rede de fundações e ONGs, para construir um governo alternativo corrupto, que não responde aos eleitores norte-americanos.
Este grupo é popularmente conhecido como ‘Estado paralelo’ (deep state, em inglês). A ONG apartidária de fiscalização Judicial Watch publicou, recentemente, um relatório de 64 páginas, detalhando algumas das atividades ilegais do Estado paralelo, bem como uma série de ações judiciais que o Judicial Watch apresentou contra ele.

“As ações do Estado paralelo constituem um desafio direto ao nosso governo republicano”, Tom Fitton, presidente do Judicial Watch, disse no relatório.
O relatório afirma que o Estado paralelo não é monolítico, mas é formado por pessoas que compartilham uma “mesma mentalidade e visão de mundo” e que, em conjunto, utilizam-se de um sistema de “sigilo, vigilância e subterfúgio”, para levar adiante seus objetivos, enquanto evitam o escrutínio público e legal.

Enquanto isso, o grupo parece aproveitar-se de, e até mesmo agir em conluio, com grandes veículos de mídia, para “vazar” informações que possam favorecer os seus objetivos.
O relatório afirma que “a indústria midiática dos EUA opera, na prática, como o braço de propaganda e a correia de transmissão do Estado paralelo”.

Ele cita um artigo de 2013 de James George Jatras, ex-oficial do Serviço Estrangeiro do Departamento de Estado e analista e conselheiro de políticas do Congresso, no qual se diz que “a imprensa norte-americana opera cada vez mais em conjunto com o establishment político bipartidário em Washington”.

Através dessa união entre o Estado paralelo e os principais veículos de comunicação, o grupo é capaz de criar narrativas ao fornecer informações “vazadas”, sob o manto de “fontes governamentais” anônimas.

Jatras escreveu que fazem parte do Estado paralelo “elementos dos três poderes do governo dos EUA (especialmente militares, da inteligência e do setor financeiro), do setor privado (da indústria financeira, empreiteiras e do setor de tecnologia da informação), think tanks, ONGs, o Demintern, ambos os partidos políticos, agentes de campanha e um exército de lobbystas e profissionais de relações-públicas.



SUBVERSÃO POLÍTICA

O Estado paralelo muitas vezes trabalha através de métodos sutis e prestidigitação, afirma o relatório, no entanto às vezes trabalha mais às claras, para apoiar ou se opor ao governo em exercício. Documentos demonstram, principalmente, que o Estado paralelo trabalhou em estreita colaboração com o governo Obama, que “armou a burocracia permanente da Receita Federal, do FBI e de outras agências de inteligência e de regulação, contra o povo americano e contra os inimigos políticos” do governo e do Estado paralelo.

O relatório afirma que o “Estado paralelo é mais pérfido do que o mero partidarismo, e mais perigoso também, porque é permanente. Enquanto os presidentes e os membros do Congresso vão e vêm, o Estado paralelo é perene, crescendo cada vez mais – e cada vez mais predatório”.
Nos últimos meses, esse grupo passou a mirar, com intensidade, o Presidente Donald Trump, que jurou “drenar o pântano”, e por isso está eliminando os principais programas a que esses funcionários não-eleitos estão vinculados.

Assim, em um lance para proteger seus empregos e seus interesses, Fitton afirma que esses burocratas do Estado paralelo utilizaram-se dos serviços de inteligência e de agências policiais, para empenhar-se em “ações subversivas” destinadas a deslegitimar Trump e “fazer com que o povo americano perca a fé em seu presidente”, visando a destituí-lo do cargo.

O relatório afirma também que, no entanto, “o funcionamento do Estado paralelo não é uma conspiração organizada e meticulosa”, com uma autoridade central conhecida, ou uma localização central. Em vez disso, o grupo segue a agenda de políticos, burocratas e empreiteiras que “frequentam os mesmos e invariáveis círculos da elite”.

Entre aqueles que estão à frente do grupo estão comissionados, funcionários públicos de carreira e terceirizados. O relatório caracteriza o Estado paralelo como uma “doença sistêmica, causada por células rebeldes que estão em metástase, replicando-se para atender seus próprios interesses e sua sobrevivência”.

“Não importa qual partido controla o Congresso. E também não importa a vontade do povo americano. Não importa quem esteja no poder, esse grupo é quem exerce o controle”, afirma o relatório.

“Os operadores que ocupam e manipulam o Estado Paralelo exigem um governo ativista e intervencionista, tanto internamente, quanto internacionalmente. Principalmente, a visão de mundo deles rejeita as crenças e valores da maioria dos patriotas americanos”.

ADMINISTRAÇÃO CORRUPTA

O relatório expõe quatro núcleos desse sistema e detalha uma série de processos judiciais e as informações que a ONG revelou em cada um deles.
Um dos núcleos envolve laços entre a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) e a Soros Open Society Foundations. Em dois processos judiciais, a Judicial Watch revelou que “dinheiro do contribuinte foi canalizado, através da USAID, para desestabilizar e derrubar governos democraticamente eleitos na Macedônia e na Albânia”.

Quando a Judicial Watch entrou com o segundo processo judicial para revelar essas conexões, Fitton diz que eles estavam investigando um “escândalo do governo Obama que estava desviando dinheiro de impostos, para as operações de Soros na Europa”.

Posteriormente, descobriram que, através desses laços, os contribuintes norte-americanos estavam, involuntariamente, pagando à Soros Open Society Foundations, para estabelecer e financiar dezenas de ONGs de esquerda na Macedônia, visando “derrubar o governo conservador”. Esses grupos estavam, por sua vez, coordenando movimentos de jovens para “organizar protestos violentos, objetivando minar as instituições e as políticas públicas do governo”.

Outro núcleo opera através da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). A Judicial Watch revelou, através de outros três processos judiciais, os esforços dos agentes da EPA em esconder, do público e do governo, certas informações; em justificar, com relatórios falsificados, políticas públicas do governo Obama; e em ilegalmente “propagar informação distorcida para o povo americano”.

O relatório cita também um artigo do website Politico, de 02 de fevereiro, afirmando que funcionários públicos da EPA, do Ministério das Relações Exteriores, do Departamento do Trabalho e de outros lugares estavam usando o programa Signal, aplicativo de comunicação criptografada, para criar uma rede dentro da esfera pública, visando a trabalhar contra o governo Trump.

Através de processos judiciais e investigações, a Judicial Watch descobriu que a EPA tem retido ou falhado em fornecer informações importantes que, por lei, deveriam estar disponíveis ao público. O relatório cita um artigo de 20 de setembro de 2016 do Energy and Environment Legal Institute (Instituto Legal de Energia e Meio-Ambiente), afirmando que, durante o governo Obama, era “prática comum” realocar, “para contas de e-mail não oficiais”, “algumas correspondências selecionadas sobre assuntos relacionados ao EPA”.

Um terceiro núcleo do Estado paralelo foi tornado público, quando a Judicial Watch ajuizou quatro processos judiciais contra a Receita Federal (IRS, na sigla em inglês), revelando que o governo Obama usou a IRS para atingir inimigos políticos; bem como uma “aliança ilegal entre o IRS e outras agências do governo, como Departamento de Justiça, o FBI, Departamento de Saúde e de Recursos Humanos”, para espionar cidadãos americanos e fabricar propaganda visando a difamá-los.

O quarto núcleo foi exposto através de seis ações judiciais contra a comunidade de inteligência e policial, que revelaram o monitoramento ilegal de cidadãos americanos, e a politização de agências de espionagem para atacar o governo Trump.



TRANSPARÊNCIA É ESSENCIAL

As atividades do Estado paralelo provavelmente não resistiriam à luz do dia, por isso o relatório da Judicial Watch pressiona Trump para fazer uso de seus poderes presidenciais e começar a desclassificar documentos que expõem as atividades do grupo.

O relatório aponta que o governo Obama parece ter se unido profundamente com esses poderes não eleitos, e, através de políticas e ordens executivas, estabeleceram diretrizes políticas secretas que funcionam como um “véu” sobre suas atividades. Muitas dessas coisas ainda estão em vigor, o relatório afirma, acrescentando que “ess'Eas políticas secretas parecem ter entrado no piloto automático, no governo Trump”.

No entanto, a solução para esse problema talvez já tenha começado. O relatório aponta que “The Freedom Information Act permite ao Poder Executivo divulgar discricionariamente” documentos, e isso permitiria ao governo Trump expor os crimes do Estado paralelo.

Chris Farrell, diretor de investigação da Judicial Watch, afirma no relatório que o “Presidente Trump e os secretários de seu gabinete podem divulgar o que eles quiserem – sempre que assim desejarem. Eles podem exercer o poder discricionário de liberar documentos que são de interesse do público em geral e da imprensa, sobre questões políticas e/ou operações importantes do governo federal”.
Farrell acrescenta que “Divulgar discricionariamente não custa mais do que o movimento de uma caneta”. Do site Epoch Times

01 de outubro de 2017
in aluizio amorim

STF LUTA ARDUAMENTE PARA LIBERTAR O MAIOR ESTUPRADOR DO BRASIL


O furor piroquento turco-fenício para foder o Brasil é absoluto, ilimitado e bem conhecido. 
Começa pelo vampirão que ocupa a presidência e suga taciturno, silencioso, mas com seriedade, as propinas que seu partido canaliza há décadas. 
Continua com o planejamento central haddadiano que norteia o assalto ao Brasil promovido pelo PT e seus puxadinhos, como o PCdoB de Jandira, sob a sombra dos laranjais de Bumlai. 
Tem sua execução terceirizada nas mãos competentes de Maluf, Kassab, Richa e Alckmin operando com empresas de porta de cadeia de gente como Schahin. 
O esquema termina nas lavanderias industrias da corrupção de Yousseff e Assad. 
A frenética gulosidade dos turco-fenícios tem sua encarnação priápica mais fiel na figura do estuprador Abdelmassih. 
Após realizar detalhados exames proctológicos, ele conquistou um verdadeiro fã clube de apreciadores de sua nobre arte entre os supremos filhosdaputa.


01 de outubro de 2017
in selva bbrasilis

FORTUNAS LÍCITAS E ILÍCITAS

Escrevo com o propósito de tentar demonstrar a extensão da roubalheira a que estamos submetidos como cidadãos brasileiros, sem que a maioria da população se dê conta disso.



A alguns dias, em 27 Set 17, morreu Hugh Hefner, o criador da revista Playboye suas coelhinhas. Mesmo quem tenha restrições ao seu “estilo de vida” deve reconhecer que ele trabalhou, construiu um império representado por seu palácio luxuoso, cassinos, cabarés, publicações e suas colaboradoras — quase todas bem-sucedidas na vida profissional de modelo. A par disso, enriqueceu; viveu bem; e morreu como muitos gos
tariam — em um leito luxuoso, acompanhado por uma mulher 35 anos mais jovem. 

Seu sucesso iniciou quando eu sequer havia dado meus primeiros passos. Assim,eu tenho motivos para afirmar que a vida dele foi muito melhor sucedida que a minha, mesmo que tenhamos restrições a suas ações devido a crenças, cultura, hábitos ou de qualquer outro tipo — que podemos resumir na palavra "inveja" (mesmo aquela sem despeito ou rancor). Antes de prosseguir, quero deixar bem claro que não sou infeliz com a vida e a família que tenho nem com a profissão que exerci e que me proporcionou tudo o que tenho e me faz feliz.
Mas a vida de Hugh Hefner me parece que foi bem mais interessante que a minha. E tenho que concordar com um sujeito da televisão que imaginou o falecido chegando ao Paraíso Celeste e sendo recebido por São Pedro que lhe diz: "Acho que vais achar isto aqui um pouco monótono!" 

Do noticiário sobre a morte dele, me chamou a atenção o fato de que, por ter sofrido alguns revezes financeiros, tenha deixado uma herança estimada em 50 milhões de dólares a ser repartida entre sua última esposa e três filhos, que teve com esposas anteriores. 
Isto representa cerca de 12,5 milhões de dólares para cada herdeiro. É bastante dinheiro!

Temos, então, que um sujeito de vida invejável a tenha terminado com um saldo financeiro de 50 milhões de dólares. Faço questão de repetir, para que esse valor seja memorizado por quem me dá o honroso privilégio de ler o que escrevo.

Feita a referência, vamos falar sério. Gosto de comparar fatos que, na aparência nada tem em comum. Por isso citei o falecido norte-americano.
Lembremos que faz pouco tempo, encontraram 51 milhões de reais “perdidos” em um apartamento emprestado a um canalha, velho conhecido dos que acompanham as costumeiras putarias do que denominamos política brasileira. 

Ou seja, considerando o atual valor cambial de um dólar valendo pouco mais de três reais, um grandessíssimo fiádaputa — mantido a bastante tempo em cargos públicos, que por si só pagam vencimentos e regalias já fabulosos, graças a boa parte dos eleitores baianos — mantinha escondido dinheiro provavelmente obtido de forma ilegal, no valor de cerca de um terço do que foi adquirido em toda uma vida de trabalho de um “magnata” norte-americano.

Lembremos outro fato. O ladrão Paulo Roberto Costa, pego com a boca na botija em algumas das muitas roubalheiras praticadas contra a Petrobras, dentre outras ações que deveriam envergonhá-lo, ofereceu devolver 100 milhões de dólares roubados que se encontravam depositados no exterior. 

Aqui, abro um parêntese. Se esse outro fiádaputa se dispôs a devolver 100 milhões de dólares, suspeito que foi no intuito de agir como alguns pássaros que cantam longe de seus ninhos para enganar predadores de ovos. 
Os 100 milhões entregues, acredito, devem ter servido para desviar a atenção de outras centenas de milhões "preservados" para um futuro não muito longínquo. Afinal, temos leis cretinas feitas por legisladores desonestos e aplicadas por juízes e ministros de tribunais superiores lenientes permitindo as progressões de penas que logo se transformam em verdadeiros indultos. 

Temos, assim, um outro canalha — apenas UM dos muitos envolvidos na pilhagem praticada contra aquela empresa que diziam ser dos brasileiros — que mantinha uma pequena conta bancária no exterior com um saldo que era o dobro do que o pobre “explorador” das coelhinhas amealhou trabalhando toda uma vida.

Poderia citar um grande número de casos similares, mas serviria só para enojar a quem me dá a honra de sua atenção.
Fico por aqui, lembrando um fato ocorrido comigo há pouco menos de vinte anos em Bogotá, Colômbia. 
Em uma reunião social com diplomatas, fui abordado por um russo que já havia ultrapassado um pouco o limite de segurança de teor alcoólico. 
Ao saber que sou brasileiro aproximou-se e alegando ter servido em Angola onde aprendeu um pouco do nosso idioma disse preferir falar errado em português do que em espanhol, idioma que lhe parecia mais difícil. 

Resumindo a conversa, que derivou sobre notícias internacionais, pensei que o russo estava tentando escarnecer-me ao citar que notícias sobre o Brasil, quando aparecem no noticiário exterior quase sempre tratam de grandes roubos e desfalques. 
Minha irritação se dissipou quando ele complementou dizendo amar o Brasil por sua riqueza, concluindo que sua pátria, a extinta URSS — “segunda potência mundial, quase primeira”, em suas palavras — em função da corrupção, que aparentemente não alcançaria dez por cento do que ocorre no Brasil, foi parar na lata do lixo terrestre, com sua sociedade na miséria e a criminalidade se impondo como forma de sobrevivência do povo em geral.
Fiquei com pena do russo. E lhe dou plena razão, ao mesmo tempo em que me pergunto: até quando nosso povo vai continuar “deitado em berço esplêndido”, brigando e matando por paixões futebolísticas, ao mesmo tempo em que pouco realmente se manifesta sobre a verdadeira “zelite” brasileira (maus políticos, aliados a maus empresários monopolistas e maus banqueiros que compram o povo com migalhas do que roubam descaradamente) que se mantém espoliando esta que deveria ser uma das maiores — senão a maior — potência mundial, devido a suas riquezas naturais?

Até quando continuaremos acreditando nessa mentira deslavada de que empresas estatais são "patrimônio do povo" e assim devem ser preservadas, sem buscar nos informarmos a respeito do que essas empresas tem nos oferecido como sociedade? Essas empresas servem ao povo ou a políticos indecentes e funcionários aproveitadores?


Até quando continuaremos, aceitando o revezamento no poder de quadrilhas que destroem o Brasil com a conivência de boa parcela da população que se deixa iludir por "salvadores da pátria" e se omite nos momentos de decisão, entregando seu futuro e de seus filhos nas mãos de canalhas como o Cachaceiro Mentiroso e seus quadrilheiros — com destaque para a senhora apelidada de "Amante" nas planilhas da corrupção, a mesma cujo marido é réu em processos de fraudes em empréstimos consignados para funcionários públicos e aposentados — que ora invadem as salas de nossas casas afirmando que "tiraram 35 milhões da miséria", e não falam nada sobre os bilhões que tiraram da "res-pública".
Até quando continuaremos aceitando que nos façam de idiotas enquanto nos fazem acreditar que somos os mais malandros do mundo??



01 de outubro de 2017
mujahdin cucaracha

COM LULA PRESTES A SER PRESO POR OBSTRUÇÃO À JUSTIÇA, GLEISI GARANTE QUE "CANDIDATURA É IRREVERSÍVEL"



A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, continua impermeável à dura realidade que chacoalha a legenda. Com Lula flagrado em atos de obstrução à Justiça ao forjar recibos de aluguel do apartamento em São Bernardo do Campo, no Grande ABC, a senadora insiste na tese de que a candidatura do ex-metalúrgico à Presidência da República é “irrevogável e irreversível”.

A declaração foi dada na abertura do Seminário do Fórum PT Amazônia, na noite de quinta-feira (28), em Santarém (PA). Estapafúrdia, a afirmação mostra que Gleisi parece acreditar que o astro-rei não desponta no horizonte sem a intervenção de Lula.

“Vai ser um escândalo internacional uma eleição sem Lula, a maior liderança do Brasil dos últimos tempos. E temos precedentes de pessoas condenadas em segunda instância e que foram liberadas para fazer campanha. Vamos lutar para garantir nosso candidato”, afirmou a delirante Gleisi Helena.

A parlamentar paranaense fez uma análise de conjuntura, sempre focada em delírios. No evento, Gleisi destacou o momento político pelo qual o Brasil passa, com a crise econômica e política, as ações do “governo golpista” de Michel Temer voltadas apenas “para o andar de cima”, o desmonte do Estado e a criminalização da esquerda encabeçada pela Operação Lava Jato.

“Estamos em uma das fases mais perversas do capitalismo no pós-guerra, que é a fase do acumular, acumular, acumular. Vemos isso claramente no Brasil na forma como estamos sendo governados, porque na crise, o capital mostra sua face mais perversa”.

Aparentemente, Gleisi esqueceu que o PT e seus empresários de estimação nada mais fizeram durante o período em que a legenda esteve no poder, a não ser ‘acumular, acumular, acumular’ dinheiro público em contas privadas.

Sobre os supostos retrocessos, a presidente do PT destacou que há um verdadeiro desmonte do Estado brasileiro. “Isso porque não temos uma elite no País com projeto de nação. E isso se reflete na realidade desse governo Temer, que governa para 20% da população, o resto é estatística. Fazem o governo para os ricos. Quase todas as medidas desse governo são para o andar de cima da sociedade”, afirmou, novamente ignorando o maior esquema de corrupção da história, o Petrolão, cortesia do petismo.


01 de outubro de 2017
ucho.info

ÁUDIO LIBERADO POR MARCELO BRETAS COMPLICA GILMAR MENDES



BOMBA! Áudio liberado por Marcelo Bretas complica Gilmar Mendes

A Resistência
01 de outubro de 2017

JURISTA REVELA A VERDADEIRA FACE DE GILMAR MENDES




Jurista revela a verdadeira face de Gilmar Mendes.

Jornal da Cidade Online
01 de outubro de 2017