"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A ESQUERDA AMERICANA TENTOU TIRAR VOTOS DE TRUMP, MAS REDUZIU AINDA MAIS OS DE HILLARY


O candidato republicano foi oficializado como o próximo presidente dos Estados Unidos 


Desde a primeira quinzena de novembro, sabe-se que Donald Trump venceu Hillary Clinton por 306 colégios eleitorais a 232. Mas o sistema eleitoral americano é complexo de tal maneira que somente agora, com o ano já quase acabando, a vitória confirmada. Porque o resultado vem do voto indireto, confirmado pelos delegados escolhidos em cada colégio.

Numa jogada desesperada, e ainda em negação, a esquerda pressionou tais delegados a simplesmente traírem a confiança do eleitor americano e mudarem o voto. 
Sim, uma mudança desse tipo seria uma vergonha histórica. E de fato alguns votos mudaram, mas não o suficiente para alterar o resultado. 
Contudo, enquanto Trump perdeu dois de seus 306 colégios, Clinton perdeu nada menos do que cinco.

O placar final, portanto, ficou:
Donald Trump (304)
Hillary Clinton (227)
Colin Powell (3)
John Kasich (1)
Ron Paul (1)
Faith Spotted Eagle (1)
Bernie Sanders (1) 


21 de dezembro de 2016
impllicante

O ECONOMISTA RAUL VELLOSO FALA SOBRE O PROBLEMA DA PREVIDÊNCIA

O economista Raul Velloso fala sobre o problema da Previdência nas ...

https://www.youtube.com/watch?v=CmWl3rA8_oA
5 de dez de 2016 - Vídeo enviado por Portal Brasil
Raul Velloso, consultor econômico e Ph.D em economia, mostra o quanto os gastos com Previdência ...

21 de dezembro de 2016
postado por m.americo

IRMANDADE TOTALITÁRIA

21 DE DEZEMBRO DE 2016

CULTURA DE MASSAQ - DEFINIÇÃO, CARACTERÍSTICAS, EXEMPLOS E REPORTAGEM

ARTE & CULTURA - A REPÚBLICA DO FUTEBOL

Arte & Cultura - A República do Futebol - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=Ch8stSK2KI0
28 de jul de 2014 - Vídeo enviado por FMP/Fase
O programa mostra a exposição A República do Futebol, realizada no Palácio Rio Negro, em Petrópolis ...

21 de dezembro de 2016
postado por m.americo

COMO O FUTEBOL MOLDOU A IDENTIDADE CULTURAL DO BRASILEIRO

Como o futebol moldou a identidade cultural do brasileiro - Trivela

trivela.uol.com.br/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/
15 de abr de 2015 - 120 ANOS DE FUTEBOL NO BRASIL: Os boleiros tomaram o Brasil muito ... o brasileiro representou sua grandeza para o resto do mundo.

21 de dezembro de 2016
postado por m.americo

O HUMOR DO DUKE...

Charge O Tempo 20/12/2016

21 de dezembro de 2016

CONFIRMADO: ODEBRECHT COMPROU IMÓVEL PARA SER A NOVA SEDE DO INSTITUTO LULA


SAO PAULO - SP - BRASIL, 20-12-2016, 16h20: TERRENO ALVO DA LAVA JATO. Terreno da rua Dr. Haberck Brandao, 178, que supostamente teria sido oferecido para o Instituto Lula, mas que acabou não sendo usado pela entidade. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress, PODER) ***EXCLUSIVO FSP***
Lula e Marisa não gostaram do local, segundo a Odebrecht
Três delatores da Odebrecht prestaram depoimentos na semana passada que confirmam que a empresa comprou, em 2010, um imóvel em São Paulo que seria destinado à construção de uma nova sede do Instituto Lula. As declarações foram feitas por Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo; Alexandrino Alencar, ex-diretor de relações institucionais; e Paulo Melo, ex-diretor-superintendente da Odebrecht Realizações Imobiliárias.
A compra do imóvel na Rua Dr. Haberbeck Brandão, nº 178, em São Paulo, é ponto central na denúncia em que o ex-presidente Lula é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Na última segunda-feira (19) o juiz Sergio Moro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal e Lula virou réu no processo.
Com essa ação, Lula tornou-se réu em cinco ações penais –três na Operação Lava Jato, uma na Zelotes e outra na Operação Janus.
NOVA SEDE – Segundo os procuradores, parte das propinas pagas pela Odebrecht em contratos da Petrobras foi destinada para a aquisição de um terreno onde seria construída a sede do Instituto Lula.
As delações de Marcelo, Alencar e Melo confirmam que o imóvel, que no papel foi adquirido pela DAG Construtora, foi na verdade pago pela Odebrecht e seria destinado à construção de uma nova sede do instituto.
A ideia, segundo os delatores, era que após a Odebrecht comprar o imóvel outras grandes empresas ajudassem a construir o prédio do Instituto Lula. Os delatores também disseram que Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia foram conhecer o terreno, mas não gostaram do local. Marcelo Odebrecht determinou então a Paulo Melo que procurasse outros imóveis. O projeto, no entanto, não foi para frente.
DENÚNCIA ACEITA – O fato de a nova sede não ter saído do papel não impediu que Moro aceitasse a denúncia contra Lula. De acordo com o juiz, a falta de transferência na compra do imóvel onde seria construído o instituto não prejudica a acusação de corrupção, caracterizada pela oferta e pela solicitação da propina.
Com base nas quebras de sigilos fiscais e bancários dos investigados, os procuradores apontaram que a Odebrecht pagou, em 2010, R$ 7,6 milhões para a empresa DAG Construtora, que adquiriu o imóvel investigado.
A ação ainda diz que, em buscas no sítio em Atibaia (SP) frequentado pelo ex-presidente, foram achados papéis com um projeto de uma construção no endereço do terreno investigado. Numa planilha de pagamentos da empreiteira consta o item “Prédio IL”.
OUTRA COBERTURA – A denúncia também diz que foi adquirido um apartamento vizinho à cobertura onde mora o ex-presidente, em São Bernardo do Campo (SP).
O imóvel está no nome de Glaucos da Costamarques, que, segundo a acusação, atuou como testa de ferro de Lula, em transação concebida por Roberto Teixeira, advogado e compadre do ex-presidente.
O imóvel teria sido alugado por Marisa, mas a denúncia aponta que não houve pagamento do aluguel. Moro então determinou o sequestro do apartamento de São Bernardo do Campo. Com a medida, o bem ainda pode ser usado, mas sua propriedade fica “congelada”. Caso haja condenação, o imóvel será leiloado e o dinheiro, revertido à vítima do crime.
A Folha não conseguiu confirmar se o apartamento consta da delação dos ex-executivos da Odebrecht. Além de Lula, viraram réus na última segunda (19) Marisa, Marcelo Odebrecht e mais seis pessoas.
“OUTRO DONO” – O Instituto Lula disse, via sua assessoria de imprensa, que não comenta “supostas delações”. Afirmou que “delações não são prova, quanto mais supostas delações”.
A nota diz ainda que o ex-presidente não solicitou nenhuma vantagem indevida e sempre agiu dentro da lei. “O terreno nunca foi do Instituto Lula e tampouco foi colocado à sua disposição. O imóvel pertence a empresa particular que lá constrói uma revenda de automóveis. Tem dono e uso conhecido. Ou seja, a Lava Jato acusa como se fosse vantagem particular de Lula um terreno que ele nunca recebeu, nem o instituto – que não é propriedade de Lula, nem pode ser tratado como tal, porque o Instituto Lula tem uma personalidade jurídica própria.”
A assessoria do instituto finalizou afirmando que as doações feitas ao Instituto Lula estão devidamente registradas e foram feitas dentro da lei.
RETALIAÇÃO – O advogado Cristiano Zanin, defensor de Lula e sócio de Roberto Teixeira, vem dizendo que a força-tarefa da Lava Jato tem agido por “retaliação e vingança”. A defesa questiona a imparcialidade do juiz e já pediu seu afastamento da causa.
Cristiano Zanin disse que Roberto Teixeira “agiu sempre dentro do estrito dever profissional e com a observância de todos os deveres éticos inerentes à profissão”.
A empresa DAG Construções informou que não iria se pronunciar. E a Odebrecht, em nota da assessoria de imprensa, disse que não se manifesta sobre o tema, mas reafirma seu compromisso de colaborar com a Justiça. A empresa diz em nota que está implantando as melhores práticas de compliance (medidas anticorrupção), baseadas na ética, transparência e integridade.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Neste processo, Lula está lascado, como se diz em Minas Gerais. As provas contra ele são abundantes. Como é que alguém (no caso, a mulher Marisa Letícia) aluga um imóvel em 2011, mas só começa a pagar em 2015, depois que o escândalo veio à tona? É muito primarismo, muita ignorância, muita desfaçatez. Lula fatalmente será condenado por lavagem de dinheiro, e a mulher e o tal suposto dono da cobertura vizinha, que é primo de José Carlos Bumlai, também serão condenados como cúmplices. No caso de Marisa Letícia, só poderá ser absolvida se o marido confessar o crime e disser que a enganou o tempo todo. Mas ele não quer confessar. (C.N.)

21 de dezembro de 2016
Wálter Nunes
Folha

PROCURADOR ELEITORAL ENFRENTANDO GILMAR MENDES E DIZ QUE CAIXA 2 É "ABUSO DE PODER"


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Dino dá entrevista e coloca as coisas em seus devidos lugares
Responsável por agir em nome do Ministério Público no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, disse que caixa 2 é uma irregularidade que possui uma “relação íntima” com abuso de poder econômico e que eventualmente pode levar à cassação de registro ou diploma de candidatos.
Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo na segunda-feira, dia 19, a chapa da presidente cassada Dilma Rousseff (PT) e do presidente Michel Temer (PMDB) recebeu dinheiro de caixa 2 da Odebrecht na campanha de 2014, segundo delação da empreiteira à força-tarefa da Lava Jato. Em pelo menos um depoimento, a Odebrecht informa que fez doação ilegal de aproximadamente R$ 30 milhões para a coligação que reelegeu a petista e o peemedebista em 2014.
EFEITO LESIVO – “Não há dúvidas de que o caixa 2 tem uma relação íntima com abuso de poder econômico, é uma das formas de revelação de abuso de poder econômico”, comentou Dino, ao falar sobre a prática de caixa 2 de uma maneira geral, evitando qualquer pré-julgamento sobre o processo que pode levar à cassação da chapa Dilma/Temer no TSE.
“O caixa 2 tem efeito muito lesivo, porque ele faz com que a disputa seja determinada por um fator monetário. Aquele que investe mais, gasta mais, tende a ter mais sucesso, o que é uma equação ruim para a democracia em termos de legitimação. Você cria regimes plutocráticos”, completou o vice-procurador-geral eleitoral.
GILMAR “AMACIA” – O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, disse na segunda-feira que o caixa 2 não significa corrupção ou propina a priori. Para Mendes, é preciso saber a origem do dinheiro. “O caixa 2 não revela per se (em si mesmo) a corrupção, então temos de tomar todo esse cuidado. A simples doação por caixa 2 não significa a priori propina ou corrupção, assim como a simples doação supostamente legal não significa algo regular”, disse Gilmar.
“DESVALOR” – No entanto, para o vice-procurador-geral eleitoral, o caixa 2 já é um “desvalor”, independentemente de haver ou não corrupção. “É algo negativo, é por si só um fenômeno negativo que compromete o processo eleitoral, independentemente de corrupção ou não, deve sofrer algum tipo de sancionamento. É uma irregularidade que precisa ser devidamente tratada pelo sistema sancionatório”, defendeu Dino.
“O abuso de poder econômico ou político, inclusive mediante caixa 2, em tese pode, sim, levar à cassação de registros, de diplomas”, observou, assinalando que a fase de instrução do processo ainda não terminou, ou seja, ainda não foi concluída a coleta de provas.
Questionado se as novas suspeitas levantadas pela delação da Odebrecht poderiam ser incluídas no processo do TSE, respondeu: “Não sei se ainda haverá mais prova ou não. Em tese, a instrução não está concluída, está em curso.”
PROCESSO SINGULAR – Indagado se concordava com o relator do processo, ministro Herman Benjamin, que afirmou que o processo é o “maior da história do TSE”, Dino considerou “singular” a ação movida pelo PSDB contra a chapa Dilma/Temer.
“O que posso dizer é que é um processo singular, porque é o primeiro em que se discute irregularidade em registro de campanha presidencial. Se for pra usar um qualificativo, é um processo singular, não mais do que isso”, concluiu.
FALSO TESTEMUNHO – Dino pediu à Procuradoria da República no Distrito Federal que apure se o empreiteiro Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, cometeu crime de falso testemunho ao apresentar versões divergentes em depoimentos prestados ao TSE. Conforme o Código Penal, a pena prevista para o crime de falso testemunho é de 2 a 4 anos de prisão e multa.
Em novembro, Azevedo negou que a campanha à reeleição de Dilma e Temer tivesse recebido da empreiteira algum dinheiro de propina. O executivo apresentou uma nova versão dos fatos e afirmou que a contribuição de R$ 1 milhão feita ao diretório do PMDB foi voluntária, sem nenhuma origem irregular, depois de ser confrontado com documentos que contradiziam o seu depoimento anterior, feito em setembro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como se vê, o procurador eleitoral é o contrário de Gilmar Mendes. Não se consegue extrair de Nicolao Dino nenhuma declaração fora de órbita ou comprometedora. Tudo o que ele diz é dentro da lei, sem avançar o sinal um milímetro. É irmão do governador maranhense Flávio Dino, do PCdoB. N ão o conheço, nunca o vi, mas estou ficando fã dele. Espero que não faça nenhuma bobagem. (C.N.)

21 de dezembro de 2016
Deu no Estadão

PIADA DO ANO: DEPUTADO DOS DÓLARES NA CUECA AGORA NEGA TER RECEBIDO PROPINA


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
O deputado José Guimarães (PT-CE), ex-líder do governo Dilma Rousseff, negou nesta terça-feira (20) ter intermediado negociação junto ao Banco do Nordeste do Brasil e de ter recebido dinheiro da Engevix. 

“Quero reiterar, conforme venho afirmando desde o surgimento deste assunto, que jamais intermediei junto ao Banco do Nordeste do Brasil [BNB] quaisquer recursos para a empresa Engevix, nem pratiquei ato de natureza imprópria junto a qualquer instituição. Tenho a consciência tranquila de que nunca me beneficiei de recurso público, razão pela qual manifesto meu repúdio a todas as acusações”, disse Guimarães em nota.
Nesta terça-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Guimarães ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
DESPESAS PESSOAIS – De acordo com a denúncia, o parlamentar recebeu R$ 97,7 mil em propina para pagar despesas pessoais com um escritório de advocacia e uma gráfica que trabalhou em sua campanha. 
O relator da denúncia é o ministro Edson Fachin.
Segundo a acusação, do valor total recebido pelo deputado, R$ 30 mil consistiam em vantagens indevidas para favorecer a empreiteira Engevix em um contrato de crédito com o Banco do Nordeste, avaliado em R$ 260 milhões, para construção de usinas eólicas na Bahia.
ESTÁ REVOLTADO – Guimarães disse que se comunica com várias instituições e muitos interlocutores. “Como deputado, mantenho diálogo com inúmeras instituições públicas, bem como atendimentos a diversos interlocutores de todas as esferas, conforme se pode acompanhar diariamente pela minha agenda, amplamente repercutida nas redes sociais e na própria imprensa. Prestei contas de todas as minhas despesas de campanha, que foram devidamente registradas e aprovadas”, disse em outro trecho da nota.
Segundo a nota, a acusação foi feita por uma pessoa sem credibilidade. “Encaro com grande revolta, mas também como oportunidade de provar minha inocência. E é isso que farei. Tenho como grande aliado o povo que me concedeu mandato, o qual honro diariamente com muito trabalho”, concluiu o petista.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG

É sempre assim. Nessa época, aparecem muitas candidaturas ao cobiçado troféu Piada do Ano. Como se sabe, o petista José Guimarães ficou conhecido em 2005 como o “deputado dos dólares na cueca”, mas nem foi processado, enquanto seu irmão José Genoino puxava cadeia no mensalão e fazia um escândalo, dizendo que ia morrer de doença cardíaca na cadeia. Mas era tudo encenação. Dez anos depois, Genoino continua vivo. Aliás, cada vez mais vivo, “lato sensu” (em sentido amplo), como dizem os juristas. Neste ínterim, o belo currículo de Guimarães levou o deputado a se tornar líder do governo Dilma Rousseff na Câmara – o homem certo no lugar certo, como se dizia antigamente. E la nave va, cada vez mais fellinianamente. (C.N.)

21 de dezembro de 2016
Deu na Agência Brasil

ESTÁ FICANDO ENGRAÇADO! SUPREMO VAI ANALISAR O IMPEACHMENT DE GILMAR MENDES...


Gilmar Mendes
Ao que parece, o estado de Gilmar Mendes inspira cuidados…
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu na noite desta terça-feira, 20, um pedido para determinar que o Senado analise abertura de impeachment contra o ministro da Corte Gilmar Mendes Um dos realizadores do pedido ao STF é o ex-procurador-geral da República Cláudio Lemos Fonteles. No dia 20 de setembro, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), arquivou dois pedidos de impeachment de Mendes – um deles protocolado por Fonteles.
No mandado de segurança ao STF, um dos argumentos é de que o ato isolado do presidente do Senado para arquivar o pedido de impeachment deve passar pelo controle da Mesa Diretora da Casa. “Portanto, o Presidente do Senado é flagrantemente incompetente para praticar monocraticamente o ato de recebimento ou arquivamento liminar da denúncia contra ministro do Supremo Tribunal Federal por crime de responsabilidade”, escreve o advogado Bruno Rodrigues de Lima em nome de Fonteles e mais quatro juristas.
RENAN É SUSPEITO – Além disso, eles sugerem que Renan Calheiros é suspeito para analisar o pedido de impeachment de Gilmar Mendes, uma vez que o ministro votou contra o recebimento da denúncia contra ele oferecida pela PGR ao Supremo. Renan se tornou réu perante o STF por crime de peculato no último dia 1º, por 8 votos a 3. Gilmar Mendes foi um dos ministros que votou pela rejeição da denúncia contra o peemedebista na ocasião.
“Renan Calheiros, que se fez juiz monocrático para repelir a denúncia contra Gilmar Mendes, por crimes de responsabilidade, teve, a seu favor, o voto do Min. Gilmar Mendes para, igualmente, rejeitar a denúncia contra si ajuizada pelo Procurador-Geral da República”, escrevem os juristas.
Ao Senado, os realizadores do pedido de impeachment de Gilmar Mendes argumentaram que o ministro realiza “manifestações de cunho político-partidário” e tem conduta “incompatível com o decoro” das funções, mencionando entrevistas do magistrado. Ao arquivar o pedido de impeachment, Renan avaliou que a denúncia era fundamentada só em matérias jornalísticas e declarações e não havia “conjunto probatório” no caso.
O grupo de juristas quer que o STF declare que a decisão de Renan é nula e determine que o Senado analise o impeachment de Gilmar. O caso foi distribuído para o ministro Luiz Edson Fachin
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Dizer que Renan é suspeito deve ser pegadinha ou Piada do Ano. Todo mundo sabe que Renan é suspeito de tudo, porque já mostrou que é muito capaz, até capaz de tudo, se é que vocês me entendem, como dizia meu grande amigo Maneco Muller, mais conhecido com Jacinto de Thormes, o criador do colunismo social no Brasil. Quanto a Gilmar Mendes, seu estado realmente inspira cuidados. A última maluquice dele foi dizer que o Tribunal Superior do Trabalho está aparelhado com sindicalistas. Pode ser caso de internação. (C.N.)

21 de dezembro de 2016
Deu em O Tempo(Agência Estado)


DELATORES CONFIRMAM QUE ODEBRECHT COMPROU IMÓVEL PARA O INSTITUTO LULA

PROPRIEDADE É PONTO CENTRAL DE ÚLTIMA DENÚNCIA CONTRA O PETISTA
SEGUNDO MARCELO ODEBRECHT E OUTROS 2 DELATORES, EMPREITEIRA COMPROU IMÓVEL PARA CONSTRUÇÃO DO INSTITUTO LULA (FOTO: GABRIELA BILÓ/ESTADÃO CONTEÚDO)


A Odebrecht comprou, há 6 anos, um imóvel destinado à construção de uma nova sede do Instituto Lula. A afirmação consta da delação premiada de Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo; Alexandrino Alencar, ex-diretor de relações institucionais; e Paulo Melo, ex-diretor-superintendente da Odebrecht Realizações Imobiliárias, segundo o jornal Folha de S. Paulo.

A compra do imóvel, situado na Rua Dr. Haberbeck Brandão, nº 178, em São Paulo, é um dos centros da denúncia em que Lula virou réu, na última segunda-feira, 19, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato.

As delações de Marcelo, Alencar e Melo confirmam que o imóvel, que no papel foi adquirido pela DAG Construtora, foi na verdade pago pela Odebrecht e seria destinado à construção de uma nova sede do instituto.


A ideia, segundo os delatores, era que após a Odebrecht comprar o imóvel outras grandes empresas ajudassem a construir o prédio do Instituto Lula.


Segundo a Folha, na delação, há afirmações de que Lula e Marisa Letícia chegaram a conhecer o terreno, mas não teriam gostado do local. Com isso, Marcelo determinou a Melo que procurasse outros imóveis pela cidade. No entanto, este projeto não foi para a frente.

Com base nas quebras de sigilos fiscais e bancários dos investigados, os procuradores apontaram que a Odebrecht pagou, em 2010, R$ 7,6 milhões para a empresa DAG Construtora, que adquiriu o imóvel investigado.


Apesar do negócio não ter vingado, Moro afirmou ao aceitar a denúncia do Ministério Público Federal que a falta de transferência na compra do imóvel onde seria construído o instituto não prejudica a acusação de corrupção, caracterizada pela oferta e pela solicitação da propina.

Ainda segundo a denúncia, também foi adquirido um apartamento vizinho à cobertura onde mora o ex-presidente, em São Bernardo do Campo (SP). Este imóvel, no nome de Glaucos da Costamarques, testa de ferro de Lula, foi sequestrado por Moro.

Em nota, o Instituto Lula disse que não comenta "supostas delações". Afirmou que "delações não são prova, quanto mais supostas delações".

"O terreno nunca foi do Instituto Lula e tampouco foi colocado à sua disposição. O imóvel pertence a empresa particular que lá constrói uma revenda de automóveis. Tem dono e uso conhecido. Ou seja, a Lava Jato acusa como se fosse vantagem particular de Lula um terreno que ele nunca recebeu, nem o instituto – que não é propriedade de Lula, nem pode ser tratado como tal, porque o Instituto Lula tem uma personalidade jurídica própria", afirma a nota.

A assessoria do instituto finalizou afirmando que as doações feitas ao Instituto Lula estão devidamente registradas e foram feitas dentro da lei. A empresa DAG Construções informou que não iria se pronunciar.

Já a Odebrecht, por meio de nota da assessoria de imprensa, afirmou que não se manifesta sobre o assunto, mas reafirma seu compromisso de colaborar com a Justiça.

21 de dezembro de 2016
diário do poder