"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LAVA JATO TAMBÉM INVESTIGA A "CONEXÃO ARGENTINA" DA PETROBRAS



Petrobras comprou pagando muito e vendeu recebendo pouco



















As investigações do Petrolão desembarcarão, em breve, em países vizinhos. Trata-se da “Conexão Argentina”: a ligação entre empresários próximos aos ex-presidentes daquele país Néstor e Cristina Kirchner e personagens ligados aos desvios na estatal brasileira durante as gestões petistas. Delegados e procuradores da Lava Jato focam principalmente na venda de ativos da Petrobras ao kirchnerista Cristóbal López. Em 2010, ele adquiriu uma refinaria, estoques de petróleo e cerca de 350 postos de gasolina da estatal por um terço do valor, numa transação com forte suspeita de irregularidades, entre elas pagamentos de propina.
Dois documentos obtidos por IstoÉ mostram que Cristóbal López e investigados da Lava Jato utilizaram os mesmos intermediários e rotas para ocultar recursos com origem ilícita. No primeiro documento, o juiz Cam Ferenbach, do estado americano de Nevada, além de detalhar a suspeita parceria de López com Lázaro Báez, pivô de um dos principais escândalos de corrupção das gestões Kirchner, sugere também como ele teria aberto a offshore Val de Loire.
Num despacho de 27 páginas de uma ação movida pelos credores da dívida argentina, o juiz diz que a companhia-lavanderia de López foi criada pela M.F. Corporate Services, em Nevada. A mesma MF está por trás da offshore Murray, alvo da última fase da Lava Jato. Proprietários de uma dezena de imóveis, inclusive um tríplex vizinho ao atribuído à família do ex-presidente Lula, os sócios da Murray buscaram se beneficiar do anonimato, garantido pela legislação estrangeira, para esconder propina da Petrobras. Há fortes indicativos de que os seus beneficiários, de fato, sejam ligados ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.
EMPRESAS DE FACHADA
Em outro documento, a ex-responsável pela M.F. Corporate de Nevada, Patrícia Amunategui, confirma que empresas como a Val de Loire, de Cristóbal López, e a Murray, investigada na Lava Jato, são de fachada. Patrícia disse, no depoimento às autoridades americanas em setembro de 2014, que a MF era um braço em Nevada da panamenha Mossack Fonseca, conhecida mundialmente por auxiliar corruptos e sonegadores. E vai além. Afirma que a MF contava até com empresas de prateleira para atender a demanda. Se um cliente precisasse de uma offshore em menos de um dia, eles já tinham uma para pronta entrega.
Empresário da área de cassinos, Cristóbal López ampliou sua fortuna graças ao seu relacionamento com o casal Kirchner antes mesmo de eles chegarem à Presidência. De tão próximo, ele foi um dos poucos convidados, em 2015, a ir ao aniversário de cinco anos de morte de Néstor Kirchner no mausoléu onde o ex-presidente está enterrado.
No período de 12 anos de Nestór e Cristina à frente do governo, encerrado no final do ano passado, ele teria obtido concessões ou parcerias governamentais nas áreas de jogos de azar e de petróleo. Assim, ampliou seu império. Alvos de investigações por suspeitas de agirem como guardiões de recursos ilegais da família Kirchner, ele e Lázaro Báez são acusados de lavar e ocultar por meio de offshores lucros de negociatas com entes públicos. O juiz do caso, Cam Ferenbach, concordou com as acusações. Disse que há suspeitas razoáveis e ainda assinalou que López e Báez “podem ser ladrões”.
COM A PETROBRAS
Em 2014, IstoÉ detalhou os negócios camaradas do empresário kirchnerista Cristóbal López com a estatal brasileira. Como parte do plano de desinvestimento, a Petrobras colocou ativos na Argentina à venda. A refinaria de San Lorenzo, seus estoques de petróleo e 360 postos foram comprados pela Oil Combustibles, do Grupo Indalo – de Cristóbal López – em 2010. A companhia desembolsou apenas US$ 110 milhões. Avaliações de consultoria independentes, como a Ernest & Young, estimaram os bens em aproximadamente US$ 350 milhões. É praticamente uma Pasadena ao contrário. Para adquirir a refinaria americana, a Petrobras pagou elevado sobrepreço. Na venda da argentina, recebeu menos de um terço do valor de mercado.
A própria estatal reconheceu os prejuízos em comunicado enviado a Securities and Exchange Commission (SEC), agência americana reguladora do mercado de capitais. Afirmou, em cálculos otimistas, que as perdas alcançaram US$ 55 milhões, o equivalente a R$ 220 milhões. O fato é que, como ficou claro nas investigações do Petrolão, algum apadrinhado recebeu e repassou recursos para que um negócio tão controverso como este pudesse ter ocorrido. Em breve, a Lava Jato poderá responder.

08 de fevereiro de 2016
Pedro Marcondes de Moura
IstoÉ

DESGASTE DE LULA PODE SER IRREVERSÍVEL E AFETA DILMA.



Charge do Evandro, reprodução da IstoÉ
Interlocutores diretos da presidente Dilma Rousseff avaliam que as denúncias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva podem provocar um desgaste irreversível na imagem do líder petista. Na avaliação desses auxiliares de Dilma, o caso mais complicado é sobre o sítio de Atibaia, pertencente a amigos de Lula, mas sob a suspeita de que seu real proprietário seja o próprio petista. As constantes idas de Lula ao sítio, e a aquisição de materiais de cozinha para o local, levantam a suspeita que o ex-presidente seria o dono real da propriedade, o que é negado pela assessoria do Instituto Lula.
O problema é que, para os aliados da presidente Dilma, o estrago político na imagem de Lula já está feito porque as denúncias estariam passando a impressão de que ele teria se envolvido em algum ato irregular. Segundo um desses interlocutores de Dilma, a população identifica os objetos de investigação como sendo bens de pessoas com posses, de classes mais altas (tríplex, sítio, cozinha aparelhada e barco).
Além disso, também é feita a avaliação de que qualquer denúncia contra Lula contamina também a presidente e seu governo. Existe a leitura que isso somente não acontecerá ou ocorrerá de forma branda, se a economia e o ambiente político melhorarem.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como a economia não vai melhorar, a presidente Dilma Rousseff tem um encontro marcado com o fracasso. Vai entrar para a História como a primeira mulher a quebrar o país. Se é que vai conseguir chegar ao final do mandato. (C.N.)

08 de fevereiro de 2016
Marcelo de Moraes
Estadão

BUMLAI, O AMIGO DE LULA, VIRA O JOGO E PASSA A ATACAR O PT



Matéria da Folha já mostrava que Lula abandonou o amigo



















Por seus advogados, o pecuarista José Carlos Bumlai pede a juiz da Lava Jato que libere seus ativos – confiscados desde novembro de 2015 -, e diz que ‘seria mais coerente’ que sequestro atingisse dirigentes do partido, Banco Schahin e ex-executivos da Petrobrás.
O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, pôs um fim nas relações muito próximas que mantinha com o PT. Por meio de seus advogados, ele pediu ao juiz federal Sérgio Moro que libere seus bens – confiscados desde novembro, quando foi preso na Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato. A defesa alega que todos os ativos que Bumlai amealhou “possuem origem comprovadamente lícita”.
Eles partem para o ataque a outros protagonistas do episódio que envolve um enigmático empréstimo milionário do próprio Bumlai realizado em outubro de 2004 no Banco Schahin e a contratação para operar o navio-sonda Vitória 10.000.
“Seria mais coerente impor a constrição aos corréus, os afagados e protegidos donos do Banco Schahin, aos caciques do PT ou ainda aos que compunham a Diretoria Internacional da Petrobrás pois, se existe alguém que teve ganho patrimonial com a pouca-vergonha da contratação fraudulenta do tal navio-sonda, certamente não foi o peticionário (Bumlai)”, afirmam os criminalistas Arnaldo Malheiros Filho, Daniella Meggiolaro, Conrado de Almeida Prado e Lyzie de Souza Andrade Perfi, defensores do amigo de Lula.
ROMPIMENTO
O ataque de Bumlai escancara o rompimento com o partido que seu amigo fundou no início dos anos 1980. Admirador de Lula, a quem conheceu em 2002, o pecuarista se prestou a fazer o empréstimo que o levou à prisão no dia 24 de novembro de 2015, sob acusação formal de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Isolado, na iminência de uma pesada condenação que o juiz da Lava Jato poderá lhe infligir, Bumlai foi para cima do PT.
A origem da acusação ao pecuarista é exatamente o empréstimo de R$ 12,17 milhões no Schahin, dinheiro que, segundo Bumlai, foi integralmente destinado ao PT. Na ocasião, afirmou, o partido de Lula atravessava dificuldades de caixa e necessitava de reforço para saldar dívidas de campanha.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 A reportagem nos foi enviada pelo comentarista Virgilio Tarberlini, sempre atento. Parece ter um equívoco no texto. José Carlos Bumlai nunca foi ligado ao PT. Na verdade, a ligação do empresário sempre foi diretamente com Lula. Portanto, se a defesa de Bumlai toma essa posição, isso indica que o empresário está rompendo com Lula, o que será mais uma catástrofe para o ex-presidente. (C.N.)

08 de fevereiro de 2016
Ricardo Brandt, Fernanda Yoneya e Fausto Macedo
Estadão

"AFILHADO" DE DILMA LEVA A LAVA JATO PARA O GABINETE DELA


Dilma teve de demitir Dorneles
Foi difícil para a presidente Dilma Rousseff assinar, na segunda-feira, dia 1º, a exoneração de Anderson Dorneles, gaúcho de 36 anos. Mais do que um assessor, Dorneles – a quem ela se referia como “menino” – era uma espécie de faz-tudo da presidente havia mais de uma década. 

Os dois se conheceram quando Dorneles tinha 13 anos e trabalhava como office-boy da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, dirigida na ocasião por Dilma. Desde então, ela resolveu adotá-lo: carregou o menino para todos os órgãos em que trabalhou até chegar à Presidência. 
No Planalto, era o cara da maçaneta, um dos poucos autorizados a abrir a porta do gabinete de Dilma sem precisar ser anunciado, e o único a ter acesso ao celular da presidente.
Oficialmente, a saída de Dorneles é atribuída a um motivo estritamente pessoal: ele vai casar e morar com a mulher em sua terra natal, Porto Alegre. A cerimônia está marcada para o dia 26 de março. As razões que o levaram a deixar o Planalto, no entanto, vão muito além das questões nupciais. Guardam relação com as investigações da Lava Jato.
Nos próximos dias, o acordo de delação premiada com a empreiteira Andrade Gutierrez, envolvida com o esquema do Petrolão, pode ser homologado. A PF suspeita que Dorneles possa ser um importante elo entre a empreiteira e o Planalto. Para os investigadores, existem fortes indícios de que, para azeitar a relação com o afilhado de Dilma, a Andrade o presenteou com o Red Bar, um restaurante inaugurado no estádio Beira-Rio em novembro do ano passado.
SOCIEDADE OCULTA
No contrato social da empresa, Dorneles não figura como dono do empreendimento, mas há indicações que apontam para uma sociedade oculta entre ele, o advogado Douglas Franzoni Rodrigues e o empresário do setor de automóveis no Rio Grande do Sul, Jaime Menezes Sobrinho, estes últimos os donos oficiais do bar, segundo documento de constituição da empresa, cujo nome fantasia é “JD”.
A PF já apurou junto a testemunhas que, na noite de 20 de novembro, quando o bar foi inaugurado num evento de cinco horas de duração, o afilhado de Dilma, sempre ao lado de Franzoni e Menezes, se portava como anfitrião. Animado e muito solícito, recebeu cumprimentos dos convidados e posou para fotos em frente ao local. Há mais elementos que reforçam a ligação do ex-assessor palaciano – e da própria Dilma – com Douglas Franzoni.
IstoÉ levantou que o advogado que aparece como dono do Red Bar foi nomeado para a Casa Civil em setembro de 2005, meses depois de Dilma assumir o posto no lugar de José Dirceu, àquela altura apanhado no mensalão. Franzoni foi designado para função comissionada na Secretaria de Controle Interno da Casa Civil, órgão responsável pelas boas práticas na administração pública.
Formado em Direito, Franzoni se transferiu em agosto de 2007 para a Consultoria Jurídica do Ministério de Minas e Energia, época em que também atuou como advogado da Eletronorte, duas áreas sob a influência de Dilma e de sua ex-auxiliar Erenice Guerra. Documentos obtidos por IstoÉ também mostram que, além da amizade germinada em terras gaúchas e florescida em Brasília, o advogado Franzoni assumiu a defesa de Anderson em pelo menos duas causas de interesse particular na Justiça brasiliense. A reportagem não localizou Franzoni para comentar o caso. IstoÉ enviou pediu à Presidência esclarecimentos sobre a exoneração de Dorneles e suas relações com o advogado. Não houve resposta.
DECISÃO ANTIGA
A saída de Dorneles do Planalto foi oficializada na última semana, mas a decisão já havia sido tomada em setembro do ano passado, no rastro de uma série de reuniões que teve como palco os principais gabinetes da República – sempre acompanhada pelo assessor de Dilma, Giles Azevedo, a quem Dilma confia as mais espinhosas missões.
Na ocasião, Dilma já sabia do bar e não queria encrenca próximo de seu gabinete. Sobretudo, porque é notório que a presidente se empenhou pessoalmente para, em meio aos atrasos no cronograma de obras dos estádios da Copa, liberar o dinheiro que financiaria a obra do Beira-Rio, de responsabilidade da Andrade Gutierrez, uma das empreiteiras investigadas pela força-tarefa da Operação Lava Jato.
A burocracia só foi resolvida depois que ela pediu ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que acabasse com o impasse. O desenlace permitiu que, em fevereiro de 2014, a petista conseguisse inaugurar o Beira-Rio, com a participação do então governador gaúcho, Tarso Genro (PT), do então secretário-geral da Federação Internacional de Futebol, Jérôme Valcke, e do pentacampeão Ronaldo Fenômeno. Um ano depois, como explicar a ligação de seu afilhado com um bar que teria sido ofertado pela Andrade Gutierrez justo no Beira-Rio? A saída foi tirar o bode da sala. Claro que nem todos os rastros foram apagados.

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FUNDO DE PENSÃO ENTRA NA JUSTIÇA CONTRA BANCO BNY MELLON



Charge do Lane, reprodução do Jornal de Brasília
Alvo da CPI dos Fundos de Pensão, o Postalis tenta reaver parte do rombo bilionário em suas aplicações. Na quinta -feira, entrou com nova ação contra o banco BNY Mellon, cobrando R$ 2,2 bilhões por prejuízos decorrentes de “administração fraudulenta”. 

Contratou ainda a consultoria PWC para promover a venda de “ativos podres”. A direção atual quer limpar o portfólio e ter um quadro realista das finanças do fundo que bancará a aposentadoria dos funcionários dos Correios.
O BNY Mellon deve ter de enfrentar em breve outra dor de cabeça. Auditoria do governo no Postalis deu força ao processo instaurado no BC. Há fortes indícios de que houve falhas de controle no banco. A expectativa é que a peça acusatória seja concluída nos próximos meses.
Procurado, o BNY Mellon disse que as reivindicações vistas “até esta data não têm mérito” e continuará a se defender. Desde 2014, o Postalis moveu seis ações contra o banco. Numa delas, conseguiu o bloqueio de cerca de R$ 200 milhões.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O caminho é este – entrar na Justiça para recuperar os prejuízos da corrupção. Mas fica faltando o complemento. É preciso também processar e punir os administradores que dilapidaram o patrimônio dos funcionários dos Correios e dos outros fundos de pensão que sofreram prejuízos bilionários (isto mesmo, na casa dos bilhões)(C.N.)


Natuza Nery
Painel da Folha

LEI ASSINADA POR LULA ABRIU FRENTE DE NEGÓCIOS PARA SÓCIO DE LULINHA

"NUVEM DE LIVROS"

LEI AMIGA VIABILIZOU NEGÓCIO DE SÓCIO DO SÍTIO ATRIBUÍDO A LULA



JONAS LEITE SUASSUNA FILHO, SÓCIO DE LULINHA E DONO DE SÍTIO USADO PELA FAMÍLIA LULA, PODE TER UMA RELAÇÃO AINDA MAIOR COM O PETISTA (FOTO: ANTÔNIO CRUZ/ABR)


Um dos donos do sítio em Atibaia (SP), usado pelo ex-presidente Lula e sob a mira da Operação Lava Jato, Jonas Leite Suassuna Filho, pode ter uma relação ainda maior com a família do petista.

Sócio do de Fábio Luis, o Lulinha, na firma de jogos eletrônicos Gamecorp, Jonas Suassuna criou a plataforma virtual “Nuvem de Livros” cerca de dois anos após uma leia assinada pelo então presidente da República, em 2010, que obrigou todas as instituições de ensino públicas e privadas a possuir, até 2020, pelo menos uma biblioteca com no mínimo um título por aluno.

A proposta original, do deputado federal Lobbe Neto (PSDB-SP), criada a partir de demanda do Conselho Federal de Biblioteconomia, não previa a expressão “qualquer suporte”, que foi acrescentada a partir de um substitutivo apresentado por aliados ao governo. Justamente essa expressão abre margem para bibliotecas virtuais.

“Para cumprir essa lei – se a gente fosse de cumprir lei – até 2020, dava mais ou menos 20 bibliotecas por dia. [...] Opa, se eu tenho banda larga, se eu tenho uma política necessitando de bibliotecas... Então, juntando as coisas, você tinha que ter um modelo de negócios. E foi o que a gente conseguiu fazer e a gente acabou saindo na frente”, disse Suassuna em palestra na feira de informática Campus Party em 2013.

Jonas Suassuna e Lulinha ficaram sócios em 2009, um ano antes da lei ser assinada por Lula.



08 de fevereiro de 2016
diário do poder

MARISA SE COMPORTA COMO DONA DO SÍTIO. ATÉ FEZ HORTA E CRIA PATOS.

NO PAPEL, O SÍTIO ESTÁ EM NOME DE OUTROS, MAS, NA PRÁTICA...

O SÍTIO EM ATIBAIA "É A CARA DE D. MARISA", DIZ UM VELHO FREQUENTADOR DA PROPRIEDADE.

Frequentadores do Sítio Santa Bárbara em Atibaia (SP), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua mulher, Marisa Letícia, também fizeram benfeitorias no local. A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade, que, no papel, está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios do filho mais velho do petista, Fábio Luís, o Lulinha.

Segundo pessoas próximas ao ex-presidente, Marisa também transferiu para o sítio em Atibaia as festas juninas que costumava fazer na Granja do Torto, residência de campo dos presidentes da República, quando ocupava o cargo de primeira-dama. A lista de convidados costuma ser feita por ela.

Lula já confirmou por meio de sua assessoria que ele e sua família frequentam o sítio, mas nega que seja o real proprietário da propriedade de 173 mil metros quadrados.

A Operação Lava Jato e o Ministério Público de São Paulo investigam por que razão a construtora OAS comprou móveis e pagou reforma no local e, ainda, se a Odebrecht ou outras empreiteiras também envolvidas no esquema de corrupção na Petrobrás investiram na área rural. Há suspeitas de que as benfeitorias seriam para atender à família do ex-presidente.

As obras foram iniciadas em 2010, quando Lula ainda ocupava o Palácio do Planalto. Como ocupante do cargo, o petista estava impedido de receber presentes acima de R$ 100. O Código de Conduta Ética dos Agentes Públicos em Exercício da Presidência e Vice-Presidência da República diz que "os presentes que, por qualquer razão, não possam ser recusados ou devolvidos sem ônus para o agente público serão incorporados ao patrimônio da Presidência da República ou destinados a entidade de caráter cultural ou filantrópico".

Segundo uma pessoa que já frequentou o sítio na companhia de Lula, a propriedade "é a cara da dona Marisa", fato que justifica a presença constante do casal no local. "Ela gosta muito desse sítio. Lá tem pato, ela gosta de plantar, fez uma horta. Tem gente que gosta de ir para a praia, ela gosta de ir para o campo. O fato de a pessoa ir toda semana no Guarujá não significa que a pessoa seja dona da praia", afirmou, sob a condição de anonimato.

O ex-presidente e dona Marisa possuem um sítio registrado no nome do casal chamado "Los Fubangos", em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, às margens da represa Billings. Eles não frequentariam mais o local pela falta de segurança e devido a condições desfavoráveis ao cultivo. "Ali não dá para plantar um pé de fruta", disse um interlocutor de Lula.

Petistas têm procurado minimizar o uso regular de Lula e sua família de um imóvel que não está no nome dele.

"O Fernando Bittar é como um parente do Lula, muito próximo. Lula trata ele como se fosse um filho. Ele é um empresário bem sucedido e emprestava o sítio para o Lula. Não significa que era do Lula. Os meninos (donos do sítio) sempre convidaram Lula para ir lá", disse José Américo, secretário de Relações Governamentais da gestão Fernando Haddad e ex-secretário de comunicação do PT.

Em entrevista ao jornal O Globo, neste domingo, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), disse que o sítio em Atibaia foi comprado pelos sócios de Fábio Luís, que "disponibilizaram" o imóvel para o ex-presidente usar em todos os fins de semana. Na opinião de Marinho, isso inclui poder mobiliar o local e ter prioridade de compra.

Procurado ontem pelo Estado, o Instituto Lula reiterou nota publicada em 29 de janeiro, na qual afirma que a propriedade é de amigos da família de Lula, e que ele o frequenta "em dias de descanso" desde o fim do último mandato como presidente. "A tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente", diz o comunicado.


08 de fevereiro de 2016
diário do poder

DELAÇÃO DA ANDRADE COMPROMETE LULA E DILMA. É NITROGLICERINA PURA!

DELAÇÃO DE OTÁVIO MARQUES DE AZEVEDO DEVE ATINGIR DILMA E LULA

OTÁVIO MARQUES DE AZEVEDO ERA PRESIDENTE DA PODEROSA ANDRADE GUTIERREZ, E SUA DELAÇÃO PROMETE SER BOMBÁSTICA.


A decisão do juiz Sérgio Moro, de conceder prisão domiciliar aos dois executivos da Andrade Gutierrez, surpreendeu a Procuradoria-Geral da República, que há pelo menos um mês examina o possível acordo de delação deles. Fontes ligadas à investigação dizem que as delações de Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente, e Elton Negrão, ex-diretor da empreiteira, comprometem Lula e a presidente Dilma.

Tanto quanto a Odebrecht, a mineira Andrade Gutierrez foi parceira dos governos petistas de Lula e Dilma, inclusive no financiamento eleitoral.

As revelações prometidas pelos executivos da Andrade Gutierrez são tão importantes que Moro os liberou antes de homologada a delação.

A expectativa, na Lava Jato, é que a delação de Otávio Azevedo será tão bombástica quanto seria a eventual delação de Marcelo Odebrecht.

Otávio Marques de Azevedo promete contar tudo sobre a corrupção dos governos Lula e Dilma, no petrolão e na usina nuclear de Angra 3.



08 de fevereiro de 2016
diário do poder

LULA ESTÁ PUTO DA VIDA, AFIRMA AMIGO. NÓS TAMBÉM... ALIÁS, O BRASIL DECENTE INTEIRO TAMBÉM!!!

Prefeito de São Bernardo e um dos principais aliados de Lula, Luiz Marinho diz que já foi ao sítio de Atibaia convidado pelo ex-presidente e que os donos “disponibilizaram” a propriedade para o petista, o que significa, no seu entender, entregar a chave, permitir que o local seja mobiliado e dar prioridade de compra a quem usa. A entrevista foi publicada por O Globo.

O senhor já foi lá no sítio de Atibaia?
Eu já fui, conheço o sítio.
Há notícias de que a Odebrecht fez obras lá.
Eu desconheço.

O sítio está em nome de amigos da família, mas o Lula foi lá ao menos 111 vezes.
Não sei se foi 111 vezes ou 2 mil vezes. Eu não contei. Do que eu conheço, tem duas pessoas que compraram o sítio e disponibilizaram para ele usar, com comprovação de fontes pagadoras. Portanto, não tem absolutamente nenhum problema. Rigorosamente, hoje, o sítio não é dele. O sítio é de amigos.

Mas ele usa o sítio regularmente.
Vamos imaginar que eu tenho uma casa na praia e disponibilize para você usar todo final de semana, alguém tem alguma coisa ver com isso? É o caso do sítio.

Mas disponibilizar quer dizer o quê? Dar a chave?
Toma (faz o gesto de entregar a chave). Pode mobiliar, é tua. Se um dia você resolver comprar, eu te vendo. Se não, um dia meu filho vai exercer o poder de herança.

Mas por que alguém fez um favor desses para o ex-presidente?
Aí você tem que perguntar para as pessoas que fizeram. O problema é que não estão atrás da verdade. Estão atrás de encontrar um jeito de mostrar que o Lula está envolvido na Lava-Jato.

Mas o dono não quer falar.
Tem que falar.

A Odebrecht e o pecuarista José Carlos Bumlai são suspeitos de fazer uma obra de R$ 500 mil no sítio. Estão fazendo um favor indiretamente para o presidente Lula?
É suspeito? Busque provar primeiro para depois falar e criminalizar alguém.

Mas vamos supor que fique provado que as empresas tenham feito a obra.
Tem que observar qual foi a relação, o que houve. A gente não sai falando fulano matou alguém sem ter prova.

Quando o senhor foi ao sítio, por quem foi convidado?
Eu já fui convidado pelo Bittar (Fernando Bittar, dono da propriedade no papel) e já fui convidado pelo Lula.

No apartamento do Guarujá, a OAS fez uma obra que favoreceria o ex-presidente Lula.
O que ele comprou e declarou foi uma cota. Quando ele foi visitar, disse: “eu não quero porque tem três andares com uma escadinha horrorosa. Eu estou ficando idoso”. Ele contou isso para a gente e brincou: “Pô, é um muquifo. Não é o que eu sonhava, agora estou numa dúvida cruel, não sei se fico ou não". E, curiosamente, depois da visita, começaram a pintar (as notícias) e ele decidiu não ficar. Qual o problema?

Mas a OAS fez obras para adequar o imóvel às necessidades do Lula.
E cobraria pela obra. Portanto, não tem nenhum crime aqui.

Como o senhor vê a Lava-Jato?
O lado bom é que mostra que as instituições brasileiras são sólidas, mas vejo exagero na forma como estão conduzindo os processos. Há excesso da Polícia Federal, do Judiciário, dos promotores e há erros cometidos. Quem cometeu erro tem que pagar.

Como o senhor avalia o caso do ex-ministro José Dirceu, que admitiu em depoimento que recebia favores de operadores do esquema?
Precisa aprofundar a relação que isso tem nas decisões de eventuais obras. Se influenciou, virou crime. Se não influenciou, não virou nada. Agora, toda e qualquer relação virou crime. Isso é um absurdo.

Mas um homem público não deveria evitar essas coisas?
O ministro José Dirceu recebeu isso após sair do governo. Qual o crime que tem nisso?

O mesmo raciocínio valeria para o Lula?
O mesmo vale para qualquer cidadão, vale para o Fernando Henrique, que fez uma reunião com empresários, ainda no poder, no Alvorada, e definiu a captação de milhões para o Instituto Fernando Henrique. Tem algum processo? Contra o PT é uma lógica, contra o PSDB é outra por parte da imprensa, do Judiciário e do Ministério Público.

A popularidade do Lula tem caído. Acredita que vai se recuperar?
O Lula não está indo a atividades e eventos. O Pelé hoje não é mais visto como o Pelé da década de 70 porque faz muito tempo que ninguém o vê jogar. O Lula está meio parado e sendo bombardeado. Então, é evidente que a popularidade cai. Agora, isso vai passar. Tenho certeza.

Mas ele se abate com as suspeitas levantadas contra ele?
Quem não fica puto da vida sendo xingado todo dia, injuriado, caluniado, difamado? Ele está puto da vida. Mas pode ficar sossegado que o Lula não vai dar um tiro no ouvido.

O Lula vai ser candidato em 2018?
Hoje, Lula é candidato. Se perguntar, ele vai dizer que não. Mas não existe no panorama do partido outra candidatura. Isso explica muitas coisas que estão falando sobre o Lula.

Muita gente fala que o governo perdeu conexão com a base petista por causa das medidas econômicas. O senhor sente isso no ABC?
A presidente Dilma tem algumas dificuldades no jeito que toca a gestão. Ela gosta muito de descer aos detalhes das questões. Acho que se os ministros pudessem falar mais das suas áreas e a presidente rodasse o país, o clima melhoraria.

A presidente tem que delegar?
Tem que delegar mais.

08 de fevereiro de 2016
in coroneLeaks

LULA ESTÁ IRRITADO COM DILMA QUE NÃO O DEFENDE DA POLÍCIA FEDERAL

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se queixou com amigos, nos últimos dias, da ausência de manifestação mais contundente da presidente Dilma Rousseff em sua defesa desde o recrudescimento do bombardeio contra ele. Na avaliação de Lula, o Ministério da Justiça deveria coibir “abusos” da Polícia Federal para devassar sua vida nas investigações.

Em reunião com dirigentes do PT, deputados e advogados, anteontem, Lula argumentou que, diante do desgaste sofrido, é preciso uma nova estratégia de comunicação. A ideia do PT para estancar a crise é montar uma rede de apoio ao ex-presidente, na linha “somos todos Lula” – incluindo políticos de outros partidos e representantes de movimentos sociais –, com ações de rua e de mídia.

“Se estão fazendo isso contra um ex-presidente da República respeitado como o Lula, imagine o que não vão fazer com a classe política?”, perguntou o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, na terça-feira, em reunião com líderes de partidos da base aliada na Câmara. Sob a alegação de que, do jeito que as coisas andam, todos podem ter a vida “devassada” pela Polícia Federal, o ministro pediu aos deputados que saiam em defesa do ex-presidente.

Profissionais de mídia simpáticos ao PT estiveram no instituto, na sexta-feira, para discutir um plano de “recomposição” da imagem do ex-presidente. Pesquisas internas mostram que Lula vem perdendo apoio em todos os cenários e, se as eleições para presidente fossem hoje, o petista não seria eleito. (Estadão)

08 de fevereiro de 2016
in coroneLeaks

COM DIZ O VELHO PROVÉRBIO: "FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É..."

CORINTHIANS CONFIRMA QUE FILHO DE LULA RECEBEU R$ 500 MIL SEM TRABALHAR




Alvo da Operação Zelotes, Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, recebeu cerca de R$ 500 mil entre 2011 e 2013 do Corinthians sem ter desempenhado função no clube, segundo relatos feitos à Folha

"Não me lembro de nenhuma tarefa que ele tenha sido convocado para desenvolver ou que ele tenha realizado algo", afirmou Luis Paulo Rosenberg, economista e responsável pelo marketing do Corinthians de 2007 a 2012. 

Folha também ouviu mais oito pessoas que têm ou tiveram relação com o departamento de marketing, para o qual Luis Cláudio teria trabalhado. Todas elas, que falaram sob condição de anonimato, garantem que nunca houve serviços realizados por ele. 

Os pagamentos do Corinthians para Luis Cláudio, ocorridos entre 2011 e 2013, coincidem parcialmente com o período da construção, com empréstimos federais, do estádio do clube em São Paulo, de 2011 a 2014. A coincidência de datas abrirá uma nova frente de investigação da Polícia Federal na Zelotes, segundo investigadores. 

Time de Lula, o Corinthians foi o primeiro cliente da carreira de empresário de marketing esportivo de Luis Cláudio, iniciada com a criação da empresa LFT, em 2011. 

Antes, ele atuou como auxiliar de preparador físico na equipe do técnico Mano Menezes. Luis Cláudio deixou o posto de auxiliar em julho de 2010 com o argumento de que queria ser técnico e que não via espaço no Corinthians. 

Disse a colegas que iria buscar seu sonho, mas voltou menos de um ano depois, em função diferente: responsável por prospectar patrocínios ao esporte amador. 

Antes com carteira assinada e salário de R$ 15 mil, ele voltou em 2011 com a renda turbinada para R$ 20 mil mensais por quase dois anos, até 2013. Apesar disso, nunca conseguiu angariar nenhum parceiro para o clube. 

Em novembro de 2015, a revista "Época", que teve acesso ao depoimento de Luis Cláudio à PF, revelou que o filho de Lula afirmou ter recebido ao menos R$ 300 mil por ano do Corinthians neste período. 

Foi Andrés Sanchez, hoje deputado federal pelo PT e na época presidente do Corinthians, quem garantiu tanto a entrada de Luis Cláudio na equipe quanto sua volta ao time como empresário. Sanchez disse que o filho de Lula foi contratado a pedido do técnico. "O Mano [Menezes] pediu ele como auxiliar." 

A versão não é confirmada pela assessoria do treinador, que afirmou que "foi uma indicação do clube à área física e que o treinador aceitou". 

Em relação à contratação de Luis Cláudio, Sanchez disse que ele "ficou 14 meses para montar o time de futebol americano e tentar captar recursos para esportes amadores e saiu pra montar e se dedicar à [própria] liga". 

Apesar de ser o dono do campeonato da modalidade, o Touchdown, o responsável pelo time do Corinthians na competição, Ricardo Trigo, diz que nunca contou com os serviços de Luis Cláudio e que a equipe existe desde 2006. 

"O filho do Lula nunca fez parte da montagem do time nem nunca se envolveu com isso. Todos os patrocinadores fui eu quem consegui", afirma o diretor do Corinthians Steamrollers. 

A LFT é investigada por receber R$ 2,4 milhões do lobista Mauro Marcondes, preso sob acusação de comprar medidas provisórias para favorecer montadoras. 

ITAQUERÃO
O fato de a Arena Corinthians ter começado a ser construída no mesmo período em que Luis Cláudio mantinha vínculo com o clube é um dos indícios que será apurado em novas frentes de investigações da PF. 

Com custo de mais de R$ 1,2 bilhão, o estádio, que foi usado para a abertura da Copa do Mundo de 2014, teve R$ 400 milhões de financiamento do BNDES, no programa ProCopa Arenas, e apoio de Lula. 

Andrés Sanchez, presidente no início da construção, já afirmou que contou com ajuda do ex-presidente no processo das obras. 

"É óbvio que um presidente, conselheiro do Corinthians, amigo meu, em muitas coisas que eu demoraria um mês para ser atendido, eu fui atendido no dia seguinte", afirmou Sanchez em entrevista ao canal ESPN em 2014. 

OUTRO LADO
O advogado de Luis Cláudio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins, afirmou à Folha que não queria fazer comentários à reportagem. 

O deputado Andrés Sanchez (PT-SP), ex-presidente do Corinthians, disse que não há nenhuma relação entre as contratações do filho de Lula com a construção da arena em Itaquera e que não se tratou de uma troca de favores. 

O cartola respondeu ainda que tem todos os documentos guardados e que pode disponibilizar se um dia houver qualquer requerimento por parte da Polícia Federal ou de outras autoridades. 

Sanchez afirmou desconhecer qualquer investigação em relação ao contrato de prestação de serviço de Luis Cláudio com o Corinthians, depois de 2011.(Folha)

08 de fevereiro de 2016
in coroneLeaks