"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

                "Nenhuma ditadura serve ao Brasil"

Não há dúvidas de que Dilma Rousseff nem deveria ter sido reeleita por falta de condições morais mínimas para governabilidade. É consenso que o desgoverno nazicomunopetralha foi irremediavelmente manchado pelas comprovadas denúncias de corrupção do tal "petrolão" (desdobramentos dos processos judiciais e investigações da Operação Lava Jato - que podem acabar com a carreira de pelo menos 28 famosos políticos metidos em falcatruas além do próprio pescoço colocado a prêmio).

No entanto, é ingenuidade que supor de o esquema político atual, com hegemonia do PT-PMDB, deixará Dilma sofrer impeachment. Mais inocente ainda é esperar que o Brasil será salvo dos nazicomunopetralhas por uma intervenção ou golpe militar idêntica a de 1964, embora a notória inimizade das Forças Armadas com Dilma não permita que ela tenha força e sustentação suficientes para impor ao Brasil um modelo tipo "bolivariano".  Também não dá para esperar pelo milagre que a administração Barack Obama intervenha contra os planos do Foro de São Paulo no Brasil.

Pedir pelos milagres não custa nada... Faz sucesso nas redes sociais uma petição, criada dia 28 de outubro, que conclama a Casa Branca a se posicionar contra o Foro de São Paulo e a “expansão do comunismo bolivariano promovido pelo governo Dilma Rousseff”. O pedido de apoio para convencer Barack Obama a tomar uma providência argumenta que “o Brasil não quer ser, e não será, uma nova Venezuela, e os Estados Unidos devem ajudar os que querem promover a democracia e liberdade no Brasil”.

Embora se saiba que o efeito tende a ser nulo, nada custa assinar o pedido que está hospedado no site oficial da Casa Branca, com o box "We the People, your voice in your government".
O link de acesso é: https://petitions.whitehouse.gov/petition/position-yourself-against-bolivarian-communist-expansion-brazil-promoted-administration-dilma/V2Y8Dpqm .
O número de adesões vem crescendo bastante.
De repente, vai forçar até o Itamaraty a pedir a White House que cometa o ato de censura antidemocrática, para retirar o link do ar...

Agora, o triste é quando você precisa implorar a ajuda de um governo estrangeiro para resolver um problema que é de mobilização dos cidadãos de seu País... Lamentável também é quando jogamos toda a responsabilidade de solução de um problema político (que também é dos cidadãos) sobre os ombros e braços fortes dos militares - que não têm mais a mesma visão tenentista de intervenção do passado. Mais dantesco ainda é supor que a base aliada venha a derrubar Dilma - a não ser para trocá-la por alguém que faça parte do mesmo time deles.  

Outro factóide que dará em nada, embora até seja justo. Depois do resultado eleitoral homologado, com a derrota da oposição, é muito tarde, tarde demais, para pedir ao Superior Tribunal Eleitoral que promova uma auditoria na eleição. A oposição, como de costume, cometeu o pecado original de ter aceito as regras do jogo - e, agora, reclamar parece chorinho de perdedor.

Atitude politicamente responsável, baseada na segurança do Direito, é começar uma campanha nacional em favor da transparência no sistema eletrônico de votação, desde as urnas até o processamento final do voto - que é onde as fraudes têm chance real de ocorrer. O sistema de votação precisa do voto impresso na urna, com a fiscalização do eleitor que o depositará em uma urna física, para posterior recontagem geral ou por amostragem. Por que precisamos ter pressa na divulgação do resultado eleitoral, se as democracias mais sólidas do mundo não agem assim?

Ao cidadão que se considera oposição verdadeira ao governo cabe o livre direito de protestar e não aceitar manobras totalitárias impostas pela turma do Foro de São Paulo. Só não podemos combater uma ditadura pedindo a implantação de outra ditadura, seja de que tipo for. Além de incoerência política, isto é um arakiri institucional...

A pressão total tem de ocorrer sobre o judiciário. Bandido bom é bandido preso, pegando pelo que roubou dos cofres públicos, com o patrimônio pessoal. O resto é barbárie. Precisamos de Judiciário para fazer Justiça. O General Paulo Chagas, em suas mensagens, lança a mensagem correta, justa e perfeita: "Nenhuma ditadura serve ao Brasil". Muito menos a do governo do crime organizado.

O Brasil precisa de união, não de separação. O Brasil precisa de respeito a um federalismo de verdade, e não de uma União imperial que nos transforma na República Sindicalista de Bruzundanga. Ou mudamos nossa cultura política, ou nunca seremos uma democracia, desenvolvida, com cidadãos plenamente educados pela base familiar e por um sistema de ensino de qualidade.

É disto que precisamos, com liberdade e responsabilidade. O resto é consequência...

Releia o artigo: Justiça para quem precisa punir corruptos

Autocensura sobre o protesto de sábado


As redes Globo e Bandeirantes brigaram com a notícia e praticaram vergonhosa autocensura ao nada divulgarem sobre as manifestações de sábado - mais intensas em São Paulo que no Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre e Belém.

No entanto, a Rede Record, de propriedade do aliado do governo Edir Macedo, deu uma notinha coberta de 20 segundos, explicando qual foi a realidade do ato paulistano:

"Protesto contra a reeleição presidencial e a favor de uma intervenção militar no país ocupou hoje a Avenida Paulista, em São Paulo. Cerca de mil manifestantes se reuniram na principal avenida da cidade. Eles pediram a saída da presidente do poder e defenderam um novo golpe militar. Em cartazes, criticaram o Partido dos Trabalhadores e defenderam o candidato derrotado Aécio Neves. Pediram ainda a recontagem de votos e acusaram o Tribunal Superior Eleitoral de simpatia pelo PT".


Nada de Divisão, nem separação!

Em entrevista a O Globo, o eterno governista Moreira Franco, aquele que Brizola chamava de Gato Angorá, fez uma crítica à onda de separatismo e divisão no Brasil:

"Você tem um compromisso básico na democracia que é a aceitação do resultado. Houve divisão? Claro. De opções por programas. Os problemas reais existem e têm que ser enfrentados da forma que a presidenta está dizendo que vai fazer, que é o diálogo com a sociedade. Agora, não existe nada mais grave na história da humanidade do que você levar para a disputa política a divisão do país. Só há Nação quando existe país com unidade. A unidade não significa maioria estreita, a unidade é uma postura política, é você acreditar que pensa viver naquela sociedade que você quer melhorar. Tivemos guerras terríveis mundo afora de grupos que se organizaram para buscar a quebra da unidade do país. A quebra da unidade do país é a quebra da organização de uma sociedade. Acho que as pessoas estão sendo irresponsáveis. Essa é uma discussão irresponsável porque não é verdadeira".

Desta vez, é preciso concordar com o Gato Angorá: divisões e separatismos não interessam ao Brasil, embora o tema mereça até ser debatido, para mostrar que a nossa unidade nacional depende, cada vez mais, de um sistema federalista que funcione de verdade - e não o modelo que temos hoje, de união imperial que dita as ordens e a grana para o resto dos estados da "federação de araque".

Terror do tráfico via internet

Causa revolta nas redes sociais uma  gravação de 49 segundos, transmitida através do aplicativo WhatsApp, na qual uma irritante voz ameaçadora decreta um toque de recolher contra a morte de traficantes em uma guerra por disputa de pontos de vendas de drogas, em São Gonçalo, na região metropolitana do Grande Rio de Janeiro:

“Irmão, o bagulho tá doidão aí, tá ligado? Geral no cumprimento do dever aí, cada um fazendo sua parte. Nós tá ligado que o bagulho tá doido na situação. Mataram uns amigo aí, mas eu quero dar o aviso para os morador da cidade, pra ninguém sair para as rua amanhã. Comércio, escola, tudo fechado. Ninguém sai de casa, tá ligado? Não quero ninguém na escola de manhã, de tarde, de noite. O bagulho já tá dado já, o papo já tá mandado já. É verídico. Se eu pegar alguém na rua, o bagulho vai ficar doido. Nós é bandido. Nós não têm medo de polícia, não. Bala neles (sic).”

A estratégia de usar o WhatsApp para espalhar o medo entre moradores vem sendo empregada em ao menos 12 bairros de São Gonçalo por membros de facções criminosas. 

Mal uso do BI para demagogia

O secretário municipal de Segurança de São Gonçalo, Antônio Oswaldo da Silva, que é Coronel reformado da PM, lamenta a mudança do plano que previa a utilização da antiga sede do 3º Batalhão de Infantaria do Exército como sede de um centro de comando e controle, que integraria ações de segurança.

Por pura demagogia dos governos federal e estadual, o espaço será destinado à construção de imóveis do Minha Casa Minha Vida - que poderiam ser feitos em outros lugares mais adequados, e não no histórico quartel do qual o EB abriu mão.

São Gonçalo tem mais de um milhão de habitantes e apenas um batalhão, que conta com metade do contingente que tinha quando foi criado (são 835 PMs atualmente, número absolutamente insuficiente).

Problema de paternidade


Pura malvadeza

Volta a circular no Facebook um relato-lenda (que pode ser verdadeiro ou falso), mas que serve para deixar a petralhada PT da vida:

Fui a uma loja hoje de manhã e estive lá por uns 5 minutos. Quando eu saí, vi um amarelinho preenchendo uma multa. Corri até ele e soltei o famoso:
- Peraí, amigão, não faz isso não, dá uma chance!
Ele me ignorou e continuou escrevendo a multa.
Então eu o chamei de babaca metido a polícia!
Ele me olhou e, sem dizer nada, deu uma olhada em um dos pneus do carro e começou a fazer outra multa. Então eu falei:
- Que merdinha de profissão a sua, hein?
Ele começou a escrever uma terceira multa!
Foram mais uns 5 minutos ali fora, discutindo ou tentando discutir.
E quanto mais eu xingava, mais multas ele preenchia. Depois que eu vi que aquilo não iria resolver, saí dali e fui pegar o meu carro no estacionamento, na outra quadra.

Mas tudo bem o importante mesmo é ter tentado ajudar o outro coitado que eu nem sei quem é, mas que tinha adesivos da Dilma e do PT no carro.

 A gente se sente com a alma lavada!

Cada cabeça uma peruca


 
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


05 de novembro de 2014

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

PARA EVITAR MANIPULAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DE AÉCIO, AÍ ESTÃO ELAS, EM VÍDEO.

Mostram um Aécio emocionado, ungido pelo povo e totalmente a favor das manifestações em defesa da democracia.

https://www.youtube.com/watch?v=WKDEUYMghS0&feature=player_embedded
 
Ouçam o que ele fala e vamos em frente. Temos oposição. E vamos juntos. Numa só voz. Às ruas pela democracia.
 
05 de novembro de 2014
in coroneLeaks

DOLEIRO CONFIRMA DELAÇÃO DE PAULO ROBERTO COSTA: SENADORA PETISTA RECEBEU R$ 1 MILHÃO DO ESQUEMA PETROLÃO


 
O doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que deu R$ 1 milhão para a campanha de 2010 da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi eleita senadora naquele ano. Alvo central da Operação Lava Jato, o doleiro disse que o valor foi entregue a um empresário, dono de shopping em Curitiba (PR), em quatro parcelas: três no centro de compras e outra na casa dele, em um condomínio de alto padrão da capital paranaense.

A afirmação de Youssef confirma o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa, também em delação premiada, de que em 2010 recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi, conforme revelou o Estado. Segundo ele, foi o marido da senadora, o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, quem fez a solicitação. Youssef confirmou esse pedido e disse ter viabilizado a entrega do valor.

O ex-diretor e o doleiro são réus do processo que apura superfaturamento, desvios, lavagem de dinheiro, corrupção e propina na Petrobrás. O esquema, sob comando de PT, PMDB e PP, abasteceu outros partidos, como PSDB e PSB, segundo os delatores – ambos buscam redução de pena em troca das confissões e da colaboração com fatos novos nos processos.

Gleisi e Bernardo negam o pedido e o recebimento dos valores. A ex-ministra sustenta não conhecer o doleiro nem nunca ter tido contato com ele ou com o esquema sob investigação da Justiça Federal.Depois de eleita em 2010, Gleisi se licenciou do Senado no começo de 2011 para assumir o cargo de ministra chefe da Casa Civil do governo Dilma Rousseff – cargo que ocupou até o começo do ano, quando saiu para disputar o governo do Paraná. A petista ficou em terceiro lugar na disputa, com 14,9% dos votos.

Naquela época, Bernardo era titular de Planejamento, Orçamento e Gestão do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua delação, Costa lembrou o fato de Bernardo, em 2010, ser ainda ministro do Planejamento. Com o início do governo Dilma, em 2011, o petista foi transferido para a pasta das Comunicações.

Agenda. O ex-diretor da Petrobrás disse que o repasse de R$ 1 milhão para a campanha da senadora “se comprova” na inscrição que ele próprio lançou em sua agenda pessoal, apreendida pela Polícia Federal no dia 20 de março, três dias depois da deflagração da Lava Jato. Numa página do caderno de Costa consta, entre outras, a seguinte anotação: “PB 0,1”. Segundo o delator da Lava Jato, o registro significa “Paulo Bernardo, R$ 1 milhão”. 

Youssef, por sua vez, afirmou que os valores foram entregues ao empresário indicado por Bernardo por um emissário seu, que não teve o nome revelado. Os investigadores da Lava Jato acreditam que a quantia de R$ 1 milhão supostamente destinada à campanha de Gleisi em 2010 foi entregue em espécie. Eles procuram o emissário de Youssef, responsável pela entrega do dinheiro, para confirmar os pagamentos. Costa já concluiu o processo de delação, após sucessivos depoimentos a um grupo de procuradores da República. Youssef decidiu seguir o mesmo caminho e ainda está fazendo declarações.

Cota. Em seu relato, o ex-diretor da Petrobrás disse que o dinheiro para a campanha de Gleisi saiu de uma cota equivalente a 1% sobre o valor de contratos superfaturados da Petrobrás. Esse valor, afirmou Costa, era da “propina do PP”, partido da base aliada ao governo Dilma que foi presidido pelo deputado José Janene (PR), morto em 2010. Ele foi líder do PP na Câmara e réu do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Youssef contou em seu depoimento à Justiça Federal que Costa, apesar de cuidar do 1% destinado ao PP na diretoria de Abastecimento, “muitas vezes tinha que atender a pedidos do PMDB e do PT”. 

COM A PALAVRA, A DEFESA

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) informou, via assessoria de imprensa, que “não conhece Alberto Youssef”. “Desconheço completamente os fatos”, informou Gleisi. “Todas as doações constam na prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral.” A senadora informou ainda que avalia “com seus advogados, quais providências legais assumirá em relação ao caso”.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que “não pediu nem recebeu qualquer importância” e que nunca falou com o doleiro Alberto Youssef. “Reafirmo o que já lhe disse: desconheço esse assunto. Nunca falei com o senhor Youssef, por qualquer meio.” Bernardo confirmou conhecer o dono do shopping citado pelo doleiro, mas nega qualquer irregularidade. O proprietário do shopping, localizado em Curitiba, foi procurado pela reportagem, mas até esta matéria ser concluída não havia respondido aos questionamentos.
 
(Estadão)

05 de novembro de 2014
in coroneLeaks

É HORA DE AGIR


 

Recebo vários comentários indignados, perguntando porque as Forças Armadas (FFAA) não interveem no Estado brasileiro, sempre respondo, que em minha opinião, não posso falar pelas FAA, somente o farão na clara insuficiência das Instituições ou a exigência popular, como ocorreu em 1964, com a Marcha da Família com Deus pela Liberdade.

Eu também concordo com a intervenção, acredito até que já está demonstrada a falência das Instituições e a última demonstração foi a fraude na eleição presidencial, onde funcionários do pt criaram um sistema eletrônico que não é auditado e não pode ser conferido, contrariando a legislação.

Desde que o pt assumiu o governo:

1. O povo brasileiro começou a ser separado: as “zelites” e os pobres; os brancos e os negros; os homossexuais e heterossexuais e eles e nós;

2. O governo foi aparelhado com os “cumpanheiros”;

3. O Congresso foi comprado e anulado;

4. Ditaduras estrangeiras foram protegidas;

5. Empresa brasileira, Petrobras, foi invadida por exército estrangeiro sendo que o presidente do Brasil apoiou a agressão;

6. O governo assinou reconhecer que tribos indígenas brasileiras possam assinar tratados com outros países;

7. Perdoou dívidas de ditaduras sem aprovação do Congresso;

8. Financiou obras em ditaduras, em detrimento do Brasil;

9. A recente eleição para presidente foi comprovadamente fraudulenta;

10. Com resultado da eleição, iniciaram uma propaganda de divisão do Brasil.

11. O pt contraria a Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira. Como o pt, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”, está enquadrado na citada Lei.

Os itens acima, juntamente com os resultados referentes à educação, segurança e IDH (índice de Desenvolvimento Humano), servem para confirmar que o pt está acabando com o Brasil.

Após a fraude eleitoral que reelegeu a terrorista, a dita já tenta reforçar a criação dos “soviets”, edita Decreto para indicar o Diretor Geral da Polícia Federal e deseja unificar as Polícias Militares sob seu comando.

O pt junto com o foro de São Paulo já tem como seu braço armado as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o MST, Via Campesina e outros grupos, ditos movimentos sociais.

A história nos mostra que toda ascensão comunista se deu com o assassinato de todos os opositores e possíveis opositores. O pt, em minha opinião, é o suspeito no caso do Prefeito Celso Daniel e as testemunhas do caso.

No momento em que a esquerda efetivar o controle das Polícias, será criada a correlata das SS Nazista (Schutzstaffel – tropa de proteção) e ocorrerá o correspondente a “Noite das Facas Longas” para matar ou prender possíveis opositores.

Chegamos ao absurdo de um governo estrangeiro, da Venezuela, assinar convênio com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), que não é entidade e sim bando criminosos. Maduro, ditador comunista Venezuelano, rasga elogios à Dilma, pela reeleição e propósitos assumidos, no Foro de São Paulo. A implantação da ditadura Comunista no Brasil caminha sem obstáculos.

Acredito que seja o momento de se fazer alguma coisa, contra os apátridas que estão levando o Brasil à Venezuelização, sob o comando de Cuba.

O QUE MAIS É NECESSÁRIO? BRASILEIRO, EXIJA INTERVENÇÃO JÁ!.

05 de novembro de 2014
Ney de Oliveira Waszak é Coronel na reserva.

REPITO PORQUE A PIADA ALÉM DE SÉRIA E FUTURISTA, É BOA DEMAIS...

Circula sem parar na internet...

No dia 2 de Janeiro de 2015, um senhor idoso se aproximou do Palácio da Alvorada e, depois de atravessar a Praça dos Três Poderes, falou para o Dragão da Independência que montava guarda:
 
– Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.O soldado olhou para o homem e disse:
 
– Senhor, a Sra. Dilma não é mais presidente e não mora aqui.
 
O homem disse:
 
– Está bem.
 
E se foi.No dia seguinte, o mesmo homem idoso se aproximou do Palácio da Alvorada e falou com o mesmo Dragão:
 
– Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.
 
O soldado novamente disse:
 
– Senhor, como lhe falei ontem, a Sra. Dilma não é mais presidente e nem mora aqui.
 
O homem agradeceu e novamente se foi.
 
No dia 4 de janeiro ele voltou, se aproximou do Palácio da Alvorada e falou com o mesmo guarda:
 
– Por favor, eu gostaria de entrar e me entrevistar com a Presidenta Dilma.
 
O soldado, compreensivelmente irritado, olhou para o homem e disse:
 
– Senhor, este é o terceiro dia seguido que o senhor vem aqui e pede para falar com a Sra. Dilma.  Eu já lhe disse que ela não é mais presidente, nem mora aqui. O senhor não entendeu?
 
O homem olhou para o soldado e disse:
 
– Sim, eu compreendi perfeitamente, MAS EU ADORO OUVIR ISSO!!!
 
O soldado, em posição de sentido, prestou uma vigorosa continência e disse: 
 
– ATÉ AMANHÃ, SENHOR!!!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

BOLA NA TRAVE

MP do Rio de Janeiro denuncia atacante Adriano por tráfico de drogas e associação ao tráfico

adriano_07No momento em que tenta retomar a carreira na segunda divisão do futebol francês, o atacante Adriano recebe um “cartão vermelho”.

O jogador, que já teve o equivocado título de “Imperador”, mas pode acabar reinando na penitenciária, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (4), por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas.

Se comprovada sua culpa, Adriano poderá ser condenado a até 25 anos de prisão – quinze anos por tráfico de drogas e dez por associação ao tráfico. O jogador poderá responder pelo crime de falsificação de documento.

Emoldurado por acusações graves, o caso será analisado pelo juiz da 29ª Vara Criminal do Rio, que decidirá se acata ou não a denúncia oferecida pelos promotores da 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Na denúncia enviada à Justiça, o Ministério Público descarta, por enquanto, a necessidade de prisão de Adriano, mas requer a apreensão do seu passaporte diante da “possibilidade de fuga do jogador, por ser pessoa com elevados recursos financeiros”.

Ao fazer a denúncia, o MP tomou como base investigação policial que identificou Adriano como comprador de uma motocicleta cara e possante, que acabou sendo entregue a um traficante da favela Vila Cruzeiro, na Vila da Penha, comunidade onde o jogador nasceu, cresceu e continuou frequentando mesmo depois de conquistar fama e dinheiro.

Muitas foram as vezes em que a Vila Cruzeiro funcionou como refúgio de Adriano nos períodos em que o atleta decidia ficar longe dos gramados e não cumprir seus compromissos profissionais com os clubes que defendeu.

De acordo com a denúncia dos promotores, Adriano, juntamente com Marcos José de Oliveira, “consentiu que outrem utilizasse de bem de que tinham propriedade e posse, para o tráfico ilícito de drogas”.

A motocicleta comprada por Adriano, em 2007, foi registrada no nome da mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o “Mica”, amigo do jogador.
De acordo com o promotor, por ocasião da compra da moto a comunidade da Vila Cruzeiro era dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, da qual Mica fazia parte.
E era ele a “pessoa que autorizava ou não a entrada e saída de pessoas e a realização de eventos na região”.

Por conta disso, “os traficantes necessitavam de veículos velozes, em especial motocicletas, pela agilidade no tráfego, que fossem legalizados e não levantassem suspeitas quando transitassem fora das comunidades dominadas pela organização criminosa.”
Outra motocicleta, do mesmo modelo e registrada no nome de Adriano, também teria sido utilizada pelos traficantes da Vila Cruzeiro.

No entendimento do MP, o ex-atacante e seu amigo “livre e conscientemente, ao colaborarem para a atividade do tráfico de entorpecentes, se associaram aos traficantes em atividade na Vila Cruzeiro, com a finalidade de facilitar o tráfico ilícito de drogas e as atividades afins”.

Vale destacar que em algumas ocasiões, em festas organizadas na Vila Cruzeiro, Adriano se deixou fotografar ao lado de traficantes, inclusive empunhando armas de grosso calibre a usando as mãos para fazer as iniciais CV, de Comando Vermelho. Essa denúncia pode atrapalhar os planos do jogador de retornar ao futebol.
adriano_23

05 de novembro de 2014
ucho.info

PAPO FURADO

Gleisi defende no Senado o decreto que cria os conselhos populares, epílogo do golpe petista

gleisi_hoffmann_37Não bastasse o pífio papel que protagonizou na tentativa fracassada de conquistar o direito de ocupar o Palácio Iguaçu, sede do Executivo paranaense, a partir de 2015, e de reduzir o PT a uma legenda nanica no estado sulista por conta do vergonhoso contingente de votos que arrancou das urnas, a senadora Gleisi Hoffmann retomou nesta terça-feira (4) a sua porção de “buldogue palaciano”.

Depois de se esconder de Dilma durante o primeiro turno da campanha e, na sequência, ser preterida pela então presidente-candidata, Gleisi voltou a ocupar a tribuna do Senado para defender com unhas e dentes o governo da “companheira” de legenda, a quem serviu como chefe da Casa Civil.

Na tarde desta terça-feira (4), a senadora paranaense fez uso da palavra para tentar reverter a tendência que se instalou na Casa em relação ao decreto presidencial que cria os conselhos populares.

A ordem entre os senadores, inclusive os da chamada base aliada, é derrubar o decreto presidencial, repetindo decisão tomada na última semana pela Câmara dos Deputados, que em plenário aprovou decreto legislativo que invalida a manobra palaciana de antecipar o golpe.

“Tentaram dar a essa votação, na Câmara, uma conotação política de derrota à Presidenta, como se, revogando o decreto dela, houvesse um derrota política, houvesse um problema de base de governo. Mal sabem, quem está fazendo essa avaliação, que a derrota não é a Presidenta; a derrota é aquilo que a Constituinte de 1988 e a Constituição traz estampada em suas letras, que é o fortalecimento da participação popular e da democracia.

Então, isso não é uma derrota ao Governo; isso é uma derrota à sociedade brasileira, ao que nós construímos até agora de participação popular e de reconhecimento dessas instituições. Aliás, o que a Presidenta faz é tão somente, como eu já disse, regulamentar isso no âmbito do Poder Executivo.
Não tem nenhuma implicação no Poder Legislativo e nenhuma implicação em outro ente federado”, vociferou a senadora paranaense.

Esse trecho do seu discurso mostra sua total incapacidade para ocupar cargo de tanta relevância como o de membro do Senado Federal, Casa legislativa que exige de cada integrante conhecimento profundo e preparo para discutir temas tão complexos quanto a extensão territorial do País. O PT busca, na verdade, avançar com seu projeto totalitarista de poder (leia-se golpe), por isso recorre a figuras menores como Gleisi Hoffmann, que se prestam ao ínfimo papel de usar o mandato parlamentar para dar recados.

Em seu longo e cansativo discurso, Gleisi Hoffmann listou todos os Conselhos nacionais criados a partir de leis específicas, como forma de convencer a opinião pública que o decreto presidencial está recheado de boas intenções. “Nós temos diversos conselhos e entidades que se formaram, instituições que se formaram, a partir de leis aprovadas por este Congresso.
São leis antigas, que datam de 1964, de 1970, de 1990, e que instituíram conselhos para que o Poder Executivo, e mesmo o Poder Legislativo, pudessem consultar, pudessem discutir, pudessem ter com esses conselhos uma ação, um espaço para realmente ir buscar apoio, ir buscar orientação”, disse a integrante da tropa de choque do governo petista.

Silêncio obsequioso no caso do pedófilo

Entre os órgãos mencionados por Gleisi estão o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. A senadora deveria se envergonhar ao defender o governo no caso do decreto presidencial, pois continua devendo explicações ao povo brasileiro sobre a indicação do pedófilo Eduardo Gaievski para o cargo de assessor especial na Casa Civil.

Preso sob a acusação de 28 estupros contra meninas adolescentes, sendo quatorze contra vulneráveis (menores de 14 anos), Gaievski, pessoa próxima à senadora e à respectiva família, já era investigado pelo Ministério Público do Paraná por seus crimes hediondos quando foi nomeado para a Casa Civil. A delinquência sexual do assessor chegou a tal ponto, que até mesmo uma criança de cinco anos de idade não escapou do seu comportamento criminoso.

Gleisi Hoffmann evita falar do assunto que teve largo espaço jornalístico no ucho.info ao longo dos últimos quinze meses, mas é preciso que a população saiba quem são os políticos que defendem a criação dos tais conselhos populares.
Tudo pelo totalitarismo

Não será com esse discurso rasteiro e visguento de Gleisi que o decreto presidencial escapará do veto dos senadores.

“Como pode, agora, o mesmo Congresso que criou esses conselhos, que validou essa participação popular, que está em acordo com a Constituição Federal, dizer que um decreto da Presidenta que regulamenta administrativamente um procedimento no âmbito Executivo federal pode ser uma afronta ao Congresso Nacional? Eu gostaria de saber como que chegamos a essa avaliação se não por uma discussão de viés ideológico, político, que não quer reconhecer a participação popular”, afirmou a senadora, como se o PT não discutisse temas de interesse da legenda apenas a partir da ideologia esquerdista que varre a América Latina.

Sem estar convencida da tarefa que lhe foi dada, Gleisi ousou comparar a manobra do governo do PT com a prática política de alguns países europeus, como Escócia, Itália e Suíça. “Para terminar aqui a minha colocação, dizer que criar conselhos, como o Parlamento já criou, e consultar a população, seja por meio de referendos ou mesmo de plebiscitos, é ampliar a democracia, é investir na esperança de um mundo com mais harmonia e mais consensos”, disse a senadora.

“Nenhum país do mundo deixou de ser democrático por consultar a população. A Escócia acabou de decidir seu futuro ouvindo a população. A Itália fez um referendo sobre a privatização do sistema de água pública, e 27 milhões de italianos disseram “não”. A Suíça, como bem lembrou aqui o nosso senador Randolfe [Rodrigues], faz referendo há 200 anos – aliás, a cada semana eles têm um. A população é menor, o país é menor, mas temos de olhar os referendos como formas de ouvir a população, sem teorias conspiratórias” completou a petista em mais um discurso inócuo e cheio de rapapés.

Digna representante da chamada “esquerda caviar”, Gleisi Hoffmann conhece a Europa apenas e tão somente no âmbito do consumo, algo que somente o condenável (sic) capitalismo proporciona. Querer comparar o viés golpista da ação do governo federal e do PT com a seriedade com que são realizadas as consultas populares na Escócia e na Suíça é o mesmo que confundir harpa com cuíca.

05 de novembro de 2014
ucho.info