"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

COMO SE LIBERTAR DA TRIANGULAÇÃO DA INFORMAÇÃO/CONTRAINFORMAÇÃO/DESINFORMAÇÃO

Como se Libertar da triangulação da INFORMAÇÃO/CONTRAINFORMAÇÃO e DESINFORMAÇÃO

29 de setembro de 2020

A ORDEM OCULTA - A CRIPTOCRACIA RELIGIOSA NO PODER MUNDIAL

A ORDEM OCULTA - A Criptocracia religiosa no poder mundial

29 de setembro de 2020

SENHORES DO MUNDO (OS BASTIDORES DA HUMANIDADE)

 

RIDÍCULO...

Alexandre Frota reaparece para explicar as denúncias que pesam sobre ele, mas foi ridículo

29 de setembro de 2020

SE PGR ACEITA DELAÇÃO, EDUARDO CUNHA PODERÁ IMPLODIR RODRIGO MAIA. (E OUTROS...)

 

VEIO À TONA DEPOIMENTO DE MARCELO ODEBRECHT PARA PGR. TOFFOLI DESMASCARADO. ESSE É O FIM.

🔥VEIO À T0NA TODO DEPOIMENTO DE MARCELO ODEBRECHT PARA PGR -TOFF0LI DESMA$CARADO ESSE É O FlM

29 de setembro de 2020

MATERIAL SIGILOSO REVELA ENVOLVIMENTO DE TOFFOLI EM EMPREITEIRAS DA ODEBRECHT

🔥AGORA: MATERIAL SIGIL0SO REVELA ENV0LVIMENTO DE TOFFOLl EM EMPRElTElRAS DA ODEBRECHT

29 de setembro de 2020

SOBRE POLÍTICOS E DISCOS VOADORES: O QUE ELES TÊM EM COMUM?

Sobre POLÍTICOS E DISCOS VOADORES - O que eles têm em COMUM?!

29 de setembro de 2020

O PLANO DE JEAN WYLLYS

 

O plano de Jean Wyllys

29 de setembro de 2020

HÉLDER BARBALHO É ALVO DE BUSCA E APREENSÃO EM OPERAÇÃO SOBRE CONTRATOS DE R$ 1,2 BILHÃO NA SAÚDE

 

O CERCO FECHOU! PARLAMENTARES ENTRAM EM DESESPERO

🔥O CERC0 FECH0U! PARLAMENTARES ENTRAM EM DESESPER0 -#TchauBatoreEbotafogo

29 de setembro de 2020

PGR ENQUADROU JOICE HASSELMANN

 

PGR ENQUADROU JOICE HASSELMANN

29 de setembro de 2020

DÍVIDA PÚBLICA SOB PRESSÃO

 A crise sanitária e econômica gerada com a pandemia do coronavírus vem afugentando ainda mais a presença dos investidores estrangeiros no financiamento da dívida pública brasileira. 

Antes de tudo, é bom lembrar que em 2015 perdemos o prestigiado “selo de bom pagador”, conferido pelas maiores agências internacionais de classificação de risco. Sua participação com relação ao nosso estoque chegou a representar em torno de 21% e acabou despencando para 9% no mês passado o que, de alguma forma, vem impedindo o Tesouro Nacional de voltar a dilatar seus prazos de vencimento.

Atualmente, o investidor externo ocupa a quarta posição entre os demais possuidores de títulos da nossa dívida, depois dos fundos de previdência, dos fundos de investimentos e das instituições financeiras. 
Normalmente, eles preferem os títulos de prazos mais longos, desde que o país comprove um equilíbrio macroeconômico consistente. 
Essa fuga se deve à visão atual que muitos estão tendo lá de fora de um Brasil envolto em um cenário de incertezas, ligado à piora do risco fiscal e ao crescimento de ruídos políticos.

O Tesouro, recentemente, realizou o maior leilão da sua história no que diz respeito à quantidade de títulos de curto prazo. 
Essa dívida contraída tem seu vencimento previsto para 12 meses e deve fechar esse ano no maior patamar do PIB (Produto Interno Bruto) desde 2005. De acordo com o relatório do Banco Central (BC) de janeiro a julho de 2020, as saídas de investidores internacionais de suas posições no País superaram US$ 30 bilhões. Um terço desse total, aproximadamente US$ 11 bilhões, foi em renda fixa, cuja emissão é chancelada pelo Tesouro Nacional. 

O restante do montante, basicamente, resulta da venda de ações realizadas através da B3 (Bolsa de Valores oficial do Brasil). Quando perdemos o “grau de investimento”, os títulos da dívida pública brasileira já não integravam boa parte da carteira de vários fundos internacionais, porém com as incertezas trazidas pela covid-19, acabamos perdendo outra parcela significativa dos não residentes. 

O mercado, em função dessa crise de âmbito global, passou a dar uma certa preferência à liquidez. No fundo, hoje, o investidor quer ter dinheiro na mão, desapegando-se um pouco dos ativos com prazos mais longos, ainda mais quando são do mercado internacional. 

Com a revoada de estrangeiros do mercado nacional, eles estão se aproveitando da situação e passando a pressionar a taxa junto ao Tesouro para esse tipo de aplicação que é importante para o País, pois se destina a financiar a nossa dívida e a cobrir o rombo fiscal. 
Sempre estão pleiteando um “algo mais” quanto à remuneração, geralmente exigindo acima do que o governo pode oferecer, sendo que os prazos desses títulos, no momento, estão bem menores. 

Hoje, entre 2,5 a 2,8 anos enquanto que, há um ano atrás, situavam-se em 4,06 anos. A estratégia adotada pelo Tesouro Nacional, aumentando as emissões de títulos prefixados com prazos de vencimentos menores na verdade tem fôlego curto e pode se converter em uma perigosa armadilha, caso o governo não consiga o equilíbrio em suas contas. 
O problema fiscal do País se materializa na inclinação da curva de juros de longo prazo e na volatilidade excessiva do real em relação a outras moedas de países emergentes. 
É obrigação do Tesouro tentar reduzir o custo da sua dívida e, por isso, existe a necessidade de se colocar somente papel de prazo curto, oferecendo ao investidor uma taxa de juros menos atrativa. Entretanto, se ele apenas vender esse tipo de papel, provavelmente, daqui a um ou dois anos, terá que fazer diariamente sua rolagem, como ocorreu no mercado financeiro nas décadas de 70/80. 
O colchão de liquidez que representa a reserva prudencial no balanço do Banco Central ainda está sendo suficiente, todavia desafios podem emergir no médiolongo prazo. 
Por enquanto, o que tem sustentado a demanda por títulos públicos, facilitando a gestão da dívida pública federal, é a inflação brasileira que ainda está muito baixa, com os analistas estimando-a em 2,10% para o final de 2020 e 3,00% no final do exercício de 2021. 

A grande questão é se a expectativa de inflação começar a subir rapidamente diante da perspectiva de uma bomba fiscal mais adiante, a remuneração (juros) terá que aumentar substancialmente. E, mesmo assim, a procura por títulos públicos poderá não estar garantida.

29 de setembro de 2020
Arthur Jorge Costa Pinto é Administrador, com MBA em Finanças pela UNIFACS (Universidade Salvador).

EVANGELHO JOÃO 1, 47-51

Evangelho de 29.09.2020 - João 1,47-51

29 de setembro de 2020

TENHA UM DIA DE LUZ!

 


29 de setembro de 2020