"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADOS EM ENDEREÇOS DE AÉCIO NEVES E MAIS 5 CONGRESSISTAS

VICE-PREMIÊ DA ITÁLIA IGNORA CRÍTICAS SOBRE APROXIMAÇÃO COM ISRAEL




“Eu não tenho que me justificar a cada vez que vou a Israel”, disse o líder direitista italiano.

O vice-premiê e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, chegou em Israel nesta terça-feira (11) para uma visita de dois dias.

Salvini também abordou as críticas sobre sua visita ao país do Oriente Médio:

Não tenho que me justificar toda vez que vou para Israel.

Em uma conversa com a agência “AFP“, após ser questionado sobre elevação no número de crimes de ódio contra judeus, Salvini declarou:

O crescente anti-semitismo está aliado com o extremismo islâmico, para o qual ninguém está prestando atenção.

O vice-premiê da Itália visitou a fronteira norte de Israel com o Líbano para verificar a operação do exército israelense contra túneis do grupo terrorista do Hezbollah.

Nesta quarta-feira (12), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, publicou uma imagem ao lado de Matteo Salvini.

Netanyahu declarou:


Quero dar as boas vindas ao Sr. Salvini. Ele tem sido um grande amigo de Israel. Você teve a oportunidade de ver os túneis terroristas diretamente. Este é um claro ato de agressão do Hezbollah contra nós e contra as normas da comunidade internacional.

12 de dezembro de 2018
renova mídia

COMISSÃO ESPECIAL DA CÂMARA APROVA PEC DO FIM DO FORO PRIVILEGIADO

COM RENDA DE R$ 30 MIL, O EX-ASSESSOR QUEIROZ MORA NUMA CASA BEM MODESTA...

Casa do ex-motorista de Flávio Bolsonaro,Fabrício Queiroz, que movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e o mesmo mês de 2017 Foto: Juliana Castro / Agência O Globo
A instalação de água da casa é feita com canos aparentes
Ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) e citado em relatório do Coaf por conta da “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz mora em uma casa simples e sem pintura externa, em um beco no bairro da Taquara, na Zona Oeste do Rio.
Na viela onde Queiroz mora com a mulher, Márcia Aguiar, os imóveis são colados uns aos outros. No beco há varais improvisados do lado de fora das casas, fios emaranhados e canos aparentes. Na casa de Queiroz, um adesivo rasgado com as fotos do presidente eleito Jair Bolsonaro e de seu filho Carlos, vereador no Rio, está colado na fachada. No segundo andar, que tem a laje sem revestimento, tapetes secavam no parapeito ainda sem janela.
CASA DESERTA – No portão que dá acesso ao conjunto de aproximadamente 70 casas, distribuídas em uma rua mais larga e vielas, há um aviso de que a área é monitorada 24 horas. O Globo esteve na segunda-feira na residência de Queiroz, mas não encontrou nem ele e nem a mulher, Márcia. Vizinhos confirmaram que o casal vive na casa.
O relatório do Coaf que cita Queiroz foi anexado à Operação Furna da Onça, que prendeu deputados estaduais. O Ministério Público do Rio já tem procedimentos em curso, que correm sob sigilo, para investigar possíveis irregularidades cometidas por servidores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), com base no relatório do Coaf. O MP não esclarece se as movimentações financeiras de Queiroz estão sob investigação.
O Coaf elaborou relatórios a pedido do Ministério Público Federal. Os procuradores ressalvam que a identificação desse tipo de movimentação não configura um ilícito por si só.
PORTAS TRANCADAS – Na Alerj, a repercussão do caso alterou a rotina do gabinete de Flávio. Normalmente aberto ao público, o local passou boa parte da tarde com portas trancadas.
O relatório do Coaf cita que a conta de Queiroz recebeu repasses de oito funcionários e ex-funcionários do gabinete de Flávio. O Globo procurou duas delas ontem no local. Horas depois de um assessor afirmar que elas estavam presentes, o chefe de gabinete de Flávio, Miguel Angelo Braga, admitiu que elas não foram à Alerj por estarem tratando de suas defesas:
— Estão buscando informações para os esclarecimentos que já estão com data marcada para ser prestados (ao MP). Não estão aqui pelo assédio da imprensa. Não estão podendo vir pelo constrangimento.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O mistério aumenta. O casal Queiroz recebia mais de R$ 30 mil mensais. Juntos, marido e mulher estão no topo da pirâmide social brasileira. Mesmo assim, moram numa casa de classe média baixa, de pouco valor. Não dá para entender. Nem Freud explica, quanto mais Sherlock Holmes. (C.N.)


12 de dezembro de 2018
Juliana Castro e Igor Mello
O Globo

PETROBRAS NÃO CONSEGUE CALCULAR SUAS PERDAS COM A IRMANDADE DO SUBORNO

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Todo dia a Petrobras compra e vende petróleo e derivados no mercado mundial. Durante a última década e meia, negociou em média 400 mil barris a cada jornada de 24 horas, a preços variáveis. Agora descobriu-se que parte dessas transações não teve qualquer registro e deu prejuízos à empresa estatal, mediante subornos pagos a funcionários, intermediários, políticos do PT, MDB, Progressistas (antigo PP) e do PSDB.
Eles receberam propinas entre dez centavos e US$ 2 por barril de petróleo e derivados nas negociações diárias, com pagamento à vista, e em contratos de longo prazo — mostram os novos processos abertos na Operação Lava-Jato.
ALTAS JOGADAS – O grupo fazia a Petrobras comprar a preços acima de mercado e a vender a preços mais baratos. Numa negociação de 300 mil barris, por exemplo, acertavam com o cliente estrangeiro “comissão” de US$ 1 por barril e embolsavam US$ 300 mil. Chegaram a “sumir” com 17,5 mil toneladas métricas de combustível da estatal embarcadas em três navios. Em 2012, celebraram o recorde de US$ 2 de propina sobre uma carga levada a Fortaleza.
A Petrobras não consegue dimensionar suas perdas na área, onde obtém dois terços do seu faturamento. Contou ao Ministério Público, em abril: “Não é possível localizar todas as aprovações (dos gestores), visto que algumas ocorreram em despachos presenciais ou por telefone, principalmente para os casos mais antigos.” São 15 anos de contratos informais, diários, sem controle de auditores e de órgãos como CVM e TCU.
GRANDES NÚMEROS – Entre os principais beneficiários se destacam três trading companies, irmãs na hegemonia sobre o mercado mundial de petróleo e derivados. Vitol, Trafigura e Glencore somam receitas de quase US$ 500 bilhões por ano, seis vezes mais que a estatal brasileira, equivalente ao PIB de Minas.
Os processos deixam claro que “a alta cúpula dessas empresas tinha total consciência do que estava ocorrendo”. Devem ir a julgamento no Brasil, nos Estados Unidos e na Suíça.

12 de dezembro de 2018
José Casado
O Globo

EX-ASSESSOR DE FLÁVIO BOLSONARO JÁ VINHA SENDO INVESTIGADO PELO MP ESTADUAL

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A sombra da dúvida já se projeta sobre Jair Bolsonaro
O Ministério Público do Estado do Rio investiga movimentações atípicas em contas bancárias de assessores de 22 deputados estaduais do Estado, detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Um dos parlamentares cujos auxiliares estão sob investigação é o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente eleito Jair Bolsonaro. Um ex-assessor dele, Fabrício José Carlos de Queiroz, de acordo com relatório produzido pelo Coaf na Operação Furna da Onça, movimentou, de 1 de janeiro de 2016 a 31 de janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão.
O Ministério Público Federal também teve acesso ao relatório do Coaf há cerca de seis meses, mas não encontrou indícios de envolvimento dos deputados citados no relatório com o esquema desmantelado por sua investigação em conjunto com a Polícia Federal. A investigação aborda crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, loteamento de cargos públicos e de mão de obra terceirizada, principalmente no Detran-RJ. Por não ter competência legal para investigar deputados estaduais por crimes não federais, essa parte ficou com o MP do RJ.
EXONERAÇÃO – O assessor Queiroz, que atuava como segurança e motorista, foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro em 15 de outubro deste ano. Ele é também policial militar. O Coaf detectou que da sua conta saíram recursos depositados em nome da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
O relatório também cita que foram detectadas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora Queiroz exercesse atividade cuja “característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso”. Também foram achados depósitos de outros oito assessores de Flávio na conta de Queiroz.
R$ 23 MIL – O nome do ex-assessor consta da folha de pagamento da Alerj de setembro com salário de R$ 8.517. Ele era lotado com cargo em comissão de Assessor Parlamentar III, símbolo CCDAL- 3, no gabinete de Flávio Bolsonaro. Conforme o relatório do Coaf, ele ainda acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar. Ele é subtenente da corporação e passou para a reserva.
O Coaf informou que foi comunicado das movimentações de Queiroz pelo banco. A instituição considerou que são “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do ex-assessor parlamentar.
DIZ FLÁVIO – O deputado Flávio Bolsonaro afirmou ter ouvido de Fabrício de Queiroz uma “explicação plausível” para a movimentação atípica, mas se recusou a revela-la.
Já o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou ter feito um empréstimo de R$ 40 mil a Queiroz, que teria feito o pagamento parcial na conta da primeira-dama Michelle. Ele e o ex-assessor teriam se conhecido em 1984, em um curso no Exército. Anos depois, o hoje presidente eleito o indicou para ser assessor de Flavio.
O ex-assessor Queiroz não comenta o caso.

12 de dezembro de 2018
Constança Rezende e Fábio Serapião
Estadão

PF PRENDE PASTOR MANUEL MARCOS E DRA. JULIANA, DEPUTADOS ELEITOS NO ACRE


Manuel Marcos e Juliana são acusados de vários crimes
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, dia 11, dois deputados eleitos em outubro no âmbito da Operação Santinhos. A investigação mira desvios de recursos públicos do fundo partidário e do fundo especial de financiamentos de campanha, além de outros crimes eleitorais e lavagem de capitais.
Foram capturados o deputado federal eleito Pastor Manuel Marcos – atual presidente da Câmara de Rio Branco – e a estadual eleita Doutora Juliana. Ambos são do PRB do Acre.
EM VÁRIOS ESTADOS – Em nota, a PF informou que mais de 100 policiais federais de vários estados auxiliaram no cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão em residências e gabinetes de investigados, em órgãos públicos, na Câmara de vereadores e na Assembleia Legislativa do Acre. Também foram cumpridos 8 mandados de prisão expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre.
O pastor recebeu 7.489 votos ou 1,76%. Já Doutora Juliana levou 5.990 votos ou 1,41%. A reportagem fez contato com a presidência da Câmara de Vereadores de Rio Branco. O espaço está aberto para manifestação.
A reportagem tentou contato com o gabinete da deputada por meio da Assembleia Legislativa. O espaço está aberto para manifestação.

12 de dezembro de 2018
Julia Affonso
Estadão

11 DOCUMENTÁRIOS NA NETFLIX PARA REPENSAR A VIDA NA TERRA (I) EXAME

21 de jul de 2017 - São Paulo - Já somos 7 bilhões de pessoas no mundo, usufruindo dos recursos naturais que a Terra, generosa, nos dá sem pedir nada em ..

12 de dezembro de 2018
m.americo

11 DOCUMENTÁRIOS NA NETFLIX PARA REPENSAR A VIDA NA TERRA (II) EXAME

22 de jul de 2017 - Nubank lança cartão de débito ... (Demain/Youtube/Reprodução) ... Pensando nisso, separamos mais uma leva de 11 documentários ...

12 de dezembro de 2018
m.americo

O TRABALHO NO FUTURO (DOCUMENTÁRIO)

2 de mai de 2017 - Vídeo enviado por NT Jornalismo
O Jornalismo da TV Novo Tempo apresenta neste documentário o assustador cenário em que cada vez ...
Não encontrados: catão

12 de dezembro de 2018
m.americo

O FIM DO EMPREGO HUMANO (DOCUMENTÁRIOS)

8 de fev de 2018 - Vídeo enviado por DocumentariosCiencia
Não temam, a solução está aos dezoito minutos, quando um motorista coloca ocartão errado na máquina e ...

12 de dezembro de 2018
m.americo

BOLSONARO NÃO PODE SER CATÃO COM OS OUTROS, SEM SER CATÃO CONSIGO MESMO...

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Bolsonaro é rigoroso com a falha alheia, mas na família…
O presidente eleito, e agora diplomado, Jair Bolsonaro chega ao momento da posse devendo uma explicação plausível sobre o caso de Fabricio Queiroz, seu amigo pessoal há 40 anos, como afirmou, e motorista de seu filho, senador eleito Flavio Bolsonaro, que teve um movimento financeiro detectado pelo Coaf ( Conselho de Controle de Atividades Financeiras) de R$ 1,2 milhão tendo um salário de R$ 8,5 mil por mês.
A explicação do presidente para vários depósitos, num total de R$ 24 mil, para a futura primeira-dama Michelle, é plausível: tratar-se-ia de pagamento de um empréstimo, que não foi declarado no Imposto de Renda. Até aí, nada grave.
COISAS NORMAIS – É normal ajudar funcionários em dificuldade, e receber pagamentos parcelados, tudo de maneira informal. Não declarar no IR pode ser uma falha, nunca um crime. A coisa começa a pegar quando o presidente, e seu futuro ministro da Justiça Sérgio Moro, consideram que, com a explicação, o caso sai de suas alçadas e vai para a do próprio Fabricio.
Nem mesmo do filho Flavio é cobrada qualquer explicação para a movimentação de dinheiro de seus funcionários na Assembléia Legislativa, onde atuava como deputado estadual.
É claro que, mesmo que tenha dado uma explicação para o caso de sua mulher, o comportamento dos filhos alcança o presidente, assim como as acusações contra Lulinha alcançam Lula, mesmo que as quantias conhecidas sejam consideravelmente menores.
“PEDÁGIO” – À boca pequena sabe-se, sem que tenha sido investigado e comprovado ainda, que parlamentares de maneira geral, com raras exceções, e em todos os níveis de representação, costumam, e não é de hoje, cobrar um pedagio de seus funcionários.
Como os salários nesses casos são muito acima do mercado de trabalho – outra disfunção do Legislativo – os funcionários não se incomodam de dar uma parcela para quem os contrata. Mas é um procedimento completamente ilegal, como é ilegal a utilização de Caixa 2 para financiamento de campanhas eleitorais, mas todo mundo fazia, ou faz, como está revelando a Operação Lava-Jato. Inclusive o deputado Onix Lorenzoni, futuro Chefe do Gabinete Civil, que admitiu o uso de Caixa 2.
“LARANJA” – Nesse caso, a suspeita é que o motorista Fabricio servia de “laranja” para a família Bolsonaro, recebendo em sua conta a percentagem de cada um dos funcionários de Flávio. Este deveria ser um caso simples de ser desmentido.
Mas como até agora, passados vários dias da denúncia, o motorista não apareceu para dar uma explicação crível para tamanha movimentação financeira – R$ 600 mil recebidos e saídos de sua conta -, fica cada vez mais difícil acreditar que nada de errado tenha acontecido.
É preciso definir se aconteceu o esquema, e, em caso positivo, por quantos anos a família Bolsonaro se utilizou dele, que até agora não foi desmentido por provas consistentes.  Além do próprio Jair Bolsonaro, deputado federal por 27 anos, que empregava até mesmo uma funcionária que vendia açaí em Búzios, há Flavio, hoje senador eleito que era deputado estadual, o deputado federal Eduardo, anteriormente deputado estadual, e o vereador Carlos.
MORO ERROU – O futuro ministro da Justiça Sérgio Moro, que terá a seu pedido, para melhor combater a corrupção, o Coaf como órgão subordinado, não deveria dizer que, para ele, a explicação do presidente eleito está dada. Não é razoável exigir que fizesse uma crítica ao presidente ou à sua família, mas não deveria banalizar o assunto
Se tratar assim todos os indícios de lavagem de dinheiro que aparecerem na sua frente, terá mudado de atitude diante dessas irregularidades. Logo ele, um juiz rigoroso com os mínimos indícios, e que tem demonstrado que eles, quase sempre, levam a descobertas de esquemas de corrupção graves.
Bolsonaro se elegeu, entre outras coisas, por apresentar-se como um combatente contra a corrupção. O convite a Moro para integrar seu ministério teve o sentido de reafirmar simbolicamente essa luta, e por isso foi aprovado pela opinião pública. Não se pode ser Catão com os outros sem ser Catão consigo mesmo.

12 de dezembro de 2018
Merval Pereira
O Globo

BOLSONARO PARTE PRA CIMA DE JEAN WYLLYS. CUSPARADA VAI TE CUSTAR CARO...