"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 11 de novembro de 2018

O HORROR DA GUERRA, DE NIAL FERGUSON




O horror da guerra, de Niall Ferguson

11 de novembro de 2018

10 TEXTOS PARA INICIANTES EM HISTÓRIA

MÃE DE SÉRGIO MORO QUEBRA O SILÊNCIO DIZ PALAVRAS SÁBIAS

GUILHERME FIUZA COLO A EX-GUERRILHEIRA MIRIAM LEITÃO EM SEU DEVIDO LUGAR

TRÊS PROFUNDAS REFLEXÕES... (OU TRÊS ANEDOTAS DE MAU GOSTO!)

"Adão e Eva eram brasileiros: não tinham o que vestir, apenas uma maçã para comer, sem casa para morar e a certeza de que estavam no paraíso."


"Pensando bem, deixar o destino da humanidade nas mãos de dois adolescentes pelados, não foi lá uma boa idéia..."



"Demorou  1464 para Da Vinci fazer os apóstolos entenderem por que tiveram todos que sentar do mesmo lado da mesa na última ceia."


11 de novembro de 2018
in 365 tweets de Deus (Leo Cardoso)

RELATÓRIO APONTA O CRESCIMENTO DO NÚMERO DE JORNALISTAS ASSASSINADOS NO PAÍS

Charge da Fundação: “Cartooning for Peace”
Ítalo Diniz, 30, era blogueiro em Governador Nunes Freire, cidade de 25 mil habitantes no oeste do Maranhão. Sem filiação partidária, ele escrevia artigos denunciando políticos da região e recebia ameaças públicas, como a de um ex-prefeito que prometeu sua morte e a de um guarda municipal que o ameaçou durante sessão da Câmara de Vereadores, fatos que relatou à polícia.
No dia 13 de novembro de 2015, Ítalo foi atingido por quatro disparos feitos por dois homens em uma motocicleta, que fugiram. Morreu antes de receber atendimento médico. Na véspera do crime, ele havia relatado a colegas de imprensa ameaças feitas por “prefeitos, vereadores, capachos e seguranças”, sem citar nomes. Uma semana antes a mãe dele também fora ameaçada.
SILÊNCIO E IMPUNIDADE – Passados quase três anos, o inquérito sobre a morte de Ítalo não foi concluído e mandantes e executores não foram identificados. A investigação é acompanhada pelo Judiciário, uma vez que um dos suspeitos tem foro privilegiado. O caso faz parte do relatório “O ciclo do silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores”, lançado nesta quinta-feira, dia 8, pela ONG Artigo 19. De acordo com o documento, metade dos profissionais de comunicação assassinados no país nos anos de 2015 a 2016 atuava como blogueiro.
O estudo apresenta o monitoramento dos 22 assassinatos de comunicadores no país no período de 2012 a 2016. Doze deles constavam na análise anterior, apresentada há dois anos, sobre mortes no período de 2012 a 2014 de três blogueiros, três radialistas, quatro jornalistas, um proprietário e um fotógrafo. Dos dez novos casos, cinco eram blogueiros, três radialistas, um jornalista e um proprietário de veículo de comunicação, em crimes praticados em cidades que tinham em média 50 mil habitantes.
“Faz sentido que os blogueiros sejam os mais atacados, porque em boa parte das cidades menores do Brasil não existem jornais impressos estruturados. Nesses locais, quem acaba fazendo a comunicação são os blogueiros e radialistas comunitários, só que esses perfis de profissionais acabam ficando mais vulneráveis à lógica da violência”, afirma o coordenador do relatório e assessor do programa de Proteção e Segurança da Artigo 19, Thiago Firbida.
FALTA DE ESTRUTURA – Segundo ele, uma característica comum entre os crimes é o planejamento e a participação de intermediários na execução. Cerca de metade dos casos envolve ainda agentes do Estado, como políticos, policiais e funcionários públicos, o que dificulta a investigação. Além disso, muitas delegacias não têm estrutura para fazer as perícias necessárias.
“Essa falta de estrutura é um grande problema não só nos crimes contra comunicadores, mas em todo o processo de investigação de homicídios no Brasil. O que é diferente nesses casos é que, como os mandantes são pessoas poderosas, além da falta de estrutura das polícias, [a impunidade] também é influência dessas pessoas”, diz.
INOPERÂNCIA  – Firbida aponta que mais da metade das investigações (59%) teve andamento insatisfatório, ou seja, após anos o inquérito não foi aberto, foi arquivado ou não concluído. Em 41% o andamento foi satisfatório, com a abertura da ação penal e sentença. Em apenas um caso, porém, houve condenação do mandante, caso da morte do blogueiro Décio Sá, em São Luís (MA), em 2012.
Os casos também revelam a falta de ação diante das ameaças sofridas pelos comunicadores, relatadas por 77% deles. “Se as autoridades não respondem a ameaças consideradas mais leves, o que a gente percebe é um agravamento até um grau extremo, que é o homicídio”, afirma. A organização também monitora ameaças a profissionais e aponta que elas podem gerar autocensura, mudança da área de cobertura e até abandono da profissão.
Para evitar o cenário de impunidade, o relatório aponta um conjunto de medidas, como a proteção efetiva dos comunicadores pelo governo federal, o acompanhamento dos casos pelo Ministério Público e o investimento prioritário pelos governos estaduais nas polícias para investigar os crimes. “São casos que não têm só uma dimensão individual, mas social, porque quando um comunicador é assassinado você está atingindo o direito da sociedade de se informar. Essa é uma dimensão coletiva que os governos atuais precisam ter em mente”, diz Firbida.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O relatório, infelizmente, evidencia de forma gritante que os diversos crimes, acompanhados pela impunidade, reforçam o cenário de violência contra comunicadores que tem se intensificado nos últimos tempos. É mais do que necessário que o Estado, em todas as suas esferas, reconheça esta condição alarmante dos comunicadores no Brasil. É preciso o comprometimento através de política concretas de enfrentamento, inclusive do Ministério de Direitos Humanos. (M.C.)

11 de novembro de 2018
Géssica Brandino
Folha

SENADO ARTICULA BARRAR "ESCOLA SEM PARTIDO" E AGENDA DA "BANCADA DA BALA"


Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa o Foto: Jonas Pereira / Jonas Pereira/Agência Senado
Muitos senadores perderam a reeleição e estão ressentidos
Com a perspectiva de um novo governo patrocinando projetos polêmicos — como a liberação do porte de armas , o enquadramento de movimentos sociais na Lei Antiterrorismo e o Escola sem Partido —, parlamentares de diferentes partidos se articulam para tentar fazer do Senado a “casa do equilíbrio” da República. Temendo a radicalização nessas pautas, até senadores de PT e PSDB admitem se alinhar na votação dos projetos.
As costuras passam pela escolha do presidente do Senado, no ano que vem. Diferentes lideranças defendem um senador de perfil moderado, sem alinhamento direto com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mas que não faça parte da oposição a ele. Por trás desse discurso, a articulação é para chegar a um nome com força para pôr freio a eventuais extremismos na agenda do governo que provoquem tensionamentos sociais.
EQUILÍBRIO — “Há muitos senadores novos cuja opinião não conhecemos, mas o consenso entre os partidos é a favor de uma Casa moderada, que não faça oposição sistemática. O governo foi eleito e o Brasil tem de ir para frente. Tudo aquilo que for de interesse do país, vamos votar a favor. Mas, também agiremos para que questões mais radicais sejam contidas aqui e a gente mantenha o equilíbrio” — diz o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Assessores dos partidos na Casa calculam que, entre os 81 senadores, Bolsonaro tem, por ora, uma bancada de cerca de 20 parlamentares de partidos como o PSL, PSC, PTB e Podemos alinhados a ele. A tentativa da legenda do presidente eleito é aumentar esse número.
A intenção das lideranças que defendem a necessidade de ter um Senado capaz de barrar radicalismos é formar maioria junto com a “oposição ferrenha” a Bolsonaro, e com senadores independentes, que admitem apoiar o presidente eleito em parte da agenda econômica, mas não os projetos considerados conservadores.
OPOSIÇÃO PROPOSITIVA – Com pretensão de se diferenciar do PT, o bloco em gestação liderado pelo PDT, que reúne PPS, PSB e Rede, pretende fazer uma “oposição propositiva”.
— Vamos ter de aceitar a agenda do Executivo, porque ele foi referendado pelas urnas. Obviamente, não faremos uma aprovação automática. Vamos aprimorar, questionar pontos e, com certeza, evitar essas maluquices — diz o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE).
O PSDB deve se reunir até o fim do ano para decidir sua posição sobre o governo. Independentemente disso, Tasso diz que senadores do partido admitem conversas até com o PT em pautas com radicalismos: “Com o PT, temos visões bastante diferentes na linha econômica. Mas, em matéria de comportamento, é bem possível e provável que haja alinhamento”.
DIÁLOGO – Os petistas também estão abertos a esse diálogo. O senador Humberto Costa (PT-PE) disse à revista Época que “não vê problema de termos as mesmas posições (de senadores de partidos como PSDB e DEM) num enfrentamento a Bolsonaro”.
A tentativa de dar ao Senado a feição de “poder moderador” passa pelas articulações em torno do comando da Casa. A preferência é por um nome que chegue com o discurso de que não atrapalhará o governo em pautas importantes para o país, mas que dê aos senadores a segurança de que enfrentará o grupo de Bolsonaro quando necessário.
Um dos nomes cotados por esses senadores contrários às pautas radicais é o de Renan Calheiros (MDB-AL). Publicamente, ele já tenta se colocar como um agregador. Questionado pelo GLOBO sobre a agenda conservadora, ele desconversou, dizendo que “é preciso esperar os novos senadores” e que a Casa pode colaborar com as propostas que “façam mudanças que o Brasil quer”.
PLANEJAMENTO — “O papel do novo governo é preponderante. O Parlamento deve fazer um planejamento das matérias que devem ser votadas. Isso amadurece o Parlamento. Quando necessário, é possível recorrer a referendos, como fiz (como presidente do Senado, em 2005) sobre a vendas de armas”, diz Renan.
Senadores relatam que, alarmados com essas propostas, representantes do Judiciário têm manifestado a eles a necessidade de que o Senado seja uma “casa de contenção”. O temor é de que o Judiciário se fragilize caso tenha de assumir o papel de derrubar projetos aprovados.
Sob a presidência do próprio Renan, entre 2013 e 2016, deixou na gaveta projetos polêmicos pautados pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), como a redução da maioridade penal e a terceirização irrestrita. O atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), manteve a mesma linha.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Uma matéria esquisita, que necessita de tradução simultânea. Na verdade, quase tudo é conversa fiada, porque a partir de agora o Congresso trabalha devagar, devagarinho, no estilo Martinho da Vila. Vem aí o recesso de Natal e Ano Novo, depois é hora de os derrotados esvaziarem as mesas, gabinetes e apartamentos funcionais para entregar os mandatos em 31 de janeiro, que cai numa quarta-feira. E o resto é folclore, como diz Sebastião Nery. (C.N.) 

11 de novembro de 2018
Amanda AlmeidaO Globo

UM POUCO SOBRE OS INCAS

REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA




Reflexões sobre a VIOLÊNCIA

16 mil visualizações1 mês atrás

INTRODUÇÃO À CIVILIZAÇÃO INCA

LULA, PATINHOS E GAMBÁS




LULA, PATINHOS E GANBÁS

11 de novembro de 2018

FELICIDADE SEGUNDO (FILÓSOFO ESTOICO ROMANO)

FERNANDO PESSOA (PAULO AUTRAN) - POEMAS

20 de jul de 2013 - Vídeo enviado por Iba Mendes
Projeto Livro Livre www.projetolivrolivre.com ↓ Alguns dos mais conhecidos poemas de Fernando ...

11 de novembro de 2018
m.americo