"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

PENSANDO COMO UM ANALISTA DE INTELIGÊNCIA - PARTE 1

.Todos nós gostamos de pensar que tomamos decisões lógicas. Afinal, se decidimos um problema, nossa conclusão faz sentido para nós, ou então não teríamos chegado a essa conclusão, certo?
Além disso, quando descobrimos que outros analisaram a mesma questão e chegam a uma conclusão diferente, o que fazemos? Se formos honestos, a maioria de nós pensará que os outros estão errados e imediatamente procuramos evidências para provar isso.
A verdade é que somos todos suscetíveis a pensar de forma errada. De fato, os processos intelectuais que ajudaram a raça humana a crescer e prosperar são os mesmos processos que nos deixam suscetíveis a um julgamento equivocado.
Esses são os processos que o Analista de Inteligência deve deixar para trás.
Oratória versus Pensamento Crítico
Os Analistas de Inteligência reúnem enigmas. Eles analisam informações de várias fontes para tentar entender o que os adversários estão fazendo e o que é provável que façam a seguir. O pensamento crítico é a chave para o sucesso.
O problema é que muitos de nós não sabem como pensar de forma crítica. David T. Moore, um profissional de IC e autor de "Pensamento Crítico e Análise de Inteligência", afirma que o pensamento crítico não é ensinado em muitos cursos universitários, apesar de muitos dos programas de estudos classificarem o "pensamento crítico" como um objetivo.
O mais próximo que muitos estudantes chegam do pensamento crítico, diz Moore, geralmente é quando aprendem o Método Científico. Por outro lado, é provável que os alunos de cursos não-científicos não tenham o treinamento necessário para serem bem-sucedidos. Isso porque o que é ensinado nas escolas mais frequentemente é uma espécie de retórica, a arte de argumentar para provar um ponto de vista. Começando no ensino médio, somos ensinados a desenvolver uma tese e a "provar" através da argumentação.
Infelizmente, a oratória reforça alguns dos processos mentais que tornam o pensamento crítico tão desafiador, como abusca seletiva de informações que confirmem nosso ponto de vista. E talvez nem tenhamos consciência de que estamos fazendo isso.
Modelos mentais: o bom e o mau
Nossas mentes estão cheias de informações que acumulamos ao longo dos anos, desde a infância até hoje. Nossos cérebros fazem o trabalho maravilhoso de usar essa informação para criar modelos mentais do mundo. Usamos esses modelos mentais diariamente para tomar decisões sobre a vida. Eles fornecem um atalho intelectual que é altamente útil no dia a dia. Mas eles têm um lado ruim.
Richards J. Heuer, autor da "Psicologia da Análise de Inteligência", explica que os modelos mentais muitas vezes colorem e controlam nossa percepção de eventos em medida tão grande que podemos realmente não perceber o que está acontecendo na nossa frente. Em outras palavras, tendemos a perceber o que esperamos perceber.
Como exemplo, dê uma olhada na seguinte imagem *: o que você vê?


*
Imagem de “Psychology of Intelligence Analysis” de Richards J. Heuer.


Nossos modelos mentais podem nos concentrar nas três formas idênticas. Ou eles podem nos concentrar nos três termos ouvidos comumente. A maioria das pessoas, no entanto, não perceberá que os advérbios em cada uma das três frases são repetidos. (Se você notou, parabéns! Você está na minoria.) Como não esperávamos ver os advérbios repetidos, a maioria das pessoas simplesmente não vê a repetição.
Analistas de Inteligência, explica Heuer, desenvolvem expectativas sobre as motivações dos atores adversos. A evidência que se adapta a essas expectativas tende a ser facilmente assimilada, enquanto a evidência que contradiz essas expectativas tende a ser ignorada.
Esses modelos são notoriamente difíceis de quebrar. Mesmo quando nos são apresentadas evidências que invalidam o modelo, relutamos em ceder. Em vez de analisar a questão de forma objetiva desde vários pontos de vista, ficamos rodopiando a informação que valida aquilo em que já acreditamos.
Olhe ao redor e veja por si mesmo. Os discursos atuais são feitos por pessoas que fazem julgamentos desde modelos mentais muito diferentes. Um lado olha para o outro e simplesmente não consegue entender por que certos fatos não influenciam suas opiniões.
É porque não queremos que nossas opiniões sejam influenciadas. Queremos que os nossos modelos sejam validados. E faremos uma enorme ginástica mental para que isso aconteça.
Na próxima publicação, analisaremos uma amostra de técnicas utilizadas na Comunidade de Inteligência para quebrar esses processos e fazer o pensamento crítico justificar seu próprio nome.



16 de fevereiro de 2018
in mujahdin cucaracha
Fonte: tradução livre de Intelligence Community

SHOW RURAL COM JAIR BOLSONARO REVELA O PENSAMENTO SOCIAL, ECONÔMICO E POLÍTICO DO PRÉ-CANDIDATO PRESIDENCIALL VALE A PENA CONFERIR.


Pouco antes do carnaval o pré-candidato presidencial Jair Messias Bolsonaro esteve no Paraná e no Mato Grosso do Sul, quando realizou contatos sobretudo com o o setor empresarial do agronegócio, ou seja, esse segmento que põe comida na mesa dos brasileiros e o excedente exporta. No jargão do setor exportador esse volume imenso, sobretudo de grãos e carnes, constituem as commodities que, a rigor, sustentam economicamente o Brasil.

Além do contato com esse importante segmento produtivo, o pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro, também contatou com o eleitorado do campo sendo que os diversos vídeos dessa visita estão na página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook. Não faltaram as recepções ruidosas de eleitores de Bolsonaro nos Aeroportos de Cascavel e também de Dourados, no Mato Grosso do Sul.

No vídeo acima está a entrevista completa concedida à Rádio CBN Cascavel, Paraná, no Programa Show Rural, comandado pelo radialista Valdomiro Cantini. Recomendo que assistam para saber qual o pensamento de Bolsonaro em relação as diversos temas que integram a pauta dessa pré-campanha. A entrevista está na íntegra e foi transmitida ao vivo na ocasião pelo Facebook. Todavia muito leitores do blog, suponho, não usam o Facebook e por isso esta postagem é também relevante. Repito: vale a pena ver e ouvir.


16 de fevereiro de 2018
in aluizio amorim

O HUMOR DO SPONHOLZ...

16 DE FEVEREIRO DE 2018

O HUMOR DO SPONHOLZ...

16 DE FEVEREIRO DE 2018

O SONHO DE UMA NAÇÃO



"Brasileiro é conservador, mas não é fascista. Apoia os atos da Justiça e não aprova a truculência e muito menos a tortura. E os militares são amostra fiel da sociedade brasileira". Artigo do general Umberto Andrade, presidente da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, via jornal O Globo:

Os grandes desafios enfrentados pelas sociedades modernas estão relacionados às contínuas e profundas transformações causadas pelo desenvolvimento científico e tecnológico, observado na segunda metade do último século. Instituições políticas e sociais têm sofrido enormes impactos, provocados pelo frequente emprego de novas tecnologias, que alteram hábitos, valores e tradições que antes pareciam imutáveis.

Transições profundas e radicais constituem tempos de perplexidade, de pessimismo e de fugas desesperadas. A negação da realidade e a corrida para ideologias e religiões que oferecem respostas e consolo para tudo são marcas típicas de tempos do interregnum, como denominou Zygmunt Bauman, capazes de desestruturar a vida cotidiana e produzir crises recorrentes.

A força das ficções pode aumentar significativamente nesses tempos. As utopias foram e provavelmente continuam a ser uma resposta possível para esses momentos de perplexidade e revolta. Mas, para se tornarem instrumentos eficazes de mobilização política, tendem a ser transmutadas em ideologia. Tudo fica mais simples quando se define um inimigo concreto, ainda que falso, capaz de induzir a revolta com sentido revolucionário. Por isso, como lembrou o sociólogo Sérgio Abranches, todas as utopias acabam na pira das fogueiras totalitárias.


O historiador americano Mark Lilla afirma que a antiga divisão entre socialistas e comunistas em oposição aos conservadores não mais existe. A nova divisão se dá entre os que se beneficiam e os que não se beneficiam da globalização. Isto explica fenômenos como o Brexit, a vitória de Trump nos EUA e a crise de identidade por que passam os partidos de esquerda na Europa. Segundo Lilla, agora precisam ser refeitos os conceitos de revolucionários, conservadores e reacionários. Os reacionários, à direita e à esquerda, são cavaleiros de uma realidade e de uma esperança passada.

Como exemplo da dificuldade destas classificações, a participação do Exército brasileiro na Proclamação da República teve um caráter essencialmente revolucionário e foi apoiada por proprietários rurais conservadores, contrários às mudanças defendidas pela Família Real. O tenentismo foi um movimento político-militar revolucionário, pontuado por uma série de rebeliões de jovens oficiais do Exército, no início da década de 1920, que reclamavam por uma reestruturação de poder, como a instituição do voto secreto e de uma reforma na educação pública. O movimento militar de 64 pode ser considerado como a última manifestação do tenentismo revolucionário.

A criação da Escola Superior de Guerra em 1949 representou uma iniciativa revolucionária no estudo de Política e Estratégia no Brasil. A iniciativa partiu de um grupo de militares que acreditava poder o país tornar-se uma grande potência, desde que tivesse uma política voltada para este fim. A ESG foi criada para dar curso e efetividade a sonhos compatíveis com a grandeza do país e com as características do nosso povo.

Realmente, o brasileiro é conservador, mas não é fascista. O brasileiro apoia os atos da Justiça e não aprova a truculência e muito menos a tortura. E os militares, por suas origens e por sua história, são uma amostra fiel da sociedade brasileira. De forma disciplinada, falam por intermédio dos seus comandantes. Como todos os brasileiros, pensam que precisamos aprimorar as bases de nossos sonhos. Para isto, devemos, por instrumentos democráticos, nos libertar da demagogia populista e do falso messianismo, que tanto mal trouxeram ao país. São amarras que impedem a realização do sonho brasileiro de construção de uma nação próspera, justa, fraterna, pluralista e sem preconceitos.


16 de fevereiro de 2018
in blog do orlando tambosi

UM PASPALHÃO E UM FANÁTICO LEVAM O RIO AO INFERNO ASTRAL

Barra de São Miguel, AL - O Pezão é a Dilma do Lula: despreparado, lesado e alienado. Depois da selvageria no Rio de Janeiro durante o Carnaval, ele vem a público para dizer que o esquema de segurança falhou, enquanto as pessoas vão aos necrotérios e aos hospitais rezar pelos seus mortos e feridos. Na outra ponta, o prefeito Crivella é a caricatura de um administrador: incompetente, irresponsável e inconsequente. Durante as festas, ele viaja para Europa a pretexto de conhecer novas tecnologias para segurança do Rio. Uma mentira deslavada, uma invenção para justificar a sua saída da animação do satanás, como é tratado o Carnaval pelo seu chefe Edir Macedo, o dono da Universal a quem ele – e todos os parlamentares em Brasília – devem obediência religiosa.

O Rio de Janeiro não é refém apenas dos bandidos, é também vítima dos seus maus administradores. Desde o Negrão de Lima, no final da década de 1960, o estado não produziu um governador sequer reconhecidamente competente e íntegro. Por lá já passaram figuras como Chagas Freitas, Brizola, Moreira Franco, Benedita da Silva, Cabral (Cruz Credo, Ave Maria!) e agora o Pezão, representante legítimo dos interesses do seu antecessor que o indicou para vice à época porque sabia das suas limitações. Assim Cabral poderia continuar liderando a sua organização criminosa como Lula fez com a Dilma.

Infelizmente, a violência no Rio de Janeiro é difícil de acabar, pois ela movimenta bilhões de reais das drogas por ano e tem a cumplicidade de políticos, empresários e policiais com os traficantes, segundo denunciou o próprio ministro da Justiça. Alguns políticos, por exemplo, quando precisam se eleger vão as favelas pedir a bênção dos narcotraficantes, como ocorreu com a candidata a ministra do Trabalho, Cristiane Brasil, que responde a processo por conexão com o comércio de drogas na comunidade de Cavalcanti. Brizola, por exemplo, fez acordo com líderes comunitários que não queriam ser importunados com a sua polícia, abrindo espaço para todo tipo de crime nas favelas e nos morros do Rio de Janeiro.

O governo do Pezão é de todos o mais incompetente. Não sabe administrar, é lesado e responsável pelo maior caos financeiro da história do estado e pela inanição do servidor público. Quando se apresenta para a imprensa é para falar um monte de besteira que não leva nada a lugar nenhum. É de dá dó o seu desconhecimento do próprio governo, a incapacidade dos seus auxiliares e a insegurança que ele passa para a população quando é questionado sobre o desastre dos seus atos. Infelizmente, o carioca, um povo tão contestador, ainda não foi às ruas para retirá-lo do Palácio, antes que a justiça o faça quando julgar seus processos na Lava Jato, onde ele aparece como beneficiário de dinheiro das empreiteiras.

Na outra ponta, oitado do Rio!, aparece o prefeito Crivella que governa movido por sentimentos religiosos. Não gosta de Carnaval e foge dele como o diabo da cruz. E ainda leva a tiracolo para a sua viagem fajuta, com o dinheiro do contribuinte, o coronel responsável pela inteligência da segurança. Em meio ao maior vendaval que a cidade sofre, ele manda um recado de que está acompanhando a situação on-line. É um deboche, um descaso com o Rio e com os seus moradores. Dois anos depois do mandato, o que se sabe desse perfeitinho de meia tigela é a sua total inapetência para exercer o cargo, já que não realizou nada para melhorar a cidade e as suas mazelas.

Como um tirano dos bons costumes, não aceita nada das artes populares, nada que venha do povo, pois a sua crença em Deus é maior dos que a de todos os outros cristãos, mas que ele considera agentes de satanás, pois não estão em suas igrejas fazendo doações para sustentar a luxúria dos seus apóstolos. É com essa visão que o pastor Crivela governa o Rio, a cidade conhecida no mundo por suas músicas, pelas suas artes e belezas naturais, mas, sobretudo, pela irreverência e alegria do seu povo. Com essa cegueira dos fanáticos, Crivella caminha para transformar a cidade em um templo dos seus deuses caolhos que pregam a moral e os bons costumes como se até a procriação fosse um ato profano para seus seguidores religiosos.


16 de fevereiro de 2018
Jorge Oliveira

JÁ FORA DA PRISÃO, SCHMIDT PRETENDE SER JULGADO LONGE DE MORO, EM PORTUGAL

ENROLADO NA LAVA JATO, RAUL SCHMIDT PEDE JULGAMENTO EM LISBOA

SCHMIDT VAI AGUARDAR SEU JULGAMENTO FORA DA CADEIA, MAS SEM SAIR DE CASA. (FOTO: ANDRÉ KOSTERS/LUSA)

Lisboa – Acusado de ser um dos operadores do esquema de corrupção revelado pela operação Lava Jato, o luso-brasileiro Raul Schmidt deixou a prisão nesta quinta-feira (15), na Policia Judiciária de Lisboa, para aguardar em liberdade o julgamento do recurso impetrado por sua defesa perante o Tribunal da Relação de Portugal. O objetivo é rever a decisão de sua extradição. A defesa alega que ele não poder ser extraditado pelo fato de ser português nato. O recurso será agora apreciado pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), o que pode levar cerca de dois meses ou até mais.

O juiz do Tribunal da Relação que autorizou sua liberação entendeu não haver razões para mantê-lo preso enquanto tramita o processo. Isso não significa que ele esteja livre das acusações. A defesa de Schmidt alega que seu atual estatuto de português nato, obtido em tempo recorde num processo que transformou sua cidadania adquirida em originária, vem do nascimento. E como nenhum português pode ser extraditado, ele está protegido por esse estatuto de cidadão nacional.


ADVOGADO ALEXANDRE MOTA PINTO.Este é o ponto que será apreciado pelo STJ, decidindo se acolhe ou não a tese da defesa. As informações foram prestadas ao Diário do Poderpelo advogado Alexandre Mota Pinto, que vem atuando em favor de Raul Schmidt desde o mês passado.Ele foi buscar seu cliente na Policia Judiciária, nesta quinta-feira, para levá-lo até seu apartamento, na Rua São Mamede, na Baixa de Lisboa, de onde não poderá ser ausentar. Já sem passaporte, Schmidt, conforme seu novo advogado português, quer ser julgado pela Justiça do pais “porque não confia na justiça brasileira”.

Segundo o advogado Alexandre Mota Pinto, o julgamento do caso pela justiça portuguesa seria possível se os procuradores e juízes de Curitiba concordassem. Para isso, teriam de enviar o processo,c om suas provas e todos os documento para a justiça de Portugal. Não há qualquer caso semelhante na Lava Jato.

O desfecho é aguardado com grande expectativa nos meios jurídicos. Antes da transformação da sua cidadania em originária, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, já havia dito que, no caso da extradição para o Brasil, ele somente poderia ser julgado pelos crimes praticados antes da aquisição da cidadania. Como agora Raul Schmidt é considerado português nato, o Supremo Tribunal de Justiça de Portugal terá de decidir como o caso será tratado.


16 de fevereiro de 2018
Silvia Caetano, correspondente
diário do poder

ANO MAL COMEÇA E PARTIDOS JÁ NOS TOMARAM R$ 65 MILHÕES DE 'FUNDO PARTIDÁRIO'

NO MÊS DE FÉRIAS, PT FATUROU R$8,2 MILHÕES DO FUNDO PARTIDÁRIO



SEDE DO TSE.O Fundo Partidário, que deve distribuir R$780 milhões este ano, já rendeu aos partidos R$64,5 milhões apenas em janeiro. O PT de Lula continua a ser o maior beneficiado: faturou R$8,2 milhões em apenas um mês, seguido pelo PSDB do senador Aécio Neves: R$7,11 milhões. Para piorar, o Congresso aprovou a reforma política, em 2017, criando o “fundo eleitoral” que vai dar aos partidos ao menos R$1,7 bilhão. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O PMDB de Michel Temer e Renan Calheiros é o terceiro partido que mais dinheiro levou do Fundo Partidário, em janeiro: R$6,91 milhões.

De 2007 a 2017, os partidos levaram R$4 bilhões do fundo partidário. E agora vão dividir cerca R$2 bilhões extraídos do bolso do contribuinte.

Além dos dois fundos, partidos políticos também dividem o que a Justiça Eleitoral arrecada com multas, cerca de R$80 milhões por ano.


16 de fevereiro de 2018
diário do poder

TEMER DECRETA INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

GENERAL BRAGA NETTO ASSUME CONTROLE DAS POLÍCIAS NO ESTADO

CABERÁ AO GENERAL BRAGA NETTO A TAREFA DE COMANDAR A SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO. (FOTO: EXÉRCITO)

O presidente Michel Temer decidiu no início da madrugada desta sexta (16) decretar intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. O Exército passará a ter responsabilidade sobre as polícias, os bombeiros e a área de inteligência do Estado, inclusive com poder de prisão de seus membros. O interventor será o general Walter Braga Neto. Na prática, o oficial vai substituir o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), na área de segurança. A decisão do governo federal contou com o aval de Pezão.

Pela Constituição, cabe ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), convocar sessão para que as duas Casas Legislativas aprovem ou rejeitem a intervenção em dez dias. O decreto, que será publicado ainda nesta sexta, tem validade imediata.

Enquanto a intervenção vigorar, não pode haver alteração na Constituição. Ou seja, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pode ser aprovada. É o caso da reforma da Previdência, que começa a ser discutida na segunda (19) pela Câmara. Uma ideia é decretar a intervenção e suspender seus efeitos apenas por um dia, para a votação das mudanças nas regras da aposentadoria.

A decisão pela intervenção foi tomada em uma reunião tensa no Palácio da Alvorada, com a presença de ministros e parlamentares. No mesmo encontro, Temer bateu o martelo sobre a decisão de criar o Ministério da Segurança Pública. A proposta partiu do presidente do Senado. Não se trata de uma ideia nova, mas ela foi desengavetada agora pelo Palácio do Planalto na tentativa de emplacar uma agenda popular, a sete meses e meio das eleições.

Pesquisas encomendadas pelo Planalto mostram que a segurança é uma das principais preocupações da população, ao lado da saúde. Na avaliação de auxiliares de Temer, as iniciativas de decretar a intervenção na segurança pública do Rio e de criar um ministério para cuidar da área passam a imagem de que o governo federal não está inerte e age para enfrentar o problema, embora a competência no setor seja dos Estados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisou ser convencido da decisão pela intervenção. O deputado se queixou de que não foi convidado a participar de reuniões sobre a crise na segurança desde o início da crise e demonstrou irritação com o ministro da Justiça, Torquato Jardim. Inicialmente contra a intervenção no Rio, o deputado foi avisado de que seria responsabilizado publicamente pela crise na segurança do Estado, e acabou cedendo. Durante o encontro, a situação vivida no Rio foi comparada a uma “guerra civil”.

A intervenção é prevista no artigo 34 da Constituição, segundo o qual “a União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para manter a integridade nacional”. O artigo 60, parágrafo primeiro, diz que “a Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio”.

16 de fevereiro de 2018
diário do poder

GENERAL DIZ QUE MILITARES PRECISAM DE SEGURANÇA JURÍDICA PARA COMBATER O CRIME NO RIO

INTERVENÇÃO NÃO PODE EXPOR MILITARES A PROCESSOS, DIZ HELENO
O GENERAL AUGUSTO HELENO FOI O PRIMEIRO COMANDANTE DAS FORÇAS DA ONU NO HAITI E COMANDANTE MILITAR DA AMAZÔNIA.

O general Augusto Heleno, que foi comandante das forças da ONU no Haiti e comandante militar da Amazônia, advertiu na manhã desta sexta-feira (16) para a necessidade de oferecer às forças de intervenção segurança jurídica, para que não sejam responsabilizados por cumprirem a missão.

Ele lembrou que o Rio de Janeiro vive uma situação de guerra civil e que o Exército deve tomar todas as medidas que forem necessárias para neutralizar as quadrilhas armadas que controlam as favelas cariocas, por isso ele sugere, como primeira medida, o aviso de que pessoas armadas serão consideradas inimigas da sociedade e que poderão ser alvejadas.

Ele afirmou que não pretende “ensinar Pai Nosso a vigário”, mas sugeriu três medidas a serem adotadas pelo general Braga Netto, interventor. A primeira delas seria essa advertência àqueles bandidos que exibem suas armas, nos morros. A segunda providência seria garantir ao interventor meios aéreos, helicópteros armados, e finalmente disponibilizar ao seu comando as forças especiais do Exército, de elite.

Augusto Heleno elogiou muito a qualificação do general Braga Netto, o interventor, mas disse que será preciso definir suas demais atribuições, na condição de Comandante Militar do Leste, que envolve os estados de São Paulo e Minas Gerais, para além do próprio Rio de Janeiro.


16 de fevereiro de 2018
diário do poder

VEJA O QUE O GENERAL VILAS BOAS DISSE



VEJA O QUE O GENERAL VILAS BOAS DISSE!
16 de fevereiro de 2018

A ESQUERDA TEM A MISSÃO DE DIVIDIR OU DESMEMBRAR UMA PARTE DO TERRITÓRIO BRASILEIRO



A esquerda tem a missão de dividir ou desmembrar uma parte do territorio brasileiro
16 de fevereiro de 2018

URGENTE: VENEZUELA CERCADA POR TROPAS ESTRANGEIRAS


URGENTE: Venezuela Cercada por Tropas Estrangeiras. COMPARTILHEM
16 de fevereiro de 2018

PALOCCI DIZ QUE TÁ PARA NASCER AINDA NO MUNDO UM LADRÃO MAIOR DO QUE LULA


PALOCCI diz que tá pra nascer ainda no MUNDO um ladrão maior que Lula
16 de fevereiro de 2018

INQUIETAÇÃO NA CASERNA: EXÉRCITO REAGE CONTRA A TENTATIVA DA PGR EM REVER ANISTIA