"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

PARLAMENTARES DO PSDB E DO PSB DESISTEM DE FILIAÇÃO AO PSL, APÓS CHEGADA DE BOLSONARO


Bolsonaro vai se filiar oficialmente em março
A ida do deputado Jair Bolsonaro (RJ) para o PSL para ser candidato à Presidência da República pelo partido fez um grupo de pelo menos outros 12 deputados federais desistir de se filiar à legenda. O grupo era formado principalmente por parlamentares jovens dissidentes do PSDB e PSB.
Capitaneados pelo deputado Daniel Coelho (PSDB-PE), esses parlamentares negociavam a filiação com a ala do PSL intitulada de “Livres”, tendência libertária que comandava 12 diretórios estaduais e que era liderada por Sérgio Bivar, filho do deputado federal e ex-presidente da legenda Luciano Bivar (PE).
VIÉS LIBERAL – Nas conversas, Bivar prometia aos deputados que o PSL mudaria o nome para “Livres” e que o novo partido passaria a atuar como uma espécie de “movimento”, com viés liberal tanto na economia quanto na política. “Não ia ser um partido de caciques comandando e o resto sabendo depois”, disse Coelho.
Os deputados do PSDB que conversaram com o PSL fazem parte da ala conhecida como “cabeças-pretas”, tucanos mais jovens que demonstram descontentamento com o governo Michel Temer. Entre eles, estavam o próprio Coelho, Pedro Cunha Lima (PB), Mariana Carvalho (RO) e Pedro Vilela (AL).
“Quando eles (PSL) procuraram esse grupo de pessoas para conversar, procuraram com um proposta de que o partido seria diferente, viraria Livres, com mudança do estatuto. Um partido que teria instrumentos de participação da sociedade, que seria moderno. Mas acho que abortaram essa ideia”, afirmou Daniel Coelho.
DIÁLOGO – Com a frustração com o PSL, o deputado disse que conversa com outros 10 partidos, entre eles o Podemos, mas que ainda não tomou decisão se sairá do PSDB. “Minha prioridade é o PSDB, mas quero que o partido me permita, de fato, uma participação da ala mais jovem. Está tendo pouco diálogo conosco”, afirmou.
O tucano reclama que ele e Mariana perderam os espaços que tinham na executiva nacional, atualmente presidida pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pré-candidato ao Planalto pela legenda. “Até colocaram pessoas jovens de idade, mas que não têm a mesma posição nossa”, declarou. Segundo Coelho, os senadores Aécio Neves (MG) e Tasso Jereissati (CE) tentaram aumentar o diálogo com os cabeças-pretas quando presidiram o partido.
“Dali para frente não houve diálogo, e agora estamos sem saber os rumos que tomará o partido. Antes, era consultado. Agora sei dos movimentos pela imprensa”, reclamou. Mariana, Cunha Lima e Vilela também decidiram, por ora, permanecer no PSDB. A deputada, que foi vice-presidente nacional do PSDB até o ano passado, assumiu a presidência do partido em Rondônia e analisa possível candidatura ao governo do Estado.
COMANDO –  Bolsonaro acertou a ida para o PSL no início de janeiro. Como é deputado federal, ele e os integrantes de seu grupo que são parlamentares só vão se filiar oficialmente em março, durante a janela para livre troca de partidos, sem risco de perda de mandato. Na negociação, ele exigiu ter o comando da sigla, o que já foi efetivado.
Em convenção na última segunda-feira, dia 5, Luciano Bivar pediu licença da presidência do PSL até novembro. No lugar dele, assumiu interinamente Gustavo Bebiano, advogado de Bolsonaro. Ele deve ficar no cargo até abril, quando o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável, deve assumir o comando da sigla.

12 de fevereiro de 2018
Igor Gadelha
Estadão

MARUN SAI EM DEFESA DE SEGOVIA E TENTA MINIMIZAR A IMPORTÂNCIA DAS DECLARAÇÕES


Marun estranha a “celeuma”  sobre as declarações
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, resolve  fazer a defesa do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia. Segundo o ministro, o delegado tem o “dever de observar inquéritos de grande repercussão, até para que a Polícia Federal não seja utilizada como instrumento de guerra política”.
ARQUIVAMENTO – A declaração ocorre após o diretor-geral da PF afirmar, em entrevista à agência de notícias Reuters, que as investigações não encontraram provas de irregularidades envolvendo o presidente Michel Temer no chamado decreto dos portos. Na entrevista, ele dá a entender que a corporação vai recomendar o arquivamento do inquérito aberto contra o emedebista no Supremo Tribunal Federal (STF).
As declarações causaram mal-estar entre delegados da PF e levaram o ministro do Supremo Luís Roberto Barroso a cobrar explicações de Segovia. Na intimação, Barroso sugere que, ao comentar um inquérito em andamento, o diretor-geral da PF pode ter cometido infração administrativa ou até mesmo penal.
“CELEUMA” – Marun, porém, diz estranhar a “celeuma” em torno das declarações. “Já assisti dezenas, talvez até centenas de entrevistas de delegados, de promotores a respeito de inquéritos em andamento. Por isso até estranho essa celeuma que se estabelece no momento em que o diretor-geral da Polícia Federal verbaliza o óbvio: que num inquérito aonde não existem provas, não existem indícios, que não existe sequer a materialização do ato ilícito, tenha a tendência de ser arquivado”, afirma o ministro no vídeo em que defende o diretor-geral da Polícia Federal.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Marun é uma figura caricata. Defende o governo Temer em todas as situações e faz tudo o que pode para aparecer enquanto é ministro, porque terá de sair do cargo em 7 de abril, para tentar a reeleição como deputado. (C.N.)

12 de fevereiro de 2018
Thiago Faria
Estadão

NOTA AO PÉ DO TEXTO

Talvez seja inteiramente despropositado o meu interesse em conhecer que mecanismos agem na escolha para determinados cargos e funções, cujo desempenho exige do 'fulano mamulengo' a mais absoluta subserviência, ainda que tal vassalagem  seja absolutamente contrária aos fatos.
É muito estranho o universo político do meu Brasil... Diariamente assistimos aos mais inusitados acontecimentos que se chocam contra o mínimo bom senso.
A 'bancada da chupeta', por exemplo, atualmente um pouco invisível, com exceção da dupla sertaneja 'lidinho e dona pepa' que não perdem a oportunidade de demonstrar o mais absoluto cinismo com a cara de peroba que os deuses lhe deram. Integram a linha de frente com as táticas mais indecentes e despropositadas para os mandatos que receberam, afinal senadores deviam resguardar-se publicamente de qualquer fanatismo exacerbado.
Tomam de assalto a messa do senado com quentinhas, afrontam CPI com dedos em riste... enfim, transformam a sessão num episódio circense da pior qualidade.
Tudo pela seita petista. Tudo pela defesa de Lula, 'o filho do brasil' (o meu é com letra maiúscula!), condenado por crimes que deveriam ser considerados hediondos, tamanha 
imoralidade que despejou no país. 
Não consigo imaginar como funciona esse tal universo político brasileiro em que se transformou o Congresso com mandatos fraudados, tamanha a descrença do povo em seus parlamentares e partidos.
O medo que enfrentamos, de que as tentativas de destruição da Lava Jato consigam demolir os alicerces da inédita operação de faxina jamais vista nesse país, garanto que tira o sono de muitos. Torçamos para que não consigam sufocar a grande esperança de futuras Lavas Jatos que virão por aí.
m.americo

DELEGADO QUE SEGOVIA QUER PUNIR ATUOU EM OUTRO INQUÉRITO CONTRA TEMER

Resultado de imagem para delegado Cleyber Lopes
Cleyber Lopes investigou o “quadrilhão” do PMDB
O delegado Cleyber Lopes, que preside o inquérito que investiga se um decreto assinado pelo presidente Michel Temer beneficiou a Rodrimar, que atua no Porto de Santos (SP), também atuou na investigação que encontrou indícios de formação de organização criminosa envolvendo Temer e políticos do PMDB.
O relatório final sobre o inquérito, que ficou conhecido nos bastidores como investigação sobre o “quadrilhão do PMDB”, apontou que, além de Temer, atuaram com indícios de organização criminosa os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Eliseu Padilha (Casa Civil), todos do PMDB.
RETALIAÇÃO – Cleyber Lopes auxiliou, nessa investigação, o delegado Marlon Cajado. Nesse relatório, a PF imputou a Michel Temer e a aliados suspeitas de participação na organização criminosa.
Delegados ouvidos pela TV Globo avaliam, nos bastidores, que o “incômodo” de Temer com Cleyber Lopes começou a partir daí. E aí, quando Cleyber assumiu sozinho o inquérito da Rodrimar, essa insatisfação cresceu.
Na avaliação desses mesmos investigadores, já se esperava na investigação da Rodrimar uma apuração que poderia comprometer Temer.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em nota conjunta, o sindicato e a associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, assim como o Sindicato dos Delegados Federais de SP, afirmaram que Cleyber Lopes agiu – e age – respaldado pela mais absoluta legalidade. “Entendemos que qualquer espécie de ameaça às prerrogativas de um delegado de polícia, previstas na Constituição Federal, deve ser rechaçada imediatamente a fim de que se preserve a função fundamental desse agente público, que é a de buscar a verdade de forma incansável e legalista para que sua decisão seja a mais justa possível não só para o investigado como para toda a sociedade”, dizem as entidades. É por aí que a banda toca, como se dizia antigamente. (C.N.)


12 de fevereiro de 2018
Por Camila Bomfim, TV Globo

DESDE A POSSE DE SEGOVIA, TEMER TENTA TROCAR DELEGADO NO INQUÉRITO DOS PORTOS

Desde que Fernando Segovia assumiu a Polícia Federal, em novembro, o presidente Michel Temer discute com auxiliares, ministros e o advogado Antonio Claudio Mariz como trocar o delegado Cleyber Malta Lopes, que conduz o inquérito em que Temer é investigado por supostamente beneficiar uma empresa do setor portos.
Nas últimas semanas, o presidente teve dois focos grandes de irritação em relação ao inquérito. O primeiro foi a nova intimação do ex-executivo da JBS Ricardo Saud (que falará no próximo dia 16, sexta-feira), do coronel aposentado da PM João Batista Lima e do empresário Joesley Batista (que falará na quinta-feira, dia 15).
DISPOSTO A FALAR – Temer estranhou o fato de Joesley ter sido chamado a depor. Na avaliação do presidente, a nova intimação de Saud demonstra que, agora, o executivo está disposto a falar.
No caso de João Batista Lima, a PF insiste no depoimento do ex-coronel da Polícia Militar e amigo de Temer. Até agora, ele não foi ouvido alegando questões de saúde. A defesa de Temer pediu o arquivamento do inquérito antes mesmo da nova intimação. Lima é considerado peça-chave pelos investigadores nas apurações.
Mas nada irritou mais o Planalto do que o pedido dos investigadores para que uma investigação antiga – e arquivada – contra Temer fosse incluída no inquérito. O delegado Cleyber Lopes pediu ao ministro Marco Aurelio Mello, do Supremo Tribunal Federal, que arquivou um inquérito contra Temer em 2011, o compartilhamento do material que já investigava o possível envolvimento do hoje presidente em suposto pagamento de propina no setor portuário.
UMA PLANILHA – O inquérito arquivado citava Temer e Marcelo Azeredo, ex-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que havia sido indicado com apoio do PMDB.
No inquérito arquivado estava uma planilha que, para os investigadores, fazia referência à distribuição de propina desviada de contratos do Porto de Santos.
O presidente e seus auxiliares repetem oficialmente que o atual inquérito fará “água”. Mas não contavam com a declaração de Segovia, que irritou os investigadores. Neste sábado, ministros aconselharam o presidente a, se for se pronunciar, declarar que Segovia falou em tom pessoal. Além disso, querem que Temer desvie o foco da polêmica, indo a Roraima na segunda-feira para visitar refugiados.
ESTRATÉGIA – Temer discute a melhor estratégia para lidar com a crise criada por Segovia. Mas, em suas conversas, não se cogita a saída do diretor-geral da PF.
A Secretaria de Imprensa da Presidência da República procurou o blog para dizer que as medidas do governo em relação a Roraima não têm relação com a fala do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia. A assessoria informou que, desde quinta-feira, o presidente já discutia a viagem para Roraima. A decisão de viajar a Roraima nesta segunda-feira foi tomada por Temer neste sábado.

12 de fevereiro de 2018
Andréia Sadi
G1 Brasília

MARCELO ODEBRECHT ENTREGA NOTA FISCAL DE LULA, "O FILHO DO BRASIL"

ENQUANTO O POVO REBOLA A INVASÃO VENEZUELANA NAS FRONTEIRAS

O FROUXO NICOLAS MADURO PEDE AO PAPA QUE IMPEÇA UMA INTERVENÇÃO MILITAR DOS EUA NA VENEZUELA

BARRACO NO STF OU TEATRO?

E O AÉCIO, HEIN O TUCANO SE LIVROU DA CADEIA COM AJUDA DE MINISTRO INDICADO PELO PT

LAIR RIBEIRO DIVULGA COMUNICADO IMPORTANTÍSSIMO! FIQUE ATENTO! NÃO CAIA NESSA MENTIRA!

DE NOVO GLOBO? JAIR NÃO DEIXA BARATO E REPÓRTER DA GLOBO É DESMASCARADO NOVAMENTE!

ROGER WATERS - THE WALL (COMPLETE - GREATEST LIVE SHOW ON EARTH HIGH QUALITY)



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Roger Waters "The Wall" Complete - Greatest Live Show on Earth- High Quality


Incognito
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BLUES & ROCK BALLADS


Blues & Rock Ballads Relaxing Music Vol.10

12 de fevereiro de 2018