"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

E O MARQUETEIRO DUDA MENDONÇA MENDONÇA TAMBÉM JÁ FECHOU ACORDO DE DELAÇÃO...


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Duda fez acordo diretamente com a Polícia Federal
Depois do marqueteiro João Santana e sua mulher Mônica Moura, o publicitário Duda Mendonça também fechou acordo de delação premiada. Enquanto Santana negociou os termos com o Ministério Público Federal, Duda fechou o acordo com a Polícia Federal, conforme revelou a GloboNews e O Globo confirmou a informação.
O acordo com a PF teria sido assinado há dez dias. O caso foi remetido ao Supremo Tribunal Federal e será analisado pelo relator de processos vinculados à Lava-Jato, ministro Edson Fachin. O ministro já remeteu o caso para a Procuradoria Geral da República analisar.
Segundo a Globonews, as revelações feitas pelo marqueteiro foram anexadas à investigação que apura irregularidades em relação às gráficas que prestaram serviço à chapa Dilma-Temer durante a campanha eleitoral de 2014.
RÉU NO MENSALÃO – Em 2005, Duda Mendonça confessou à CPI dos Correios ter recebido R$ 10,5 milhões pela campanha à eleição de Lula via caixa 2. Ele foi réu no processo do mensalão, acusado de receber por serviços ao PT por meio de uma offshore nas Bahamas, mas foi absolvido. Para os ministros, não ficou demonstrado que ele tinha conhecimento da origem ilícita dos recursos.
A delação de Santana e da mulher dele foi homologada na terça-feira pelo Supremo. Eles denunciaram movimentação irregular de dinheiro em todas as campanhas eleitorais que participaram no Brasil e em outros países da América Latina, no período de 2006 até serem presos em fevereiro do ano passado.
Nas delações, os dois relataram ilegalidades nas campanhas dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT. As acusações seguem na mesma linha das já formuladas por ex-executivos da empreiteira Odebrecht, segundo disse ao Globo uma fonte vinculada ao caso.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A Lava Jato vai recomeçar, mais uma vez, com as delações da OAS, incriminando importantes membros do Judiciário, e dos marqueiteiros João Santana e Duda Mendonça, que envolvem as campanhas de Lula e Dilma-Temer. Finalmente, a Lava Jato vai passar a limpo os três Poderes, porque até agora o Judiciário estava se fingindo de inocente. (C.N.)

06 de abril de 2017
Jailton de Carvalho
O Globo

O HUMOR DO DUKE...

Charge O Tempo 05/04/2017
06 de janeiro de 2017

A FARSA DA LISTA FECHADA

De tempos em tempos a ameaça ressurge. Já foi apresentada três vezes no Congresso, não prosperou, mas de novo retorna feito lobisomem em noite de sua cheia. Fala-se da votação para deputado em lista fechada. O eleitor ficaria proibido de escolher o candidato de sua preferência, manifestando-se apenas pelo partido que melhor lhe agrade. Aos caciques, donos das legendas, caberia elaborar a lista de candidatos. É claro que se colocariam nos primeiros lugares. Nem precisariam fazer campanha.
Trata-se de uma velhacaria que só favorecerá os dirigentes partidários. Um breve contra a renovação, porque além de elaborar a lista fechada, os caciques também controlarão o Fundo Partidário e os recursos suplementares para as campanhas.
Nada mais lucrativo do que fundar um partido, ensina a malandragem. O fundador consegue uma permanente fonte de renda, tem a eleição garantida e afasta a incômoda tentativa de os mais novos ascenderem às funções de chefia.
E AGORA? – De tão gritante e canhestra, a lista fechada jamais se concretizou. Mais uma vez, os mesmos de sempre insistem na mudança, tudo indicando nova frustração. Quem sabe, agora, por meio de artifícios renovados, obterão sucesso?
De jeito nenhum a adoção desse casuísmo servirá para diminuir o numero de partidos. Pelo contrário, as siglas deverão multiplicar-se através de variados expedientes.
Em suma, nada de novo debaixo do sol. A menos que o eleitorado decida, por maioria, rejeitar mais essa tramoia. Que tal o cidadão comum recusar-se a declinar sua preferência partidária, anulando seu voto?

06 de abril de 2017
Carlos Chagas

PESQUISA MOSTRA QUE A CÂMARA REJEITARÁ REFORMA DA PREVIDÊNCIA (E RENAN JÁ SABIA...)


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Charge de Tamas (arttamas.blogspot.com.br)
Levantamento feito pelo Estadão na Câmara dos Deputados mostra que o governo Michel Temer enfrenta um difícil desafio para aprovar a reforma da Previdência. Se a votação fosse nesta quarta-feira (dia 5), nem se fosse uma proposta com regras mais brandas para a aposentadoria e pensões a emenda seria aprovada.
A principal aposta do governo para colocar a economia brasileira nos trilhos de uma maneira sustentável seria rejeitada por 241 deputados, mesmo com a opção de suavizar o texto. São 36 votos a mais do que o número máximo de contras permitido para que o texto seja aprovado – são necessários 308 votos a favor, o equivalente a três quintos dos 513 deputados.
SÓ 13 APOIAM – Até esta quarta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo ouviu 426 deputados, 83% da Câmara. Apenas 13 disseram que são favoráveis ao texto da forma como foi enviado pelo governo. E outros 97 parlamentares afirmaram estarem dispostos a aprovar a reforma da Previdência, desde que pontos-chave sejam alterados. Os 87 deputados restantes não foram encontrados.
“Coração” da proposta, a fixação da idade mínima de 65 anos para se aposentar no Brasil é rejeitada pelos deputados. Hoje, quem não consegue se aposentar por tempo de contribuição acaba se aposentando por idade, que exige idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 para homens, além de contribuição ao INSS por 15 anos. Se a mudança proposta pelo governo for aprovada, será obrigatório alcançar 25 anos de contribuição, mesmo que isso signifique trabalhar além dos 65 anos de idade.
ALTERAÇÕES -Dos 96 deputados que se mostraram favoráveis à reforma, ainda que com ressalvas, 69 deputados disseram ser favoráveis a uma idade menor para as mulheres e 54 defenderam uma exigência menor para os homens.
Os deputados querem afrouxar também a exigência de 49 anos de contribuição para ter direito ao benefício integral acima do salário mínimo (76 deputados querem suavizar essa regra). Com 25 anos de contribuição e 65 anos de idade, o trabalhador terá direito a apenas 76% do benefício se o projeto do governo passar.
Para aprovar a reforma, 73 deputados querem uma regra de transição para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos, que só se aposentarão com 65 anos, caso o texto do governo for aprovado. A proposta cria uma regra de transição apenas para homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 ou mais. Para se aposentar, o governo propõe que essas pessoas paguem pedágio de 50% do tempo de contribuição restante.
OUTRAS MUDANÇAS – O jornal O Estado de S. Paulo priorizou esses pontos porque são considerados os mais importantes pela equipe econômica para não desconfigurar o texto enviado. Muitos deputados, porém, fazem questão de ressaltar que também querem outras mudanças. Eles querem abrandar as exigências para a concessão da aposentadoria rural e do benefício assistencial pago a idosos e deficientes da baixa renda.
Também não concordam com a proibição de se acumular aposentadoria e pensão, desde que respeitado o teto do INSS. O governo já sinalizou que está aberto a negociar esses pontos. A bancada do PSDB na Câmara, por exemplo, fechou questão e afirma que só aprovará a reforma se esses itens forem modificados juntamente com a regra de transição.
Até o fechamento deste texto, a reportagem não conseguiu contato com 88 deputados. Outros 52 não quiserem responder e 32 se declararam indecisos. Quatro disseram que vão se abster.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O governo está mais perdido do que deficiente visual em tiroteio (antigamente a gente falava “cego em tiroteio”, mas agora é incorreto). Antes de sair essa pesquisa do Estadão, Renan Calheiros já sabia que o governo seria derrotado. Um repórter lhe perguntou se a emenda passaria no Senado, e Renan respondeu: “E na Câmara, passa?”. Enquanto isso, o Planalto ainda sonhava com a aprovação… (C.N.)

06 de abril de 2017
Deu no Estadão

MOÇA REFUTA MAMÃEFALEI - FEMINISMO

DELAÇÃO DA OAS SERÁ A MAIS IMPORTANTE , PORQUE ENFIM VAI ENVOLVER O JUDICIÁRIO



Léo Pinheiro vai entregar os magistrados corruptos
Oito meses depois de as negociações terem sido interrompidas por ordem do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, procuradores da Operação Lava-Jato estão próximos de fechar acordo de delação premiada com o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e outros ex-executivos da empresa, segundo disse ao Globo uma fonte que acompanha o caso de perto. Depois das confissões dos ex-dirigentes da Odebrecht e do casal João Santana e Mônica Moura, as delações dos executivos da OAS podem complicar de vez a situação de um expressivo número de deputados, senadores e ministros, entre outros políticos suspeitos de receber propina de empresas.
As delações da OAS terão um diferencial em relação às colaborações da Odebrecht e de outras empreiteiras. Pinheiro e outros ex-dirigentes teriam se comprometido a delatar magistrados envolvidos em casos de corrupção, e não apenas políticos. Parte das acusações guardariam conexão com uma das frentes de investigação da Operação Calicute, que levou o ex-governador Sérgio Cabral e ex-auxiliares mais próximos à prisão. Depois da Odebrecht, as delações da OAS seriam as mais impactantes da Lava-Jato desde o início da operação na 13ª Vara Federal de Curitiba, há tês anos.
PAGAMENTOS ILEGAIS – Os acordos estão sendo negociados entre procuradores da Lava-Jato de Brasília e de Curitiba e advogados dos executivos. As negociações envolveriam Pinheiro e pelo menos 14 outros ex-dirigentes da OAS. Embora seja uma das maiores empreiteiras do país e uma as principais concorrentes da Odebrecht, a OAS tinha uma gestão mais centralizada. Os pagamentos ilegais a políticos ficariam a cargo de Pinheiro e de um restrito número de auxiliares. Na Odebrecht, 78 executivos foram arrastados para acordos de delação com o Ministério Público Federal.
As negociações entre procuradores e os ex-dirigentes da OAS foram interrompidas em agosto do ano passado por ordem de Janot. Irritado com a divulgação de informações que envolveriam o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral interrompeu por tempo indeterminado as tratativas com os executivos. Ele não queria que as insinuações contra Toffoli jogassem o STF contra a Lava-Jato. Após um longo silêncio, as partes voltaram a conversar e, mais recentemente, chegaram a um entendimento sobre as linhas gerais de uma explosiva colaboração.
MAIS DENÚNCIAS – Os executivos teriam se comprometido a reafirmar e detalhar as acusações apresentadas nos anexos das primeiras negociações. Também acrescentaram denúncias relativas a magistrados, que não apareciam nas tratativas inicias. Esse acréscimo de nomes e áreas teria sido decisivo no momento de as duas partes se entenderem.
Na primeira fase, antes das negociações terem sido suspensas, executivos da OAS fizeram acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contra dirigentes da campanha da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e contra os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP). Pinheiro teria dito que um apartamento triplex no edifício Solaris, no Guarujá, seria mesmo destinado a Lula. O caso é alvo de um processo oficiado pelo juiz Sérgio Moro, na 13ª Vara Federal de Curitiba. Pinheiro também teria esclarecido detalhes sobre as obras num sítio em Atibaia, frequentado pelo ex-presidente.
CAIXA 2 DO PT – Os executivos também descreveram pagamentos com dinheiro de caixa dois para cobrir despesas da agência Pepper em serviços prestados à campanha de Dilma. Um dos pedidos para custear os gastos teria sido feito pelo ex-ministro Edinho Silva.
Pinheiro teria relatado pagamento de propina para Oswaldo Borges da Costa Filho, suposto emissário de Aécio Neves. As propinas corresponderiam a 3% do valor das obras executadas pela OAS na construção da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. O executivo teria confessado pagamentos de propina a ex-auxiliares do também senador José Serra (PSDB-SP), no período em que ele foi governador de São Paulo. As propinas seriam relativas as obras do trecho sul do Rodoanel.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Conforme afirmou a ex-ministra Eliana Calmon, aposentada do Superior Tribunal de Justiça e ex-corregedora nacional de Justiça, “delação da Odebrecht sem pegar Judiciário não é delação”. E acrescentou: “É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer”, disse Eliana. Bem, com a delação da OAS, a Odebrecht terá de refazer os depoimentos para incluir os integrantes do Judiciário. Como sempre, Eliane Calmon estava corretíssima em sua denúncia. (C.N.)

06 de abril de 2017
Jailton de Carvalho
O Globo

JORNALISTA DA VEJA RIDICULARIZA COMPORTAMENTO DOS AUTORES DE PICUINHAS NA INTERNET


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Felipe Moura Brasil aponta distorçoes na web
Uma das diferenças básicas entre o autor intelectualmente honesto e o desonesto é que o primeiro dá aspas – e se atém – ao argumento do segundo quando menciona seu nome para argumentar em contrário, mas o segundo não dá aspas ao argumento do primeiro, preferindo antes fazer uma caricatura do que ele argumentou – ou do que ele representa – para afetar superioridade e demonizá-lo com a autoridade intelectual que lhe falta.
Essa caricatura, com frequência, é disfarçada em aspas que se limitam a reproduzir uma ironia e/ou uma comparação de natureza ilustrativa decorrentes da argumentação omitida, para que, sem destrinchá-las nas nuances do contexto original, o autor intelectualmente desonesto possa expô-las como constatações absurdas, afetando contra elas o mesmo repúdio que deseja incutir na plateia incauta e/ou igualmente recalcada.
BRASIL E VENEZUELA – Se afirmo, por exemplo, que “o Brasil faz nas sombras o que a Venezuela faz à luz do dia“, o autor intelectualmente desonesto afeta o seu repúdio contra o suposto absurdo da comparação, mencionando apenas que me referi às nomeações do governo de Michel Temer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e alegando que a Constituição delega ao presidente da República a função de nomear ministros para tribunais superiores.
Com isso, desonestamente projeta sobre mim a imagem de alguém que ignora as delegações constitucionais mais básicas, como se estas não fossem premissas do texto original e de dezenas de artigos publicados em mais de três anos de blog; e ainda omite integral e parcialmente os dois pontos centrais que levaram à comparação, sendo o primeiro, evidentemente, o mais forte:
1) A disposição de ministros do STF de assumir as funções do Poder Legislativo: por exemplo (conforme link embutido na primeira frase do texto original), legalizando o aborto no Brasil;
2) A tentativa do governo de emplacar ministros no TSE comprometidos de antemão com manobras que adiem o julgamento e votos que impeçam a cassação da chapa do presidente, no processo em curso no tribunal.
NAS SOMBRAS… – O leitor honesto, que vai às fontes e abre os links, compreende perfeitamente que o STF não precisa anular o Poder Legislativo como fez o Supremo da Venezuela para assumir suas funções em determinadas decisões, daí que faça nas sombras (“de modo dissimulado”, como escrevi) o que lá se faz à lua do dia.
O leitor honesto igualmente distingue o poder constitucional da nomeação de membros do TSE pelo presidente e a imoralidade, para dizer o mínimo, de ele nomear ministros PARA salvar seu mandato – imoralidade que, na prática, o próprio presidente reconhece, segundo o noticiário de bastidor, tanto que antecipou a nomeação de Admar Gonzaga justamente para não parecer que teve com ela a referida intenção.
Num momento em que Nicolás Maduro tenta usar de modo escancarado o Supremo venezuelano para salvar seu mandato, o leitor honesto também compreende a comparação – não equiparação – com o governo Temer, que tenta dissimuladamente nos bastidores – “nas sombras” – usar o TSE para salvar o dele, ainda que isto não venha a configurar (ou a provar-se) uma ilegalidade.
DESONESTIDADE – O autor intelectualmente desonesto, porém, tenta levar sua plateia para longe das fontes, cravando uma falsa interpretação específica de qualquer título ou sacada geral que sintetizem de modo ilustrativo os fatos e argumentos por ele omitidos. É um modus operandi cada vez mais comum, aliás: incapaz de contestar fatos e argumentos, o sujeito concentra seus ataques nos arremates irônicos ou ilustrativos que genericamente os condensam.
(É quase como Donald Trump dizer, em síntese, que Barack Obama criou o Estado Islâmico; e a CNN fazer verificação de fato, a sério, para explicar que é “mentira”: ele não criou.)
Por isso, aviso aos meus leitores: nunca acreditem em palavras que meus supostos críticos colocam na minha boca, nem levem a sério reações ao que eu supostamente afirmei. Venham às fontes originais no meu blog e leiam o que de fato escrevi, além das referências e livros que embasam meus textos e os conceitos neles utilizados.
SÃO COMO AMEBAS – Aqui, cito nominalmente autores relevantes, aos quais costumo dar aspas em caso de argumento contrário, como se pode comprovar exaustivamente no caso de Luis Roberto Barroso.
Dos que não têm relevância alguma, mas que parecem desejá-la com ataques pueris – não raro atribuindo a si próprios o poder de decidir quem pode ou não ser de direita, quem pode ou não ser analista político –, descrevo apenas o comportamento geral como um cientista descreve o de amebas no laboratório, sempre consciente de que é mais fácil leitores honestos aprenderem a reconhecer esses autores e suas picuinhas do que eles, ao reconhecerem a si próprios na descrição, aproveitarem a chance para se tornar pessoas melhores.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Enviado pelo advogado João Amaury Belém, o artigo do jornalista Felipe Moura Brasil cai como uma luva aqui na Tribuna da Internet, onde há comentaristas que se aproveitam da liberdade de expressão para encher o saco dos outros. Antigamente, dizia-se que essas pessoas não tomam Simancol, ou seja, não se mancam que não estão agradando, muito pelo contrário. Se insistirem, teremos de bloquear todos os comentários, para submetê-los a prévia moderação, em nome da sanidade mental do blog. (C.N.)

06 de abril de 2017
Felipe Moura Brasil
Veja

FEMINISMO




06 de abril de 2017
postado por m.americo

NA RUA

MAIORIDADE PENAL - PENA DE MORTE

TESTANDO OS TAXISTAS CONTRA UBER

HONESTIDADE NÃO BASTA!

Honestidade não basta! - Votação Uber - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=O4pT7_L72ek
17 min atrás - Vídeo enviado por Mamaefalei
Será que honestidade é tudo que um parlamentar precisa para ser um bom profissional? NÃO! Podemos ..

06 de abril de 2017
postado por m.americo

CORAJOSO, CARIOCA BRIGA FEIO AO VIVO COM DEFENSORES DOS MARGINAIS QUE ESTÃO OCUPANDO ESCOLAS