"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ESSA É PARA A ESQUERDA: LAVA JATO REAGIRÁ A QUALQUER MOVIMENTO CONTRA A OPERAÇÃO

INTERVENÇÃO INTERNACIONAL NO BRASIL

GRAVÍSSIMO: NOVO GOLPE DE LULA PARA NÃO SER PRESO

ALEXANDRE GARCIA DESMASCARA FHC E EXPÕE ALIANÇA ANTIGA COM LULA

NOVO PRESIDENTE DO SENADO HUMILHA EXÉRCITO BRASILEIRO

A INTERVENÇÃO MILITAR JÁ É UMA REALIDADE, SÓ FALTA SÓ FECHAR OS 3 PODRES PODERES

CONVOCAÇÃO

CONVOCAÇÃO AOS INSCRITOS DO CANAL (URGENTE)


10 de fevereiro de 2017
postado por m.americo

LAVA JATO: AO NEGAR PEDIDO DE LULA PARA ADIAR AUDIÊNCIAS, MORO NÃO CAIU NA ESPARRELA DO PETISTA

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Jamais foi novidade que, em algum momento, o ex-presidente Lula capitalizaria politicamente a morte da sua esposa, Marisa Letícia Lula da Silva, vítima das complicações de um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVCH). O ex-metalúrgico não esperou sequer aguardou a cerimônia de cremação para pegar carona na morte da ex-primeira-dama.

Ainda no velório, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, Lula fez um discurso eminentemente político e, em claro recado ao juiz Sérgio Moro, responsável na primeira instância do Judiciário pelos processos resultantes da Operação Lava-Jato, disse que não temia ser preso. Ao que se sabe, até o momento Moro não esboçou qualquer sinal de que Lula será preso, o que não invalida o desejo maiúsculo da população brasileira.

Contudo, a coragem de Lula durou pouco, assim como nada duram o seus discursos populistas e marcados pela mitomania. Por meio de um grupo de caros advogados que o defendem na Lava-Jato, Lula solicitou ao juiz Sérgio Moro o adiamento de audiências de testemunhas de defesa em razão da morte de Marisa Letícia.

O processo em questão é o que Lula aparece como réu por corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o recebimento de R$ 3,8 milhões em propina da OAS, através da reforma e ampliação de apartamento triplex no Edifício Solaris, em Guarujá, no litoral paulista, e do custeio do armazenamento de bens pessoais do petista em empresa especializada.

“Pleiteia a Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva a redesignação das audiências marcadas para as próximas duas semanas ‘tendo em vista motivos pessoais relevantes que prejudicam o contato do peticionário com sua defesa técnica e, por conseguinte, impede que esta última possa se preparar adequadamente para tais audiências”, destacou Moro em seu despacho.

Ao negar o pedido dos advogados de Lula, o juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba assinalou: “Apesar de trágico e lamentável acontecimento, há diversas audiências já designadas, com dezenas de testemunhas, e para as quais foram realizadas dezenas de diligências por este Juízo e pelos diversos Juízos deprecados para a sua viabilização. Assim, indefiro o requerido.”

Lula é um alarife experimentado que sabe como jogar com fatos e polêmicas, pois do contrário não teria vencido o mar de lama em que se transformou a política nacional e chegado à Presidência da República.

É direito do ex-presidente, na condição de réu, fazer alegações das mais diversas, podendo, inclusive, faltar com a verdade, mas é pífia a desculpa de que a morte da esposa configurava impedimento para as mencionadas audiências.

Dona Marisa estava internada na capital paulista, entre a vida e a morte (a morte cerebral já era conhecida, mesmo não oficializada), quando Lula deixou o Hospital Sírio-Libanês para uma reunião no instituto que leva o seu nome. Às 15 horas do dia 1º de fevereiro, Lula, no encontro, tratou da atuação do PT na eleição do presidente da Câmara dos Deputados, que ocorreu no dia seguinte. Ou seja, os aludidos “motivos pessoais relevantes” eram mais um embuste com a digital do ex-metalúrgico.


10 de fevereiro de 2017
ucho.info

BRASIL, O PAÍS DA IMPUNIDADE

A história que segue deve ser enviada para qualquer idiota que repita que, no Brasil, devemos prender menos pessoas. É um caso extremo de impunidade e injustiça.

No Carnaval de 2012, um acidente chocou o país. Uma criança de 3 anos que estava com a família numa praia de Bertioga, litoral de São Paulo, foi morta após um Jet Ski desgovernado, pilotado por um jovem de 13 anos, atingiu sua cabeça.

O Ministério Público havia pedido a condenação de três pessoas pelo caso: o proprietário do Jet Ski, empresário José Augusto Cardoso, o mecânico e o dono da Marina em que o veículo fez uma revisão dois dias antes do acidente. Em março do ano passado, o empresário José Augusto foi condenado a prestar serviços à comunidade por dois anos e quatro meses, enquanto o mecânico e o dono da Marina foram absolvidos. Porém, os advogados do empresário entraram com recurso para que a pena seja completamente extinta, pedido que está agora sob análise.

O caseiro Erivaldo Francisco de Moura foi condenado em 2015 a um ano e dois meses de prisão em regime aberto. Ele trabalhava para o empresário e foi responsável por levar o veículo até a praia para o adolescente pilotar. Ele testemunhou o acidente e não prestou nenhum auxílio à vítima, tendo então ajudado o adolescente a se evadir do local. Erivaldo não cumpriu nenhum dia de pena no presídio até hoje.

Por fim, o adolescente que acionou o veículo que atingiu a menina, por ser menor de idade, não cumpriu nenhuma pena.

Passados 5 anos da morte dessa pobre menina, ninguém foi preso e muito provavelmente ninguém jamais será.


10 de fevereiro de 2017
in reaçonaria

APÓS INQUÉRITO CONTRA MAIA, CÂMARA VOLTA A DISCUTIR ANISTIA AO CAIXA 2

SEGUNDO A PF, O DEPUTADO TERIA BENEFICIADO A OAS EM TROCA DE DOAÇÃO
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SEGUNDO A PF, O DEPUTADO TERIA BENEFICIADO A OAS EM TROCA DE DOAÇÃO DE CAMPANHA (FOTO: FLÁVIO SOARES/ CÂMARA DOS DEPUTADOS)

Líderes da base aliada e da oposição saíram nesta quinta-feira, 9, em defesa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), após a Polícia Federal apontar na conclusão de um inquérito indícios de crime de corrupção por supostamente ter beneficiado a empreiteira OAS em troca de doação eleitoral. 
Parlamentares de vários partidos, alguns citados na Operação Lava Jato, criticaram o "vazamento" do relatório e disseram que é cedo para julgar Maia.

Em reação, deputados articulam um novo projeto de lei para garantir anistia ao crime de caixa 2. O tema chegou a ser proposto no pacote anticorrupção aprovado na Câmara, mas acabou retirado por causa da repercussão negativa. O pacote foi aprovado em 2016 e está parado no Senado, mesmo após decisão do Supremo Tribunal Federal que obriga os deputados a analisar novamente a matéria.


Da forma como foi aprovado na Câmara, o pacote prevê a tipificação do crime de caixa 2. Na avaliação de alguns deputados, isso já garante a anistia, sob o argumento constitucional de que uma nova lei não pode retroagir para prejudicar ninguém. Mesmo assim, para evitar ficarem sujeitos à interpretação da lei pela Justiça e com a homologação das delações de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht, parlamentares querem um texto que trate especificamente da anistia.

Além dessa proposta, líderes planejam uma reação para atingir diretamente o Judiciário: a instalação na Câmara da comissão especial dos supersalários.

O colegiado debaterá projetos aprovados pelo Senado no fim do ano passado e que preveem corte de penduricalhos que inflam os contracheques de servidores públicos, aposentados e pensionistas da administração direita e indireta tanto da União quanto de Estados, Distrito Federal e municípios.

Maia, porém, disse a interlocutores que não pretende autorizar a comissão e a votação do projeto de anistia rapidamente. Quer evitar que as propostas pareçam uma retaliação direta ao Judiciário e ao Ministério Público. O confronto era uma prática frequentemente usada por seu antecessor na presidência da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje deputado cassado e preso na Lava Jato.

Relatório


Segundo revelou o "Jornal Nacional", da TV Globo, um relatório da PF apontou indícios de que Maia apresentou emenda a uma medida provisória sobre desenvolvimento da aviação regional para favorecer a OAS, em troca de doações eleitorais para a campanha ao Senado do pai dele, o ex-prefeito do Rio César Maia (DEM), em 2014. A emenda, porém, acabou não sendo votada, pois a MP perdeu a validade. A informação foi confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Maia reconheceu a autoria da emenda, mas negou ter apresentado a proposta para favorecer alguma empresa, em troca de propina. "Ela apenas gerava uma isonomia na hipótese de (a construção de) um aeroporto privado ser autorizado em cima de aeroportos concessionados", afirmou. Em pronunciamento à imprensa na Câmara, o parlamentar disse que foi alvo de um "vazamento ilegal" e classificou as conclusões do relatório da PF como "absurdas".

Reservadamente, deputados afirmaram que, até as eleições de 2014, a atuação de deputados a favor de empresas ou setores em troca de doações eleitorais era o "modus operandi" do sistema de doação empresarial, que foi proibida a partir de 2016. Eles acusam a Lava Jato de criminalizar essa prática. Para um influente parlamentar da base, se for condenar Maia, "vai ter que condenar todo mundo".

Publicamente, líderes da base aliada dizem não ver motivos para pedir investigação e punição do presidente da Casa. Até a oposição aliviou para Maia. "A bancada ainda não apreciou essa questão. No entanto, é como se diz: citação está chovendo por aí. Outra coisa é ser réu", afirmou a deputada Alice Portugal (BA), líder do PC do B. "Acusar sem provas não concordamos, seja político do PT ou de qualquer lugar", disse o líder do PT, Carlos Zarattini (SP).

A única sigla da oposição que criticou publicamente o presidente da Câmara até agora foi o PSOL, que pediu o afastamento de Maia do comando da Câmara e disse que estuda entrar com uma representação no Conselho de Ética da Casa. (AE)


10 de fevereiro de 2017
diário do poder

A NAÇÃO E SEUS MILITARES

Nas reformas em curso, faz-se necessário não desfigurar a essência de nossas Forças Armadas

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A sociedade brasileira já percebeu a necessidade de uma bem estudada reestruturação econômica em nosso país.Para tal esforço a equipe técnica do governo especificou medidas imprescindíveis para equilibrar as contas públicas.
Contudo, do que se pode concluir da “guerra de versões”, alimentada ao sabor de vários interesses, se aquelas ações não forem calibradas e justas, os resultados serão desastrosos para as nossas Forças Armadas. Parcela significativa da população – e até mesmo dos formadores de opinião – desconhece tanto o funcionamento dos regimes de Previdência quanto os principais aspectos discutidos na reforma ora em gestação.
Acende-se o alerta de que é impositiva uma acurada atenção da parte dos mentores das mudanças para evitar que, na ânsia de proceder à correção de rumos e à supressão de “privilégios”, cometam injustiças, por ignorarem as peculiaridades espartanas da profissão militar, que possam vir a descaracterizar ou até mesmo tornar inviáveis a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.
As Forças Armadas são instituições permanentes de Estado, que exigem dos seus quadros requisitos que extrapolam meras relações trabalhistas entre empregador e empregado e caracterizam a essência da profissão militar: servir à Nação, sem nenhuma contestação. Essa relação da sociedade com os seus militares é uma espécie de “contrato social”, no qual fica acordado que as restrições de direitos – às quais aderem os militares – são recompensadas com a devida proteção social que lhes confere a Nação.
Importante destacar que, nas discussões que tomam conta do País, os militares não se utilizam das peculiaridades da carreira para “ameaçar” a sociedade e assim obter tratamento temperado por “regalias”.
Nas distantes fronteiras do País, encontramos os militares. Na pacificação das comunidades no Rio de Janeiro, ali estão os militares.
Na guarda das urnas eleitorais, eis os militares. Nas ações governamentais de defesa civil, nunca nos faltam os militares. Na distribuição de água, no Semiárido nordestino, e no combate ao mosquito Aedes aegypti nos deparamos com os militares. Na segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, ali estavam os militares. No apoio à população do Haiti, lá nos representam nossos militares.
Sentimos muito orgulho de atuar sob quaisquer circunstâncias. É missão, estamos prontos! Tem sido cada vez mais frequente o clamor da sociedade por seus militares, por sua capacidade de pronta resposta, pela disciplina e pelo espírito de cumprimento do dever.
A dedicação integral e exclusiva ao serviço impede-nos de exercer qualquer outra atividade profissional. Se comparados com outras carreiras típicas do Estado brasileiro, é fácil notar que dependemos, há tempo, de soldos incompatíveis com o que o dever nos exige em termos de dedicação e de responsabilidade.
Pouco conhecido do público é o fato de que, ao final da carreira de 30 anos, quando transferido para a inatividade, as horas trabalhadas pelo militar equivalem a 45 anos, se comparadas às de um trabalhador civil. Isso se deve à realização de atividades de adestramento e operações continuadas, além dos serviços de escala de 24 horas, seguidas de expediente no dia posterior, inclusive em fins de semana e feriados, tudo isso sem os conhecidos direitos sociais e trabalhistas legalmente concedidos aos trabalhadores das outras classes, tais como o adicional de periculosidade, o FGTS e as horas extras.
Ressalta-se que o militar não pleiteia esses direitos, pois são incompatíveis com as exigências legais da “carreira das Armas”. O mais importante é cumprir o juramento do soldado perante a Bandeira Nacional: “Dedicar-se integralmente ao serviço da Pátria e defendê-la com o sacrifício da própria vida” – por esse compromisso não há preço a pagar.
No entanto, é mister perguntar: a sociedade aceitaria que um militar não se apresentasse para uma missão sob a alegação de que “está na folga”, após o serviço? A sociedade estaria disposta a “pagar horas extras” pelo emprego continuado, nas missões de garantia da lei e da ordem? Logo, é impróprio entender como “privilégio” o que, na verdade, é um cerceamento de direitos e uma imposição de deveres.
Os militares já contribuíram, pesadamente, para o esforço de redução de custos do Estado. Em 2001 foi realizada ampla “reforma” no sistema de proteção social dos militares das Forças Armadas. Naquela ocasião, vários direitos foram suprimidos, tais como o adicional de tempo de serviço, as licenças especiais e a pensão para as filhas.
Essa discussão deve ser mais aprofundada e não se restringir a uma questão numérica de simples redução de custos. Ela deve incluir, como questionamento, o que a sociedade deseja de seus cidadãos fardados: profissionais militares, com prontidão, motivação e dedicação exclusiva, ou milícias, cuja disponibilidade permanente à Nação ficaria limitada por direitos individuais regidos por legislação trabalhista ou conchavos espúrios?
Os argumentos apresentados ao longo deste artigo podem parecer ideias exclusivas do estamento militar. Não é verdade! Em recente trabalho realizado pela Fundação Getúlio Vargas – e não se pode duvidar do reconhecimento acadêmico e da isenção dessa instituição – ficam claras as especificidades da nossa carreira e as razões para que não se mesclem argumentos de ordem econômica com a defesa da sociedade brasileira, à qual servimos.
Neste momento crucial, em que a Nação busca mares calmos e bons ventos que a levem a porto seguro, faz-se necessário que o Estado e a sociedade procedam à urgente e inadiável equalização das contas públicas e, simultaneamente, ponderem acerca de não desfigurar a essência das nossas Forças Armadas e de não ferir de morte a alma de seus militares, o que – livre-nos Deus – seria inaceitável.



Eduardo Dias da Costa Villa Bôas
Comandante do Exército Brasileiro

Fonte: O Estado de São Paulo


10 de janeiro de 2017
in mujahdin cucaracha

CHINA TEM CENTRAL DE DROGAS QUÍMICAS PARA AVASSALAR O PAÍS E O MUNDO

Uma central de drogas químicas para avassalar o país e o mundo
21 membros do PC dominavam a droga. Foram substituídos por colegas do mesmo Partido

A cidade de Boshe, situada na província costeira de Guangzhou, perto de Hong Kong tornou-se famosa pelos seus suntuosos templos com monstros míticos rebuscados, deuses e artísticas paisagens, telhados ornados com pequenas esculturas de dragões, e pavões em cores vivas.

As imagens continuavam a tradição pagã da China, que mistura arte e símbolos demoníacos. Os templos “foram construídos pelas famílias para homenagear os antepassados. É a única aldeia da região com tantos templos. O normal é um ou dois”, explicou um jovem ao jornalista de “El Mundo”.

Mas, na era comunista, Boshe adquiriu outra face. Os responsáveis pelo Partido Comunista Chinês (PCC), até seu chefe local, Cai Dongjia, transformaram a poética aldeia numa central de produção de drogas sintéticas.

A Nomenklatura maoísta construiu aparatosos palacetes de “novo rico”. As formas mais monstruosas do crime ligado à droga destruíram as relações sociais que o comunismo não tinha acabado de arrasar.

Enquanto a reduzida cúpula do partido comunista local ficou riquíssima, a massa do povo afundou numa miséria sempre maior, na sujeira, intoxicação e criminalidade.

O cartel socialista da droga impedia até que os taxistas das cidades mais próximos entrassem no novo inferno de Boshe, capital da metanfetamina da China.

Ninguém ousa falar, dizer seu nome ou se referir ao que acontece na cidade. Em 2013, Pequim enviou 3.000 policiais com helicópteros e lanchas rápidas, para desmantelar o enclave de produção de droga sintética.
Em casas luxuosas moram os chefões comunistas da maior rede chinesa de drogas químicas.

Foram destruídos 77 laboratórios clandestinos, confiscadas três toneladas de metanfetamina e 400 outras substâncias usadas para o seu preparo, além de 260 quilos de ketamina. 182 pessoas foram pressas e o “chefão” do PC acabou condenado à morte.

Vinte por cento dos 14.000 habitantes de Boshe, inclusive crianças, trabalhavam desmontando cápsulas farmacêuticas para usar seu conteúdo na elaboração das substâncias ilegais, recebendo salários de até 1.600 dólares, uma fortuna na China.

Na perquisição, a polícia encontrou sacos de dinheiro e barras de ouro nas casas dos narcotraficantes ligados ao Partido.

Um morador de nome Cai Hanlin contou que não se podia plantar nada, pois até a terra tinha ficado envenenada.

Boshe também era inconfundível pelo cheiro químico que envolvia a cidade e a cor repugnante dos esgotos abertos, aonde iam parar toneladas de dejetos químicos gerados pelo fabrico de substâncias da família da anfetamina.

O gado morria e seguiu morrendo até pelo menos 2015, devido à contaminação da água e da terra, contou Hanlin.

O novo chefe do PCC, Cai Longqiu, herdou o velho esquema, mas hoje deve dissimulá-lo detrás de uma máscara de combate às drogas.

Os estrangeiros não podem visitar a cidade e os jornalistas de “El Mundo” que entraram sem licença foram ameaçados pelas autoridades que “lutam contra a droga”.
A central está perto de Hong Kong para escoar a droga para o exterior.

Liu Yuejin, um dos delegados mais populares no país na luta contra esse flagelo, admitiu que há na China vermelha mais de 14 milhões de viciados em anfetaminas, que o sinistro negócio gera 8,2 bilhões de dólares e que são produzidas 400 toneladas de estupefacientes químicos.

Segundo o vice-diretor da Comissão Nacional de Controle de Narcóticos, o consumo das drogas de laboratório cresce 36% por ano e já superou o de heroína.

Boshe e aldeias vizinhas continuam sendo um dos epicentros produtivos. Ela está próxima de Hong-Kong, porta de escoamento da exportação.

Também está perto do eixo central da indústria farmacêutica e química, de onde os narcotraficantes recebem as matérias-primas básicas com a ajuda dos sócios do Partido Comunista.

“Tem que existir corrupção na indústria oficial para que isso seja possível”, denunciou Jeremy Douglas, um dos responsáveis da ONU para o tráfico ilegal de drogas.

Em termos de drogas químicas, os EUA consideram a China o equivalente ao que foi a Colômbia para a cocaína.

No século XIX, a China foi enfraquecida pelo consumo do ópio, estimulado por potências coloniais que queriam submeter o país.

Agora o Partido Comunista voltou a explorar a droga para submeter a população.

O “senhor Wang Bo”, vencedor de um premio nacional de Química em uma das universidades mais prestigiosas de Pequim, montou em 2014, em Huanggang, uma empresa dedicada à tecnologia biológica.
Intervenção policial e militar não mudou a produção acobertada pelo Partido Comunista.

Na prática, fabricava um derivado da anfetamina, comercializada pela internet e pelos correios na Europa e nos EUA.

O caso de Wang se repete metodicamente. Zhang Lei é um dos exportadores mais procurados pelos EUA. Foi preso, mas a empresa prossegue suas atividades a partir de Xangai.

Segundo o jornal francês “Le Figaro”, a produção recomeçou e as autoridades não parecem querer parar o fenômeno.

O regime socialista precisa de droga e do narcotráfico em grande escala para arruinar a juventude, que está se revelando cada vez mais infensa à pregação socialista.

E necessita promover esse vício no Ocidente, para desfazer as fibras morais dos povos que ele sonha escravizar um dia sob o comunismo universal, de acordo com a utopia de Marx e Mao Tsé-Tung.

Boshe é apenas um elo dessa satânica máquina para destruir a humanidade.

*Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs


10 de fevereiro de 2017
Luis Dufaur
in blog do navarro

A TURMA QUE SONHA COM O FIM DA PM DEVERIA ESTAR EM VITÓRIA

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Num vídeo divulgado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), quatro pajés de tribos esquerdistas garantem que o aumento da criminalidade só será contido se a Polícia Militar for desarmada, emasculada ou extinta de vez. O problema, portanto, não é a proliferação de meliantes e baderneiros. É a existência de uma instituição encarregada de defender a lei e a ordem. O desfile da insensatez começa com o deputado estadual Marcelo Freixo, candidato derrotado à prefeitura do Rio pelo PSOL. Para tapear gente com cérebro, ele preconiza a “desmilitarização da PM”, expressão que camufla o conjunto de mudanças que, consumadas, tornariam qualquer batalhão tão eficaz quanto uma guarda mirim.

Depois de uma curta e amalucada aparição do humorista a favor Gregório Duvivier, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e a onipresente Luciana Genro, do PSOL gaúcho, retomam a lengalenga da “desmilitarização”. As coisas ficam claras com a segunda entrada em cena de Duvivier, que berra a palavra de ordem que rasgou a fantasia: Eu quero o fim/da Polícia Militar./Não acabou. Tem que acabar”.

O que espera a turma do vídeo para baixar no Espírito Santo e ver de perto como é uma cidade sem PM? Que tal criar coragem e acompanhar com os próprios olhos as cenas exibidas no vídeo abaixo, uma confirmação apavorante do horror cotidiano imposto a milhões de capixabas pela greve ilegal dos chantagistas fardados? Por que os guerreiros da Revolução dos Idiotas não tentam negociar com a bandidagem a ressurreição da paz assassinada Talvez sobrevivam.


10 de fevereiro de 2017
Augusto N unes
Veja

FACHIN MANDA ABRIR INQUÉRITO PARA INVESTIGAR RENAN, JUCÁ E SARNEY

TRIO TERNURA
RELATOR DO STF ABRE INVESTIGAÇÃO POR OBSTRUÇÃO DE INVESTIGAÇÃO
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OS TRÊS FORAM DELATADOS PELO EX-SENADOR SÉRGIO MACHADO, EM DEPOIMENTO AO MPF

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra os senadores Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney (AP), o "trio ternura" do PMDB, por suspeita de tentar barrar a maior investigação já deflagrada no País contra a corrupção. 
O inquérito inclui o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos - os diálogos sugerem que Renan, Jucá e Sarney tramaram contra a Lava Jato.

Considerando apenas processos relacionados à Lava Jato, este é o nono inquérito contra Calheiros, o terceiro contra Jucá e o segundo contra Sérgio Machado. Quanto ao ex-presidente Sarney, é o primeiro inquérito no âmbito da operação. 

Este foi também o primeiro inquérito autorizado por Edson Fachin como relator da Lava Jato - um sorteio na semana passada lhe destinou a herança dos processos que estavam sob a supervisão do ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro.

O pedido de abertura de inquérito foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em uma petição de 53 páginas na segunda-feira (6), com base na delação de Machado, do ano passado, sob a suspeita de um possível crime de embaraço às investigações.

"Note-se a gravidade da trama engendrada pelos integrantes da organização criminosa: as conversas gravadas desvelam esquema em curso voltado não apenas para 'estancar' a Lava Jato, mas também para 'cortar as asas' do Ministério Público e do Poder Judiciário, que significa interferir no livre funcionamento e nos poderes desses órgãos", disse o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na manifestação, encaminhada ao STF no mesmo dia em que o presidente Michel Temer indicou Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do STF no lugar de Teori Zavascki.

Ao autorizar a abertura de inquérito, o ministro Edson Fachin também determinou a realização de diligências pedidas pela PGR. Entre elas, a autorização para ouvir diretamente os investigados.

A PGR solicitou também que o STF forneça "todos os registros de acesso às dependências do Tribunal em nome de Eduardo Antônio Lucho Ferrão, no ano de 2016, com todas as informações e arquivos relacionados". Ferrão é advogado e amigo de Teori Zavascki.

Segundo Janot, na descrição dos fatos ocorridos, "Renan Calheiros e José Sarney prometem a Sergio Machado que vão acionar o advogado Eduardo Ferrão e o ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha para influenciar na decisão de Vossa Excelência sobre possível desmembramento do inquérito de Sérgio Machado".

O procurador-geral da República pediu, ainda, a "obtenção junto a empresas de transporte aéreo de passageiros, devendo o método de execução ser previamente ajustado com o Ministério Público Federal, que poderá participar da diligência ou a praticar diretamente, de todos os registros dos registros de passagens emitidas e utilizadas por Jose Sergio de Oliveira Machado, no período de dezembro de 2015 até 20.05.2016, com todas as informações e arquivos relacionados".

Ainda no pedido de abertura de inquérito, Janot citou "solução Michel". O procurador usou a expressão para se referir a um "acordão" que teria o objetivo de barrar a operação com a chegada de Michel Temer à Presidência. Segundo Janot, o "plano" elaborado pelo que chamou de "quadrilha" foi colocado em prática logo após Temer assumir interinamente a Presidência, em maio do ano passado.

Em nota à imprensa, o senador Renan Calheiros "reafirma que não fez nenhum ato para dificultar ou embaraçar qualquer investigação, já que é um defensor da independência entre os poderes". "O inquérito comprovará os argumentos do senador e, sem dúvida, será arquivado por absoluta inconsistência", diz a defesa do peemedebista.

A defesa de Jucá, em nota, também afirmou que o senador "nega que tenha tentado obstruir qualquer operação do Ministério Público e diz que a investigação e a quebra de sigilo do processo irão mostrar a verdade dos fatos".

Procurada, a defesa de Sérgio Machado não havia respondido até a publicação desta reportagem. O advogado de Sarney, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, não foi localizado. No entanto, quando a PGR pediu a abertura de inquérito, o advogado disse que nas gravações "não tem nenhum sinal de qualquer tentativa de obstrução".


10 de janeiro de 2017
diário do poder

COMISSÃO QUE VAI SABATINAR MORAES TEM DEZ INVESTIGADOS NA LAVA JATO

COM 27 TITULARES E 27 SUPLENTES, A COMISSÃO É A MAIS IMPORTANTE DA CASA
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COM 27 TITULARES E 27 SUPLENTES, A COMISSÃO É A MAIS IMPORTANTE DA CASA (FOTO: GERALDO MAGELA/ AG SENADO)


Dos 13 senadores investigados na Operação Lava Jato, dez foram escolhidos para integrar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), instalada nesta quinta-feira, 9. Na lista, está o presidente do colegiado, Edison Lobão (PMDB-MA), que conduzirá a sabatina de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal.

Com 27 titulares e 27 suplentes, a comissão é a mais importante da Casa. Além de aprovar as indicações do Executivo ao STF, passará pelo colegiado neste ano a escolha de um novo procurador-geral da República. Analisar pedidos de cassação de mandato de parlamentares também é atribuição da comissão.

Lobão, Jader Barbalho (PMDB-PA), Valdir Raupp (PMDB-RO), Benedito de Lira (PP-AL) e Lindbergh Farias (PT-RJ) têm inquéritos em tramitação no Supremo. A Procuradoria-Geral da República pediu ao STF, na semana passada, o arquivamento de inquérito contra o petista, mas ainda não houve decisão da Corte.

Entre os suplentes da CCJ, são investigados Fernando Collor (PTC-AL), Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Humberto Costa (PT-PE). A Polícia Federal pediu o arquivamento do inquérito contra Costa, mas ainda não houve resposta do STF.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), titular da CCJ, é alvo de dois inquéritos no STF que não fazem parte da Lava Jato, mas tiveram origem em fatos descobertos na investigação. Ele também foi citado em outras delações da operação.

Supremo

A indicação de Moraes será relatada pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM), citado por delatores da Andrade Gutierrez. “Moraes tem trajetória acadêmica, é constitucionalista reconhecido e conhece o poder público”, disse Braga, após assumir a relatoria.

A CCJ foi instalada com a confirmação de Lobão na presidência e de Antonio Anastasia (PSDB-MG) na vice – composição acertada nesta quarta-feira, 8. Como não havia outra chapa na disputa, a eleição, por aclamação, levou menos de 15 minutos.

Houve o registro de um único voto contrário às indicações, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Para ele, “tudo está inadequado” na composição do colegiado. “Não me parece decente e honesto a comissão que vai sabatinar diversas autoridades da Justiça ser formada por investigados”, afirmou.

Todos os parlamentares citados negam envolvimento em irregularidades. (AE)


10 de fevereiro de 2017
diário do poder