02 de janeiro de 2014
Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores. Replicamos os melhores comentários e análises críticas, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
CIGARRO DO CAPETA
Estados Unidos: Colorado inicia venda legal de maconha para uso recreativo
A lei estadual que permite a posse, plantio e consumo recreativo privado de maconha para adultos foi aprovada em referendo no ano passado. A produção e venda da droga será legal e deverá recolher impostos com base em sistema semelhante ao que muitos estados dos EUA adotam para a venda de bebidas alcoólicas.
No primeiro dia do ano, as mais de 300 lojas licenciadas para vender maconha para uso recreativo já estavam em funcionamento. Ao abrirem as portas, elas entraram em um mercado sem precedentes na história dos Estados Unidos – o Colorado espera que o comércio em torno da droga gere US$ 578 milhões por ano, sendo US$ 67 milhões em tributos para o estado.
Os comerciantes na capital Denver esperam, por conta da novidade, uma grande demanda inicial. “Esperamos ter dois mil cigarros prontos quando abrirmos”, disse à agência de notícias Reuters Robin Hackett, dona de uma das lojas licenciadas.
A compra e o consumo estão liberados apenas para maiores de 21 anos, que terão que provar serem moradores do Colorado, o que permite a compra de 28 gramas do produto por vez. Os que vierem de fora do estado também poderão adquirir a droga, porém não mais do que sete gramas.
Washington será o próximo a legalizar
O próximo estado a legalizar será Washington, onde a lei já foi aprovada em referendo e deve entrar em vigor nos próximos meses. De acordo com a legislação federal, a maconha continua sendo ilegal nos EUA. Mas o governo Barack Obama já afirmou seguidas vezes que vai dar aos estados a liberdade para criar suas próprias diretrizes sobre o tema. Em 20 estados do país, o uso é permitido para fins medicinais.
A lei é também representativa para o continente americano, onde imperou nas últimas décadas uma combinação de proibição e repressão ao consumo – além do ferrenho combate a traficantes, sobretudo nas Américas Central e do Sul.
A legalização da venda da maconha no estado do Colorado para uso recreativo segue a linha do que já foi feito em alguns países da região. Em 10 de dezembro, o Senado uruguaio aprovou a legalização da produção e venda da droga no país, sob controle estatal. Na América do Norte, o México também estuda a possibilidade, enquanto o Canadá flexibilizou sua política de repressão ao usuário.
Em meados do ano passado, a Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou um estudo no qual incentiva a avaliação por parte dos países-membros de uma possível legalização da maconha como forma de combater o narcotráfico.
(Com agências internacionais)
02 de janeiro de 2014
ucho.info
INVASÃO PREVISÍVEL
Países ricos da UE temem migração em massa de romenos e búlgaros
Autoridades europeias tentam tranquilizar nações como Reino Unido, França e Alemanha. A poucos meses das eleições para o Parlamento Europeu, em maio, o medo alimenta a campanha de partidos populistas de direita, como a Frente Nacional francesa, o Partido da Liberdade, da Holanda, e o britânico Partido da Independência do Reino Unido (UKIP, na sigla em inglês).
Tentando botar panos quentes no debate, o comissário europeu do emprego, Laszlo Andor, afirmou que já existem mais de 3 milhões de búlgaros e romenos vivendo em outros países da UE e que o fim das restrições não deve provocar um grande aumento da migração.
“Acredito firmemente que a restrição à livre circulação de trabalhadores europeus não é a resposta para o desemprego elevado nem uma solução para a crise”, disse. Andor reconheceu que possam ocorrer problemas a nível regional se a migração aumentar. “A solução é resolver estes problemas de forma pontual e não erguendo barreiras contra esses trabalhadores”, frisou.
A queda das barreiras se transformou no principal tema de quase todos os veículos da mídia britânica na quarta-feira, com os repórteres indo aos aeroportos para entrevistar pessoas que chegavam em voos originados de Bucareste ou Sofia.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, acelerou a criação de regras para impedir migrantes provenientes de países mais pobres da UE de pedirem benefícios sociais imediatamente após chegarem ao Reino Unido.
O presidente búlgaro, Rosen Plevneliev, atacou Cameron, dizendo que as propostas do líder britânico prejudicam a imagem do Reino Unido no mundo às custas de vantagem política a curto prazo. Segundo Plevneliev, os búlgaros preferem ter um bom emprego no seu país a comprar um bilhete só de ida para outro lugar.
Na Alemanha, conservadores também querem impedir imigrantes europeus de reivindicar apoio social do Estado nos primeiros três meses de estada. O debate causa controvérsia dentro do próprio governo.
O presidente da União Social Cristã (CSU), Horst Seehofer, propõe, entre outras medidas, a deportação e a proibição de retorno à Alemanha para imigrantes europeus que sejam pegos tentando fraudar o sistema de bem-estar social do país. A CSU integra a coalizão de governo, juntamente com a União Democrata Cristã (CDU), da chanceler federal Angela Merkel, e o Partido Social-Democrata (SPD).
Mas o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, observou que “a liberdade de trânsito de pessoas é também uma chance para os alemães e a Alemanha”.
O ministro alemão do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que quem coloca em questão a liberdade de circulação de trabalhadores “prejudica a Europa e prejudica a Alemanha”. O político social-democrata ressaltou que ela é “parte indispensável da integração europeia”, da qual a Alemanha, segundo ele, se beneficia até “mais do que os outros”.
Estimativas da agência alemã de trabalho afirmam que cerca de 180 mil trabalhadores oriundos da Romênia e da Bulgária devem chegar à Alemanha com as novas regras. (Com agências internacionais)
02 de janeiro de 2014
ucho,info
RÉDEA SOLTA
Inflação medida pelo IPC-S fecha o ano com alta de 5,63%; aumento do mínimo já desapareceu
Os itens com elevação acima da média do IPC-S e que mais influenciaram a inflação ao longo de 2013 foram refeições em bares e restaurantes (alta de 9,41%), aluguel residencial (9,30%), plano e seguro de saúde (8,08%), gasolina (6,37%) e empregada doméstica mensalista (7,80%).
A pesquisa indica também que, considerando-se apenas o último levantamento de 2013, os preços tiveram leve elevação de 0,69%, em média, ante 0,66%.
Três dos oito grupos pesquisados apresentaram acréscimos, com destaque para transportes, cuja taxa passou de 0,82% para 1,20% entre os dias 22 e 31 de dezembro. Nessa classe de despesa, houve influência, principalmente, da gasolina, com elevação de 3,93% ante 2,58%.
No quesito alimentação a taxa subiu de 0,90% para 0,93%, sob o efeito das carnes bovinas, cujos preços avançaram de 1,87% para 2,82%. No grupo saúde e cuidados pessoais, o índice atingiu 0,53%, ante 0,5%, puxado pelos medicamentos, que registraram alta de 0,17% ante 0,03%.
Os cinco itens que mais pressionaram a inflação no período foram: gasolina (de 2,58% para
3,93%); aluguel residencial (de 1,12% para 1,15%); tarifa de táxi (de 6,12% para 8,34%); etanol (de 3,09% para 4,12%) e refeições em bares e restaurantes (de 0,55% para 0,41%).
Na última segunda-feira (30), o Banco Central divulgou, por meio do Boletim Focus, que a previsão para o IPCA de 2013 saltou para 5,72%, contra 5,70% da estimativa anterior. Isso mostra que a política econômica adotada pelo governo é absolutamente ineficaz, pois a inflação não consegue se distanciar do teto da meta.
Se confirmada a inflação de 2013 nos 5,72% do IPCA, o que nem de longe traduz a realidade, o aumento do salário mínimo terá ido pelo ralo. A mais rasa remuneração mensal a ser paga no País teve aumento de nominal de 6,78%, pulando de R$ 678 para R$ 724, valor que está em vigor desde 1º de janeiro.
Com isso, o trabalhador terá conseguido, na melhor das hipóteses, aumento de 1,06%, índice que aplicado ao salário mínimo vigente no ano passado representa R$ 7,18. Valor insuficiente para comprar dois pastéis na feira da esquina mais próxima. Apesar do caos comprovado pelos números, Dilma e seus seguidores cometem a insana ousadia de afirmar que sob o manto do PT os trabalhadores acumulam conquistas. (Com informações da ABr)
02 de janeiro de 2013
ucho.info
SEM CONTROLE
Incompetente, Roseana se desespera com sucessão e usa jornal da família para fustigar adversários
Atual secretário estadual de Infraestrutura e escolhido pelo grupo político controlado pela “famiglia” Sarney para participar da corrida ao Palácio dos Leões, Luís Fernando tem tirado o sono de muitos integrantes do clã, começando pela governadora Roseana Sarney.
Temendo que o grupo liderado por seu pai seja derrotado por Flávio Dino (PCdoB), Roseana ainda não definiu o seu futuro político. No caso de querer disputar algum cargo eletivo, possivelmente o de senadora, Roseana Sarney terá de deixar o governo do Maranhão até abril. Contudo, diante da derrota que se desenha no horizonte, a governadora pode cumprir o mandato até o final.
A preocupação que se instalou no núcleo duro do governo maranhense é tamanha, que Roseana Sarney tem utilizado os veículos de comunicação de propriedade da “famiglia” para tentar fragmentar a oposição. No último dia de 2013, o jornal “O Estado do Maranhão” noticiou que a direção estadual do Partido Progressista (PP) decidiu entrar na disputa pela indicação de um candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Flávio Dino. De acordo com o tabloide, PP, PSDB e PDT estariam na disputa que por enquanto só existe no pensamento dos atuais donos do poder local.
Essa notícia mostra não apenas a preocupação do clã com o cenário político local, mas o desejo inconteste de provocar uma rebelião na oposição. Dois dias após noticiar tal fato, nesta quinta-feira (2) o mesmo jornal da “famiglia” informa em pequena nota, sob o título “Fim de carreira”, que os deputados federais Waldir Maranhão, presidente estadual do PP, e Carlos Brandão (PSDB) “chegam a 2014 disputando o mesmo espaço – e ambos pelo mesmo motivo”.
Destaca a nota que ambos os parlamentares têm chances reduzidas de reeleição e por isso buscam uma “saída honrosa para o fim do mandato”.
Trata-se de uma informação que não traduz a realidade dos fatos, pois ambos, Waldir Maranhão e Carlos Brandão, têm chances claras de reeleição. Esse jogo rasteiro típico de quem se acostumou a mandar no Estado, transformado em quintal político do grupo de tiranetes, não pode ser levado em conta, pois se há no Maranhão alguém que chegou ao final da carreira é Roseana Sarney, que ainda não conseguiu entregar os hospitais prometidos no mandato anterior, sem contar que vem perdendo a guerra para os integrantes das facções criminosas que controlam os presídios do estado.
A estratégia suja e pequena reflete uma situação mais preocupante dentro do grupo ancorado por José Sarney. Eventual derrota do candidato oficial em outubro próximo significaria um duro golpe no futuro político de uma dúzia de políticos que durante décadas se especializou em arruinar o estado mais miserável da federação.
02 de janeiro de 2014
ucho.info
NO REINO DA LOUCURA...
TOME UM PLASIL ANTES DE ASSISTIR O VÍDEO DO "POETA ATEU"
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xc_mT5ObifA
02 de janeiro de 2013
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xc_mT5ObifA
02 de janeiro de 2013
O VÍDEO DA TV FOLHA MOSTRA MAIS QUADROS DA GALERIA DA BLASFÊMIA E COMPROVA QUE A FUNDAÇÃO JOSÉ SARNEY É UM CASO DE POLÍCIA
PUBLICADO EM 30 DE JULHO
As pinturas que transformam a Famiglia Sarney e seus parceiros em candidatos à canonização só podem ser fotomontagens, espantaram-se alguns leitores da coluna.
O vídeo da TV Folha prova que a galeria da blasfêmia é real, embora pareça mentira. E deixa claro em apenas 5:38 que a fundação que cultua a memória do dono do Maranhão é um caso de polícia à procura do merecidíssimo castigo.
02 de janeiro de 2013
Veja
NOSSOS VOTOS
Nossos desejos são nossos votos, na urna e numa ideia fixa: uma sociedade mais educada e sadia
Confesso ter problema com a palavra “aposta”. Todos os significados dela me incomodam. O significado mais comum implica ganhar ou perder dinheiro. Ou se aposta num cavalo ou numa certeza. Quando se aposta – com um amigo ou num vício – , arrisca-se muito. Grana ou reputação. Às vezes ambas.
Prefiro os desejos às apostas. Podemos ser mais livres e delirantes ao desejar. Podemos ser utópicos. No ano de 2014, de eleição e Copa, nossos desejos são, mais do que qualquer troféu, nossos votos. Votos na urna e numa ideia fixa: uma sociedade mais educada, mais sadia, mais responsável, mais ética e menos violenta.1. Que o próximo presidente ouça a voz das ruas e, antes de investir US$ 4,5 bilhões em caças suecos, escolha suas prioridades de emergência, entre elas a Saúde, evitando que pacientes morram na fila da rua ou da cirurgia, por negligência e omissão.
2. Que o próximo presidente entenda a expressão “mobilidade urbana” e, em vez de inundar as ruas de carros particulares, invista em trens e transporte público de qualidade, com integração real entre rodoviárias, aeroportos, metrôs e ônibus. Que invista também em rodovias mais seguras, porque nossas estradas hoje são de quinta categoria.
3. Que o próximo presidente, consciente de que quase 40% das famílias brasileiras são hoje chefiadas por mulheres, invista numa política nacional de creches, em quantidade e qualidade, permitindo assim que possamos conciliar com um mínimo de tranquilidade e competência nossas funções de mãe e trabalhadora.
4. Que o próximo presidente remunere direito os professores e aumente a carga horária das escolas no Brasil, do ensino fundamental às universidades, para que crianças e adolescentes não fiquem apenas cinco horas por dia em instituições de ensino, enquanto os pais trabalham em tempo integral.
5. Que o próximo presidente ataque de frente o deficit profundo de habitação popular, poupando as famílias brasileiras de viver indignamente em barracos e favelas sem esgoto, sem segurança nem saneamento, com perigo de desmoronamento ou risco de tuberculose, junto a áreas de elite nos grandes centros urbanos ou nos rincões remotos e abandonados.
6. Que o próximo presidente tenha ética, determinação, apoio e moral suficientes para tirar a política brasileira desse pântano de corrupção e privilégios, acabando com supersalários e supermordomias num dos Congressos mais caros e menos eficientes do mundo. Que sejam punidos exemplarmente todos que tirarem proveito particular de seus cargos públicos.
7. Que o próximo presidente ajude os Estados a ter uma política consequente de segurança. Temos visto apenas iniciativas isoladas e criativas, como as UPPs no Rio. Sem uma contrapartida maciça de serviços públicos e sociais, elas acabam torpedeadas por bandidos com e sem farda. O risco é viver, cada vez mais, em cidades sem lei, onde se corre o risco de ser assaltado e morto ao andar na rua, ir à praia, pegar um ônibus, comer num restaurante, pegar dinheiro num caixa eletrônico de banco, chegar a sua garagem ou parar num engarrafamento.
8. Que o próximo presidente leve a sério o meio ambiente e o destino do lixo com campanhas de educação. E que não apenas multe, mas prenda os especuladores criminosos que destroem nossos parques, lagoas, praias e reservas.
9. Que o próximo presidente revele à população como são gastos os impostos, num país onde a arrecadação tributária bate recordes. E que os impostos sejam transformados em benefício dos contribuintes.
10. Que o próximo presidente não escamoteie os índices de inflação e não minta sobre o real estado da economia do Brasil.
Aí sim, o Brasil seria campeão em 2014.
02 de janeiro de 2014
Ruth de Aquino, Revista Época
EM DISCURSO DE ANO NOVO, KIM JONG-UN AMEAÇA EUA E COREIA DO SUL
Em seu discurso, o ditador justificou a execução de seu tio Jang Song-thaek, a quem chamou de "escória"
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez um raro pronunciamento televisivo nesta quarta-feira (1). Em seu discurso de Ano Novo, ele falou sobre questões internas do país e voltou a ameaçar a Coreia do Sul e os Estados Unidos com a possibilidade de uma guerra na região.
O líder não falava em público desde abril do ano passado. É a segunda vez que Kim Jong-un faz um pronunciamento televisivo no começo do ano, algo que seu pai, Kim Jong-il, nunca havia feito em 17 anos de mandato, pois preferia que suas palavras fossem divulgadas pelos jornais do regime.
Em seu discurso, o ditador justificou a execução de seu tio Jang Song-thaek e o chamou de "escória". Song-thaek foi executado no começo de dezembro, acusado de traição. Ele era considerado o segundo nome mais importante da política norte-coreana. "No ano passado tomamos a decisão de excluir facções de escória do partido e este expurgo nos fortaleceu", disse.
O líder norte-coreano também falou, repetidas vezes, sobre a tensão envolvendo a fronteira com a Coreia do Sul. Kim disse que está disposto a melhorar as relações com a Coreia do Sul, mas ao mesmo tempo afirmou que buscará o fortalecimento militar do seu país.
>> Coreia do Norte amplia campos de concentração do país
Além disso, Kim Jong-un comentou sobre as manobras de treinamento militar realizadas por Estados Unidos e Coreia do Sul.
Sobre esses exercícios, ele voltou a ameaçar os Estados Unidos. Disse que uma guerra na região poderia causar uma "catástrofe nuclear". "Se a guerra voltar para esta terra, ela resultará em uma catástrofe nuclear, e nem mesmo os Estados Unidos estarão seguros", disse.
02 de janeiro de 2014
REDAÇÃO ÉPOCA, COM AGÊNCIA EFE
COM DÓLAR A U$ 2,40 22 MILHÕES DE BRASILEIROS VOLTAM A VIVER NA POBREZA EXTREMA. QUEM AFIRMA É O BANCO MUNDIAL
Desde 1990, o Banco Mundial definiu que a linha de pobreza extrema é marcada pela renda de menos de 1 dólar por dia.
Foi este parâmetro que deu aval para o PT e Dilma trombetearem que tiraram 22 milhões de brasileiros da miséria, pagando-lhes o valor mínimo de R$ 70 mensais.
Nos últimos anos, esta ilusão foi vendida como a maior realização da gestão Dilma. Hoje, este valor representa U$ 29,17. Menos de U$ 1 por dia.
O fim da miséria durou pouco diante do fracasso na economia. Distribuir riqueza é fácil. O difícil é cria-la, coisa que Dilma e o PT não sabem fazer.
02 de janeiro de 2014
in coroneLeaks
A FÁCIL E DOCE MENTIRA DOS PETRALHAS
Um governo que não cuida da saúde, educação, segurança, mas que trombeteia que acabou com a miséria comprando ascensão social por R$ 70 mensais.
Hoje O Globo faz um levantamento do que Dilma cumpriu e não cumpriu. A única promessa que está dentro da meta é a distribuição de dinheiro: R$ 70 mensais para quem não tem esgoto, educação, saúde... Com este valor, Dilma considera que tirou 22 milhões da miséria. Veja abaixo um resumo da matéria.
As reformas política e tributária foram abandonadas, o crescimento econômico médio deve ser o mais baixo desde a gestão de Fernando Collor de Mello, e não há sinais de que serão cumpridas as metas de expansão de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Unidades Básicas de Saúde (UBS), creches e quadras esportivas cobertas.
Com um crescimento de 2,7% em 2011, 1% em 2012, provavelmente 2,3% em 2013 e uma perspectiva de fechar 2014 em 2%, Dilma tende a concluir seu mandato como a presidente com um crescimento médio de 2%, pior do que o registrado, por exemplo, no segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso (2,14%), quando o mundo enfrentou quatro crises globais seguidas.
Muitas promessas-chave de sua campanha eleitoral em 2010 que estão longe de serem cumpridas e atingem em cheio duas áreas críticas: Educação e Saúde. É o caso, por exemplo, das creches e quadras esportivas cobertas.
O documento de campanha de Dilma dizia explicitamente: “o governo federal assumirá a responsabilidade da criação de 6 mil creches e pré-escolas e de 10 mil quadras esportivas cobertas”. No entanto, segundo o Ministério da Educação, passados três anos de governo foram entregues 1.267 creches — um quinto do prometido. Já o projeto das quadras cobertas foi abandonado. Até agora o governo só concluiu a cobertura de 44 quadras, menos de 0,5% do prometido.
Na Saúde, o problema é parecido. A presidente havia garantido que construiria 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e oito mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). O governo diz ter entregue nesses três anos 173 UPAs, sendo que em 2013 o ritmo foi lento, com apenas 29 unidades entrando em funcionamento.
Para cumprir sua meta, a presidente terá de fazer em 2014 11 vezes mais unidades que no ano passado. Nas UBS a situação é ainda mais grave. O governo dizia em 2012 haver no país 42.675 unidades deste tipo, mas um censo realizado pelo ministério em 2013 mostrou que o número era de 39.800 unidades, e o governo se nega a dizer quantas novas unidades de fato foram inauguradas sob a gestão Dilma.
Há também as áreas onde o governo alardeia investimentos, mas pouca coisa sai do papel. É o caso do programa de combate ao crack e das obras de mobilidade urbana. Apesar da criação do programa “Crack, é possível vencer”, o número de unidades de acolhimento e leitos em enfermarias especializadas ainda é reduzido.
Quando o plano foi criado, a meta era construir 574 unidades de acolhimento, com 15 vagas cada, onde os usuários poderiam passar até seis meses se tratando. Até o momento, apenas 60 unidades saíram do papel. No caso dos leitos em enfermarias especializadas, onde eles são acolhidos nas crises e ficam até sete dias, a meta era abrir 3.508 vagas, mas só há 697 em funcionamento.
Cenário semelhante ocorre na área de mobilidade urbana. A seis meses da Copa do Mundo, segundo o Portal da Transparência do governo federal, foram executados apenas R$ 2,5 bilhões dos R$ 7,9 bilhões previstos para 45 obras de mobilidade ligadas ao evento. Há no PAC outros 206 empreendimentos de mobilidade — sem ligação com o torneio — cujos investimentos totais eram estimados em R$ 93 bilhões, mas até agora foram gastos R$ 2,6 bilhões. Apesar desses valores, Dilma alardeou após os protestos de junho que daria outros R$ 50 bilhões para a área.
Foi também após os protestos de rua que a presidente lembrou a promessa de fazer uma reforma política, envolvendo a sociedade civil. Nos seus primeiros dois anos e meio de governo, Dilma ignorou o tema.
Quando O GLOBO fez o balanço de promessas no fim de 2012, integrantes do primeiro escalão negavam que a presidente se envolveria com a reforma, ainda que se tratasse do primeiro ponto das diretrizes de campanha. Consideravam um tema sensível e que geraria cizânia na base aliada. Só em junho, em meio às manifestações, a presidente “redescobriu” a pauta e enviou propostas ao Congresso.
O mesmo ocorreu com a reforma tributária, que ficou só no campo das boas intenções, com a carga tributária crescendo e sem que o modelo de cobrança do ICMS fosse de fato solucionado. Seu governo ainda viu recrudescer outro problema que a campanha prometeu solucionar: o analfabetismo.
Após 15 anos de quedas constantes, o IBGE captou em 2012 uma estagnação na queda da taxa de analfabetismo, que hoje atinge 8,7% da população. O sonho de erradicá-lo ficou para depois.
02 de janeiro de 2013
in coroneLeaks
DILMA "TRAMBIQUE" LANÇA PLANO AMBIENTAL PARA ENFRENTAR OPOSIÇÃO
Para fazer frente à aliança entre a ex-ministra Marina Silva (PSB) e o governador Eduardo Campos (PSB) e construir pontes com os ambientalistas, a presidente Dilma Rousseff (PT) lançou, em outubro do ano passado, o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Com investimento inicial de R$ 8,8 bilhões até 2015, o objetivo do plano é estimular a agricultura sustentável entre pequenos agricultores, assentados, quilombolas e indígenas. O plano vai da produção de conhecimento à comercialização e consumo dos produtos agrícolas sem agrotóxico. A ideia foi apresentada à presidente em 2011, quando recebeu representantes da Marcha das Margaridas, que anualmente reúne trabalhadoras rurais em Brasília. Elas disseram à presidente que era possível colocar em prática a lógica da agricultura sustentável nos assentamentos, desde que houvesse incentivos. Outras iniciativas estão sendo costuradas pelo Governo Federal. 02 de janeiro de 2014 Exame |
OBAMA SOFRE DERROTA EM PARTE DE SEU PROGRAMA DE SAÚDE
Juíza desobriga grupos religiosos a oferecerem plano que cubra métodos contraceptivos
Decisão não derruba a lei, no entanto, que entrou em vigor ontem, mas é novo obstáculo para o presidente
Poucas horas antes de conduzir a contagem regressiva para 2014 na Times Square, em Nova York, a juíza da Suprema Corte Sonia Sotomayor bloqueou, na noite de anteontem, parte da lei que reforma o sistema de saúde americano.
A juíza suspendeu a cláusula do chamado Obamacare que forçava algumas organizações ligadas a grupos religiosos a oferecer, para seus funcionários, seguros de saúde com cobertura para métodos anticoncepcionais, sob o risco de serem multadas.
A decisão é mais uma derrota para o programa de Obama, que entrou em vigor ontem. Apesar de não afetar o centro da proposta, o bloqueio afeta um ponto polêmico e simbólico na ação que é a principal bandeira do presidente democrata.
O Obamacare também já vinha enfrentando críticas pelo site HealthCare.gov ter apresentado diversos problemas técnicos após seu lançamento, em outubro. A página foi criada para que americanos sem cobertura de saúde pudessem escolher um seguro que mais se encaixasse no seu orçamento.
O imbróglio contribuiu para derrubar a popularidade do presidente.
A decisão de Sotomayor foi motivada por um pedido de uma ordem de freiras do Colorado, as Irmãzinhas dos Pobres, e do grupo Christian Brothers Services, de Illinois. O governo tem até amanhã para recorrer.
A questão dos métodos contraceptivos sempre foi uma das mais polêmicas dentro da reforma de saúde.
Grupos antiaborto questionam a obrigatoriedade de financiar tratamentos anticoncepcionais e, em especial, a pílula do dia seguinte.
O governo chegou a oferecer a opção de que mulheres que trabalham para organizações religiosas sem fins lucrativos recebam uma cobertura contraceptiva separada, não financiada pelos empregadores. Mas isso não se aplicaria para empresas não religiosas cujos donos são contra o aborto.
O argumento do Departamento de Justiça sobre a ação foi inclusive esse: de que o grupo das freiras do Colorado deveria apenas confirmar ser uma organização religiosa sem fins lucrativos para se adequar à exceção.
A defesa do grupo afirma que "mesmo a opção ainda obrigaria as freiras a encontrar planos que cubram métodos de esterilização, contracepção e indução de aborto".
"As irmãzinhas ainda teriam que preencher um formulário que ative o começo desta cobertura. Elas não podem fazer isso, por razões de consciência", afirma o Fundo Becket para Liberdade Religiosa, que assessorou juridicamente as freiras.
A decisão de bloquear parte da reforma, nas vésperas de sua aplicação, surpreendeu por vir de Sotomayor, juíza indicada por Obama em seu primeiro mandato.
02 de janeiro de 2013
ISABEL FLECK - FOLHA DE SÃO PAULO
Assinar:
Postagens (Atom)
