"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O DUPLO FRACASSO DE 12 DE ABRIL DE 2015




Após as mobilizações de 15 de março, contra a corrupção, Dilma e o PT, o mesmo mote retorna em 12.04.2015, mobilizando mais de 400 cidades pelo país. Mas apesar de todo o empenho de boa parte da sociedade, as manifestações foram um fracasso.

Um fracasso por qualquer lado por onde for olhado. Parece que os diversos movimentos apostaram todas as suas melhores cartas nesses eventos. Mas infelizmente caíram “direitinho” na armadilha preparada pelo governo e seus cúmplices, que tudo fizeram para o insucesso desse projeto.

Em primeiro lugar, entre o primeiro protesto (15.3.15) e o segundo (12.4.15), o Governo tomou algumas medidas que, apesar dos seus poucos alcances, de certa forma amenizaram a concentração de poder na presidência da república.

A forte “pressão” foi aliviada. O alvo foi desviado e diluído em área maior. A concentração de fogo ficou mais difícil. A tendência natural seria diminuir um pouco a rebeldia popular contra os desmandos presidenciais. Disso resultou, com certeza, a diminuição da população que compareceu pessoalmente aos eventos marcados.

Aí já está a primeira vitória do Governo, que apesar de não estar bem sintonizada com a ética, foi uma vitória, ainda mais pelas expectativas de comparecimento de até dez milhões de pessoas, como alguns previam. Mas não há como negar que essa diminuição foi “ponto” a favor do Governo.

Não se duvide, portanto, que “eles” estão bem assessorados para jogar e manipular com a opinião pública, na maior parte ingênua e desinformada, fácil “presa”, portanto, dessas manobras de esperteza das conhecidas “raposas” da política.

Mas a principal vitória do Governo não foi essa. Ela reside no próprio resultado das manifestações, onde o comando central da mobilização contra o Governo expulsou das suas fileiras o grupo que defendia uma INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL PROVISÓRIA, nos termos do art.142 da Constituição, numa atitude nada democrática e incompatível com o espírito da mobilização.

Até parece que esses “comandos” estavam sob a supervisão governamental, que sempre viu na decisão que eles “burramente” tomaram um “plano B” para o próprio aparato governamental, que não se resume só na pessoa da Presidenta Dilma, nem só no PT.

O que a “massa” dos manifestantes aprovou é só o afastamento da Presidenta Dilma, deixando intocado todo o seu aparato de sustentação, que está acampado forte nos Três Poderes (Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário). Isso significa que não poderá ser cogitada nenhuma outra saída da Dra. Dilma que não seja a RENÚNCIA PRESIDENCIAL (que só depende “dela”) ; o IMPEACHMENT (impedimento) ,que depende do Legislativo Federal ; MORTE, INCAPACITAÇÃO, ou impossibilidade assemelhada.

Isso quer dizer que não existe nenhuma forma legal de fazer-se as mudanças necessárias no aparelhamento estatal brasileiro, onde são requeridas medidas de impacto nos Três Poderes, conforme o entendimento das mobilizações de 12.4.15,certamente inteiramente satisfatórias ao aparato governamental, exceto , talvez, à própria Presidenta Dilma, que iria ao “sacrifício”, em nome de um “bem”  maior.

É a repetição da velha história que “mudariam as moscas, mas a m... continuaria a mesma”.

Sem dúvida “64” tem força para causar uma certa aversão das pessoas à ideia de uma iniciativa MILITAR (intervenção). Mas é bom lembrar que naquele período a sociedade civil teve paz , segurança e bastante progresso, mais que hoje.

É preciso despojar-se das mentiras e mesmo “lavagem cerebral” que se fazem agora a respeito. Hoje não tem mais nada disso. Os militares não foram perfeitos, certamente. Mas foram melhores que os larápios de hoje.

Mas entre 64 e agora , existe grandes diferenças. Principalmente na apreciação da eventual “legalidade” de alguma iniciativa.

O contragolpe de 64 deu-se à luz da Constituição de 1946, onde não era prevista a INTERVENÇÃO MILITAR. A Constituição vigente, de 1988,prevê a intervenção militar (art.142),e só com ela haverá esperança de alguma mudança real, com a imediata transferência dos poderes políticos à sociedade civil, mediante novas regras constitucionais e eleições limpas.


13 de abril de 2015
Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.


NOTA AO PÉ DO TEXTO

Não consegui atinar com a ótica enviesa do texto... Enxergar um duplo fracasso num movimento que mobiliza uma enorme massa de pessoas, parece-me desusadamente estranho.

Não vi em lugar algum previsão de 10 milhões de manifestantes. Um exagero descabido. Também não tratou a manifestação de impichar todo o aparato de Estado, todo o staff da presidente, o que não teria qualquer sentido.

Sobretudo, a proposta do movimento é indicar a corrupção, a impunidade, o impeachment, e a indignação dos brasileiros atentos ao golpe petista com a farsa da sua reforma. Também não levantou a bandeira da intervenção militar.

Uma vez testada a insatisfação e o apoio que foi dado por inúmeras cidades e capitais à manifestação, caminha ela para a sua segunda fase: invadir o Congresso com a partidarização do movimento. Convocar os "representantes" do povo, que se alinham as propostas da manifestação, que façam valer os seus mandatos em prol da causa, pois foram eleitos para isso, por incrível que tal atribuição possa parecer, pelo fato de pouquíssimos mandatos terem cumprido essa obrigação.

A partir desse momento, ganha um novo caráter a manifestação: passa do grito massificado da nação, para a representação legal e política desse grito.

Não houve vitória alguma do governo. O que há no andar de cima, é a impossibilidade de prever até aonde pode chegar a "rua".

O risco de que possa ocorrer a manipulação das lideranças pelo governo, é preciso esperar, observar, e interditar essa possibilidade.

Movimento de massas, em que necessariamente é preciso liderança de um grupo que articule a proposta básica do que a nação quer, deve ser voz consonante e unívoca dos objetivos fundamentais do movimento que afinal, encontrou respaldo na "rua" e a ela deve respeito e fidelidade. Para isso, nasceu a ALIANÇA NACIONAL DOS MOVIMENTOS DEMOCRÁTICOS, que se reunirá dia 15 de abril em Brasília, com a pauta definida que mobilizou a nação.


m.americo

http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/2015/04/o-duplo-fracasso-de-12042015-apos-as.html
 

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Dilma se irrita com gravação de membro do governo avisando que "ela está sangrando e tem de renunciar"



Exclusivo - "A senhora presidente Dilma Rousseff está sangrando. É uma questão de tempo para que se dêem conta de que ela tem de renunciar. Temos de esperar o momento certo. Esta é uma decisão exclusivamente dela. Não é decisão nossa. Ela vê que praticamente um milhão de pessoas foram às ruas... Fora as pessoas que estão em casa descontentes com as medidas que foram aplicadas sem ter um conhecimento. Ela agora está sangrando..."

Quem fez tal declaração ontem, por telefone, e teve sua conversa interceptada pela espionagem ilegal em Brasília, enquanto retornava de Porto Alegre? Ninguém menos que um dos principais articuladores da salvação a Dilma Rousseff. 
A Presidenta já soube do teor desta fala - que circula entre lobistas e também chegou ao Gabinete de Segurança Institucional. 
O recado sobre renúncia programada causa, desde ontem, a mais profunda crise dentro do governo. Dilma promete reagir contra este "fogo nada amigo"...  

A ameaça indica que Dilma tem, literalmente tudo a temer... Qual o resultado prático da mobilização de rua de domingo que levou milhões às ruas de 450 cidades de todo o Brasil? 
O desgoverno do crime institucionalizado teve não só mais uma prova da insatisfação popular. Ficou claro que os brasileiros exigem mudanças concretas no sistema de poder e no modelo estatal. A pressão ordeira, pacífica, familiar e totalmente cidadã vai continuar e aumentar. Ontem, vários generais da ativa, à paisana, circularam pela Avenida Paulista, pela Avenida Atlântica e pelas ruas de outras grandes cidades...

A reação do desgoverno foi sintomática. Basta interpretar, claramente, o que disse ontem ao jornal O Globo um ministro da coordenação política da Presidenta Terceirizada Dilma Rousseff - que preferiu se esconder no conveniente anonimato crítico: " Há uma crise de funcionamento do Estado. A presidente é a mais atingida porque é a personagem política central. Mas por que a oposição não pode ir para a rua discursar? Há uma insatisfação geral com a classe política desde as manifestações de 2013".

O próprio texto meio pró-governista da reportagem de O Globo confirma que a administração federal está alarmada: "Apesar de aliviados com o número menor de manifestantes nas ruas na manhã deste domingo em comparação com os protestos ocorridos no mês passado, integrantes do governo Dilma Rousseff afirmam que não há motivo para comemoração. O Palácio do Planalto se mostra mais apreensivo com o movimento em São Paulo, que reuniu, em 15 de março, um milhão de pessoas na Avenida Paulista, de acordo com a Polícia Militar".


A mídia amestrada pelas verbas oficiais fez de tudo para não divulgar o evento. Na cobertura, também tratou de reduzir seu impacto. Não há dúvidas de que vigorou aquele velho pacto editorial com a máquina de publicidade federal: "Vocês aliviam na cobertura, as verbas continuam a entrar nos seus cofrinhos". Novamente, o Instituto Datafolha teve a coragem de afirmar que apenas 100 mil compareceram à Avenida Paulista. O número é tão distante da contagem da PM (275 mil) e da própria avaliação dos diversos movimentos presentes (600 a 800 mil pessoas).

Repito por 13 x 13: A ida espontânea para as ruas, sem manipulação de grupelhos ideológicos tradicionais que aparelham a máquina estatal, é uma novidade positiva no Brasil Capimunista da Impunidade e da Incompetência. As pessoas mostram que são capazes de retomar, por elas e para elas, o protagonismo da ação Política. O cidadão é quem diz o que fazer. Não aqueles que o voto dele elege, na base da fraude ou não. Eles se intitulam "políticos profissionais", embora ajam como amadores - armadores e ladrões dos cofres públicos.

Essa retomada da ação política em importância capital. A pressão popular começa a agir como uma espécie de "poder moderador" contra aqueles que usurpam o poder estatal. Essa visão verdadeiramente democrática, que busca uma segurança do direito através da ação efetiva da cidadania, é extremamente salvadora neste momento de impasse institucional, quase beirando à ruptura, quando os três poderes, apodrecidos em sua lógica de atuação, batem cabeça.

Na Avenida Paulista, não teve preço ouvir a massa repetir o coro: "Lula, cadê você! O Sérgio Moro quer te prender!". Tudo indica que, em breve, o desejo popular pode se transformar em realidade... É só o Judiciário querer, e o amanhã assim será...

O sucesso cidadão do dia 12 de abril é inegável. O resto é esperar pela saída da Dilma - que tem tudo a temer, já que "está sangrando" - conforme proclamou o integrante de seu desgoverno que finge cumprir a missão política de salvá-la do cadafalso da História...

Símbolo das manifestações


Aplaudido sempre que seu nome era citado, em praticamente todos os protestos em mais de 400 cidades pelo Brasil, o juiz federal Sérgio Fernando Moro foi um dos símbolos das manifestações populares de de 12 de abril.

Em Curitiba, em meio aos gritos de apoio ao magistrado, destacava-se uma enorme faixa de agradecimento a Moro e à equipe da Polícia Federal.

O autor da homenagem, Luiz Mauro Lebelem (foto), explicou que o juiz Moro é, hoje, uma das poucas fontes de inspiração para a população brasileira: 

“O doutor Sérgio Moro e a Polícia Federal têm feito um trabalho muito bom, que tem motivado os cidadãos comuns a não desistir do Brasil. Mesmo que essa investigação não dê em nada, a postura dele representa uma esperança de que as coisas podem melhorar”.

Dando banana para Dilma


Em Registro, no Vale do Ribeira (SP), o protesto lembra o quanto a política econômica ortodoxa de Dilma prejudica os produtores rurais.

Os manifestantes também criticaram a importação de banana do Equador feita pelo Brasil.

Odebrecht banca?


O Globo denunciou: o atual diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um périplo por Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, em janeiro de 2013.

A viagem foi paga pela construtora e, oficialmente, não tinha relação com atividades da empresa nesses países.

Lula foi a um evento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre o clima, visitou o presidente da República Dominicana e falou no congresso de trabalhadores da indústria nos EUA.

Na Operação Lava-Jato, Alencar é o dirigente da Odebrecht acusado por três delatores de ser operador de pagamento de propinas para a empresa no exterior.

Tudo sigiloso

O documento de solicitação do serviço, da Líder Táxi Aéreo, mostra também que o contratante exigiu discrição.

No campo “passageiro principal” do formulário, o funcionário da Líder escreveu: “voo completamente sigiloso”.

Procurada, a Líder não comentou o motivo do registro.

Terceirizando

Para evitar que fosse vinculada ao fretamento, a Odebrecht usou uma de suas parceiras para pagar a despesa: a DAG Construtora, da Bahia.

O dono da empresa, Dermeval Gusmão, primeiro negou ter pagado pelo voo.

Anteontem à noite, ligou para informar que localizou um pagamento de R$ 435 mil à Líder e disse que um de seus diretores pode ter feito isso a pedido da Odebrecht.

Tudo confirmado

A relação oficial de passageiros do voo, obtida pelo Globo, mostra que Alexandrino Alencar era o único que não fazia parte do círculo de convivência de Lula.

Estavam na aeronave funcionários do Instituto Lula, o biógrafo Fernando Morais e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.

Conclusão: Dirigentes da Odebrecht e o amigão Lula nunca estiveram tão próximos de uma convocação pela Força Tarefa da Lava Jato.

Dia do Troco


Terrorista prevenido


Digno de piada de humor negro, este fato aconteceu no Paquistão.

Um taliban suicida foi apanhado pela polícia.

Quando esta o revistou descobriu que tinha um escudo de metal em volta do pênis.

Questionado sobre a razão de tal proteção, este respondeu:

“Quero conservar o meu pénis intacto, após a explosão, para não ter problemas sexuais quando chegar ao céu e tiver direito às minhas 72 virgens!”

Bem dito


Fora, Corruptos!


Tome Come zero!

                           
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

13 de abril de 2015
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

LÁ FORA, TAMBÉM ESTÃO OS BRASILEIROS INDIGNADOS...

BRASILEIROS EM PORTUGAL PROMOVEM PROTESTO ANTI-PT E #FORADILMA TENDO AO FUNDO ESTÁTUA DO POETA LUÍZ DE CAMÕES




Cerca de 30 brasileiros manifestaram-se, este domingo, em Lisboa, contra o Governo de Dilma Rousseff e a corrupção no Brasil, pela qual responsabilizaram o Partido dos Trabalhadores (PT). 
«A corrupção no Brasil está institucionalizada. O que a gente quer é que a Dilma e todos os que estão envolvidos no escandalo do petrolão e em todas as medidas negativas contra a população, saiam do poder, junto com todo o PT», disse à agência Lusa Mariana Hemprich, representante do 'Movimento Brasil Livre na Europa'. 
A jovem brasileira, que está em Lisboa desde setembro, a fazer um mestrado em Direito Administrativo, considerou que o Brasil «entrou num mar de corrupção» desde o Governo de Lula da Silva. 
«Começou com o mensalão, temos agora o petrolão e o próximo vai ser o Banco Nacional de Desenvolvimento Social do Brasil», disse Mariana Hemprich, acrescentando que «a corrupção foi legalizada no Brasil». 
Para a representante do Movimento Brasil Livre, «o PT é a raiz de todo este problema».  Mariana Hemprich explicou que o objetivo do protesto é reivindicar o fim da corrupção e que os envolvidos sejam castigados. 
Este domingo realizaram-se protestos em mais de 400 cidades do Brasil e de outros países, nomeadamente em Lisboa e no Porto, contra o Governo da Presidente brasileira Dilma Rousseff.


Na capital portuguesa [foto acima], o grupo de brasileiros aproveitou a sombra da estátua do poeta Luís de Camões, na praça com o mesmo nome, para se instalar com bandeiras do próprio país, faixas e pancartas alusivas ao protesto e gritar palavras de ordem contra a atual e o anterior presidente, o PT e a corrupção. 
«A nossa bandeira é verde e amarela, não é vermelha», e «bolivarismo no nosso país, não» foram outras das palavras de ordem entoadas, mostrando pouca simpatia pela ideologia mais esquerdista, ideia explicita no conselho deixado à presidente Dilma, para que vá para Cuba ou para a Venezuela. 
Mariana Hemprich disse à Lusa que «o desgoverno que Dilma proporcionou» ao Brasil afetou todo o povo brasileiro, tanto os que vivem no país como os que vivem fora dele, quer pela subida da carga fiscal como o corte nos diretos e na proteção social. 
Para a jovem brasileira, a solução ideal seria a realização de novas eleições, mas também seria aceitável a subida ao poder do vice-presidente brasileiro. «Se a Dilma sair já é um grande resultado para a gente», afirmou.
As manifestações que se realizaram este domingo foram promovidas pelos três principais grupos envolvidos na contestação à presidente brasileira - Vem pra Rua, Revoltados Online e Movimento Brasil Livre. Estes movimentos exigem ainda a investigação e punição dos envolvidos em casos de corrupção da Petrobras. 
Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília foram algumas das cidades brasileiras com manifestações. Ocorreram protestos também em cidades dos Estados Unidos, Bolívia, Inglaterra, Argentina, Espanha, Chile, Áustria, Irlanda, Austrália e Canadá. 


13 de abril de 2015
in aluizio amorim

OS NOVOS CAMINHOS DAS MANIFESTAÇÕES

LIDERANÇAS DOS PROTESTOS MONTAM ESTRATÉGIA PARA PRESSIONAR O CONGRESSO NACIONAL A ATENDER AS REIVINDICAÇÕES DO POVO BRASILEIRO

O cartaz Dilma 171 foi um dos destaques no mega protesto na 
av. Paulista, em SP neste domingo. 
Depois de reunir cerca de 600.000 pessoas em quase 200 cidades neste domingo, as lideranças dos movimentos que organizam protestos contra a presidente Dilma Rousseff e o PT adotarão um novo foco: ao invés de convocar manifestações de rua, os movimentos Brasil Livre e Vem Pra Rua pretendem agora pressionar o Congresso.
Já na próxima sexta-feira, o MBL pretende dar início a uma caminhada de São Paulo a Brasília - o trajeto tem como ponto de partida a Praça Panamericana, na Zona Oeste da capital paulista. Assim como o Vem Pra Rua, o grupo entende que, mais do que seguir mobilizando brasileiros nas ruas, é preciso pressionar o Congresso a aprovar suas pautas. Sobre a caminhada de mais de mil quilômetros, Renan Haas, um dos líderes do MBL, brinca: "Vai ser tipo a coluna prestes dos reaças".
Flávio Brado, um dos líderes do Vem Pra Rua, reafirma que o foco agora é levar as demandas populares a Brasília. "Nesta semana, formalizaremos item por item o que tem de ser feito. O voto distrital puro e não obrigatório será uma dos pedidos do grupo".
Os dois grupos celebram o número de manifestantes que saiu às ruas neste domingo. Embora menor em total de público do que as manifestações 15 de março, os protestos de 12 de abril conseguiram maior capilaridade e espalharam-se por mais cidades. "Foi positivo porque a mensagem dessa vez ficou clara. 

Ninguém estava aqui por uma pauta genérica de corrupção, mas todos os grupos estavam pedindo o impeachment de Dilma Rousseff", diz Haas. 
Brado tem opinião semelhante: "Mais importante que o número de pessoas aqui em São Paulo, que já sabemos que nos apoia, foi conseguirmos duplicar, triplicar, o número de municípios que tiveram manifestações contra o governo". 

Do site da revista Veja

13 de abril de 2015
in aluizio amorim

BRASIL: UMA GIGANTESCA PANELA DE PRESSÃO!

MAIS DO QUE SIMPLES PROTESTOS. BRASIL JÁ VIVE CLIMA DE LEVANTE POPULAR CONTRA A TENTATIVA DE GOLPE COMUNISTA DO PT.


Ilustração do fabuloso Spacca veiculada no site Mídia Sem Máscar e Rádio Vox: o Brasil como uma gigantesca panela de pressão que explodiu.
O site Mídia Sem Máscara fez algumas anotações sobre as grandes manifestações que ocorrem no Brasil de Norte a Sul do país numa escala gigantesca jamais vistas na história da República e constata que esse movimento já não constitui simples passeatas de protesto. 
Estamos vivendo um verdadeiro Levante Popular. Destaco alguns tópicos. Vale a pena ler:

Não somos mais um simples movimento, somos um LEVANTE POPULAR contra um despotismo supranacional sediado em Havana e subvencionado por russos e chineses.
*
O Foro de SP é um projeto imperial no qual o Brasil é apenas uma das províncias. Pois mostremos às Américas que nós brasileiros não vamos nos curvar.
Amanhã é dia de levante popular!
*
O Brasil foi tomado por um conluio de sindicalistas e professores universitários à serviço de Cuba. De 2003 pra cá este grupo de malditos consolidou seu poder através da chantagem, da ameaça física (Celso Daniel?), do assassinato de reputações e do suborno puro e simples.

A tradicional elite empresarial e política -- covarde e burra como ela só -- não demorou em se acomodar e se curvar. Estou falando de gente como os Marinho, os Gerdau, os Sirotsky, Kassab, Abílio Diniz, Eike Batista, José de Alencar, Edir Macedo e outros.

É contra este esquema que o povo está se levantando.
*
Havana é o ninho das serpentes. O serviço completo começa com o levante popular local, mas só termina com a derrubada definitiva dos Castro.

Delenda Foro de SP -- O Foro de SP tem que ser destruído!
*
Graças ao bom Deus, o dinheiro dos comunistas acabou antes do controle das forças policiais.

Se a PEC 51 tivesse entrado em vigor há alguns anos atrás, o povo iria levar sarrafo da Força Nacional.


13 de abril de 2015
in aluizio amorim

AS MANIFESTAÇÕES ANTI-PT E O FUTURO DO BRASIL




O historiador Marco Antonio Villa e os jornalistas Carlos Graieb, Augusto Nunes, Ricardo Setti e Joice Hasselmann comentam os protestos pelo Brasil. 
Em debate, o papel da oposição diante dos anseios externados nas ruas e o balanço desta nova manifestação logo depois que o governo Dilma completa 100 dias do novo mandato. 
Marco Antonio Villa faz uma observação interessante: a tentativa, nos bastidores da política, de costurar um ‘acordão’ capaz de dar um sopro de vida ao moribundo PT. Deve-se acrescentar a essa nefasta costura a presença da maior parte da grande mídia.
Resta saber nestas alturas se a maioria da população que deplora o PT permanecerá inerte caso esse acordo costurado à sua revelia será absorvido sem qualquer reação.
Vale a pena ver e ouvir este vídeo. Trata-se de um programa de TV imensamente melhor do que aquilo que é oferecido pelas grandes redes de televisão.

13 de abril de 2015
in aluizio amorim

O IMPEACHMENT CHEGA AO CANTEIRO CENTRAL DA PAULISTA

Os embusteiros que ignoram o recado das ruas agonizam brincando com fogo.


Luzia Lacerda
O impeachment chega ao canteiro central da Paulista (foto de Luzia Lacerda)


Pela segunda vez em menos de um mês, centenas de milhares de manifestantes, espalhados por mais de 500 municípios de 22 Estados e do Distrito Federal, saíram às ruas neste 12 de abril para condenar a corrupção impune e a incompetência endêmica, ambas institucionalizadas pelos governos lulopetistas ─ e exigir o imediato despejo da presidente Dilma Rousseff. 
Em qualquer paragem do planeta, tamanha onda de atos de protesto promovidos pela oposição real (e agora majoritária) seria um fato político de alta relevância.

É muito mais que isso num Brasil em que só se vê multidão ao ar livre no Carnaval, na parada gay, no réveillon ou nas grandes celebrações evangélicas. Trinta anos depois da campanha pelas Diretas-Já, o Brasil decente redescobriu a rua ─ e vai aprendendo que esse é o caminho mais curto para o futuro. 

Duas mobilizações de grosso calibre bastaram para chancelar a mudança de dono dos espaços urbanos aparentemente expropriados pelo PT. 
As ruas agora pertencem aos país que pena e presta. Passaram ao controle dos incontáveis democratas unidos em torno de palavras de ordem: Fora Dilma! Fora PT! Fora Lula! Fora corruptos!

Unificadas as inscrições nos cartazes e faixas, integrantes dos maiores grupos envolvidos na organização do movimento Impeachment Eles vêm desmatando trilhas que contornam armadilhas e tdriblam tocaias com a determinação de quem só admite descansar depois de atingidos os alvos prioritários e lancetados os tumores que determinam a indignação coletiva. 

Há pouco, participei na TVEJA de um debate sobre o 12 de abril ao lado de Joice Hasselmann, Carlos Graieb, Marco Antonio Villa e Ricardo Setti. 
Não deixem de ver o vídeo logo acima. Lá está tudo o que tenho a dizer sobre mais um dia com alguns parágrafos já assegurados nos livros que tentarão decifrar estes tempos estranhos.

“Abril é o mais cruel dos meses”, avisa o poeta T. S. Elliot num verso de The Waste Land. O primeiro trimestre inteiro foi impiedoso com Dilma e seu partido, mas o quarto mês do ano tem sido exemplarmente feroz. Nesta sexta, o índice da inflação anual e a taxa de desemprego passaram a rondar a fronteira dos dois dígitos. 

No sábado, a constatação menos desoladora extraída da pesquisa Datafolha informou que o raquítico índice de aprovação da governante à deriva não piorou. No domingo, Hoje, os acólitos de Dilma e os devotos de Lula quase sucumbiram a um surto de euforia ao saberem que as manifestações de rua foram menos portentosas que as de 15 de março.

Talvez sejam apenas cínicos. Talvez estejam homiziados num mundo imaginário. Em qualquer hipótese, os incapazes capazes de tudo não entenderam nada, não aprenderam nada. Pior: os parceiros de bando nem desconfiam que agonizam brincando com fogo.

13 de abril de 2015
Augusto Nunes

DEUS SALVE A RAINHA!


Isto aqui é um cabide, falou?

Que maneira infeliz de celebrar os primeiros 100 dias de governo! Seis em cada 10 brasileiros consideram péssima ou ruim a administração de Dilma. Quase seis em 10 acham que ela sabia da corrupção na Petrobras e nada fez.

Para quase oito em 10, a inflação aumentará. Assim como o desemprego para sete em cada 10. Dois em cada três são favoráveis à abertura de um processo de impeachment contra Dilma.


As manifestações de ruas, como as de ontem, são apoiadas por sete em cada 10. E se a eleição para a escolha do sucessor de Dilma tivesse ocorrido na semana passada, Aécio Neves teria derrotado Lula por 33% dos votos contra 29%, segundo a mais recente pesquisa Datafolha.

Dos seus vários bunkers em Brasília, a presidente só sai para lugares onde não corra o risco de ser vaiada. Se falar na televisão, pode deflagrar um panelaço.


O que Dilma fez para merecer isso?

Mentiu. Apenas mentiu. Simples assim.

O Brasil era um paraíso na propaganda dela para se reeleger. Menos de dois meses depois, o paraíso se evaporara.

Dilma jurou que jamais faria certas coisas que só seriam feitas por seus adversários. Começou a fazê-las antes do fim do seu primeiro mandato.

Com isso mentiu de novo? Não. Era a mesma mentira. Tudo era uma mentira só.

Uma pessoa que não ama seus semelhantes, ou que não sabe expressar seu amor por eles, não pode ser amada. Que o diga Jane, ex-criada do Palácio da Alvorada.

Um dia, Dilma não gostou da arrumação dos seus vestidos. E numa explosão de cólera, jogou cabides em Jane. Que, sem se intimidar, jogou cabides nela.

O episódio conhecido dentro do governo como “a guerra dos cabides” custou o emprego de Jane.


Mas ela deu sorte. Em meio à campanha eleitoral do ano passado, Jane foi procurada pela equipe de marketing de um dos candidatos a presidente com a promessa de que seria bem paga caso gravasse um depoimento a respeito da guerra dos cabides.

Dilma soube. Zelosos auxiliares dela garantiram a Jane os benefícios do programa “Minha Casa, Minha Vida”, uma soma em dinheiro e um novo emprego. Jane aceitou. Por que não?


Lula se queixa de Dilma porque ela não segue seus conselhos. Segue, sim. Só que às vezes demora.

Para que abdicasse da maioria dos seus poderes, por exemplo, foi decisivo o bate-boca que teve com Lula no Palácio da Alvorada, em março último.

A certa altura, Lula disse: “Eu lhe entreguei um país que estava bem...” Dilma devolveu: “Não, presidente. Não estava. E as medidas que estou tomando são para corrigir erros do seu governo”.

A réplica não demorou. “Do meu governo? Que governo? O seu já tem mais de quatro anos”, disparou Lula.

Os assessores de Dilma que aguardavam os dois para jantar e escutaram o diálogo em voz alta, não sabem dizer se ela nesse instante respondeu a Lula ou se preferiu calar.

Um deles guardou na memória o que Lula comentou em seguida: 
“Você sabe a coisa errada que eu fiz, não sabe? Foi botar você aí”.

Foi pressionada por Lula que Dilma entregou o comando da Economia ao ministro Joaquim Levy, da Fazenda, que pensa muito diferente dela.

Foi também pressionada por Lula que delegou o comando da Política a Michel Temer, seu vice, a quem sempre desprezou.


Levy está sujeito a levar carões públicos de Dilma, já levou. Temer, não. Levy pode ser trocado por outro banqueiro. Temer, não.

Lula inventou o parlamentarismo à brasileira para tentar impedir o naufrágio de Dilma. É sua última cartada para salvar a chance de voltar à presidência em 2018.

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Manifestação na orla do Rio de Janeiro, RJ, 12/04/2015

13 de abril de 2015
Ricardo Noblat

DILMINHA BOA DE PORRADA...

O DIA EM QUE AS RUAS SÓ NÃO CALARAM OS ROBÔS DO PT




O 12 de abril teve menos gente na rua, mas o número foi espetacular: o PT e seus "movimentos sociais" nunca colocaram 1 milhão de pessoas nas ruas como ontem (os números oficiais indicaram 700 mil), mesmo pagando ônibus, tubaína e sanduíche de mortadela. Nem o Grito dos Excluídos, manifestação da ala esquerdista da Igreja Católica, chegou nem perto disso, em vinte anos. 

No dia 15 de março, havia 2 milhões nas ruas. Naquela oportunidade os dois fantoches de plantão, os ministros Miguel Rossetto e José Eduardo Cardozo, vieram a público desqualificar as manifestações. 
Tomaram um panelaço histórico no Jornal Nacional, quando Dilma apareceu. 
O povo mandou um aviso: calem a boca, não estamos para brincadeira, a era de mentiras do PT acabou.

Ontem, mesmo que o número de pessoas tenha sido menor, os protestos corroboraram uma pesquisa Datafolha avassaladora para Dilma e para o PT, publicada na véspera:
  • 60% dos brasileiros acham o governo Dilma ruim ou péssimo e apenas 13% aprovam a presidente.
  • No Nordeste, que sempre elegeu o PT, 57% acham o governo ruim ou péssimo e apenas 12% respondem bom ou ótimo.
  • Na faixa até dois salários mínimos, onde estão os beneficiários da Bolsa Família, 57% acham Dilma ruim ou péssima.
  • Para 78%, a inflação deverá aumentar no próximo período. 
  • Para 70%, o desemprego vai subir. 
  • 58% acham que a situação econômica do país deve piorar. 
  • 63% querem o impeachment da presidente.
  • 75% dos brasileiros apoiam os protestos.
  • 83% tem certeza que Dilma sabia da corrupção na Petrobras.
A combinação da pesquisa com as manifestações de rua calaram o PT. A ordem no Palácio do Planalto foi uma só:deixa quieto! Não cutuquem esta fera chamada povo brasileiro. E assim foi feito.  Não houve um só petista com coragem de abrir a boca, a não ser os esbirros dos blogs e portais do esgoto. Sem poder falar, o PT organizou um tuitaço, mantendo nos trend topics a arrogante hashtag #AceitaDilmaVez, contrariando o sentimento de 63% dos brasileiros que não aceitam uma presidente tão incompetente. E falando para apenas 13% que ainda apoiam Dilma Rousseff. 

A verdade é que o PT real, aquele tão prepotente e pretensioso,  foi silenciado pelas multidões que, usando verde amarelo, cantavam: a minha bandeira jamais será vermelha.
Chamado de corrupto e ladrão, de partido do mensalão e do petrolão, o PT silenciou. Um imenso "Fora, PT" se ergueu e ecoou em todo o país. O PT calou. Não falou Mercadante. Não falou Cardozo. Não falou Rossetto. Só falou a sua militância virtual, em conluio com o Twitter, que bloqueou a hashtag#SaiDilmaVez, que apareceu em todas as estatísticas, mas que foi escamoteada por esta rede social, a pedido e por pressão do Governo Federal. O PT perdeu o povo. Só sobraram os robôs. Cá entre nós, é muito pouco.

13 de abril de 2015
in coroneLeaks

AGORA É A MÃE DA BRASKEM...

Petrobras vai vender participação na Braskem que ela criou e entregou para a Odebrecht de forma obscura.

Dilma, a mãe da Braskem.

Não surpreende que a Petrobras esteja anunciando que vai vender a sua participação minoritária no gigante denominado Braskem, uma negociata até hoje mal explicada. E muito menos haverá surpresa se a própria empresa, do grupo Odebrecht, ficar com todo o negócio. Segundo o Estadão, caso a Petrobrás encontre interessado no ativo, missão essa que, de acordo com fontes de mercado, não será uma tarefa fácil, poderá obter cerca de R$ 2,8 bilhões, correspondentes à fatia de 36,1% que possui na petroquímica.

Em maio de 2009, publicamos post questionando a forma como a Petrobras criou a Braskem, o BNDES financiou e o Governo Federal ficou minoritária no negócio. Tudo sob o comando de Dilma Roussef.  Clique aqui para ler.

Sobre este tema, você também pode ler estes posts de 2009:


13 de abril de 2015
in coroneLeaks