"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 28 de março de 2026

A MELHOR PROFISSÃO QUE EXISTE NO MUNDO

A MELHOR PROFISSÃO QUE EXISTE NO MUNDO

No mundo?? É um exagero... No Brasil, sim, é possível ser a melhor profissão, embora corra o risco do jornalismo investigativo descobrir e escancarar, o que de certa forma, o basileiro costuma criticar. 

Até porque, o nepotismo é considerado ilegal, segundo a Constituição Federal. 

Mas o questionamento do brasileiro, não é um ato de rebeldia diante do protecionismo nefelibata, "proibido constitucionalmente"! É aquela atitude um pouco estranha, de se sentir excluído da oportunidade de possuir um parentesco com o poder arbitrário, de  também se agasalhar à sombra do injusto privilégio.

Há uma expressão, quase um eufemismo, quase uma 'filosofia da esperteza', já bem consagrada, e muitas vezes usada para definir um certo perfil do homem brasileiro, o tal "jeitinho brasileiro" de aconhegar-se num privilégio, ou de acomodar alguma fraude, ou bandalheira, nos desvão da improbidade.

Mas já é uma tradição, e há muitas formas de expressão, para "ajeitar as coisas", atropelar alguma regra, escapar das sanções, deixando de ser coletivo, para tornar-se pessoal. 

Por exemplo: "você sabe com quem está falando?"  Mas por ser demasiadamente excludente, terminou caindo em desgaça, e se tornou anacrônica, ante os tempos modernos, em que a 'massa' ganhou o relativo poder do grito, que estrategicamente é um simulacro de "democracia", também relativa.

Já na antiguidade, desconfiava-se de que havia "algo de podre no reino", e várias expressões latinas, continuaram vivas e bem atuais... Outros exemplos históricos, ilustram o teatro do poder politico:

Lá vão algumas pérolas: CUI  BONO? (a quem beneficia? Para quem serve?); MANUS MANUM LAVAT (uma mão lava a outra); DIVIDE ET IMPERA! (divide e impera!); SUMMUM JUS, SUMMA INJURIA (direito supremo, suprema injustiça); O TEMPORA, O MORES! (ó tempos, ó costumes!); AUREA MEDIOCRITAS (dourada mediocridade)... etc...

Assim muitas outras pérolas, que expressam o momento político dramático da decadência romana!

Também não escapamos da nossa enciclopédia de "sentenças políticas"! Basta algum pesquisador aventureiro adentrar-se nos tediosos e enfáticos discursos e promessas ludibriosas, para catalogar, às centenas, ou às carradas, as expressões que secularmente são repetidas! Pérolas do mimetismo!!

Se desagradei, paciência!! 

Scio me nescire! (sei que nada sei!)

29 de março de 2026

prof. mario moura

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