"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 25 de agosto de 2019

A TORNOZELEIRA ELETRÔNICA DE GUIDO MANTEGA COMPROVA A CORRUPÇÃO DO GOVERNO LULA E DO PT

BOLSONARO DRIBLA GOLPISTAS DO CONGRESSO E CRIA SUPER-COAF

MACRON E SEUS QUINTA-COLUNAS BRASILEIROS JÁ ESTÃO MARCADOS NA PALETA

"NHANDÊ COIVE ORE RETAMA - ESTA TERRA É NOSSA!

Adicionar legenda

Todo ano tem fogo em alguns dos seis biomas da Amazônia Legal. Seja por acidente natural, pela baixa umidade relativa do ar. Ou, majoritariamente, por queimadas claramente criminosas, na expansão ilegal das fronteiras agropecuárias. Os incêndios só não podem ser usados como falsos argumentos para contrariar a verdade de que a Amazônia pertence, legitimamente, ao Brasil.

A discussão que temos a obrigação de levar muito a sério, a partir de agora, é se o Brasil efetivamente está exercendo, corretamente, seu direito de propriedade sobre a maior fatia (mais de 70%) do que se conceitua Região Amazônica. Ao longo da História, é forçoso admitir que o Estado Brasileiro tem falhado na missão ocupar e conservar nossa gigantesca fatia amazônica. É tal postura que tem de mudar a partir do Governo de Jair Bolsonaro.

A Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo Federal, que atualmente tem como titular o General de Exército na reserva Maynard Marques de Santa Rosa, definiu a Amazônia como “prioridade”, através do Projeto Barão do Rio Branco. Agora, só é fundamental que a sociedade brasileira pressione as instâncias do poder federal para que a “prioridade” seja plenamente exercida, com verbas, recursos humanos e sabedoria (o uso correto do conhecimento com a aplicação exata da inteligência).

É importante, mas não basta botar na cabeça que a “Amazônia é do Brasil”. Agora, além disto, é fundamental trabalhar para que a frase se torne realmente verdadeira. Temos de cuidar da região, ocupá-la racionalmente, conservá-la e dar a ela a importância econômica e ecológica que tem de verdade. Este é o compromisso patriótico de um Brasil que não quer mais ser uma mera colônia de exploração na periferia do Globalitarismo.

“Nhandê Coive Ore Retama”. Ou, na variação inscrita na bandeira de Tocantins: “CO YVY ORE RETAMA”... Não importa se quem falou foi o cacique Amberê, da Confederação dos Tamoios, ou se foi dita pelo chefe indígena Guarani Sepé Tiaraju, nos Sete Povos das Missões. Os brasileiros têm de dizer “Esta Terra é Nossa” com a firme convicção de que cuidamos corretamente da Amazônia. Infelizmente, isto ainda não é verdade. Mas pode ser... E será!

O Brasil só precisa aprender a sair do discurso e partir para a realização prática das expressões da vontade nacional. Os escusos interesses estrangeiros nos atrapalham? Claro que sim... Mas devemos parar de jogar a culpa nos outros e cumprir a nossa responsabilidade. Do contrário, nunca seremos respeitados pela Oligarquia Financeira Transnacional que controla o globalitarismo.

Resumindo: Basta de ufanismo babaca e vamos para a ação patriótica efetiva. Cuidemos bem do que é nosso por conquista histórica dos heróicos antepassados!

Simples, assim: Brasil Acima de Tudo com Capitalismo Democrático, ou bunda de fora...


Leia os artigos:

“Esta Terra tem dono”

A Caravana passa...

Os incêndios na Amazônia são articulados e executados por mentes e mãos humanas

Chamas da Discórdia





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

25 de agosto de 2019
Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

A FOGUEIRA DAS VAIDADES




Tudo bem, os Estados Unidos (que tiveram gigantescos incêndios na Califórnia, com dezenas de mortos, sem que nenhum país europeu discutisse “o que fazer com a crise”) devem matar a bobagem, como maior economia do G7. Coluna de Carlos Brickmann, publicada neste domingo:

O que até agora era bravata, “não é insulto, é o jeito dele”, “ele não é diplomata mesmo”, está a ponto de virar problema sério: a pedido da França, o G7, grupo dos países mais ricos do mundo, está reunido para ver o que faz com “a crise na Amazônia” – sem que ninguém se desse ao trabalho de avisar o país em que a queimada acontece, o Brasil. Tudo bem, os Estados Unidos (que tiveram gigantescos incêndios na Califórnia, com dezenas de mortos, sem que nenhum país europeu discutisse “o que fazer com a crise”) devem matar a bobagem, como maior economia do G7. Mas países europeus, cuja opinião pública está pronta para revidar as ofensas que Bolsonaro já lhes dirigiu, podem dificultar as importações do Brasil (e prejudicar o andamento do acordo União Europeia – Mercosul). Os agricultores franceses e alemães, que sobrevivem com altos subsídios, ficariam felizes. E é politicamente correto atingir um presidente cujas declarações públicas são tão inadequadas.

A última agressão, aliás, não é de Bolsonaro, mas de Eduardo, diplomata da família. Compartilhou no Twitter a mensagem “França em crise: Macron é um idiota”. A França é parceira do Brasil na construção de submarinos e de um reator nuclear destinado a produzir isótopos para remédios.

Pode ser que o G7 decida oferecer ao Brasil ajuda para combater o fogo. Mas depois que o presidente disse que não precisamos de doações europeias?

O fogo e o fato

Há queimadas e queimadas. Há as queimadas legais, em áreas agrícolas consolidadas, e queimadas ilegais, em áreas de preservação invadidas para formar fazendas, abrir caminho para garimpos, ou facilitar o transporte das árvores de boa madeira clandestinamente abatidas. Tereza Cristina, ministra da Agricultura, ligadíssima ao agronegócio, pediu a prisão dos incendiários. Mas, com as notícias que circulam na Europa, não será difícil colocar a culpa no agronegócio, que está fora disso, e afastar a competição brasileira.

O fogo de sempre

Já as queimadas legais – para tirar o mato que atrapalha o plantio – essas sempre ocorreram. Como ocorrem em canaviais não mecanizados, em que se bota fogo na plantação para permitir a colheita. Quem mora perto de canaviais sabe o que é a queimada. Suja tudo. É ruim, mas ainda essencial.

Em tempo

A situação não é tão péssima quanto se imagina, mas já é suficientemente ruim para nos preocuparmos. É tão ruim que até Bolsonaro já se mobiliza para enfrentá-la. Em vez de acusar as ONGs e os governadores adversários de tocar fogo na floresta, estuda medidas de emergência para circunscrever o incêndio e evitar que se propague ainda mais até que as chuvas o apaguem. A mobilização envolve Forças Armadas, Força Nacional e até colaboração com os governadores da região, por mais adversários que sejam. O incêndio não é o fim do mundo, mas é preocupante. Exige um esforço concentrado, com menos discursos, menos explicações e mais estudo, com ação imediata.

Moro, quem?

Desta vez Bolsonaro não se limitou a passar por cima de Sergio Moro, como em outras ocasiões, como quando jogou para o futuro o projeto anticrime que é a paixão do ministro da Justiça. Disse que não quer no cargo o diretor-geral da Polícia Federal e, se ele não pedir demissão nem for demitido por Moro, o ministro da área, ele mesmo o trocará. “Por lei, o diretor-geral é indicado por mim, não por Sérgio Moro”. Moro nada disse, como nada disse quando foi desautorizado outras vezes. O que se comenta é que ele ficará no Governo apesar de tudo, esperando que Bolsonaro assuma o ônus de demiti-lo – a ele, seu ministro mais popular.

O fato é que Bolsonaro prometeu a Moro, ao convidá-lo, total liberdade de ação, E ele acreditou.

Foi sem ter sido

Talvez Bolsonaro não se dê ao trabalho de demitir Sergio Moro, que tem popularidade e não cria problemas públicos, aceitando ser desautorizado sem romper o obsequioso silêncio a que se submete. E para que afastar do Governo um ministro que nunca chegou a fazer parte do Governo?

O nome do jogo

Bolsonaro só corre um risco: o de Sergio Moro se manter popular, mesmo depois de tudo o que vem passando. Pois aí vai virar candidato à Presidência.

O adversário

Quem se movimenta muito para ser candidato em 2022 é o governador de São Paulo, João Doria, PSDB. Vem fazendo críticas duras a Bolsonaro (a quem apoiou discretamente no primeiro turno e abertamente no segundo), mas mantendo certa elegância. O que se diz é que Doria aguarda a eleição do ano que vem, em que o apoio ou a omissão de Bolsonaro terão grande importância – em São Paulo, por exemplo, ambos podem apoiar a mesma candidata, Joice Hasselmann. Mas, passada a eleição municipal, João Doria abriria a mala de ferramentas e passaria a bater com mais dureza que o PT.


25 de agosto de 2019
in blog do orlando tambosi

O MECANISMO DIABÓLICO QUE AMEAÇA AGORA A ARGENTINA, É O MESMO QUE CONTINUA SABOTANDO O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO


O Presidente da Argentina, Mauricio Macri, e sua esposa, durante ato em seu apoio em Buenos Aires.

Milhares de pessoas foram às ruas neste sábado em Buenos Aires e outras cidades da Argentina para manifestar apoio ao presidente Mauricio Macri, derrotado nas eleições primárias do país, ocorridas no último dia 11
Na capital, foi marcada uma convocação no Obelisco, na região central da cidade, mas os participantes do ato decidiram ir até a sede do governo, na Casa Rosada, onde o chefe de Estado apareceu na sacada, para saudar o público, segurando uma bandeira da Argentina nas mãos, ao lado da mulher, Juliana Awada.

Posteriormente, o presidente publicou um vídeo nas redes sociais dirigido aos apoiadores, especialmente os que estiveram na manifestação.

"Decidimos mudar, porque podemos ser melhores. Não podemos abandonar, temos que seguir juntos agora, mais do que nunca, porque três anos é pouco para mudar uma história. E estamos mudando. Vamos seguir juntos, que vale a pena", disse Macri.

Além da derrota eleitoral nas eleições primárias, o presidente da Argentina ainda teve que enfrentar a instabilidade financeira posterior a divulgação do resultado do pleito, com uma das maiores quedas da bolsa de valores já registrada no país, que está em crise econômica. Com informações do site R7.

De quebra, ilustrando esta postagem, print de vídeo veiculado pelo Presidente Mauricio Macri no Twitter. Ao lado de sua mulher tenta reverter a desgraça anunciada neste domingo durante ato em seu apoio em Buenos Aires.

O ESQUEMA CRIMINOSO

Pelo visto o povo argentino, tirante os idiotas comunistas, peronistas e arruaceiros em geral, já pressentiu que a Argentina reúne todas as condições para se tornar uma nova Venezuela se o resultado do pleito primário se confirmar no segundo turno. 
O Foro de São Paulo aposta todas as fichas na tomada do poder na Argentina. Não se sabe de que lado estão os militares. 
Será que vão permitir que a comunista Cristina Kirchner retorne ao poder por meio de seu "poste", e inicie a matança do povo pela fome, como está ocorrendo na ditadura comunista de Nicolás Maduro na Venezuela?

Não podemos desdenhar dos "hermanos" argh!, haja vista que o Brasil esteve a ponto de transformar-se num imenso favelão não fosse a vitória do Presidente Jair Bolsonaro, que afastou o espectro maldito do comunismo. 
Mesmo assim, os comunistas aliados a banqueiros, grandes empresários, enfim todo o establishment e seus pontas de lança, os jornalistas da grande mídia, continuam implacáveis no intento de impedir que o Presidente Bolsonaro governe. 

Essa gentalha não difere em nada do comportamento do establishment portenho e seus sequazes da mainstream media.

Agora, vamos fazer as contas em números: o tamanho do Brasil: a sétima ou oitava economia do planeta, segundo listagens do FMI, Banco Mundial e ONU. Possuímos uma população em torno de 210 milhões de habitantes. 
A Argentina possui pouco mais de 44 milhões, ou seja, o total da população do Estado de São Paulo. No ranking do PIB a Argentina está entre o 21º e 24º lugar.

E aí vem aquela pergunta: por que diabos a América Latina é esse lixão acossado eternamente pelos comunistas? E o que dizer do Brasil que é incluído no seleto grupo que encabeça as maiores nações do mundo? 
Um país dos mais populosos do planeta e que conta com as dádivas da natureza no que se relaciona a solo fértil, um litoral enorme, diversidade climática que oferece a oportunidade de produção agrícola altamente diversificada e generosa. Possui indústria de alta performance e abundância de mão-de-obra.

Mas como acontece em toda a América Latina nosso subsolo abriga milhares de caveiras de burro. 
O pior de tudo é que na superfície imperam os burros dinâmicos que permitem, sem reagir, à exploração secular, exibindo orgulhosos a canga nos seus pescoços. 
São tão estúpidos a ponto de acreditar em salvadores da pátria, mormente nos comunistas. 
Velho de guerra, o establishment - formado por aqueles "grandes empresários", banqueiros, operadores de mercado, burocratas entranhados na máquina pública - mantém sempre aquele silêncio sepulcral condescendendo com todas as iniquidades. 

Sempre de olho na possibilidade de extrair recursos do erário. Para isso posam de "isentões" para dissimular sua parceria criminosa com a bandalha comunista! Haja vista o que havia na caixa preta do BNDES de onde saiu um listão de "ricaços" tomando empréstimo subsidiado de dinheiro público para comprar seus jatinhos.

O que acontece aqui no Brasil acontece em toda a América Latina, enfim, no mundo inteiro. 
Quando o povo decide mudar o tom dessa opereta criminosa, como aconteceu nos Estados Unidos com a ascensão de Donald Trump e agora no Brasil com Jair Bolsonaro, esses ladravazes de casaca e seus comunistas de estimação enlouquecem. 
Nesse momento eles acionam a grande mídia e seus jornalistas de aluguel para produzir toda a sorte de iniquidades e mentiras com a finalidade de manter tudo do jeito que sempre foi. 
Além dos jornalistas o establishment conta com boa parte dos deputados e senadores, sem falar nos seus agentes infiltrados na burocracia estatal em todos os níveis!
É isto que está acontecendo. Este é o mecanismo diabólico, o sistema, cujo modus operandi é internacional. Não exagerei um milímetro. É briga de cachorro grande!


25 de agosto de 2019
in aluizio amorim

BOBAGEM APOSTAR CONTRA BOLSONARO E MORO


O presidente da República pode ser ruim, ou muito ruim, conforme a definição que deixar o leitor mais confortável.
Também pode ser bom, caso se leve em conta a opinião dos que acham que ele está sempre certo.
Na verdade, para simplificar a conversa, o presidente pode ser o que você quiser.
Mas os fatos que podem ser verificados na prática estão dizendo que seu governo, depois dos primeiros sete meses, é bom — ou, mais exatamente, o programa de governo é bom, possivelmente muito bom.
Esqueça um pouco o Jair Bolsonaro que aparece em primeiríssimo plano no noticiário, todo santo dia, em geral falando coisas que deixam a maioria dos comunicadores deste país em estado de ansiedade extrema.
Em vez disso, tente prestar atenção no que acontece.
O que acontece, seja lá o que você acha de Bolsonaro, é que seu governo está conseguindo resultados concretos.
Mais: é um governo que tem planos, e tem a capacidade real de executar esses planos.
Enfim, é um governo que tem uma equipe muita boa fazendo o trabalho que lhe cabe fazer.
O ministro Paulo Guedes tem um plano, e seu plano está sendo transformado em realidades — a começar pela aprovação de uma reforma da Previdência que todos os cérebros econômicos do Brasil julgavam, até outro dia, ser uma impossibilidade científica.
A reforma tributária virá; seja qual for sua forma final, ela deixará um país melhor.
Uma bateria de outras mudanças, basicamente centradas no avanço da liberdade econômica e na faxina administrativa para melhorar a vida de quem produz, está a caminho — diversas delas, por sinal, já foram feitas e estão começando a funcionar.

Guedes é um ministro de competência comprovada, e sua equipe, que ele deixa em paz para trabalhar, tem qualidade de país desenvolvido.
É bobagem, simplesmente, apostar contra ele.
Os ministros Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, Bento Albuquerque, de Minas e Energia, e Tereza Cristina, da Agricultura, são craques indiscutíveis — e estão mudando, em silêncio, o sistema nervoso central das estruturas de produção do país.
Há mais. O ministro Sérgio Moro, que seria destruído numa explosão nuclear, está mais vivo do que nunca.
Há todo um novo ambiente, voltado para as realidades e para a produção de resultados, em estatais como a Petrobras ou a Caixa Econômica Federal, a Eletrobras ou o BNDES.
As mudanças, aí e em muitos outros pontos-chave do Estado nacional, estão colocando o Brasil numa estrada oposta à que vem sendo seguida desde 2003 — e é claro que a soma de todos esses esforços, por parciais, imperfeitos e deficientes que sejam, vai criar um país diferente.
Os avanços são pouco registrados na mídia? São.
O governo comete erros, frequentemente grosseiros? Comete.
Suas propostas sofrem deformações, amputações e alterações para pior? Sofrem.
O presidente é uma máquina de produzir atritos, problemas de conduta e confusões inúteis? É.
Mas nada disso tem impedido, não de verdade, que o governo esteja conseguindo obter a maioria das coisas que quer.
Já conseguiu uma porção delas em seus primeiros sete meses.
Não há fatos mostrando que vá parar de conseguir nos próximos três anos e meio.
O governo Bolsonaro é ruim? De novo, dê a resposta que lhe parecer melhor.
Mas sempre vale a pena lembrar que a maioria das coisas só é ruim ou boa em comparação com outras da mesma natureza.
O atual governo seria pior que o de Dilma Rousseff ou de Lula?
E comparando com o de Fernando Collor, então, ou o de José Sarney?
Eis aí o problema real para quem não gosta do Brasil do jeito que ele está — o governo Bolsonaro não vai ser um desastre.
A possibilidade de repetir o que houve nos períodos citados acima é igual a zero. Impeachment?

Sonhar sempre dá. Mas onde arrumar três quintos contra Bolsonaro no Congresso?
Na última vez que a Câmara votou uma questão essencial, a reforma da Previdência, deu 74% dos votos para o governo. Melhor pensar em outra coisa — ou aceitar o fato de que o homem vai estar aí pelo menos até 2022. (Revista Exame)

ALEMANHA, FRANÇA E FINLÂNDIA MANDAM NA AMAZÔNIA?


TOCANDO AGORA

NOVA DESORDEM INTERNACIONAL

INSEGURANÇA JURÍDICA: QUANDO A LEI VALE NO BRASIL?

A DEVASTAÇÃO DA IMAGEM DO BRASIL (WILLIAM WAACK)

IGREJA EVANGÉLICA DO PT! A IDIOTIZAÇÃO DE UM POVO!


TOCANDO AGORA

DESCOBERTA A FARSA DAS QUEIMADAS! ONG'S ESTRANGEIROS NO AMAZONAS!