"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

NA VÉSPERA DA SESSÃO NO TSE, RELATOR FOI PRESSIONADO PARA CONCEDER MAIS PRAZO

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Benjamin sofreu pressões de todos os lados
Nos dias que antecederam a sessão de terça-feira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reservada para julgar o processo de cassação da chapa Dilma-Temer, o relator, Herman Benjamin, foi procurado por outros ministros que queriam convencê-lo a conceder mais prazo para as defesas se manifestarem e, com isso, adiar o julgamento. Benjamin, que é um juiz rigoroso com prazos e, desde o início, tem se empenhado em concluir o processo de forma célere, foi inicialmente refratário à ideia. Insistia que, se fosse aberto mais prazo, a ação se estenderia infinitamente e poderia não terminar ainda durante o mandato do presidente Michel Temer.
As pressões foram muitas. Na terça-feira, quando um dos integrantes da Corte o procurou, o relator já estava convencido de que era minoria — ou seja, era preciso ceder à sugestão da maioria dos colegas, como forma de evitar para um mal maior. Ele temia que, se batesse o pé na sessão de ontem para continuar o julgamento, poderia haver um pedido de vista logo do início por parte de algum ministro. Com isso, o processo sairia das mãos de Benjamin, e o retorno do caso ao plenário ficaria a cargo de outro colega — eventualmente, alguém não tão interessado na conclusão rápida do caso.
PT TAMBÉM INSISTIU – Além de ministros, os advogados do PT também procuraram Benjamin nas vésperas da sessão de ontem, para insistir no pedido de prazo extra. Para se prevenir de outros incidentes durante a sessão, o relator foi além e propôs a inclusão de outros quatro depoimentos, antes mesmo que qualquer partido fizesse o pedido em plenário. Ele tomou essa providência porque, se os partidos pedissem essa providência a ele individualmente, e houvesse negativa, os advogados poderiam contestar a decisão em plenário — adiando ainda mais a conclusão das investigações.
Mas a decisão de ontem não é garantia de celeridade. Os advogados Flávio Caetano, que defende Dilma, e Marcus Vinícius Furtado Coêlho, que representa Temer, afirmaram que, após os novos depoimentos, poderão apresentar requerimentos e pedir a produção de contraprovas. Foi o que ocorreu, por exemplo, depois que o TSE ouviu dez pessoas ligadas à Odebrecht em março. Caberá ao ministro Herman Benjamin aceitar ou não os novos pedidos. Quando terminaram os depoimentos da Odebrecht, ele negou a maioria dos pleitos.
RUIM PARA O PAÍS? – O advogado Gustavo Guedes, que também defende Temer, afirmou que o PMDB não tinha interesse em adiar o julgamento. Embora tenha pedido mais prazo para apresentar alegações finais, a defesa do partido afirmou que não viu necessidade na convocação de novas testemunhas para instruir o processo. Segundo Guedes, ao longo do processo, a defesa de Temer foi acusada de tentar postergar o julgamento. Mas teria ficado claro na sessão de ontem que o “alongamento” do julgamento coube aos ministros da Corte eleitoral. Guedes disse que o presidente Temer quer que esse processo termine o mais rápido possível.
“Não há esse benefício (para Michel Temer), isso (postergação) é ruim para o país. O presidente quer terminar esse processo” — afirmou o advogado.
Guedes disse não saber se a defesa de Temer pedirá para ouvir alguma testemunha, o que ainda não ocorreu ao longo do andamento do processo, mas não descartou essa possibilidade.
NOVOS MINISTROS – Com o adiamento, dois ministros da atual formação do Tribunal Superior Eleitoral não devem participar do julgamento. O mandato de Henrique Neves termina no dia 16 deste mês e o de Luciana Lóssio, em 5 de maio. Neves será substituído por Admar Gonzaga.
O substituto de Luciana ainda não foi definido, mas deve ser o advogado Tarcísio Vieira.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O fato já está consumado, mas o relator vai fazer um estrago. Foi bastante claro ao se manifestar contra a eternização do processo. Nesta quinta-feira, ao interrogar Mantega, certamente o relator vai colocar mais lenha na fogueira. Não muda nada, porque tudo continua dominado, mas as chamas altas clareiam a situação. (C.N.)

05 de abril de 2017
Carolina Brígido
O Globo

TEMER TENTA SE APROXIMAR DE RENAN, QUE JÁ PASSOU A SER O LÍDER DA OPOSIÇÃO


Renan diz que já rompeu com o governo Temer
Com receio da aprovação de flexibilizações nas reformas governistas, o presidente Michel Temer iniciou uma reaproximação com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para evitar que sua insatisfação com a gestão federal contamine a base aliada. Renan, por sua vez, voltou a criticar o governo em uma longa entrevista nesta terça-feira (dia 4).
O presidente escalou senadores mais próximos ao líder do PMDB, como Romero Jucá (PMDB-RR) e Aécio Neves (PSDB-MG), para retomar a interlocução com o peemedebista e evitar o aumento da tensão na relação entre ambos.
“PORTAS ABERTAS” – A intenção de Temer é passar o recado a Renan de que as “portas estão sempre abertas” caso ele queira discutir as medidas governistas, entre elas a reforma previdenciária, que tem sido criticada publicamente pelo senador.
Em um primeiro momento, a ideia é aguardar uma reação do peemedebista. Caso não ocorra, o intuito é monitorar os passos do senador até maio, quando o governo acredita que as mudanças na aposentadoria serão enviadas ao Senado. A partir de então, a intenção do Planalto é aumentar a ofensiva com a realização de um encontro entre Temer e Renan.
A reaproximação tem como objetivo evitar um racha na bancada peemedebista, que tem manifestado opiniões divergentes sobre as medidas governistas, e impedir que o Renan influencie senadores governistas que disputarão a eleição do próximo ano e, por isso, estão preocupados com o impacto das medidas em suas bases eleitorais.
MINISTÉRIOS DOS PORTOS? – Ainda com essa intenção, o presidente pretende promover reuniões neste mês com os demais senadores da bancada peemedebista para impedir um movimento de distanciamento do Palácio do Planalto.
Em conversas reservadas, Temer tem lembrado que não é a primeira vez que Renan se indispõe com ele e que o movimento tem relação com o processo eleitoral de 2018, já que que o cenário eleitoral em Alagoas não é favorável ao peemedebista.
Em nome de um acordo entre ambos, o presidente decidiu protelar a recriação do Ministério dos Portos, que deverá ser recriado para contemplar a bancada peemedebista no Senado.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Essa tentativa de reaproximação ensaiada pelo Planalto já fracassou. Desde que Renan fez o primeiro ataque ao governo, no mês passado, denunciando a influência de Eduardo Cunha no Planalto, já era uma viagem sem volta. E Renan agora está cada vez mais empolgado com a condição de líder informal da oposição, que passou a exerce junto com a liderança do PMDB no Senado. Na noite desta terça-feira, Renan deu um show no jantar da bancada na casa de Kátia Abreu, outra rebelde do PMDB, enquanto Temer tinha de cancelar o café da manhã que marcara com a mesma bancada para esta quarta-feira no Alvorada, vejam bem quem realmente está contando com a simpatia dos senadores do PMDB. Politicamente, embora tenha a caneta do poder nas mãos, Temer não é páreo para Renan(C.N.)

05 de abril de 2017
posado por m.americo

DIREITO DE ESCOLHA

RODRIGO MAIA DEFENDE QUE TEMER VETE PROJETO QUE 'REGULAMENTA' O UBER
ELE ESPERA QUE SENADO ALTERE OU TEMER VETE PROJETO APROVADO

SE O SENADO NÃO ALTERAR O PROJETO APROVADO NA CÂMARA, RODRIGO MAIA DEFENDE O VETO DO PRESIDENTE MICHEL TEMER. (FOTO: LUÍS MACEDO)


O presidente da Câmara dos Deputados Rodrgo Maia, defendeu na manhã desta quarta-feira (5) que o presidente Michel Temer vete o projeto que, a pretexto de regulamentar, na prática acaba com o serviço de transporte de aplicativos tipo Uber. O prrojeto foi aprovado pelos deputados federais, nesta terça à noite, com uma emenda malandra que apenas cria uma nova modalidade de táxi.

Rodrigo Maia acha que o Senado vai modificar op projeto, mas, se não o fizer, ele espera que Temer não o sancione, vetando integralmente a proposta aprovada sob pressão do lobby de taxistas. O que está em causa, nessa discussão, não é o interesse particular de categorias, mas o direito dos cidadãos à escolha do meio de transporte que deseja utilizar.

Pesquisas realizadas em vários Estados apontam que a maioria esmagadora da sociedade aprova serviços como Uber, de carro com motorista. No Distrito Federal, mesquisa encomendada pelo próprio governo apontou uma aprovação do Uber próxima dos 100% dos entrevistados.


05 de abril de 2017
diário do poder

MAGNO MALTA DEFENDE SÉRGIO MORO NO SENADO E CONTRA A LEI DO ABUSO DE AUTORIDADE

MAGNO MALTA ENQUADRA ABSURDO DA PRISÃO DOMICILIAR DE ADRIANA ANCELMO, MULHER DE SÉRGIO CABRAL

DILMA LEVA UM "NÃO" DOS TRÊS COMANDANTES DAS FORÇAS ARMADAS

O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO E A NOVA ORDEM MUNDIAL - RESENHA

GENERAL PAULO CHAGAS "SOBRE AS FORÇAS ARMADAS"

AS FORÇAS ARMADAS GENERAL PAULO CHAGAS MANDA RECADO PARA A NAÇÃO

A NOVA ARMADILHA DA ESQUERDA PARA 2018

CORONEL CHAMA ATENÇÃO DE VILLAS BOAS

ESTAMOS EM PLENA IMPLANTAÇÃO DE UMA DITADURA COMUNISTA NO BRASIL

AÇÃO DO EXÉRCITO EM BRASÍLIA PREOCUPA POLÍTICOS