"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

CPI DO CARF - EX-MINISTROS DE LULA, ERENICE E RONDEAU SE ENROLAM NA OPERAÇÃO ZELOTES

ERENICE ERA A PRINCIPAL AUXILIAR DE DILMA NA CASA CIVIL

BORGES ADMITIU NO DEPOIMENTO QUE SACOU OS R$ 4 MILHÕES DE TRÊS CONTAS DAS EMPRESAS DE CONSULTORIA


Apontado na Operação Zelotes como responsável por sacar dinheiro do esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), o motorista Hugo Rodrigues Borges afirmou que a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra mantinha vínculo com um dos escritórios suspeitos de pagar propina a conselheiros do órgão, espécie de "tribunal" que julga casos de grandes contribuintes em débito com a Receita Federal.

Por nove anos, Borges foi uma espécie de "faz-tudo" do advogado José Ricardo da Silva - ex-integrante do Carf, acusado de ser um dos chefes da organização investigada. O auxiliar sacou quase R$ 4 milhões em espécie de contas associadas aos escritórios de consultoria de Silva e de um de seus sócios, o lobista Alexandre Paes dos Santos, conhecido como "APS", também alvo da Zelotes.

Em depoimento à CPI do Carf, prestado na última quinta-feira, o motorista contou que Erenice frequentava semanalmente a sede das empresas de Silva, no Lago Sul, em Brasília, acompanhada do ex-ministro de Minas e Energia Silas Roudeau, ligado ao senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-titular da mesma pasta. Questionado, Borges disse que as idas "eram bem frequentes" até que a "sociedade" se desfez, em 2012.

"Eram ele (Roudeau) e a Erenice que frequentavam o escritório lá. Eram várias salas de reuniões, então fechavam as portas", relatou o depoente, que não soube dar detalhes dos assuntos tratados pelos ex-ministros. "Cruzei várias vezes com ela na sala do escritório... era um poço de arrogância."

À CPI, Borges explicou que quando a imprensa começou a rondar o escritório e publicar reportagens sobre as atividades de Erenice após deixar a Casa Civil o grupo resolveu se afastar. José Ricardo, segundo o motorista, não queria ter sua imagem associada à ex-ministra, envolvida em escândalos. "Eles (Roudeau e Erenice) não se importavam muito (com a associação). Quem se importava era o Zé Ricardo", explicou.

Erenice era a principal auxiliar da então chefe da Casa Civil Dilma Rousseff no governo Lula e a substituiu em 2010, quando a petista se lançou candidata à Presidência de República. Deixou o cargo no mesmo ano, após ser acusada de exercer tráfico de influência na pasta.

Após sair do governo, Erenice passou a atuar formalmente como advogada. Um contrato apreendido na Operação Zelotes indica que a ex-ministra se associou a José Ricardo para defender no Carf os interesses da multinacional de telecomunicações Huawei, que questionava débito de R$ 705 milhões com a Receita. Conforme o documento, revelado pela revista Veja, ela receberia 1,5% do valor que conseguisse abater no Fisco.

Borges admitiu no depoimento que sacou os R$ 4 milhões de três contas das empresas de consultoria. Em ao menos três ocasiões, as retiradas foram de R$ 400 mil. O motorista disse que levava as quantias para a sede das empresas, onde eram distribuídas a várias pessoas. À CPI, contudo, alegou não saber identificá-las.

Apesar do vaivém de altas somas de dinheiro, Borges contou que as consultorias viviam em dificuldades financeiras, não raro com as contas de luz, água e telefone "penduradas". "O dinheiro sumia rápido."

'Bocudo'

Procurada pelo jornal O Estado de S. Paulo, Erenice negou ser sócia das consultorias: "Não procede". Ela não quis dar mais informações a respeito, justificando que não fala com a imprensa: "Não é pessoal. Lembre-se sempre disso, tá? É uma definição minha: realmente não falo". A ex-ministra acrescentou apenas que o motorista é "uma pessoa que não merece crédito". "Você me desculpe, mas ele mesmo diz que ninguém o leva a sério porque fala demais."

Ao explicar porque nem sempre os patrões lhe contavam tudo, Borges declarou: "O problema é que falo demais. Se sei de alguma coisa, poderia (sic) contar para um, para outro, e complicaria a situação. Todos sabem que eu era 'bocudo'".

As defesas de José Ricardo e de APS negam que eles participem de esquema de corrupção no Carf. O Estado não localizou o ex-ministro Silas Rondeau ou seus representantes.(AE)



8 de setembro de 2015
diário do poder

O ESPETÁCULO SOB O AZUL DO CÉU DE BRASÍLIA 3

             Acima do Muro da Vergonha, o Pixuleco.


(Folha) Os movimentos que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff se reúnem no feriado desta segunda (7), em Brasília, para protestar contra o governo. Por conta dos altos gastos para realizar as manifestações antigoverno do último dia 16/8, os organizadores decidiram concentrar seus esforços no Distrito Federal e não vão bancar a estrutura de protestos em outras cidades, como aconteceu em agosto. 

Em Brasília, o ato, marcado para as 9h, deve ocorrer no Museu da República, perto da Esplanada dos Ministérios. Por ali passará o desfile oficial de 7 de Setembro, que terá a presença de Dilma. O boneco inflável de Lula vestido de presidiário, apelidado de Pixuleko, será montado no local. AFolha apurou que um segundo boneco, representando Dilma Rousseff, foi encomendado e deve ser exposto. Ainda foram comprados 300 "mini Pixulekos" para serem distribuídos entre os manifestantes. 

Os organizadores pretendem fazer um evento significativamente menor do que as manifestações de 16 de agosto e não dão uma previsão de público. "Será só um ato simbólico. Investimos muito no dia 16 e ficamos um pouco descapitalizados", explica Heduan Pinheiro, integrante do movimento Brasil Melhor. 

Protestos em outras cidades dependerão de manifestações espontâneas de simpatizantes. Em São Paulo, um grupo se encontrará às 8h, no Anhembi, onde uma hora mais tarde ocorre o desfile oficial de 7 de Setembro organizado pela Prefeitura. 

O ato em Brasília é da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, que reúne grupos pró-impeachment. O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua, dois dos maiores antiDilma, não fazem parte da aliança e não têm promovido o evento. Rogério Chequer, líder do Vem Pra Rua, afirmou, porém, que o grupo participará. Membros do MBL não foram encontrados para comentar.

8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

NOVA SAÍDA DO GOVERNO É AUMENTAR PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS




Diante da dificuldade de fechar as contas de 2016 sem a recriação da CPMF, a área econômica já admite a possibilidade de recorrer à elevação das alíquotas de tributos que não precisam de aprovação do Congresso Nacional, como Cide, IPI e IOF, para tentar reduzir o rombo no Orçamento da União.
Esses tributos dependem apenas da caneta da presidente da República e são utilizados como instrumento regulatório de política econômica para enfrentar determinadas situações conjunturais da economia. Não há necessidade de aprovação de mudança legal pelos deputados e senadores.
Há consenso no governo sobre a necessidade de elevação da carga tributária. Caberá agora à presidente Dilma Rousseff decidir sobre o tributo com menor efeito colateral na economia ou um mix de alta das alíquotas de todos eles.
AUMENTAR A CIDE
Os estudos mais avançados no Ministério da Fazenda são o que envolvem a alta da Cide, uma contribuição que incide sobre os combustíveis, segundo fontes. Um aumento da Cide dos atuais R$ 0,22 por litro para algo em torno de R$ 0,60 representaria uma arrecadação extra para a União de cerca de R$ 12 bilhões. O aumento menor, para R$ 0,40, é outra opção em estudo. A dificuldade para o Ministério da Fazenda é calibrar a alíquota sem fazer um estrago gigantesco na inflação.
Uma fonte da equipe econômica reconheceu, no entanto, que nenhum dos tributos que podem ser elevados pela presidente tem capacidade, sozinho, de garantir uma arrecadação em torno de R$ 64 bilhões, tamanho do rombo que o governo precisa cobrir no Orçamento de 2016 para fechar as contas com superávit de R$ 34,4 bilhões e, junto com resultado previsto dos Estados e municípios de R$ 9,4 bilhões, fechar o ano dentro da meta de 0,7% Produto Interno Bruto (PIB).
A defesa do compromisso de cumprimento da meta de 0,7% foi assumida pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Banco Central, nas reuniões internas do G20, na Turquia. Um recuo nesse compromisso, pela presidente Dilma, comprometerá de vez a permanência do ministro Levy no governo.
Uma das propostas também em estudo é a criação de uma alíquota mais alta do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para atingir os mais ricos. Hoje, a alíquota mais alta é de 27,5%. A elevação para 35% poderia render mais R$ 7 bilhões.
08 de setembro de 2015
Deu em O Tempo

MAIS UMA BURRICE...

DILMA AGORA CRIA PROBLEMAS COM AS FORÇAS ARMADAS



Além das crises política e econômica que atingem o governo, o Palácio do Planalto agora enfrenta problemas com a área militar. Na quinta-feira (3/7) da semana passada, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto que estava na gaveta da Casa Civil há mais de três anos, tirando poderes dos comandantes militares e delegando ao ministro da Defesa competência para assinar atos relativos a pessoal militar, como transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos; reforma de oficiais da ativa e da reserva; promoção aos postos de oficiais superiores; nomeação de capelães militares, entre outros.
Hoje, esses atos são assinados pelos comandantes militares. A medida foi recebida com “surpresa”, “estranheza” e “desconfiança” pela cúpula militar, que não foi informada de que ela seria assinada por Dilma.
A responsabilidade pela decisão de o decreto ter saído da gaveta era considerada um mistério. No fim do dia, no entanto, a Casa Civil informou que o envio do decreto à presidente atendeu a uma solicitação da secretaria-geral do Ministério da Defesa, comandada pela petista Eva Maria Chiavon.
ENDOSSANDO???
O comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que estava ocupando o cargo de ministro interino da Defesa, e que viu seu nome publicado no Diário Oficial endossando o decreto, disse que não sabia da existência dele. “O decreto não passou por mim. Meu nome apareceu só porque eu era ministro da Defesa interino. Não era do meu conhecimento”, disse o comandante ao deixar o desfile de Sete de Setembro.
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, que estava na China quando o decreto foi editado, também demonstrou surpresa com a medida. “Posso assegurar que não há nenhum interesse da presidente Dilma em tirar poderes naturais e originais dos comandantes”, afirmou à reportagem.
“Ainda não estudei o decreto, mas ele visa normatizar as prerrogativas de cada instância com a criação do Ministério da Defesa e não tirar o que é da instância dos comandantes”, justificou. Wagner lembrou que o decreto ainda não entrou em vigor e que “qualquer erro ainda pode ser corrigido”.
HISTERIA GERAL
O decreto gerou “uma histeria geral”, pela maneira como foi feita a publicação, sem que a cúpula militar fosse avisada. “Há uma preocupação de que este decreto, que estava dormindo há anos, foi resgatado por algum radical do mal ou oportunista, com intuito de criar problema”, disse um oficial-general, ao lembrar que a publicação do texto foi “absolutamente desnecessária”.
Outro militar afirmou que “faltou habilidade política de quem tirou o decreto da cartola, em um momento em que o governo já enfrenta tantas dificuldades, criando uma nova aresta, pela forma como foi feita”. Este mesmo militar comentou que, mesmo o ministro da Defesa podendo delegar aos comandantes os poderes previstos no decreto, a medida é uma retirada de atribuição dos chefes das três Forças e que, no mínimo, a boa regra de relacionamento ensina que você avise a quem será atingido.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Tradução simultânea: parece que Mercadante fez mais uma burrice. (C.N.)
08 de setembro de 2015
Deu no Estadão

UM GOVERNO PARA ROUBAR


Gilberto Amado, senador de Sergipe até 1930, em 1934 queria ser governador. Já escritor famoso, glória e honra de sua gente, faltava governá-la. Eleição indireta comandada pelo Governo, ele foi a Getúlio:

– Presidente, quero ser governador de Sergipe.
– Por que, Gilberto? Você, um homem tão grande, ser governador de um Estado tão pequeno?
– Quero dirigir minha tribo. Isto é fundamental para minha vida.
– Ora, Gilberto, conheço você muito bem. Esta não é a verdadeira razão. Não pode ser. Governar por governar, isso não existe para um homem de seu tamanho, da sua grandeza.
Gilberto Amado sentiu que era preciso apelar. Apelou:
– Pois o senhor quer que eu diga mesmo? Quero ser governador para roubar, roubar, do primeiro ao último dia. Roubar desesperadamente.
Gilberto já estava de pé, as mãos para o alto, os olhos incendiados:
– Isto mesmo, Presidente. Roubar, roubar, roubar!
Gilberto Amado não ganhou Sergipe. Mas Getúlio ficou tão perplexo e encantado que em 1935 o nomeou consultor jurídico do Itamaraty e em 1936 embaixador no Chile.
Depois, foi representante permanente do Brasil na ONU, décadas seguidas.Tudo que ele quis.

GABEIRA
Gilberto Amado viveu a vida inteira com o salário de diplomata e direitos autorais. Hoje, se fosse para roubar, iria para um governo do PT. O exemplar jornalista e cidadão Fernando Gabeira denunciou no “Globo” :

– “O Brasil é dirigido por um governo que transformou a política numa delinquência institucional. O país acaba de descobrir o maior escândalo de corrupção da História. Gilmar Mendes colocou o ovo de pé: houve um grande escândalo de corrupção que beneficiou o PT. Dilma fez uma campanha milionária. O “Petrolão” indica que o dinheiro foi para a campanha. Empresas fantasmas já apareceram. Por que não investigar o elo entre a campanha de Dilma e as revelações da Lava-Jato? Como velho jornalista sei que os fatos são como baioneta: sentado neles, espetam”.

O PT pôs Dilma sentada em cima de uma baioneta.

PETROBRÁS
Ainda bem que neste vendaval de números desastrados que são os governos do PT, a Petrobrás, apesar de tudo, da sangria que sofreu, de toda a roubalheira a que foi submetida, não afundou totalmente. Salvou-se.

1.- Seu “Plano de Negócios e Gestão 2015/2019”, determinou corte de investimentos de US$ 206 bilhões para US$ 130 bilhões, como base estrutural na escalada da montanha, forçando a redução do seu tamanho com a venda de partes do ativo no total de US$ 58 bilhões.

Hoje a Petrobrás é a empresa mais endividada do mundo: US$ 104 bilhões.
– Felizmente os fundamentos sólidos da empresa resistiram (com enorme prejuízo) aos roubos e rombos. Os acionistas minoritários são as grandes vítimas. No 2º trimestre de 2015, o lucro operacional foi de R$ 9,48 bilhões, mas o lucro líquido que refletirá nos dividendos foi de R$ 531 milhões. No seu estágio de purgatório, deduziu do resultado R$ 2,8 bilhões para quitar parcelas atrasadas do IOF, questionadas na Justiça.

PRE-SAL
– A Petrobrás pagou R$ 1,4 bilhão à Receita Federal de impostos atrasados e optou pela baixa contábil de ativos de R$ 1,2 bilhão. Resultado: o lucro líquido foi 89% menor em relação ao mesmo período do ano passado.
A organização administrativa e financeira da empresa passa por essa etapa dramática, onde os brasileiros são os grandes perdedores.
4 – Dona de reservas comprovadas superiores a 12 bilhões de barris, acima da média internacional, a Petrobrás foca investimentos na produção e elevação da extração de petróleo e gás. O pós-sal e o pré-sal serão o “filet mignon” na sua lenta recuperação. Felizmente a evolução dessa produção vem ocorrendo em nível ascendente.

FORTUNE
– Fato relevante: a revista norte americana “Fortune”, especializada em economia, acaba de publicar o “ranking” mundial das 500 maiores empresas do mundo. A Petrobrás ocupa o 28º lugar, definida como a maior empresa da América Latina, dona de ativos de US$ 300 bilhões.

– E a “Fortune” ressalta que suas cicatrizes vão demorar algum tempo para sarar. Projetando os números da “Fortune” em perspectiva de futuro, sem interferência política, sem empecilhos burocráticos, sem investimentos irresponsáveis e sem roubos partidários, a empresa poderá se reencontrar com a sua história, voltando a ser orgulho dos brasileiros.
Para isso é fundamental fazer do cumprimento das Leis Anticorrupção e de Improbidade Administrativa dogmas intocáveis. O país põe nas mãos da Operação Lava-Jato, do juiz Sergio Moro e do Supremo Tribunal a certeza de que o PT não conseguiu o naufrágio da Petrobras.

08 de setembro de 2015
Sebastião Nery

O ESPETÁCULO SOB O AZUL DO CÉU DE BRASÍLIA 2

               Apareceu a Pixuleca. Ou Dilmandioca?



O Pixuleco ganhou a companhia da Pixuleca no desfile do 7 de setembro em Brasília.

8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

POLÍCIA VAI REPRIMIR PROTESTOS ATÉ DILMA COVARDE IR EMBORA


A presidente da República, Dilma Rousseff 


(Estadão) Movimentos pró-impeachment convocaram manifestantes a vestirem preto, em vez de verde e amarelo, e a levarem colheres de pau à Esplanada dos Ministérios nesta segunda-feira, onde a presidente Dilma Rousseff assistirá ao desfile de Sete de Setembro, para fazer um “colheraço” nas placas de aço instaladas para isolar autoridades. Para evitar panelaços, a presidente evitou gravar pronunciamento em cadeia de rádio e TV e uma fala deverá ser divulgada apenas na internet. 

As ações programadas para a Esplanada dos Ministérios devem concentrar a maior parte dos protestos contra a presidente no Dia da Independência. Ao menos sete carros de som deverão ser usados. O boneco inflável que retrata o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como presidiário, apelidado de Pixuleco chegou, remendado, à capital federal, depois de circular por Curitiba e São Paulo, onde foi “esfaqueado” por uma simpatizante petista.

Foram fabricadas cerca de mil réplicas em tamanho reduzido do boneco Pixuleco, que serão vendidas no local.  Os manifestantes devem se concentrar a partir das 8 horas em frente ao Museu da República, mas eles só terão acesso ao gramado da Esplanada após o fim do desfile oficial, marcado para começar às 8h45. Um forte esquema de segurança foi montado e revistas serão feitas em vários pontos para impedir que faixas e cartazes cheguem até a frente do palanque presidencial, onde arquibancadas serão ocupadas por convidados. 

Cerca de 25 mil pessoas são esperadas para acompanhar o desfile, que deverá durar pouco mais de uma hora e meia. Dilma chegará ao local em carro aberto. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou que o custo do desfile este ano foi de R$ 830 mil. No ano passado, com a mesma estrutura, R$ 1,18 milhão foi gasto.

Estados. Manifestantes anunciam protestos anti-Dilma em outras capitais. Em São Paulo, um ato está marcado no Sambódromo do Anhembi, onde ocorrerá um desfile cívico com a presença de autoridades. Em Fortaleza, o protesto “Luto pelo Brasil” se concentrará na Avenida Beira-Mar. Em Porto Alegre haverá um encontro informal no Parque Moinhos de Vento para marcar o Sete de Setembro. 

8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

UM 'GOLE' DE PURA BELEZA...

ADÉLIA PRADO, ENTRE A SANTIDADE E A LOUCURA DO AMOR


Adélia Prazo, eternamente inspirada
A professora, escritora e poeta mineira Adélia Luzia Prado de Freitas, no poema “A Serenata”, pressente a chegada do desespero.


A SERENATA
Adélia Prado
Uma noite de lua pálida e gerânios
ele viria com boca e mão incríveis
tocar flauta no jardim.
Estou no começo do meu desespero
e só vejo dois caminhos:
ou viro doida ou santa.
Eu que rejeito e exprobo
o que não for natural como sangue e veias
descubro que estou chorando todo dia,
os cabelos entristecidos,
a pele assaltada de indecisão.
Quando ele vier, porque é certo que ele vem,
de que modo vou chegar ao balcão sem juventude?
A lua, os gerânios e ele serão os mesmos
– só a mulher entre as coisas envelhece.
De que modo vou abrir a janela, se não for doida?
Como a fecharei, se não for santa?

8 de setembro de 2015

O ESPETÁCULO SOB O AZUL DO CÉU DE BRASÍLIA...

                                   O casal 20. 20%!


Atrás do Muro da Vergonha, brilhou o Casal 20 da corrupção brasileira. 20%! Pixuleco e Dilmandioca são o começo, o meio e o fim da roubalheira que assola o país.

8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

TARIFAÇO! DILMA QUER COBRAR 35% DE IR PARA QUEM GANHA MAIS DE R$ 4.664,68 MENSAIS

Uma das propostas em estudo pelo governo Dilma é a criação de uma alíquota mais alta do Imposto de Renda da Pessoa Física para os "mais ricos". Hoje, a alícota máxima é de 27,5%. 

Cálculos indicam que uma nova faixa de cobrança, em 35% dos rendimentos, traria mais R$ 7 bilhões à União. Ou seja: os "mais ricos", aqueles que ganham cerca de R$ 4.700,00 mensais deixariam R$ 1.645,00 retidos na fonte, recebendo um líquido de R$ 3.055. 

Vejam só: se você ganhar R$ 4.660,00, pagará apenas 27,5% ou 1.281,50. Seu líquido será R$ 3.378,50. 

Ou seja, o "mais pobre" ganhará mais do que o "mais rico". É ou não é um governo estúpido e desonesto?


8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

NOTA AO PÉ DO TEXTO

Perguntinha cretina: 
E se eu ganhar R$ 4.664,70 ??
m.americo

DILMA, HOJE: "SE COMETEMOS ERROS...". NÃO, PRESIDENTE, VOCÊS COMETERAM CRIMES!



Dilma e seus marqueteiros buscam desesperadamente um discurso para tentar, novamente, enganar o povo brasileiro. O tsunami pelo qual estamos começando a passar, é chamado poeticamente de "travessia", uma palavra que tenta transformar uma tempestade em algo suave, firme, tranquilo, quando na verdade teremos barcos virados, crianças afogadas e pessoas em filas para migrar para São Paulo, Rio e outros centros em busca de uma vida melhor, da mesma forma que a Europa enfrenta a atual migração interna. Inflação, desemprego, juros altos, fome, sede, tudo isso dominará o país.

A tirada de hoje é que "se" cometemos erros, vamos corrigí-los. Dilma não tem a humildade de reconhecer que errou e muito. Isso nas pequenas coisas. Nas grandes coisas, Dilma não cometeu erros: cometeu crimes. Crimes eleitorais, ao usar dinheiro da corrupção para pagar a sua campanha. Crimes fiscais, ao usar dinheiro do Tesouro para cobrir buracos financeiros que permitiram que ela fizesse mais casas ilegais e oferecesse mais cursos fora da lei, nas tais pedaladas fiscais. Crimes morais, ao mentir e mentir e mentir durante a campanha eleitoral, colocando a máquina pública inteira a produzir provas falsas de que falava a verdade, fora o uso dos Correios e da Petrobras, por exemplo.

Dilma deveria, ao menos, chamar os seus "erros" de "malfeitos", como fazia até tempos atrás. Na verdade, a definição correta para o que ela e sua equipe cometeram é "crime".

8 de setembro de 2015
in coroneLeaks

INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA?!

CARDOZO DIZ TER 'ABSOLUTA CERTEZA' QUE MINISTROS PETISTAS NÃO SERÃO DENUNCIADOS
CARDOZO TEM 'CERTEZA ABSOLUTA' QUE MINISTROS DO PT VÃO ESCAPAR

CARDOZO E UM DOS ACUSADOS DE CORRUPÇÃO, SEU CORRELIGIONÁRIO EDINHO SILVA. (FOTO: MARCELO CAMARGO/ABR)


Chefe da Polícia Federal, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta segunda-feira, 7, ter "absoluta certeza" de que os ministros da Comunicação Social, Edinho Silva, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, "não serão denunciados" pelas acusações do empreiteiro Ricardo Pessoa, que disse em delação premiada ter repassado dinheiro ilícito para os dois. "Conheço os dois há muitos anos e minha convicção é de que jamais se envolveriam em qualquer tipo de ato ilícito", completou. O ministro da Justiça disse ter conversado rapidamente com a presidente Dilma sobre o assunto e tem posição que expressa "a de todos".

Questionado se devem permanecer no governo mesmo após o pedido da procuradoria-geral da República para que sejam investigados, Cardozo afirmou que ainda não há condenação e que não cabe "prejulgamento". "A presidente é quem decide a composição de seu ministério a qualquer tempo, então não cabe a ministro fazer juízo de valor sobre isso. O que posso afirmar é que não há indicador objetivo que leve à condenação ou ao prejulgamento de ninguém", disse o ministro, ao deixar o desfile em comemoração ao 7 de setembro, na Esplanada dos Ministérios.

Nesta segunda, com um discurso afinado com Cardozo e com outros colegas, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou que as investigações contra Edinho e Mercadante não constrangem o governo, mas afirmou que caso eles sejam de fato denunciados a situação pode mudar. "Não tem prejulgamento, então não há constrangimento", disse. "Vamos esperar a investigação. Se fosse uma denúncia seria diferente", disse. Questionado se caso os ministros forem denunciados, ele seria a favor do afastamento, Vagner afirmou que "se eles forem denunciados é outra questão, por enquanto vamos ficar na investigação", reforçou.

A mesma opinião foi compartilhada pelo ministro das Comunicações Ricardo Berzoini, que disse não ver nenhuma hipótese de os dois deixarem o governo. "Temos confiança total nos dois ministros. Eles são plenamente corretos. Essa é uma investigação. Não é uma denúncia", declarou o ministro, ao lembrar que os fatos "serão esclarecidos". "Todo esse momento deve ser encarado com tranquilidade, objetividade e dando direito deles se defenderem" acrescentou o ministro.

No início de seu primeiro mandato, Dilma realizou o que ficou conhecido como "faxina ministerial" ao afastar ministros suspeitos de envolvimento em irregularidades como o então comandante da Casa Civil, Antonio Palocci. Na época, Palocci era responsável pela articulação política do Palácio do Planalto, mas não suportou a onda de denúncias sobre seu patrimônio pessoal e pediu demissão, alegando que assim sua permanência prejudicaria a 'continuidade do debate político'. No seu lugar, assumiu Gleisi Hoffmann.

Além da investigação que recai sobre Edinho, com base em doações eleitorais para a campanha de 2010, a PGR solicitou apurações sobre campanhas presidenciais do PT dos anos de 2010 e 2006, também mencionadas por Pessoa. Os casos foram encaminhados à Justiça Federal do Paraná, pois os nomes citados pelo delator não possuem foro privilegiado perante o STF. Cardozo destacou que o Ministério Público quer investigar "várias situações, não só do PT, mas também da oposição". A PGR também pediu para investigar o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), com base nos depoimentos do dono da UTC. Todas as investigações são mantidas em absoluto sigilo.


8 de setembro de 2015
diário do poder

A CASA MAL-ASSOMBRADA (PUDERA! OLHA SÓ OS VAMPIROS!!!)

MERCADANTE NÃO ESCAPA DA ‘MALDIÇÃO DA CASA CIVIL’
MERCADANTE NÃO ESCAPA DA 'MALDIÇÃO DA CASA CIVIL' NA ERA PT


ERENICE GUERRA, ANTONIO PALOCCI, GLEISI HOFFMANN, JOSÉ DIRCEU E ALOIZIO MERCADANTE: MINSITROS DA CASA CIVIL NA ERA PT. FOTOS: ABR

Novo investigado na Lava Jato, o paulista Aloizio Mercadante é outro que não escapa da “maldição” dos que assumiram o cargo de ministro da Casa Civil na era do PT. Como os demais, ele acabou enrolado em escândalos. 
O mais recente foi a acusação de receber propina de empreiteiras. Mercadante repetiu os demais envolvidos, denominando de “doações” o que a força-tarefa da PF prefere chamar de “propina”.

A “maldição da Casa Civil” destruiu reputações, a começar por José Dirceu, que era apontado como o mais provável sucessor de Lula.

Pretendente à sucessão, Antônio Palocci foi enxotado da Casa Civil no início da era Dilma sob suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito.

Foram ministras da Casa Civil da era petista Erenice Guerra, acusada de tráfico de influência, e Gleisi Hoffmann, enrolada no petrolão.



8 de setembro de 2015
diário do poder

NO DF, SAÚDE PÚBLICA CUSTA MAIS DO QUE NOS EUA

ORÇAMENTO DA SAÚDE NO BRASIL É 32 VEZES MAIOR QUE NOS EUA



À ESQUERDA A SALA VERMELHA NO HOSPITAL DE CEILÂNDIA (DF), INAUGURADA EM 2012, À DIREITA A SALA DE OPERAÇÕES HÍBRIDA DO TUCSON MEDICAL CENTER, NO ARIZONA (EUA), QUE TEM UM ORÇAMENTO ESTADUAL DE U$ 9 BILHÕES. FOTOS: AG.BRASILIA E TMC.


O orçamento anual da Secretaria da Saúde do governo do Distrito Federal, de R$ 6,01 bilhões este ano, é uma vez e meia maior que o orçamento do equivalente ao Ministério da Saúde dos Estados Unidos. O orçamento (“budget”) do United States of Health & Human Sevices, dos EUA, de US$ 1,02 bilhão, soma R$ 3,8 bilhões em reais. Apesar disso, o DF tem um dos piores serviços de saúde pública do Brasil.

O custo anual de R$ 121 bilhões do Ministério da Saúde brasileiro é 31,8 vezes maior que o seu congênere americano.

Nos EUA não tem SUS, como o Brasil, o que reduz muito seus custos, mas o compromisso com a atividade-fim é total. E não há corrupção.

No DF, o orçamento de R$ 6,01 bilhões reserva apenas 1,8% desse total para investimento na reforma e construção de unidades de saúde.

São gastos em salários 82% do orçamento da Saúde do DF. E apenas 18% em remédios, vacinas, materiais, alimentação de doentes etc.

8 de setembro de 2015
diário do poder

NEPOTISMO E CLIENTELISMO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


Ácidas críticas têm coibido o nepotismo, recurso de autoridades para proporcionar a seus parentes ótimo emprego e montar uma engrenagem política em benefício próprio. Os obstáculos criados são conquista recente, mas há outra tática perversa para controlar o Estado, porque permanecem os princípios das relações de patronagem-clientelismo para que magistrados, parlamentares e governantes nomeiem ocupantes de inúmeros cargos de confiança no serviço público.
Esses postos de trabalho formam seara preferencial nos conchavos políticos, porque envolvem privilégios na hierarquia administrativa, trânsito com outros órgãos, controle de verbas, mordomias e gratificações especiais. O problema é imenso, porque os protegidos não se tornam servidores públicos, permanecendo como prepostos do patrono na máquina do Estado, sem elos objetivos para medir sua lealdade ao protetor.
Esses afilhados viram gestores de qualquer coisa, e a mobilidade pelos diversos cargos mostra que sua qualificação profissional não corresponde ao conhecimento técnico indispensável em cada departamento. Ou seja, mudam de função ou repartição ao sabor das negociações de seus patronos com outras autoridades para servir apenas àqueles que lhes garantiram um bom emprego.
DESMOTIVADOS
Entregando a direção de instituições a pessoas estranhas ao serviço público, retira-se dos funcionários de carreira, admitidos por concursos, a possibilidade de ocupá-los. Eles se sentem desmotivados para melhorar seu desempenho, porque não ascendem aos postos de comando em que estão o poder e os melhores salários. Acomodam-se, então, em sua função obscura para que ninguém os desaloje até a aposentadoria.
Esse preenchimento de cargos por indicação de patronos compromete a administração pública, porque a instabilidade na cúpula leva a um eterno recomeçar. Ela fica sem memória, pois não é possível criá-la quando chefes são substituídos a cada mandato e os funcionários permanentes nada podem decidir.
Assim, muitos projetos em execução são abandonados, porque a nova autoridade, especialmente quando não gosta do antecessor, ignora o que existia para viabilizar seus planos com os seus protegidos. Os agentes de antigos projetos são demitidos ou vão para outros cargos, sem transferir experiências para eliminar erros e manter acertos.
EQUIPES PERMANENTES
Essa tradição de nomear estranhos ao serviço público para cargos estratégicos impede a modernização do Estado, porque não se cria um corpo técnico cujos membros tenham compromissos com a instituição, e não com as pessoas a quem devem o emprego. A administração pública precisa superar a transitoriedade dos mandatos com a formação de equipes permanentes que construam bases sólidas para prestar serviços à sociedade porque se adaptam aos órgãos em que estão lotadas.
Cabe, então, concluir que o sistema de patronagem-clientelismo, sustentado na rede dos cargos de confiança ajustados à politicagem, é mais grave que o nepotismo.

8 de setembro de 2015
Gilda de Castro