"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"O SENTIDO DE UMA DECISÃO"

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela admissibilidade dos embargos infringentes e com isso a conclusão da Ação Penal 470 fica adiada, na melhor hipótese, para o próximo ano. Tratando-se do julgamento do maior escândalo político da história recente do país, no qual foram condenados importantes figurões da República, é natural que muitos brasileiros se tenham empolgado com a sinalização, pela Suprema Corte, de que a histórica impunidade dos poderosos – um dos sintomas mais degradantes da vulnerabilidade da democracia que temos – poderia estar com os dias contados. Como é natural, também, que agora se sintam decepcionados com uma decisão que prolonga indefinidamente um processo que já percorre seu oitavo ano.

De fato, o julgamento do mensalão adquiriu – por tudo o que revelou aos olhos de uma nação perplexa e pela excepcional oportunidade que ofereceu ao cidadão comum de acompanhar de perto, ao vivo, o funcionamento da mais alta instância do Judiciário – um importante sentido simbólico.
 
Provocou uma valorização sem precedentes do cidadão, que conseguiu se sentir, como é condição de uma verdadeira sociedade democrática, participante ativo da condução dos destinos do país – e não o mero objeto em que pretendem transformá-lo os governos populistas e os autoritários.
 
Esse sentido simbólico, é importante que se tenha em mente neste momento difícil, ainda não se perdeu. É claro que provavelmente será preciso ainda algum tempo e, sobretudo, exemplos e estímulos encorajadores, para que o cidadão ora frustrado recupere o ânimo para continuar lutando por conquistas que aperfeiçoem nossas instituições. E uma delas é uma reforma que permita ao Judiciário agilizar o cumprimento de sua missão e acabar com a distorção representada pelo fato de apenas os privilegiados capazes de pagar advogados renomados conseguirem se beneficiar de todas as garantias legais que o ordenamento jurídico do país oferece, teoricamente, a qualquer cidadão.
 
A decisão do STF – perturbada por profunda controvérsia interna – versa sobre uma questão processual, uma preliminar que não altera necessariamente o julgamento do mérito das condenações. Abre-se, certamente, a possibilidade de que algumas penas sejam reduzidas e, quem sabe, até mesmo canceladas. Mas para isso será necessário que a nova composição do tribunal produza um entendimento radicalmente diverso daquele que tinha a maioria do corpo de juízes que prolatou a sentença ora embargada. Ou que algum ministro reforme o próprio voto.
 
Portanto, somente a partir de um novo momento no aparentemente infindável curso da Ação Penal 470 será possível saber se a mais recente decisão da Suprema Corte significou o entendimento da maioria de seus membros sobre as garantias individuais – em sentido universal – ou se foi a preparação do caminho do retrocesso.
 
Durante os debates sobre a admissibilidade ou não dos embargos infringentes no processo do mensalão, muito se falou, dentro e fora do plenário do STF, a respeito da influência da opinião pública sobre a atuação dos magistrados. Houve até mesmo quem, na mídia, contestasse a existência de “opinião pública”, desclassificando-a como resultado da manipulação de “inventores” mal-intencionados.
 
Ninguém imagina que um magistrado deva perguntar às ruas como cumprir seu ofício ou se deixar conduzir pelo clamor de emoções momentâneas. Da judicatura se exige, sobretudo, serena racionalidade. Mas o fato é que, quando a controvérsia é séria, os próprios juízes, inclusive e talvez principalmente os mais experientes, não abrem mão de longas explicações que se destinam, em última instância, à opinião pública. E estão certíssimos ao fazê-lo, porque o poder que detêm emana dos cidadãos.
Nada mais natural e democrático, portanto, do que um servidor público consciente manter-se atento àquilo que pode ser chamado de “opinião pública”, “clamor público” ou outro nome que se lhe dê. Pois é essa interação que dá sentido e substância a uma sociedade genuinamente democrática.

23 de setembro de 2013
Editorial do Estadão

O PARTIDO DOS MENSALEIROS É QUE POLITIZOU O JULGAMENTO NO SUPREMO

 

É surpreendente nossa capacidade de esquecer até mesmo os fatos recentes. Só é menor do que a capacidade que tem a pilantragem de usar essa triste amnésia.
Passamos ANOS ouvindo que os brasileiros decentes queriam politizar o julgamento do mensalão. Mais: que a politização obedecia a um desejo de poder da direita raivosa, vingativa e vendida.
Esse era o argumento usado contra o julgamento, contra a divisão do processo do mensalão em núcleos, contra os votos condenatórios. Com os embargos infringentes, essas vozes calaram-se.

Qual núcleo escapou? O financeiro? Não. A bailarina-banqueira irá amargar uns bons anos de cadeia. Sem apelações. Ou infringências.

O publicitário? Seus integrantes — coitados… — pagarão com temporadas na cadeia mais longas que o silêncio de Lula sobre Rose.
Quem escapou foi o núcleo POLÍTICO. Escaparam os réus que pertencem ao PT. Quem politizou o quê?

Eles sabiam do que falavam ao invocar a politização do julgamento, que efetivamente aconteceu. No sentido oposto. Se antes era prova de pressão indevida, hoje é comemorada como autonomia e vitória da impunidade.

Afinal, o julgamento é o mesmo. Os ministros é que não são. São da nova safra que, se envelhecer em tonéis, se transforma em vinagre.
Afirmo que, sim, o julgamento foi politizado. Com o objetivo de livrar da prisão em regime fechado o núcleo polític. O carequinha e a bailarina que se danem. Aliás, esses dois estranhos casos de masoquismo estão calados.

A politização deu certo. Acusar primeiro e agir do mesmo modo depois. Esgotar o assunto para usar a arma sem que – por cansaço – se volte a discutir o tema.
Está sendo um julgamento politizado, e pelas regras políticas bolivarianas.
Nós só queríamos justiça. Eles querem impunidade. Contam com nossa amnésia. Vamos dar este prazer aos bandidos?

EU ACUSO: o PT politizou o julgamento do Supremo depois de ter afirmado anos a fio que isso só acontecia numa DITADURA.
O PT apoia (ou é!) uma ditadura! Politiza a Justiça. E esconde o que fez. Mas deixa o rabo de fora…

23 de setembro de 2013
REYNALDO ROCHA

SEJA UM MENSALEIRO...

O Supremo Tribunal Federal, errou clamorosamente há mais de oito anos quando aceitou para a pandilha de réus que lhe caiu no colo o epíteto de "mensaleiros" colocado pelo delator Roberto Jefferson na quadrilha de Dirceu que agia dentro da Casa Civil do governo Lula da Silva.

Eles nunca foram apenas promotores de simpáticos e corriqueiros troca-trocas, ou do velho toma-lá e dá-cá com parlamentares e aconchegados por alianças e outros serviços republicanos para seu próprio bem, como se fossem para não emperrar a mudança que o Brasil da Silva finge promover.

Mensalão é chantagem, extorsão. Mensaleiros são chantagistas, extorsionistas. Eles recebiam e davam dinheiro público e outros bens materiais ou abstratos de grande substância, como cargos, ministérios, salários, sob a terna coerção que levava todos a não queimar ninguém; a ser governo até debaixo d'água fosse qual fosse a onda, tsunami ou marolinha.

Mensaleiro, uma privica! Eram e continuam sendo até a quinta essência de outros embargos infringentes, chantagistas, extorsionistas, malfeitores da pior espécie. É justamente por isso que todo eles merecem estar gordos e ricos como estão; é por isso que eles merecem mandar como mandam nesse Brasil da Silva.

Trouxa é quem tem medo ou pudor de ensinar os filhos a serem aqui e agora o que Lula, Dilma, Lulinha, Dirceu, Genoíno, João Paulo Cunha, Delúbio Soares e seus similares conseguiram ser na vida. Um dia, esse brasileiro de boa paz e bom chefe de família ainda vai se arrepender amargamente de ser um pai honesto, sem eira nem beira.

Vai ter uma bonita história de retidão e moral para contar, mas já não terá sequer ouvidos que escutem as suas velhas e surradas opiniões.

Então, seu grande otário, seja um mensaleiro, você também. Vale mais que um diploma universitário; vale tanto quanto um doutor honóris causa; vale tanto quanto um bom rufião da pátria, um excelso chantagista.

Quem sabe assim, canalha o bastante, você caba até como forte candidato ao Palácio do Planalto nas próximas eleições... Só não conte com o velho, surrado e escasso voto dos que não têm vocação para serem chantagistas de primeira categoria.

RODAPÉ - No Brasil da Silva, as pessoas, os seres sociais votam numa espécie animal bípede que atende pelo chamamento de político.

 
23 de setembro de 2013
sanatório da notícia

LÁ DAS BANDAS DO SANATÓRIO 2

A VOLTA DO FERA
Depois de cinco meses na assessoria especial do deputado Romário, presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, José Cruz, um dos mais agudos e eficientes jornalistas investigativos do mundo esportivo, volta neste dia 1° de outubro a assinar sua página de esporte e suas circunstâncias no portal UOL. O Fera que vem que vem, sem embargos, para saber e dizer os efeitos da corrupção no mundo esportivo desse Brasil da Silva.

LÁ DAS BANDAS DO SANATÓRIO

CADÊ AS PROVAS, CADÊ?!?

 Com base nos seus anos de academia, os advogados brincam de fazer cócegas nas leis e os homens de bem só não morrem de rir, porque é uma desgraça. Agora vem Ives Gandra, o eterno jurisconsulto de velhos almanaques legais dizer que Zé Dirceu "foi condenado sem provas". Gandra se traveste hoje da cansativa versão Dilma Vana, a fanática cobradora das tais provas provadas. Essa turma subestima a constituição moral da nação: - Pôhaaa, a culpa não está só na prática do delito; está no seu consentimento! E pior ainda: quanto mais esperto for o larápio, menos pistas deixará para o pateta que exige provas. Malfeitor algum deixa recibo assinado de suas falcatruas e muito menos impressões digitais nos cofres que arromba.
DÚVIDA & CERTEZA

 Há uma dúvida atroz no governo Dilma nesses últimos dias: a bagunça é em cascata ou em efeito dominó? Primeiro foi a demissão do assessor mão-grande de Deisi Hoffmann, dona da Casa Civil de Dilma; anteontem o pé nos fundilhos do assessor avião-nas-gavetas de Ideli Salvatti, a garçonete das Relações Institucionais da president@ Dilma; agora foi demitido por twitter o assessor propineiro de Garibaldi Alves, ministro da Previdência de Dilma. Uma coisa é certa nesse regime implantado no País desde 1985 com a chegada de Sarney ao Palácio do Planalto, escândalo é coisa que se dá em efeito dominó, ou em cascata, porém jamais acaba em cadeia.

 QUEM CONTRATA MALFEITOR

 Como é que um governo se preocupa com a espionagem americana de Barack Obama que desnuda futricas palacianas e não dá bola para a roubalheira que corre frouxa a partir da Esplanada dos Ministérios e se espalha por todos os cantos da máquina pública brasileira? Só nesta semana, dois escândalos nos salões da Presidência e um no gabinete da Previdência foram reduzidos a nada, com a sumária demissão dos predadores do patrimônio público. Nesses casos, para tapar o sol com um arremedo de peneira, o governo foi rápido: demitiu sumariamente os "suspeitos". Não lhes deu direito algum aos embargos infringentes que tanto defende para Zé Dirceu, seus mensaleiros e o Capeta de tutti capi que nessas horas fica sempre na moita. E com isso, os seus chefes imediatos ganham salvo-conduto e tomam ares de grande honestidade. Quem contrata malfeitor, malfeitor é.

FIM DO CRACK

 Eis que se aproxima mais um ano de muito palanque e pouco trabalho. Vêm aí as promessas mirabolantes, outra vez. A propósito, você viu como a Dilma acabou com a praga do crack?!? O próprio governo acaba de divulgar dados de uma pesquisa boazinha dizendo que há 360 mil viciados em crack no País. Especialistas discordam e chutam esse número para mais de 1 milhão e 200 mil mortos-vivos consumidores de pedra com gasolina e ácido de bateria. Sabe-se pelas mesmas fontes que mais de 80% dos zumbis querem se livrar do vício. O dinheiro anunciado para tratamento dos viciados em crack que, na campanha de 2009 elegeu Dilma em 2010, jamais saiu do papel. Mas é tempo de propaganda outra vez. Agora sim é verdade: Dilma vai acabar com o inferno do crack. Agora vai.

O CRACK QUE ACABOU

 Falando em fim do crack... Da promessa de Dilma Vana em fins de 2009 para cá, gloriosa primavera brasileira de 2013, o único crack que acabou no Brasil foi o Paulo Henrique Ganso. O Ney Franco acabou com ele.

BEZERRA FOI PRO RÊGO

 O PMDB meteu mais uma goleada no PT em outra disputa por bocas-ricas no governo. Está mplacando o ativo paraibano Vital do Rêgo no lugar de Fernando Bezerra no notável, profícuo e indispensável Ministério da Integração. E assim vai se consolidando uma vez mais a escrita: sem o PMDB o PT não existe; não ganha eleição nem para síndico vigia de estacionamento de carros.

MAIS 4 ANOS?!?

 Não sei de onde ele tirou a informação, mas Aécio Neves, no seu périplo pelos palanques do Norte e do Nordeste, disse neste sábado que "os brasileiros já não aguentam mais outros quatro anos de governo do PT". Mas isso é fácil de se conferir: faça você mesmo, com seus amigos e seu círculo de relações, a pergunta que não quer calar: - Você aguenta mais quatro anos de governo do PT? E então, seja lá qual for o resultado, espalhe; ponha nas redes sociais, conte pradeus e todo mundo. Resposta escapista tipo assim "mas então o que é que sobra?" não vale. Conte como voto nulo. 
I LA NAVE VA

 Pouco mais de uma semana depois de ser decretada a prisão preventiva de um assessor de Gleisi Hoffmann, dona da Casa Civil da Dilma por crime de pedofilia, um assessor da Ideli Salvatti, garçonete das Relações Institucionais da mesma Dilma, foi flagrado com a boca na botija pela Polícia Federal. Besteira, trata-se de apenas mais um escândalo no governo do Brasil da Silva. I la nave va.
 
23 de setembro de 2013
sanatório da notícia

RETRATO DA REALIDADE

Efeito Lula: SP registra índices absurdos de congestionamento logo nas primeiras horas da manhã

Mais importante cidade brasileira e quarta maior do planeta, São Paulo tornou-se uma ode ao caos, sem que o petista Fernando Haddad, eleito no vácuo da popularidade criminosa do lobista Lula, faça algo para solucionar os problemas que se acumulam cada dia mais.

Na manhã desta segunda-feira (23), a capital dos paulistas registrou o maior índice de congestionamento para o período, principalmente por causa de dezenas de semáforos que diante de chuva fraca entraram em colapso.
Alguns desses sinalizadores de cruzamentos estão sem funcionar desde o final de semana, o que provocou inúmeros acidentes em toda cidade.

O sistema semafórico paulistano atual funciona há pelo menos duas décadas, sem que nos últimos anos tenha passado por manutenção preventiva, o que compromete sobremaneira o caótico trânsito da cidade.

Às 11h50 desta segunda-feira, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informava em seu site que o índice de congestionamento na cidade era de 119 km, enquanto a MapLink, que monitora toda a cidade, apontava 310 km. Essa discrepância numérica se deve ao fato de que a CET, que foi desmontada pela administração do petista Fernando Haddad, reduziu os pontos de monitoramento do trânsito, além de dificultar o trabalho dos fiscais da empresa.

Às 6h30 da manhã, o ucho.info conversou com um agente de trânsito da CET, que externou o seu descontentamento em relação à empresa. De acordo com o nosso entrevistado, que por questões óbvias não terá o nome revelado, a companhia foi sucateada ao máximo, o que impede que os paulistanos conheçam de fato as consequências da irresponsável decisão do então presidente Lula de entupir as cidades do País com carros novos sem qualquer planejamento.

23 de setembro de 2013
ucho.info

JOSÉ DIRCEU x BRUNO FERNANDES: QUAL DIFERENÇA HÁ ENTRE OS EX-MINISTRO DE LULA E EX-GOLEIRO DO FLAMENGO?


Dois pesos – O plano do Partido dos Trabalhadores para salvar os mensaleiros parece estar dando certo.

O primeiro passo foi conseguir emplacar os embargos infringentes no Supremo Tribunal Federal (STF) e garantir um novo julgamento aos bandoleiros que usaram a política para ameaçar a democracia de forma criminosa.
O passo seguinte, já em marcha, é retomar a tese absurda de que o Mensalão do PT foi uma farsa e que os réus foram condenados injustamente e sem provas.

Acusado de ser o chefe dos integrantes do esquema de cooptação de parlamentares através do pagamento de mesadas, o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu de Oliveira e Silva ganhou um aliado inesperado em sua estratégia de defesa. Trata-se do jurista Ives Gandra Martins, que em termos político-ideológicos faz oposição a Dirceu.

Na opinião do jurista, a teoria do domínio do fato, adotada pelo STF para condenar José Dirceu, traz uma insegurança jurídica “monumental”, pois um inocente poderá ser condenado com base apenas em presunções e indícios, afirmou Gandra Martins em entrevista à jornalista Monica Bergamo, do jornal “Folha de S. Paulo”.

Ives Gandra Martins destacou que o Supremo ignorou um dos princípios fundamentais do Direito, o “in dubio pro reo”, ou seja, na dúvida deve-se sempre favorecer o réu. Acontece que no caso do Mensalão do PT (Ação Penal 470) não havia dúvida alguma a respeito do esquema criminoso montado e operado a partir do Palácio do Planalto, o que garantiu a livre circulação do rolo compressor do governo petista no Congresso Nacional.

Há no Brasil uma situação no mínimo interessante quando um caso polêmico envolve poderosos. Sempre sobram aqueles que querem defender os indefensáveis. E o fazem de forma tão acintosa, que acreditar nas respectivas teses significa rasgar a coerência do raciocínio.

Se José Dirceu é um inocente injustiçado, condenado pelo Supremo sem provas, como garantem alguns defensores de plantão, que a Justiça reveja a condenação de Bruno Fernandes de Souza, ex-goleiro do Flamengo e condenado à prisão pelo suposto assassinato de Eliza Samudio. O ucho.info utiliza o termo “suposto” porque até agora a polícia não encontrou as provas do tal crime.

Resta saber o que a Justiça, folcloricamente cega, enxerga de diferente entre ambos os casos – José Dirceu e Bruno Fernandes – uma vez que o ex-goleiro foi condenado apenas com base em depoimentos, muitos deles contraditórios, sem que, inclusive, o corpo da vítima tenha sido encontrado até então.

A comparação que ora fazemos, absolutamente lógica em termos de Direito, mostra que o STF julgou o caso do Mensalão do PT, em sua fase recursal, de acordo com a importância de cada condenado. Ministros que sequer participaram da fase inicial do julgamento não poderiam ter decidido sobre a aceitação dos embargos, uma vez que desconhecem o processo e as filigranas do julgamento mais longo da história do Judiciário brasileiro.

O mais interessante é que durante o julgamento de Bruno Fernandes de Souza não apareceu um jurista ou jornalista para defender o ex-atleta, pois a prevalecer a suposta injustiça cometida contra José Dirceu o outrora guarda-metas do Flamengo de igual modo deve ser absolvido e colocado imediatamente em liberdade. Isso por certo não aconteceu porque o ex-goleiro não tinha um staff pressionando seus julgadores e muito menos alguns bilhões de reais em propaganda para despejar nos veículos midiáticos.

Resumindo, com o respeito que merece deste site, o jurista Ives Gandra Martins deu uma bola fora ao falar sobre o caso de José Dirceu ou deu um drible na própria consciência ao silenciar diante da injustiça cometida no caso de Bruno Fernandes

23 de setembro de 2013
ucho.info

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE

 
 
23 de setembro de 2013


O HUMOR DO DUKE

                                   Duke o o Dia Mundial sem Carros
Charge O Tempo 23/09/2013
 
 
23 de setembro de 2013

MEÇA SUA TESTOSTERONA...

QUEM NOS DEFENDE?





Tirem suas próprias conclusões a respeito. Quem está com a razão?
É por isso que sempre digo que “Papai Noel existe” e mora no Brasil.
Como o “tempo é o “senhor da razão” e quem viver verá o resultado desta bela pizzaria de todos os sabores.
Parece uma piada, mas é verdade e é por isso que vários assuntos importantes que mexem com a vida de todos os cidadãos cônscios de suas responsabilidades, os verdadeiros otários e palhaços que sempre pagam as salgadas contas dos desmandos oficiais, estão engavetados e hibernando lá no STF a espera de uma solução, e cito com muita propriedade o caso dos aposentados deste país.
Estes mesmos aposentados e suas famílias deveriam dar um belo exemplo para nação, não votando em ninguém nas futuras eleições.
Será que todos, mas todos mesmos são “iguais perante a Lei”?  
*Lucio Cavadas - Aposentado Injuriado, por e-mail, via Grupo resistência Democrática.

23 de setembro de 2013
in direita brasileira em ação

PARA ONDE VAI O DINHEIRO QUE O PT "JOGA FORA" COM CERTAS OBRAS?


Atraso na ferrovia Norte-Sul custa ao país R$ 12 bi por ano.




Superfaturamento nas obras da ferrovia Norte-Sul passa de R$ 100 milhões



VISITA DA COMISSÃO DA VERDADE AO DOI-CODI TEM AGRESSÃO ENTRE PARLAMENTARES

Após discussão, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) atingiu o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com um soco na barriga.  Grupo montou um varal em frente ao Batalhão do Exército, na Tijuca, com as fotos de mortos e desaparecidos da ditadura



O deputado Jair Bolsonaro e o senador Randolfe Rodrigues batem boca em frente ao 1º Batalhão da Polícia do Exército, durante visita da Comissão Estadual da Verdade
Foto: O Globo / Márcia Foletto
O deputado Jair Bolsonaro e o senador Randolfe Rodrigues batem boca em frente ao 1º Batalhão da Polícia do Exército, durante visita da Comissão Estadual da Verdade O Globo / Márcia Foletto

A visita de integrantes da Comissão Estadual da Verdade, parlamentares e representantes do Ministério Público ao 1º Batalhão da Polícia do Exército, na Tijuca, na manhã desta segunda-feira, começou com agressões. Durante uma discussão, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) atingiu o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com um soco na barriga. No local, funcionou o Destacamento de Operações de Informações — Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), principal centro de tortura durante a ditadura militar.
 
A confusão começou quando Bolsonaro quis entrar junto com a comissão do Exércitio. O parlamentar, no entanto, foi impedido por integrantes da Comissão da Verdade. Ele, então, forçou a entrada em um portão, mas a ação foi repreendida pelo senador Randolfe Rodrigues. Os dois, então, trocaram empurrões, e a discussão terminou em agressão.
 
Por fim, Bolsonaro conseguiu entrar no prédio, mas ficou no pátio do Batalhão. Antes da confusão, o presidente da Comissão, Wadih Damous, condenou a presença do parlamentar.
 
— É uma provocação. A presença dele não tem nada a ver com a pauta. Sua presença entre nós é indesejável. A presença do Bolsonaro integra o time das viúvas da ditadura — afimou Damous.
 
Bolsonaro rebateu:
 
— Eles não aceitam o contraditório.
 
A visita às dependências do Exército faz parte da campanha para que o local seja tombado e transformado em um centro de memória. Além disso, a comissão vai pedir ainda a lista dos prisioneiros políticos que passaram pelo DOI-Codi durante a ditadura e também informações sobre o atentado à bomba na OAB, em agosto de 1980.
 
Um grupo de estudantes e de integrantes de movimentos sociais montou um varal em frente ao Batalhão com as fotos de mortos e desaparecidos da ditadura, entre eles Wladimir Herzog. Na manifestação, que ocupa uma faixa da rua Barão de Mesquita, também está presente o grupo Tortura Nunca Mais. O acesso da imprensa ao prédio não foi autorizado pelo Exército.
 
Além de Randolfe Rodrigues, a comitiva conta ainda com a presença do senador João Capiberibe (PSB-AP) e da deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). O policiamento foi reforçado no local.
 
No fim de agosto, a visita do grupo da Comissão Estadual da Verdade foi barrada pelo Exército.

23 de setembro de 2013
Cássio Bruno - O Globo

FAMA NO BRASIL: "ADEVOGADO" DEFENDE CORRUPTO ZÉDIRCEU


O PT, sua canalha cativa e seus esparros pagos com dinheiro público estão em polvorosa com a entrevista de um adEvogado com fama de conservador [seja la o que os jornalistas entendem por isso], um elemento que atende pela alcunha de Ives Gandra Martins. O sujeito diz que zédirceu foi condenado sem provas.
 
Sua declaração mostra apenas que se trata de um notório boçal que não sabe do que está falando e quer ganhar 15 décimos de segundos de fama gratuitamente; uma espécie de Caetano Veloso com anel vermelho de bacharel.
 
Para começar digamos o óbvio, qualquer pessoa com fama de competente no Brasil é, por definição, incompetente. Se é um adEvogado, por formação, o sujeito não pode ser sério, honesto, inteligente e competente. Se quando se pronuncia fala uma merda de dimensões continentais, como o tal de Gandra fez, ele merece apenas o desprezo pela estupidez, o desdém pelo oportunismo, e a repulsa pela mentira deslavada.

FALTA DE PAPEL HIGIÊNICO PROVOCA INTERVENÇÃO EM FÁBRICA NA VENEZUELA

Governo importa 50 milhões de rolos de papel para suprir desabastecimento de produto básico
 
CARACAS - O governo da Venezuela decretou intervenção em uma fábrica de papel higiênico e colocou as instalações sob custódia da Polícia Militar.


O governo informou que a ocupação da fábrica é temporária, para garantir o abastecimento de papel higiênico no mercado.
 
A falta de papel higiênico, um dos produtos de necessidades básicas em falta no mercado por causa da intervenção do governo na economia, vem gerando fortes críticas à política econômica da Venezuela.


O anúncio foi feito na tarde de sexta-feira pela Superintendência Nacional de Custos e Preços Justos (Sundecop), que disse em comunicado que a medida responde "à obrigação do Estado de garantir o abastecimento normal de produtos de primeira necessidade para o povo".
 
Com a intervenção, o governo vai verificar todos os processos referentes à produção, distribuição e comercialização do papel higiênico e poderá requerer informações referentes a inventários, custos de produção e canais de comercialização, entre outros pontos.
 
Enquanto durar a ocupação oficial, a fábrica denominada Manpa, localizada no estado de Araguá, no centro Norte do país, será 'resguardada' por um comando regional da Guarda Nacional Bolivariana, a polícia militarizada do país, informou o comunicado oficial.
 
Desabastecimento. A falta de papel higiênico no mercado se converteu este ano no problema mais visível dos crônicos episódios de desabastecimento de produtos de consumo massivo e medicamentos enfrentados pela economia venezuelana.
 
O governo atribui a falta de produtos à especulação de setores empresariais e tem denunciado manobras para desestabilizar a economia. Enquanto isso, a oposição e empresários responsabilizam a falta de dólares para financiar importações de matérias primas.
 
A situação obriga muitos venezuelanos a recorrer a vários mercados ou a enfrentar longas filas para conseguir os produtos que precisam.
 
O governo importou 50 milhões de rolos de papel higiênico para tentar resolver o problema de desabastecimento e esta semana aprovou a compra de 3,4 milhões de toneladas de alimentos para os próximos dez meses para garantir o abastecimento, especialmente na temporada que antecede o Natal.

23 de setembro de 2013
Efe