"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 6 de agosto de 2017

BENDINE TEVE DE SER TRANSFERIDO PARA NÃO SE ENCONTRAR COM SEUS DELATORES


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, autorizou a transferência do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, para o Complexo Médico Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Bendine estava detido na Superintendência da Polícia Federal. De acordo com o magistrado, a “permanência na Carceragem da PF depende de condições excepcionais, por conta do local ser apenas um centro de passagem”.
A transferência foi solicitada pela Polícia Federal, para que Bendine fique afastado dos delatores da Lava-Jato, como o ex-presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht. A medida também distancia Bendine dos publicitários André Gustavo Vieira e Antônio Carlos Vieira, apontado pelo Ministério Público como operadores do esquema criminoso no qual ele está envolvido.
OPERAÇÃO COBRA – André e Antônio continuam na Carceragem da PF. Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava-Jato, que foi batizada de Operação Cobra, em referência ao apelido do ex-gestor nas planilhas da Odebrecht, acusado de ter recebido R$ 3 milhões em propina.
O Completo Médico Penal de Pinhais tem 104 cubículos e 18 celas de segurança máxima. Os políticos enviados ao local ficam em cárceres de 12 metros quadrados, com duas ou quatro camas de concreto em cada cubículo. As necessidades básicas dos presos são realizadas dentro da própria cela, por meio de um vaso turco.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A Lava Jato já se estendeu tanto que está difícil separar os criminosos. Do jeito que as investigações e as prisões se multiplicam, eles acabam formando quadrilhas dentro dos presídios. (C.N.)


06 de agosto de 2017
Renato Souza
Correio Braziliense

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